terça-feira, 23 de outubro de 2007

23/10/07

O saque

Já é tarde. Porthos e Sibila estão cansados e com sono. Eles vão até as portas trancadas do corredor para abri-las. Sibila começa abrindo a porta de um dos quartos. Nele, Sibila encontra um saquinho com algumas moedas de ouro embaixo da cama, e Porthos encontra no armário umas batas de monges e clérigos. Num fundo falso, ele encontra um par de luvas meio arregaçadas, com reforços de metal na palma da mão. Eles mostram o que acharam e seguem adiante.

No quarto em frente, Sibila abre a porta destrancada. Porthos diz que já esteve ali e eles vão para o próximo. No quarto seguinte, que está com a porta entreaberta, Sibila acha no armário um fundo falso que foi arrebentado há muito tempo. Porthos revira as camas e não acha nada.

No quarto em frente, Sibila destranca a porta com facilidade e eles entram. Há alguns baús ali. No primeiro, Sibila encontra dois copos e uma garrafa. Ela tira a rolha e sente o cheiro e alguma coisa alcoólica. Ela também acha um saquinho com mais ouro. Nos outros baús, ela acha uma kama, que ela dá a Porthos, uma adaga, uma funda, um saco com ouro e uma capa de couro. Porthos não acha nada embaixo das camas. Um dos baús está trancado, e Sibila quebra a fechadura. Porthos solta Ghost Sound para isolar o baú acusticamente, e eles tentam arrombá-lo, mas não conseguem.

A sala 42, o espaço do Banach

Banach espera vir alguém. A porta se abre. Um vulto entra, a porta fecha, e as luzes apagam. A voz de Irian diz que as velas apagaram, e a mina as acende. Ela diz que é curioso que ele tenha ido parar ali, e Banach pergunta como ela sabe o nome dele. Irian fica indignada, e Banach conta o que aconteceu, muito puto. A mina fica confusa.

Banach pergunta o que ele está fazendo ali. Irian se pergunta se eles bateram forte demais na cabeça dele. Ela diz que ele pode tentar enganá-la, mas não vai conseguir. Ele diz que só quer ir ao Oráculo. Eles discutem um pouco e Banach pergunta onde está o seu último grupo, o de Paris. Irian dá uma gargalhada. Eles continuam discutindo, e Banach pergunta o qe ele fez no passado dele. Irian diz que ele fez besteira, e continua fazendo, porque é um idiota. Ela diz que só está ali porque Paris quis saber o que ele estava fazendo ali. Banach não responde, e ela sai, fechando a porta.

Os marombeiros na taverna

A porta da frente se abre e um velhinho aparece. Ele olha para Ariadne e diz que esperava que eles aparecessem mais tarde. Ela pergunta o que ele quer dizer com isso, e o velho diz que Paris avisou que ela viria ali. Ariadne fica perplexa, e Nudus pensa que ela está mentindo. Straton diz a ele que o velho é CB. Nudus se acalma.

Eles entram na taverna e sentam em uma mesa. O taverneiro oferece café da manhã para eles. Ele chega com pães, leite, água, coisas para pôr no pão e frutas secas. Ele diz que se eles precisarem de alguma coisa, é só tocar o sino.

Nudus pega uma cadeira para arremessar no sino. Ariadne fala para ele parar de fazer malcriação. Ele senta e come.

Meia hora depois, todos menos Nudus estão satisfeitos. Straton toca o sino e alguém responde que já vem. O taverneiro chega, e Straton pergunta como ele sabia que a moça viria. Ele responde que os soldados de Paris contaram a ele sobre a hóspede de Paris que chegaria. Nudus pergunta se o guarda deu o nome da hóspede, e ele diz que não.

Straton pergunta o que mais há na ilha. O cara responde que há essa vila, o farol em ruínas e o templo. Sobre os Kuo Toas, o cara diz que alguns pares deles andam por aí na ilha. Os Kuo Toas obedecem a Paris. Ariadne diz que nem conhece Paris. O velho fica confuso. Ariadne diz que não é hospede dele, e o chama de velho esclerosado.

O velho pergunta o que eles fazem ali. Nudus responde que ele bate. O velho se encolhe, e Nudus diz que não tem treta com ele. Straton conta que eles tiveram um desentendimento com o pessoal do templo. O velho concorda que eles não são gente boa. Straton continua contando que eles se desentenderam com um carinha metido a guerreiro fodão. O velho saca que é o Dorian, e diz que não é bom se desentender com esse povo.

Straton explica a situação para o velho, contando sobre a ilha de Issix e os Kuo Toas. Ele diz que os barcos vazaram, e o velho diz que viu o barco, e uma certa confusão ali. De repente, o barco não estava mais lá, e nem deixou sinal no horizonte.

O velho diz que por causa da tensão com Paris eles podem ficar ali na taverna. Straton oferece que Friedmann limpe o lugar. O velho aceita. Ele pergunta se eles são amigos de Paris, e Straton diz que eles nem conhecem o desinfeliz. Friedmann pede que ele não conte sobre eles a Paris, que fica meio assustado.

Nudus sobe num dos quartos e pula em uma das camas. Straton puxa uma cadeira e fica sentado na entrada, esperando a amiga de Paris. Ariadne fica com ele.

Friedmann fica conversando com o velho sobre o templo. Ele diz que o templo foi profanado. Só está acontecendo coisa errada por ali. O velho não sabe por que profanaram o templo.

Straton pergunta a Ariadne por que um espartano como Dorian trabalharia para o Paris. Ariadne diz que está assustada com quem é Paris, e com o que ele está fazendo com o templo de uma titânide. Eles conversam sobre a saída dela de Esparta. Ariadne diz que está andando há muito tempo, numa jornada por conhecimento e poder. Straton pergunta se ela ouviu sobre algum guerreiro surtado por lá. Ela diz que não faz a mínima idéia.

Os dois sacam que os Kuo Toas eram arqui-inimigos da Tethys.

O elfo, o centauro e o mané

Aegion acorda em um lugar úmido e escuro. É um lugar de pedra com algumas grades em volta. Vicryl está estirado no chão, apagado. Herdionte está apagado em outro lugar. É um lugar meio circular.

Aegion se lembra de ter lutado violentamente contra uma pessoa no escuro. Ele sangrou horrores, perdeu os sentidos e acordou ali. Vicryl acorda zoado. Aegion vê que ele está ferido.

Vicryl olha pela porta e vê o corredor circular. Nenhum guarda. Ele conversa com Aegion sobre o que eles lembram. Herdionte acorda cuspindo sangue. Aegion o encosta na parede e oferece ajuda. Ele e Vicryl fazem torniquetes e primeiros socorros.

Aegion pede a Vicryl que dê um jeito nas fechaduras. Ele pede as bugigangas dele. Aegion fica meio apreensivo, e dá as suas tranqueiras relutantemente a Vicryl. Ele cutuca a tranca, e fica por uma hora ali até abrir. Enquanto isso, Aegion ouve alguns barulhos. Ele conta a Vicryl que pode haver outros prisioneiros por ali.

A fechadura se abre. Vicryl testa a porta para ver se ela range, e conclui que ela vai ranger. Ou ele não abre, ou abre tudo numa tacada só. Vicryl chama Aegion de cavalo e pergunta o que aconteceria se ele desse um coice em alguém. Eles discutem um pouco sobre o que faria menos barulho, e Vicryl abre a porta, que faz algum barulho.

Eles saem, e ouvem alguns barulhos de pessoas conversando em idiomas totalmente desconhecidos. Aegion avisa Vicryl sobre as várias línguas que está ouvindo. Um dos barulhos parece vir da cela adjacente.

Vicryl se aproxima da cela tentando fazer silência, mas chuta a porta com tudo fazendo um barulhão, e cai no chão. Aegion o puxa com tudo para dentro, fechando a porta. O pessoal da cela do lado fala alguma coisa incompreensível.

Alguns minutos depois, eles ouvem barulho de uma porta sendo aberta. Vicryl sugere que Aegion fique pronto para o coice. Aegion diz que vai esperar até que isso seja extremamente necessário. O barulho é de alguém batendo um metal nas grades. Dois guardas armados com lanças passam pela cela.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

16/10/07

Sibila vai causar à noite

No caminho para o templo, Sibila ouve um sussurro chamar pelo seu nome. Ela se aproxima das árvores de onde sai o som. Quem sussurra se apresenta como Lyath. Sibila vê uma sombra pedindo para ela se aproximar, e vai ate ela. Lyath está envolta em uma aura de sombras, e diz que Sibila precisa tomar cuidado com Paris e precisa cuidar de seus amigos. Sibila agradece, e vê que Lyath não está mais lá.

Sibila continua se aproximando em silêncio do templo. Ela passa por um vulcão inativo, e vê que o templo está iluminado. Criaturas vigiam o templo: dois guardas na porta com lanças, e pares de guardas andando em volta. Ela se aproxima pela floresta.

Lá perto, ela espera um par de Kuo Toas passar perto. Ela os chama, e pede uma informação em nome de Paris. Ela pergunta se um grupo de aventureiros que mchegou à ilha ainda está no templo. Eles dizem que nunca ouviram falar dos cavaleiros de Paris, e apontam a lança para ela. Ela diz que é uma guarda de Paris, enviada para saber como eles estão. Os guardas falam entre si numa língua estranha, e ficam olhando para ela com cara de desconfiados. Sibila diz que Dorian pediu que ela falasse isso. Depois de conversar mais um pouco, eles dizem que todos saíram do templo, exceto um que ficou para trás.

Ela vai em direção aos outros guardinhas na porta do templo.

O feitiço novo

Porthos percebe que ele cochilou enquanto se cuidava, e acorda com uma fome descomunal. Ele come uma das provisões, e percebe que sua garganta está arranhando.

Ele desenvolve uma magia para abrir portas trancadas. Depois de estudar, ele chega a uma fórmula estranha, mas que parece estar certa. Ele vai ate uma porta trancada e usa o ritual que desenvolveu. Ele ouve um ``tec'' da fechadura, e põe a mão na fechadura. Ele toma um baita choque.

Depois disso, Porthos resolve voltar para o quarto e descansar antes de tentar de novo.

Enquanto isso, na caverna

No dia seguinte, Banach repara que está ferido por uma adaga, e a ferida não cicatriza rapidamente. Ele bate na porta, mas ninguém vem. Depois, examina a pedra, e vê que é uma rocha vulcânica. O buraco foi escavado há algum tempo.

Sibila e Porthos na pilhagem

Sibila fala com os guardas, e diz que gostaria de encontrar o aventureiro que ainda está dentro do templo. Os Kuo Toas a deixam entrar. ELa pergunta onde ele está, mas os Kuo Toas não sabem.

Sibila entra no templo, vendo ocasionais guardas fazendo ronda. Ela pede para encontrar o membro do grupo que ficou para trás. Eles não sabem onde ele está. Sibila continua andando. Ela chega ao salão, e sob as pernas da estátua de Tethis há uma porta vigiada por dois guardas. Eles perguntam quem ela é. Ela se identifica como Sibila, e diz que conversou há pouco com Paris, que a mandou ir para junto do grupo de aventureiros. Eles abrem a porta. Sibila pergunta onde a pessoa está, e eles dizem que não sabem exatamente onde.

Sibila desce ao subsolo, e vê um buraco na parede no caminho. Lá embaixo, ela chega a um corredor. A porta no fim está trancada. Sibila bate na porta, mas ninguém vem. Ela abre a porta, e chega a um corredor vazio. Ela passa pelo corredor, ouvindo por trás de cada porta. Ela vê os Kuo Toas no fim do corredor, na porta do templo interno. Ela anda em direção a eles com pose de quem sabe o que está fazendo. Eles olham para ela e não fazem nada. Ela diz que foi enviada por Paris para encontrar a pessoa que resta do grupo de aventureiros. Eles a deixam passar, e a mandam ir para um dos quartos. Sibila entra no quarto e vê Porthos estudando. Eles conversam um pouco e combinam de limpar o lugar para depois sair procurando os outros.

Os marombeiros

Straton acorda e vê os demais ainda dormindo. Lá fora, ele vê que ainda está noite, mas vai amanhecer logo. Nudus está dormino todo feliz, ensanguentado e segurando uns pedaços de bicho. Ele come o resto de comida, e espera os outros acordarem.

Friedmann acorda e cumprimenta Straton. Ele pergunta sobre Ariadne, e pergunta se ela usou algum ritual para curá-los. Straton responde que o cara era bafinho. Friedmann sai para dar uma olhada ao redor. Ele vê a praia, a escadaria que leva ao vilarejo, a que leva ao templo, e algumas casas. Ele volta, e diz a Straton que eles vão depender da água de Ariadne por algum tempo.

Nudus acorda, depois de sonhar que estava matando mais Kuo Toa. Ele dá bom dia. Friedmann vê que o mar está tranqilo. Ele vê que Ariadne acordou, e fala pra ela que agora ela pode fazer as suas coisas sem um bisbilhoteiro irresponsável. Straton resolve ir até o vilarejo atrás de comida. Todos vão com ele.

Eles chegam à vilazinha. A essa hora, a cidade está vazia. Eles vêem algumas casas, uma venda, uma taverninha, um estádio e uma casa em ruínas. Friedmann pergunta se eles provocaram a ruína. Straton diz que ela já estava assim. Depois, ele vai até a taverna e tenta abrir a porta, mas não consegue. Nudus bate na porta. Depois de uns instantes, eles ouvem uma voz meio velha dizendo que já vai. Eles ouvem alguns passos no andar de cima.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

12/10/07

Voltando para a realidade... ou não

Porthos solta Featherfall em si mesmo e pula para fora do rio. Ao aterrisar, ele começa a ser puxado para dentro de novo. Ele pega sua sacolinha de componentes mágicos e a solta, mas isso não tem efeito. Ele a guarda de novo enquanto é puxado para dentro do rio novamente.

Ele sai correndo desesperado na direção dos vultos que vê no horizonte. O cenário em volta dele não muda, mas o céu passa de vermelho a um tom enegrecido, e o rio se desgruda das margens, e uma coisa negra fica no lugar. Ele consegue agora sair do meio do rio.

Portho tenta pular para fora do rio mais uma vez, mas quando ele tenta soltar Featherfall mais uma vez, a realidade em volta dele começa a se desfazer, quebrando em pedaços no meio de um fundo negro. Ele começa a cair no nada.

Porthos tenta se comunicar com seu corpo, e encontra uma mão que o segura. É a mão dele próprio. As peças da realidade começam a se distanciar. Seu corpo começa a ficar mais ralo. Ele puxa a outra mão para junto da que está segurando em si mesmo, e as outras três cópias fazem igual. Eles caem como quatro para-quedistas.

Ele começa a ver alguma coisa material, ou pelo menos tangível, lá embaixo. Ele se prepara para o impacto. Ao chegar mais perto, ele vê que são quatro cópias dele mesmo. Ao bater em si mesmo, ele sente todo tipo de sensações sinestésicas, muito intensas. Depois disso, tudo se apaga.

Saindo do farol

Quando Paris vai embora, Sibila se levanta e o chama de volta. Ela pergunta se ele a deixaria encontraro o resto de seu grupo. Paris responde que não vê por que não, e acrescenta que Sibila tem uma aura muito forte de Artemis. Sibila diz que tem uma pequena maldição, que a impede de tocar em metais. Paris faz uns gestos e diz que não se trata de uma maldição.

Sibila conta que Artemis transformou seu marido em uma estátua de ferro, e a conferiu esse incômodo de tocar em metais. Paris diz que Artemis é uma deusa capciosa, e que talvez haja um motivo para ela ter feito isso em Sibila. Ele se retira.

Sibila vai até a porta do farol e sai, cumprimentando os guardinhas da porta.

Despejando os presuntos

Straton dá uma bica na porta, e bate um vento fresco. Eles entram na sala e vão para a porta do outro lado. Straton abre a primeira porta, que dá em um corredor. Eles vão em direção à saída.

Banach ouve murmúrios de conversa vindo de trás de uma porta. Straton não o deixa passar, para não dar as costas às outras portas.

Banach diz que há gente do outro lado. Straton abre a primeira porta. De dentro da sala, dois guardas se levantam.

Straton sai da frente de Nudus, que arremessa um corpo na direção do guarda, mas erra. Straton sai correndo com tudo para cima do cara, que arma uma lança. O guarda o acerta com a lança. O outro tenta estocá-lo com a lança, mas Straton desvia. Banach pega sua espada e entra na sala para ver melhor o que acontece lá dentro. Ariadne prepara sua lança e acerta um dos caras. Friedmann bate no mesmo cara, mas ele desvia.

Nudus tenta usar o outro corpo para acertar o guardinha, mas ele também desvia. Straton acerta violentamente o outro cara, que tenta revidar, sendo bloqueado. Ariadne é acertada pelo outro guarda, e erra o seu ataque. Banach ataca o guarda por trás, mas erra.

O primeiro guardinha vara Nudus e Friedmann com sua lança. Entram mais dois caras na pancadaria.

Nudus arremessa o outro guarda em um dos que entraram, e o derruba. Straton abre o guarda no meio e parte para cima do outro, decapitando-o. Ele olha nos olhos do outro cara e dá um grito, intimidando-o. O guarda dá um grito e sai correndo. Eles ouvem passos de mais gente chegando. Friedmann sai correndo atrás do guarda, mas Ariadne bloqueia o seu caminho. Ele pula por cima dela e sai correndo. Duas lanças voam na direção dele. Uma o acerta.

Banach começa a fazer gestos para carregar uma armadura mágica. De repente a armadura começa a ganhar vida própria e entra no corpo dele, que começa a se contorcer.

O cara que tomou o corpo na cabeça se levanta. Nudus sai correndo e vira o Sudo com tudo no peito do cara, que sai voando e se espatifa na parede.

Straton sai correndo e chuta a outra porta. Ariadne diz que tem mais gente vindo. Nudus bate o Sudo na bunda e manda vir. Banach não consegue parar de se contorcer. Ariadne o puxa pela perna.

Friedmann é cercado no correds por dois guardas. Ele desvia e sai do caminho. Eles começam a se bater. Straton sai à carga no primeiro, o derruba e depois acerta o segundo. Nudus erra. Friedmann atravessa o peito dele com um soco.

Nudus volta para a sala e pega os dois corpos originais que estava carregando. Straton pega três corpos para carregar. Banach consegue se recuperar. No meio da sala há um fogareiro. Eles empurram o fogareiro com os pés. O que o prendia no chão quebra, e eles arrastam o fogareiro para fora da sala.

Eles passam o fogareiro para fora do templo e jogam os corpos dentro.

A estátua

Depois de um tempo, Porthos acorda estatelado de bruços. Ele está em uma superfície razoavelmente regular, amarela ocre, com umas marcas no chão. Parece que ele está em uma mão enorme. Olhando para trás, ele vê uma estátua enorme, amarela ocre. Parece uma estátua de uma divindade, aparentemente de um dos olímpicos. Ela está flutuando no nada.

Porthos começa a escalar o braço da estátua. É uma subida difícil. Depois de um tempo, ele chega ao ombro da estátua. A figura usa um elmo grego. Porthos sobe até a cabeça, e de lá de cima só vê a estátua, e um fundo preto. Ele volta até a orelha e dá um grito lá dentro. O grito ecoa, e mais nada acontece. Porthos desce até o ombro e começa a se concentrar para acordar de novo. Ele entra em um estado de meditação profunda, e vê tudo preto. Ele começa a se desprender do corpo.

Porthos vê de cima o seu corpo em posição de lótus sentado no ombro da estátua, que começa a rachar a partir da posição de Porthos. As rachaduras são vermelhas. Elas recobrem a estátua toda. A casca amarela começa a cair, revelando o vermelho dentro: um corpo humanóide vestindo uma armadura de combate. Na outra mão lá longe aparece uma lança. O corpo treme como se estivesse se livrando de um casulo.

Porthos se sente puxado de volta para o seu corpo. Ao retornar, ele se vê em cima da estátua de novo. Ele dispara mísseis mágicos na estátua, soltando apenas algumas lasquinhas dela.

Ocorre a Porthos a dúvida de que talvez realmente a divindade exista. Essa dúvida o atormenta, e ele vê a mera estátua às vezes se alternando com um ser humano de verdade. Porthos nega para si mesmo que essa alucinação seja um ainterferência externa, e se arremessa para fora da estátua.

Algo deu errado

Sibila sai do farol e vai andar em direção ao templo. Um guarda a avisa que Dorian mandou avisar que a ilha está tendo problemas com os Kuo Toas, e que é melhor ela voltar aos seus aposentos enquanto eles descobrem o que está acontecendo. Ele diz que um amigo de Paris acabou de chegar à ilha.

Sibila pergunta por que eles precisam de tantos guardas. O guarda diz que os Kuo Toas são muito revoltosos, e os que estão na ilha são dominados pelo medo. Ele menciona as duas tribos de Kuo Toas rivais, e diz que uma está a favor deles. Eles conversam um pouco sobre o amigo de Paris que está chegando e sobre os Kuo Toas e seus amigos caranguejos.

Algum tempo depois, um guarda chega e pede que Sibila volte para o farol até que as pessoas enviadas por Paris para averiguar a situação voltem. Se ela quiser ir, é por sua conta e risco. Sibila decide esperar mais algum tempo no farol, mas diz que vai voltar pedindo mais notícias. Ela volta para o farol.

A queda e a revelação

Enquanto Porthos cai, ele se lembra do que passou até ali: primeiro ele estava começando a aceitar a existência dos deuses (embora não reconhecesse a sua autoridade), e depois tentou se convencer de que talcoisa não existe. A sua cabeça estava fazendo truques com ele. Enquanto Porthos cai e pensa sobre isso, seu corpo começa a se desfazer.

Porthos entende que todo esse tempo era contra a sua própria dúvida que ele estava lutando. Suas certezas estavam abaladas, e isso o mantinha prisioneiro.

Churrasquinho grego

Fora do templo, os corposqueimam e exalam muita fumaça e um cheiro muito desagradável. Ariadne cura os ferimentos dos outros.

Banach vê um vulto lá fora. Ariadne sobe no altar e começa a rezar para abençoar todos os seus aliados. Straton and acom sua espada apontada para a frente. Chega Dorian acompanhado de alguns Kuo Toas. Nudus arremessa uma bola de boliche na cabeça dele.

Ariadne percebe que Dorian está puto. A bola acerta Dorian no peito, e ele pára numa boa. Dorian pula para cima de Nudus, a sua espada pega fogo e ele bate no peito de Nudus, pulando para trás. Nudus cai no chão, e pula um monte de Kuo Toas para cima dele.

Nudus entra em fúria e sai esmagando cabeças de Kuo Toas. Friedmann se concentra. Straton sai em carga para cima de Dorian. Banach ouve uma voz falando alguma coisa para ele. A voz diz "venha, Banach, me siga". Ele tenta se lembrar de quem é a voz. Depois, ele pensa "bitch!".

Dorian pula em cima de Straton e acerta uma porrada meia-boca. Pares de Kuo Toas batem em Nudus, Ariadne e Straton. Banach vai perguntar o que diabos Dorian quer, mas ele sente algo o cortando. Ele se sente meio tonto, sua visão fica turva e ele apaga. Friedmann carrega o seu Eon, e só Ariadne percebe. Ele descarrega uma rajada de golpes nos Kuo Toas, errando porque eles são muito escorregadios.

Dorian acerta duas espadadas em Straton. Nudus continua errando os Kuo Toas, e eles também não o acertam. Ariadne acerta um deles, e ele é jogado para o chão tentando revidar. Um Kuo Toa acerta Friedmann. Straton está caído no chão.

De repente, todos ouvem a voz de Banach gritando para eles pararem.

Dorian olha, e diz que estava demorando para Banach voltar.

Straton sente tudo ficar escuro. Ele está caindo, e seu corpo passa do chão. Uma mão vermelha, toda ensangüentada o segura. É Ares, que diz que agora não é a hora dele.

Straton acorda consciente.

Nudus parte para atacar Banach. Dorian fala para ele não tentar. Nudus manda-o cagar no mato e parte para cima de Banach. Uma corrente o puxa, e ele cai de boca no chão. Nudus se levanta e continua avançando para Banach. Ele senta o Sudo em cima dele, e Banach sai voando, indo parar estatelado no meio de uma coluna. Cinco Kuo Toas partem para cima dele. Nudus parte enfurecido para cima deles, e deixa um deles mal.

Os Kuo Toas partem para cima dele. Três erram e dois acertam.

Enquanto isso, Dorian vai calmamente até Banach, o levanta e o carrega até a sua posição original. Straton pergunta se Dorian conece o Banach. Ele diz que foi ele que os trouxe até ali. Straton diz a Nudus que ele nem deu a chande de eles perguntarem para o bafinho (Dorian) qual era a dele. Straton fala para o Kuo Toa abaixar essa merda. Ele continua apontando a lança para ele.

Nudus erra seu ataque, e leva mais algumas porradas dos 5 Kuo Toas.

Straton pergunta o que eles fazem com eles. Ariadne diz que todos eles deveriam queimar no Hades. Straton tenta quebrar a lança do Kuo Toa, e ele a tira de perto. Dorian fica olhando.

Nudus continua trocando porradas com os Kuo Toas. Ele mata um, os outros avançam para cima dele, ele arremessa um segundo no teto do templo, mata o terceiro, se defende dos dois que sobraram, e continua batendo. O Kuo Toa finca uma lança nele, e Nudus se aproveita do impacto obliterando os dois últimos Kuo Toas e caindo no chão em seguida, depois de falar para os outros que é assim que faz.

Um Kuo Toa cutuca Nudus com a lança para ver se ele não está se mexendo. Dorian fica olhando, e pergunta o que eles acham que estavam fazendo.

Straton diz que eles estavam saindo. Dorian diz que ninguém os estava impedindo de sair. Dorian pergunta se eles tinham que matar homens para sair. Straton pergunta por que não. Dorian diz que se era só isso que eles queriam, então é para eles irem embora, que ninguém vai impedir.

Ariadne faz uma magia de cura em Nudus, que acorda meio tonto. Dorian reagrupa com os Kuo Toas e fica olhando para eles. Nudus pergunta o que aconteceu. Straton fala para eles irem embora. Eles tentam entrar novamente no templo, mas Dorian impede a passagem. Straton diz que eles precisam pegar o que ainda está caído. Ariadne diz que não vai sair dali sem antes pegar o que falta.

Eles saem do templo. São cerca de duas da tarde. Eles andam na estradinha que leva à praia.

Rumores sobre a minha morte...

Porthos cai e sente uma dor terrível. Até que tudo fica negro, e ele sente seu corpo inteiro doendo. Ele abre os olhos e se vê em um lugar branco. Seus olhos dóem. Ele se levanta, e se vê num quarto com paredes de mármore, sentado numa cama toda remexida. Ele está todo molhado, sujo de algumas coisas gosmentas. Na cama, há duas moedas. Ele as guarda num bolso separado.

Porthos se sente tonto, e enxergando mal. Praticamente incapacitado, ele consegue andar com dificuldade. Ele sai do quarto e vai até uma porta aberta no corredor. Lá é o quarto onde ele e os outros estavam. Ele pega suas coisas e alguns pertences dos outros, e sai para o outro corredor.

lá fora, ele vê dois Kuo Toas, que apontam as lanças para ele. Há uma poça de sangue e um buraco na parede. Ele pergunta o que aconteceu ali. Os Kuo Toas não respondem e o mandam esperar no seu quarto, não o deixando passar. Porthos volta pelo corredor e vai fuçar nos quartos. Em um deles ele encontra alguns pedaços de armadura e roupas. No balcão, ele encontra em uma gaveta oculta um frasco com uma poção e um canudo com um pergaminho. Lá dentro há uma magia divina. A poção é uma poção de cura.

As outras portas estão trancadas, e não há outra saída desse corredor. Ele volta para o quarto em que estariam os outros e começa a se tratar da dor de cabeça.

Vagando pelo farol

Sibila começa a fuçar no farol, tentando abrir as portas trancadas em seu caminho. Ela começa a destrancar as fechaduras. As celas ali estão vazias. Continuando pelo corredor, ela bisbilhota nas outras celas. Ela encontra 2 seres humanóides em uma cela, mas que não são Kuo Toas. Ela continua e encontra uma porta, onde ela ouve barulho de água, ela entra.

É um salão circular com buracos que refletem vagamente a luz e uma mesa com 2 cadeiras. Ela conclui que deve ser uma adega, ao encontrar várias garrafas rotuladas. Do outro lado tem barris de madeira.

Ela sai da adega e vai passando pelas celas, onde tem mais desses seres, eles são muito feios. Ela ouve passos e segue furtivamente até o seu quarto. Lá, ela fecha a cortina e fica espreitando pelo que esta causando os passos. Ela ouve barulho de coisas se arrastando. Passa um guardinha que a avisa que a situação se normalizou. Ela pergunta dos barulhos, e o guarda diz que eram dois Kuo Toas que foram capturados. O amigo de Paris resolveu o problema.

Sibila pergunta como esses Kuo Toas foram pegos. O guarda responde que eles começara a depredar a costa, com uma tropinha relativamente grande. Segundo ele, Dorian conseguiu capturar os líderes e dizimar o resto. O amigo de Paris, que ele acha que se chama Hilbert, foi mortalmente ferido durante o combate. Dorian o trouxe até ali.

Sibila diz que seu grupo também está interessado em acertar as contas com esse outro grupo de Kuo Toas. Eles saem juntos da prisão. O guarda diz que Paris encontrou um outro quarto para ela, pois os Kuo Toas vão ficar ali. Ela vai ficar em uma vilazinha perto da praia. Eles sobem até o saguão do farol. Sibila sai e vai andando em direção ao templo.

Os exilados do templo

O caminho para a praia parece tranqüilo. Friedmann repara que na torre de vigia há um vulto os observando, carregando um arco. Ele comenta com os outros. Eles já não o vêem mais.

Na praia, não há mais barcos. Eles aproveitam a oportunidade para cuidar dos ferimentos. Straton e Ariadne combinam de matar Herdionte quando o encontrarem, porque seus marinheiros fugiram.

Eles começam a ficar com fome. Nudus vai para o bosque mais próximo caçar coisas. Straton vai para uma das casinhas vazias e dorme. Ariadne fica com ele.

No bosque, Nudus caça alguns animais, ajudado por Friedmann. Nesse meio tempo, cai a noite. Eles vêem de longe uma tênue luz vindo do farol em ruínas. Eles voltam e encontram a fogueira acesa por Ariadne. Nudus começa a fazer comida. Ariadne cria a água para cozinhar. A casa não tem sinal de outros habitantes.

Lá dentro, algumas paredes estão quebradas (como se Nudus tivesse passado por ali). Friedmann pergunta para Ariadne se foi ele que matou os Kuo Toas cujos pedaços estão ali no chão. Ela diz que foram ele e Straton.

Eles comem e descansam.

Banach e a esquizofrenia

Banach acorda largado em uma sala vazia escavada na pedra, apenas com a roupa do corpo e uma dor de cabeça. No chão há uma bandeja com um jarro e um prato. A porta está trancada. Ele ouve uma leve brisa do lado de fora. No fundo, barulho de ondas. A porta é de madeira reforçada com muito ferro.

Ele tenta derrubar a porta com um chute, mas não consegue. Ele vai comer o que há na bandeja.

Sibila vai ao banheiro

Sibila vai até a porta, agradece o guarda e sai do farol, a caminho do templo. Ao sair, ela tem a impressão de ouvir a voz de Banach dentro do farol, conversando com alguém com a voz de Dorian. Ela fica curiosa e volta, dizendo ao guarda que quer ir ao banheiro. O guarda acha que não há banheiro lá dentro. Ele a leva até a sala em que ela estava.

No caminho, ela ouve a voz de Banach conversando com Dorian e rindo. Ela comenta com o guarda que gostaria de agradecer Dorian pela hospitalidade. O guarda diz que Dorian pediu para não ser incomodado, e que transmitirá as suas palavras para ele amanhã.

Ela chega até sua sala, e continua pedindo para o guarda a deixar falar com Dorian. Depois de ser recusada, ela sai do farol e vai para o templo.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

9/10/07

Quinto Istamenou Metageitnion

O cenário desolado e o rio infinito


Porthos tenta ignorar a miríade de sensações à sua volta, se concentrando em se comunicar com a sua fisiologia. Ele se concentra em algum procedimento mágico e fica completamente alheio às impressões do lugar. No meio da meditação, ele ouve um trovão muito próximo, que o interrompe.

Em seguida, ele tenta fazer uma combinação entre os procedimentos, mas não consegue tirar o objetivo de se desvencilhar do lugar da cabeça, e não obtém resultado.

Porthos tenta pular para fora do rio. Ele consegue se soltar da água, e dá uma barrigada com as mãos fincadas no chão fora do rio. Com uma força descomunal, o rio o puxa de volta para dentro.

Porthos tenta puxar os membros podres da água do rio, mas não encontra nenhum.

Ao fundo, as margens parecem se separar do rio, que desemboca em lugar nenhum. Os vultos estão no leito do rio, que corre em linha reta e mantém constante a distância entre margens até onde Porthos consegue ver.

Porthos conclui que tudo o que o lugar faz é frustrar as intenções dele, não importa o método. Ele tenta se abrir a todas as sensações do lugar, a ponto de sobrecarregar os sentidos, para depois sair andando. Ele não consegue se concentrar no lugar.

Ele anda uma hora para trás e duas horas para a frente, mas os vultos e o final do rio parecem estar tão longe que essa dstância é irrelevante.

Porthos põe a mão na água, tentando se desligar nela, mas não consegue.

Sibila e o bacana

A porta da sala se abre. Sibila sente um aroma agradável: um leve cheiro de amêndoas. Ela vê um sujeito vestido de branco se aproximando calmamente. Ela se levanta suavemente e faz uma reverência, dizendo que está feliz em encontrá-lo.

O cara, com não mais de 1,70 de altura, muito franzino e pálido, diz que não é para tanto. Ele usa uma túnica branca com um cinto púrpura, não tem sinal de pêlo no corpo e usa um cabelo cortado tigelinha. Ele aparenta ter uns trinta anos.

O cara vai direto para o outro lado da mesa. Sibila se senta novamente. Nos primeiros minutos, o cara observa Sibila insanamente, e ela fica muito desconfortável. Ele passa uma sensação de vazio para ela. Depois de dois minutos desconfortáveis, ele diz o nome dela e se apresenta.

Sibila diz que tudo na ilha parece girar em torno dele. Paris diz a ela que se sirva. Os empregados entram na sala, servem os dois e saem. Paris pega algo para comer, e diz para Sibila experimentar algo. Ela percebe que Paris murmura algo enquanto come, e seus olhos parecem brilhar por um brevíssimo instante.

Paris pergunta a Sibila o que ela veio fazer ali. Ela sente uma incrível compulsão por falar a verdade. Ela diz que está ali por dois motivos. O primeiro é que seu marido sofreu uma maldição de Artêmis, que disparou algumas flechas pelo mundo. Ela precisa encontrar todas as flechas para remover a maldição. Para saber onde procurar, ela foi ao Oráculo de Delfos. Como o lugar estava fechado, ela acabou se juntando a um grupo de pessoas que também querem resolver o problema com os barcos que levou ao fechamento do Oráculo.

Paris pergunta o que eles têm a ganhar com isso. Ela responde que o único objetivo dela era chegar ao Oráculo. Paris diz não saber que o Oráculo estava fechado, e em seguida pergunta sobre os amigos dela, pedindo que ea conte sobre eles.

Sibila conta que são pessoas bastante diversas, que por motivos diferentes queriam resolver o problema. Ela menciona o elfo prisioneiro, e dá os detalhes a Paris, que fica intrigado.

Ela diz que foi graças aos pescadores da região que eles conseguiram chegar ali, com o objetivo de investigar o sumiço dos seus barcos. Paris pergunta se algum líder dos pescadores os levou até ali. Ela menciona Caron, que desapareceu no caminho para a ilha, levado pelos Kuo Toas. Paris diz que eles são uma raça muito belicosa e segregada, o que os torna muito úteis.

Sibila pergunta o que pode estar causando os ataques aos pescadores. Paris diz que duas tribos de Kuo Toas estão em guerra entre si, o que pode ter levado aos ataques aos barcos.

Sibila pergunta sobre a ilha, pedindo que Paris a informe sobre o que acontece por ali. Paris diz que é o lorde dessa ilha, dedicada à titânide Tethys. Essa ilha é um santuário, que existe desde tempos imemoriais.

Sibila pergunta sobre a reação das pessoas da ilha, e Paris diz que eles precisam de proteção, devido à guerra entre os Kuo Toas.

Paris pergunta por que Sibila estava separada de seus amigos. Ela diz que ficou com dúvidas quanto ao que esperar, e permaneceu sozinha e escondida para descobrir mais sobre a ilha antes de se apresentar.

Paris comenta que o grupo deles é muito diversificado, e menciona o centauro e a clériga. Ele pergunta se ela era uma clériga de Ares. Sibila diz que não conversava muito sobre isso com ela. Ele menciona os dois guerreiros, perguntando sobre o que não parece ser espartano. Sibila diz que ele já estava com Ariadne quando elas se conheceram. Paris diz que ele não parece ser muito inteligente, mas Sibila diz que ele é um bom guarda-costas.

Pais pergunta se eles têm um mago no grupo. Sibila menciona Porthos, que estuda os caminhos da magia, mas não sabe muito sobre seus estudos.

Paris pergunta sobre os outros membros do grupo. Sibila conta sobre Banach, o bardo, que os acompanha, apesar de ter perdido recentemente a sua flauta. Paris pergunta sobre as motivações dele, e Sibila diz que ele talvez estaria procurando os membros de seu antigo grupo, depois de ter tido algumas brigas com ele.

Finalmente, Paris pergunta sobre Herdionte. Sibila diz que ele é um arqueólogo que perdeu alguns amigos na ilha e veio procurá-los.

Paris pergunta se os pescadores ofereceram algum caminho ao Oráculo. Sibila diz que sim, mas Paris diz que eles foram enganados, pois não existe nenhum caminho tão fácil para o Oráculo.

Paris diz que já esteve ali por algum tempo, mas não morou na ilha toda a sua vida. Ele pede licença e se retira.

Quando ele sai, a sala parece ficar mais amena.

Baderna no templo

Nudus reclama que esse lugar é muito chato. Friedmann diz que já que o templo está vazio eles podem dar uma vasculhada melhor. Nudus concorda.

Straton pergunta a Herdionte o que ele está fazendo ali. Ele responde que está tentando fazer o trabalho de seu mestre, já que ele não está ali. Straton diz que ele poderia trabalhar om as pessoas, para entender o que o culto deles significa, e tentar vivenciá-lo. Herdionte diz que provavelmente ninguém ali deve cultuar Tethis. Straton diz que provavelmente o líder do lugar deve ter escondido os documentos mais relevantes. Herdionte concorda.

Straton, Friedmann, Banach, Nudus e Ariadne vão embora. Vicryl e Aegion ficam. Vicryl procura traços de mecanismos ali. Ele encontra um botão, e o aperta. Um compartimento secreto se abre. Está vazio. Herdionte não se impressiona. Vicryl volta a procurar inspirações artísticas no lugar.

Fora do templo, os outros ficam no corredor. Straton pergunta ao guarda o que eles estão vigiando. O guarda diz que está guardando o templo.

Straton puxa a espada e a gira na cabeça do guarda, que se abaixa a ponto de ela cortar as penugens do seu capacete e fincar a espada na porta. Nudus parte para cima do outro. Banach atira uma flecha no guarda de Nudus.

Nudus divide o seu guardinha no meio e acerta uma espadada no outro. Ele escapa de Nudus e acerta a lança em Straton. Friedmann dá uma porrada no guarda, que fica fincado na parede.

Straton diz que eles precisam de um lugaqr para guardar os guardas. Nudus pega os guardas pelos pés e puxa. Banach diz que não é esperto ele deixar um rastro de sangue no chão de mármore.

Lá de dentro, Vicryl ouve o barulho lá fora. Herdionte vai para a porta ver o que aconteceu.

Nudus comenta que há um buraco na parede, além da mancha de sangue.

Vicryl vê Straton soltando a Fender da parede e Nudus puxando os guradas pelo pé. Ele pergunta por que eles fizeram isso. Banach diz que eles os atacaram primeiro.

Straton e Nudus vão jogar os corpos para fora do templo, acompanhados pelos outros. Vicryl e Aegion ficam para trás.

No caminho para fora do templo, Banach, Friedmann e Ariadne vêem algumas sombras se movendo e os observando. Quando eles se viram para olhar, não há nada lá. Eles apertam o passo. Banach tem a impressão de que uma sombra os está seguindo, mas não a vê quando olha diretamete para ela. Não há onde se esconder nesse corredor.

Eles andam observando paranoicamente. Ariadne conta para Straton que eles estão sendo seguidos por sombras. Straton diz que é melhor eles desovarem os presuntos antes.

Eles chegam a uma porta que dá em uma sala de reuniões. Friedmann tem medo da porta, mas é o único caminho. Straton puxa a porta com tudo.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

2/10/07

Porthos tenta sair do rio, mas alguma força o puxa de volta ao meio. Ocorre a ele tentar sair pulando, mas alguma coisa o puxa para baixo. Ao dar passos por cima da água, ele escorrega quando pisa longe do meio do leito do rio. Usar magia não é uma boa ideia. Ele pega um punhado da água e vê que ela é muito densa, o que o leva a tentar tirar sua capa para pisar por cima dela, mas ela parece estar presa.

Porthos só é remetido ao local de sua infância, totalmente destruído.

Porthos tenta andar para o outro lado do rio, mas começa a ficar tonto. Ao cogitar olhar para o outro lado, ele percebe imediatamente que o mundo girou em torno dele, de novo apontando para os vultos no horizonte. Porthos pensa consigo mesmo ``filho da puta!'', e diz que não importa o que aconteça, ele não vai se curvar a quem estava do outro lado da linha com Ariadne.

Logo ao terminar, ele começa a ouvir gritos de batalha e sentir tremores no chão. Começa a chover sangue (ou o que quer que está no leito do rio).

Os menos fudidos

A batida da porta ecoa. Vicryl continua comendo. Herdionte fica assustado e envergonhado. Nudus continua comendo a sua meia uva. Os outros continuam como se nada tivesse acontecido. Dez minutos depois, nenhum guarda vem.

Ariadne tem a sensação de estar sendo observada. Herdionte comenta que sentiu essa sensação o tempo todo desde que chegou à ilha. Vicryl diz que é possível que eles já tenham se acostumado. Herdionte diz que se ele não encontrar o seu mestre, pelo menos ele está fazendo um serviço a ele.

Banach sugere que eles deixem Nudus e saiam para explorar. Ariadne diz que isso é indelicado. Nudus diz que eles são todos mal-educados. Helmholtz sugere que eles acabem com a comida dele. Vicryl fala para ele ir em frente.

Uma hora depois, Nudus está satisfeito.

Aegion sugere que eles se espalhem para não chamar a atenção, mas Helmholtz diz que assim eles pareceriam uma equipe de busca. Nudus sai com uma cuia de frutas para os quartos, dizendo que vai levar as frutas para o mané lá.

Helmholtz sugere que eles vão até a capela. Herdionte concorda. Eles combinam de dar uma olhada em Porthos, para depois ir para a capela.

No quarto, Helmholtz põe a mão na testa de Porthos. Ele está mais pálido do que antes, e um pouco mais frio do que deveria.

Herdionte pergunta a Ariadne por que ela acha que os titãs não existem. Ela responde que o templo não deveria existir. Herdionte diz que a sua fé em Ares não deveria impedir que ela acreditasse na existência dos titãs. Ela diz que está pouco ligando para eles. Herdionte diz que talvez Ares não pense assim. Ariadne o ignora.

Helmholtz não percebe nenhuma interferência externa em Porthos. Nudus começa a esmagar as frutas para alimentá-lo. Banach sugere que eles usem um funil. Vicryl faz um gesto de desdém. Banach pensa em sair para procurar um funil, e logo depois desiste da idéia.

Aegion pergunta se ele foi envenenado. Helmholtz diz que ele tentou se meter no que não deveria, ao interferir com a comunicação de Ariadne, e isso foi a conseqüência.

Ariadne e Herdionte chegam ao quarto. Ela vasculha suas coisas, e vê que está tudo exatamente como ela deixou. Ela volta ao quarto ver o resto do povo. Herdionte pergunta o que ela quer fazer, e ela diz que é para ele seguir o seu caminho. Eles vão juntos.

Vicryl pergunta a Helmholtz se algum sacerdote poderia ajudá-lo. Ele responde que a sacerdote melhor indicada está chegando, e aponta para Ariadne. Nudus tenta alimentar Porthos de uma maneira muito tosca. Ariadne grita para ele ter um pouco de cuidado.

Vicryl pergunta o que está acontecendo com Porthos. Ariadne responde que ele está travando uma batalha na cabeça dele por causa do que ele viu. Não há muito o que eles possam fazer. Straton diz que toda a ajuda que eles podiam dar já foi dada, e aponta para as moedas. Vicryl sugere que ela interfira com seu deus em favor de Porthos. Ariadne diz que isso seria inútil, e que ela tem vergonha de fazer isso. Banach sugere que eles o deixem por ali. Herdionte concorda.

Vicryl diz que acha que Porthos não precisa das moedas. Straton diz que se ele não se importa com moedas nos olhos dos mortos, não é para ele interferir com quem se importa, e que não vai ser Straton que colocará moedas nele. Vicryl vira os olhos e vai embora. Nudus dá um pouco d'água a Porthos, que cospe o terceiro gole.

Eles vão para a capela.

O farol

Sibila abre a porta, que dá em um salão circular com algumas portas. Ela vê uma luminosidade de manhã ao longo da escada. As portas são de madeira, e reforçadas. Ela tenta ouvir através das portas, mas não ouve nada. Nenhuma das chaves que ela tem abre qualquer das portas. Ela sobe a escada.

Ela tenta abrir uma porta no caminho até o sino, e usa uma de suas chaves. Ela chega a uma sala com mais duas portas e um sininho. Há tembém uma escada que sobe. Sibila não vê nada de mais para cima da escada.

Ela tenta ouvir atrás das portas, mas não ouve nada, e não consegue abrir nenhuma. Ela toca o sino. Ainda é de manhã.

O vazio e a gritaria

Porthos fica ouvindo os gritos e presta atenção nos tremores. Ele dá uns pulinhos na água para ver o que acontece, e fica tudo igual. Ele pragueja mais um pouco contra o que quer que o mantém ali, a fica tudo igual. Ele tenta ficar em silêncio, e os barulhos diminuem um pouco. Logo depois, um trovão o assusta. Ele abre os olhos e o barulho volta ao normal.

Ao colocar a mão no leito do rio, ele vê que o fundo é um tipo de piso, como se ele estivesse em um canal. Passa um braço por ele. Porthos tira o pedaço mutilado de braço da água e o arremessa para fora do rio. Depois, ele cospe no rio e diz para dizerem logo o que querem dele. Um cuspe o atinge na nuca.

Depois disso, ele silencia a mente de novo, se abrindo para as sensaçoes do lugar. Tudo se silencia, e ele se vê num vácuo. Ao prestar atenção em onde está pisando, Porthos se vê de volta onde estava.

O grupão

Eles vão explorar a capela. Vicryl sugere que Helmholtz abra a porta. Helmholtz, Straton e Nudus o arremessam para a porta. A porta abre um pouquinho, e Vicryl se espatifa no chão. Ariadne diz que eles deveriam pegar algo mais duro para usar como aríete. Nudus tenta empurrá-lo de novo, mas Vicryl sai correndo.

Nudus fica tentando puxar Vicryl para arremessá-lo na porta. Helmholtz abre a porta. Ariadne grita que já perdeu a graça. Banach diz a Nudus que nem sempre ele vai ter um elfo à disposição para abrir a porta.

A capela é um grande salão de mármore branco, iluminado por tochas. Os porta-tochas ali são mais portentosos que no resto do templo. No centro há um altar, e, atrás dele, uma estátua.

Nudus diz que o lugar e chato, e quer ir embora. Herdionte diz ``que lugar interessante!'' e vai examinar o lugar com seus pergaminhos e lupas. Vicryl vê que os bancos e o contorno do altar estão ornados com tipos marinhos, feitos em ébano.

Ariadne vai perto do altar procurar por algo interessante. Nudus pergunta o que eles estão fazendo ali. Helmholtz diz que é mais interessante eles procurarem registros escritos. Helmholtz explica a Aegion que esse é um templo de Tethys.

Aegion vai conversar com Herdionte sobre os símbolos que ele vê ali. Herdionte diz que são muito antigos, e começa a viajar. Aegion pergunta se é normal existirem tantos templos assim antigos. Herdionte diz não saber se esse templo ainda funciona, e que pode ter sido pilhado. Vicryl pergunta a quem esse templo é dedicado, e Herdionte fica escandalizado.

Helmholtz tem a sensação de estar sendo observado, mas não vê indícios de nada.

O almoço

Cinco minutos depois de tocar o sino, Sibila ouve passos descendo da escada. É Dorian que desce calmamente. Eles se cumprimentam. Dorian pergunta se ela quer alguma coisa, e Sibila pergunta quando vai conversar com Paris. Dorian diz que ele almoçará com ela. Ele a leva ao salão.

Sibil diz estar aguardando ansiosamente por falar com Paris. Dorian da de ombros. Eles chegam a uma porta enorme. Dorian a abre, e eles vêem um lugar enorme, muito bem iluminado, com uma mesa redonda e duas cadeiras. Dorian puxa a cadeira para Sibila se sentar, diz que Paris já se juntará a ela, e vai embora. Sibila fica olhando ao redor.

Depois de dar uma olhada, Sibila se levanta e se aproxima da porta, tentando escutar. Ela ouve alguns barulhos e vozes, e conclui que é a cozinha.

Da janela, ela vê um penhasco e o mar. Os cozinheiros entram e colocam a comida. O portão se abre e alguém entra.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

18/9/07

Ariadne acorda. O resto do povo está dormindo no quarto, menos o elfo e Porthos. Ela levanta e vai para fora ver se tem mais alguém acordado. O corredor está vazio, e está frio lá fora.

Banach acorda e vê Ariadne pondo a cabeça para fora. Ele pergunta se ela está vendo alguma coisa, e ela diz que queria fazer uma recomendação a Porthos. Ela pergunta por que o prisioneiro e o bisbilhoteiro não estão ali. Aegion acorda, diz "olá" e pergunta do seu prisioneiro. O eco da voz dele acorda o resto do quarto, menos Nudus.

Straton acorda e pergunta o que houve. Ariadne pergunta por que tem gente faltando. Straton diz que chegou um sujeito novo meio paiudo, que ficou de cuidar de Porthos, que viu o que não devia, e de Vicryl, que tomou uma muqueta na boca. O cara, inclusive, queria falar com ela sobre alguma coisa.

Nudus dá um tapão em Ariadne, e acorda.

Straton vai até a porta e vê o corredor frio e vazio. Ele bate a porta com muita força. O barulho da porta ecoa pelo corredor.

No outro quarto, Friedmann acorda, e Vicryl dá um pulo de susto. Ele vê um dos guardinhas andando em direção ao corredor e perguntando se há algo de errado. Friesmann diz que ouviu um barulho, e o cara diz que não é com ele, e vai bater na outra porta.

Sessenta Scooby-Doos depois, Straton abre a porta para o guarda, que pergunta se houve algum problema. Straton pergunta do café da manhã. O guarda diz que vai ser servido em breve. Straton pergunta como ele faz para falar com alguém, e o cara só responde que eles foram avisados de dar as refeições para eles no refeitório. Straton bate a porta na cara do guarda, que vai para trás. Friedmann entende de onde veio o barulho.

Vicryl acorda e vê que Porthos está capotado, muito branco. Ele não faz idéia se Porthos está bem ou não. Friedmann volta e vê o elfo tomando a temperatura de Porthos, concluindo que ele está mais quente que o metal.

Nudus vê que o barulho foi o Straton batendo a porta. Straton diz a ele que logo mais eles vão chamar pelo café da manhã, depois leva Ariadne para onde os outros estão. A porta está entreaberta. Straton bate, e Friedann olha. Ele imagina que a mulher é a clériga com quem ele queria falar. Eles se apresentam. Ariadne repara que a pele dele é extremamente pálida. Ela pergunta a ele o que aconteceu com Porthos, e diz que sentiu que ele a estava perturbando, mas que quem saiu em desvantagem foi ele.

Ariadne vai dar uma olhada em Porthos. Friedmann diz que o problema dele não é físico. Ariadne tem a impressão de que a alma de Porthos está quase saindo do corpo dele, e diz a Friedmann que a condição dele é muito pior do que ela imaginava, e isso fez uma confusão espiritual nele que pode matá-lo. Friedmann diz que não imaginava que bisbilhotar essas coisas fosse tão perigoso, e Ariadne diz que foi porque ele é um incrédulo.

Straton vai colocar uma moeda em cada olho de Porthos. Ariadne diz que ainda não sabe se ele vai morrer ou não, mas ele acha melhor eles se prepararem. Vicryl acha isso uma situação extremamente estranha, e um desperdício colocar dinheiro nos olhos de um moribundo. Ele vai perguntar para Straton o que ele está fazendo. Ariadne diz que se ele mexer na moeda, ele vai ser linchado. Straton diz que se ele mexer na moeda ele mesmo vai se entender com o barqueiro.

Algum tempo depois, um guarda vai bater na porta do outro quarto. Aegion vai até a porta. O guarda avisa que o café está servido. Nudus sai correndo e leva o guardinha junto. Ele vai até a porta no fim do corredor gritando "onde? onde? onde?" enquanto
ajuda o guardinha a se levantar. Aegion admoesta Nudus, que o manda pegar alfafa. Depois sugere que eles chamem os outros. Nudus volta e chama a cambada. O guarda diz que o café será servido no salão, e os leva até lá.

O guarda abre uma porta que Friedmann nunca viu ser aberta antes. Nudus fica perguntando se eles já chegaram. O guarda fica meio puto. Ariadne fala para Nudus esperar um pouco. Eles andam mais um pouco até chegar a um salão com uma mesa enorme. Nudus sai correndo até a mesa. O guardinha aponta a lança para ele e diz "não dessa vez". Nudus fica coçando a cabeça. Eles entram juntos no salão. No meio há uma mesa de ébano muito lustrosa, com muita comida, e frutas em vasilhas decoradas com motivos frugais.

Nudus sai correndo desesperado, pega uma vasilha enorme e começa a comer. Muito. Devagar.

Há inclusive um lugar preparado para o centauro. Vicryl vai sentar perto de Aegion.

São cerca de nove da manhã.

Enquanto isso

Sibila é acordada por um guardinha, que traz a ela o café. Ela come enquanto se arruma. Ela junta suas coisas e vai até a porta. O corredor circular está gelado. Ela ouve alguns barulhos de longe, bem do lugar para onde Dorian disse para ela não ir. Ela vai andando vagarosamente, passando por uma parede muito grossa. Ao se aproximar da terceira cela, ela ouve um estalo forte de madeira. Do corredor que passaria pelo centro do círculo vem uma luz bruxuleante.

Andando silenciosamente pelo corredor, ela ouve passos se aproximando. Ela fica próxima à parede, dá uns passos para trás e percebe que a pessoa está se aproximando dela. Ao se esconder na cela, ela vê um guarda mais bem arrumado, que dá a entender que não a viu.

Sibila sai e continua andando no corredor. O guarda a vê e diz "muito bonito, hein?". Ela agradece. Sibila anda no corredor sem tentar se esconder, para ver melhor o que há nele. Ela tem um vislumbre do que tem no final do corredor. Ela conversa e tenta jogar um blá no guardinha. O guarda diz que se ela ficou assustada com o que Dorian disse, então ela não deveria ter ido para lá. Sibila diz que só tinha ficado curiosa. Eles trocam uma idéia. Depois, Sibila dá meia-volta e vai embora.

O refeitório

Uma hora depois, todos terminam de comer, menos Nudus. Straton vai roubar comida dele. Nudus vê que ele vai pegar uma fruta, põe a mão em cima e diz que tem comida do outro lado da mesa. Straton diz que essa comida vai aprodrecer antes de ele terminar.

Straton pergunta a Friedmann quais eram as revelações bombásticas dele. Herdionte pergunta se ele viu algum arqueólogo por ali, mas Friedmann não viu. Banach pergunta o que ele sabe sobre Paris. Friedmann responde que ele está causando. Friedmann está lá para descobrir o que ele está causando. Banach diz ter a impressão de que ele não foi enviado pelos druidas. Friedmann diz que pelo jeito eles também estão preocupados com o que aquela criatura está fazendo. Straton fica espantado com o uso de "criatura" por Friedmann.

Friedmann diz que há a possibilidade de Paris não ser humano, mas ele não tem indícios para confirmar isso. Ele descreve Paris aos outros. É um cara debilitado. Ariadne diz que esse templo não deveria existir, nem pessoas que cultuam a titânide. Herdionte fica espantado que ela esteja dizendo isso. Straton pergunta a Herdionte o que ele sabe sobre isso. Herdionte explica que o mestre dele veio a essa ilha para estudar, e começa a contar a história dele todo empolgado. Straton pergunta qual o interese deles nesse culto. Herdionte conta que pode ter havido uma insurreição dos titãs para voltar ao poder, e eles estão tentando descobrir isso indo aos templos antigos.

Eles conversam um pouco sobre as histórias dos deuses e dos titãs. Straton conversa com Herdionte sobre como eles podem andar por aí para explorar, e chama um guarda batendo a porta com tudo.

11/9/07

Sibila percebe a aproximação, chega perto da porta e diz: "Finalmente alguém vem me tirar daqui... Eu só vim visitar o Templo...". Os passos param e o Kuo Toa conversa algo com a mulher. A maçaneta se mexe e a porta não se abre. Sibila destranca a porta e se afasta psara o escuro. O Kuo Toa pragueja. Um vulto com capa preta entra e diz "Menina, não se esconda, pois estou te vendo". O Kuo Toa acende a tocha, mas o manto ainda obscurece a face da mulher, mas Sibila sente uma aura negra emanando dela. Sibila diz que gosta de coversar com alguém vendo seu rosto. A mulher retruca que é assim mesmo. Sibila reclama da hospitabilidade dos Kuo Toas e começa a seguir a mulher.

Elas saem do quarto e o Kuo Toa de guarda dá de ombros e a mulher pede a chave de volta. Sibila a havia deixado na fechadura e diz que teme o que aconteceria com ela se ela não trancasse. Ao sairem da casa, a noite já se mostra alta, além da hora em que Sibila está acostumada a dormir. Seguem por uma estradinha de mármore branco ladeada por esparsas tochas. Apesar da dificuldade de locomoção de Sibila, a mulher não apresenta problemas em caminhar. Sibila puxa conversa e fala sobre seus amigos dentro do templo. Pergunta tasmbém se ela é ligada ao Templo e a mulher responde que "Lorde Paris é um homem muito justo" e desconversa quando Sibila pergunta por que Paris está tratando com Kuo Toas.

Depois de 50 metros, Sibila vê o templo como uma grande coisa branca no meio da escuridão e pergunta à mulher o que eles fazem por ali. A resposta vem: "Servimos a Paris". Ao ser inquirida sobre o que fazia ali, Sibila solta um lero, dizendo que tem problemas com os deuses, principalmente com Arthemis, que teria punido a ela e a seu marido, que fora petrificado. A mulher diz que não questiona a vontade dos deuses e não vê como uma titanide poderia ajudar a Sibila, apesar de não conhecer muito sobre elas, pois está há pouco tempo no templo.

O Templo brilha na escuridão, dada a brancura de seu mármore e apesar das poucas tochas. Dentro do templo parece dia e Sibila nota que sua acompanhante parece feita de sombras. Sibila vê uma grande porta de madeira guardada por duplas. A mulher diz que eles não entrarão lá. As duas ladeiam a construção e chegam a uma saída que leva a uma trilha. Apesar da escuridão, a mulher mantém o passo e Sibila questiona a intimidade dela com a escuridão, dizendo que ela parece feita de escuridão. A mulher responde que está acostumada.

As duas se aproximam de uma colina, percorrendo um bosque. Sibila questiona para onde ela a leva. A mulher diz que é para um farol e que é vontade de Paris. Sibila sente cheiro de enxofre ao passar por um plateau. Depois de uns cem metros, o cheiro de enxofre diminui e o som do mar revolto aumenta. Sibila vê o farol, mas ele parece estar menos luminoso do que um farol deveria. Enquanto se aproxima dele, a mulher pergunta se Sibila tem fé em alguma divindade. Sibila responde que teve uma certa ajuda de Athena, mas no momento confia mais em si mesma. A mulher responde que cultua Ades, embora a maioria das pessoas têm preconceitos sobre ele. Questiona também sobre os amigos de Sibila. A ladra explica o problema do sumiço dos pescadores e coloca isso como razão para os colegas estarem ali e que ela pretendia aproveitar a carona do grupo no barco para o oráculo. A mulher diz que não acredita que o problema da ilha nada tem a ver com o fechamento o Oráculo. Diz também que duvida que o grupo consiga acesso ao Oráculo sem o cosnentimento das autoridades. Sibila dis que foi um arqueólogo propôs a viagem. A mulher duvida que um arqueólogo pudesse ter uma inflência sobre o acesso ao oráculo, enquanto diminui o passo e mostra interesse pela história do arqueólogo.

A mulher pergunta a Sibila de onde ela é e ela responde que é do norte, mais precisamente da região de Messenia. A mulher disse que já andou bastante e nuna foi além de esparta e Sibila usa isso para mostrar sua decepção em encontrar o Oráculo fechado. A mulher diz que realmente é uma decepção e Sibila percebe a tristeza em sua voz. A ladra mostra curiosidade sobre as viagens da mulher, que diz que há pessoas em que se confia e que a deixam na mão... A conversa pequena continua até que a mulher pergutna quem os guiou até ali, pois duvida que arqueólogos saibam navegar. Sibila fala de um marinheiro que morava na região que os ajudou. A mulher indaga se Sibila vê relaçao entre o que ocorre no mar e a ilha. Sibila fala dos Kuo Toas que atacaram o grupo, com cuidado para não acusar os Kuo Toas do problemas. A mulher diz que certamente os Kuo Toas que os atacaram devem ser outro grupo, pois os que estão envolvidos com Paris são organizados, apesar de ela achar que eles não são confiáveis. Sibila menciona colegas arqueólogos do Herdionte que sumiram e o inspiraram a viagem à ilha.

Ao se aproximarem do farol, Sibila vê guardas humanos, que reconhecem sua acompanhante e abrem a porta. As pessoas lá dentro fazem grande reverência à acompanhante. Sbila acha isso exagerado mas se mantém quieta e nota que o mármore lá não é tão bom quanto o do Templo. Após passar por um portão enorme, percorrem um corredor com quadros de coisas como naturezas-mortas, que parecem não pertencer àli. Chegam a um salão um tanto sóbrio, com decoração tipicamente espartana. Sibila comenta sobre as reverências e a acompanhante diz que a conversa foi agradável. Sibila pergunta seu nome e seu cargo e a mulher se apresenta como Liath, dizendo que seu cargo é algo difícil de explicar. Liath abre uma porta que leva a um salão com uma das paredes curva, uns sofazinhos e outros aconchegos. À direita há uma escada de subida e uma porta, à esquerda uma porta e à frente umas janelas altas. Liath pede a .Sibila que aguarde, dizendo que sua missão era apenas escoltá-la até lá. Liath sobe as escadarias, uns 10 metros até sumir teto acima. A sala é grande o suficiente para ser fria. Sibila não encontra nada de interessante na sala.

Depois de cerca de meia hora, Sibila está quase dormindo quando desce o gigante de antes, todo imponente. Ele se apresenta como Dorian e se desculpa pela falta de aposentos. Sibila diz que dormiria em quanlquer lugar agora que não está na casa dos Kuo Toas. Dorian abre a porta à direita, que parece mais um depósito que tem uma escada que desce e convida Sibila a descer. Depois de cerca de 5 metros, o ambiente esfria e a iluminação piora. O aposento parece um depósito, com três portas. As outras duas são reforçadas com grades, que preocupam Sibila. Dorian diz que as grades estão destrancadas, abre uma das grades e a porta detrás, que leva a um corredor ladeado por celas de portas reforçadas com grades cobertas de pano. DOrian diz que aquele é o melhor aposento que eles encontraram pra ela. A cela tem uns grilhões e duas camas, uma fossa no meio e uma cômoda com espelo, bem chique. Dorian dá um molhe de chaves a Sibila e sugere que ela não vá muito além da cela, pois ela pode enxergar coisas que uma donzela não gostaria. Explica que uma chave é da cela e a outra da porta pela qual passaram. Fala que caso ela encontre algum problema, basta subir as escadas e tocar o sino. Examinando com cuidado, Sibila vê duas camas de pedra e palha, os grilhões, a fossa acabou de ser limpa, a cômoda é de madeira de lei e suporta um pão e uma jarra de água e um copo. Sibila toma um copo e se deita, exausta.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

3/9/07

Porthos vê um cara vestido com uma armadura de couro furreca. Friedmann diz que sentiu um distúrbio no Eon, e Porthos pergunta como ele consegue perceber isso. Friedmann diz que tem alguém em mais contato com os deuses que qualquer pessoa no templo. Porthos aponta para Ariadne.

Friedmann olha para dentro e vê os outros. Eles perguntam de onde ele é, e Friedmann diz que vem de mais longe do que eles já viajaram. Straton pergunta o que ele sabe a seu respeito, e se levanta muito posudo. Friedmann se sente coagido pela pressão moral que emana dele.

Porthos pega suas tralhas, pede licença a Friedmann e começa a estudar sua aura mágica. Enquanto isso, Straton pergunta o que ele acha que sabe sobre ele. Friedmann detecta que Porthos está mexendo com o Eon pelo caminho daqueles que acham que sabem demais.

Straton pergunta o que Friedmann faz no templo. Ele diz que dificilmente passaria pelo caminho deles, mas sentiu uma comunicação muito forte com os deuses, e aponta para Ariadne, que está em transe espiritual. Nudus diz que ela é amiga dele. Straton pergunta o que ele quer com ela, e Friedmann responde que está curioso para saber o que um grupo tão heterogêneo está fazendo ali.

Chega Aegion, que diz que eles ainda não foram apresentados. Ele se apresenta como filho de Leodipos. Friedmann se apresenta como filho de Robertson, filho de Walker. Aegion fica impressionado com o método que um humano ainda honra seus pais.

Banach pergunta sobre os seus anfitriões. Friedmann diz que está ali há vinte dias. Straton pergunta como ele chegou ali. Friedmann veio de barco, sozinho. Straton pergunta o que o trouxe até ali, e Friedmann diz que não pode revelar, mas que não tem nada a ver com o caminho deles. Straton pergunta de novo o que ele sabe sobre o caminho deles.

Porthos sente uma conexão muito tênue entre Friedmann e o Eon. Ele guarda suas tralhas e vai para Ariadne fazer a mesma coisa. À medida que se aproxima, surge uma força repulsiva entre eles, e Porthos não consegue se aproximar mais. De onde pára, ele faz a mesma varredura em Ariadne.

Straton diz que Ariadne está indisponível no momento, e que se ele a interromper, ele vai incomodá-la mais do que o cara de verde ali. Friedmann concorda. Straton pergunta se ele queria mais alguma coisa. Friedmann diz que não. Straton bate a porta.

Friedmann volta para o seu quarto e fica pensando.

Porthos termina de fazer as medições, e vê coisas insanas que ele não consegue identificar nem compreender. Ele começa a se contorcer insanamente, e cai duro. Vicryl pergunta por que ele insiste. Banach diz que ele devia fazer isso de novo. Aegion se aproxima e puxa Porthos para longe de Ariadne, e o leva à cama que Porthos ajeitou para si.

Straton pega Porthos desfalecido e o leva para o quarto de Friedmann. Friedmann vê a porta do quarto dos outros se abrindo e Straton com Porthos nos ombros. Ele pergunta o que aconteceu com o sujeito. Straton pergunta o que ele sabe sobre Ariadne. Friedmann diz que ela sabe conversar com os deuses, e ele também. Straton pergunta se ele sabe o que aconteceu com Porthos. Friedmann diz que não sabe o que aconteceu lá dentro. Straton diz que ele sabe o que Porthos fez com ele e com Ariadne, e que sabe o que é, e a menos que Friedmann não queira ter acabeça batida, é bom ele parar de se fazer de imbecil.

Friedmann percebe que Straton está tentando intimidá-lo, mas não se assusta. Ele os convida a entrar no quarto para dar uma olhada em Porthos. Straton deixa Porthos na cama e pára ao lado, com a espada apoiada. Friedmann vai dar uma olhada em Porthos, tentando testar suas reações. Ele pressupõe que Porthos tomou um choque por ter acesso a conhecimentos indizíveis e inomináveis.

Sibila sai do seu quarto gritando histericamente. Ela vai na direção de um Kuo Toa, que fica espantado e abaixa a lança na direção dela, ficando parado em guarda. Sibila diz que viu um bicho nojento. O Kuo Toa a manda comer o bicho. Sibila tenta enrolar o cara, mas ele a manda voltar para o quarto. Sibila tenta derrubar o Kuo Toa depois de ir parar ao lado dele, mas não consegue. O Kuo Toa solta a lança e puxa uma espada curta.

Sibila pega seu chicote e tenta derrubar o Kuo Toa de novo, mas não consegue. O cara acerta-lhe uma espadada. Ela puxa o chicote de volta, rolando de volta para dentro da sala. O Kuo Toa acerta a espada no ponto onde ela estava antes de rolar. Sibila olha para o outro lado do corredor e vê que ele está mais iluminado que antes. Ela rola para dentro do seu quarto e já bate a porta, vendo a pontinha do metal fincar na madeira.

Vicryl diz que Straton achava que Friedmann estava mentindo, e pergunta a Banach quem diabos é Paris. Banach diz saber alguma coisa sobre Paris, e que ele espalhou um boato de que estaria morto. Banach conta que Paris veio de Esparta e que é um clérigo como Ariadne. Ele deveria ter morrido pelos costumes espartanos, porque possuía alguma imperfeição. Ele escapou quando era pequeno. No fim das contas, ele não é confiável. Banach acha que Friedmann não parece envolvido com Paris, mas pode estar sendo manipulado por ele. Herdionte pergunta se Paris teria algum interesse em manter seu mestre cativo, e menciona Gaieus. Banach reconhece que era um cara especializado em Titãs. Herdionte começa a viajar, pensando que seu mestre conseguiria escapar dos ladrões. Eles concluem que Friedmann possa saber algo sobre isso, e decidem esperar Straton voltar.

Rola um stress entre Herdionte e Vicryl. Banach diz que eles ainda estão bem porque ninguém tirou as suas armas.

Friedmann diz que Porthos é muito curioso, mas nunca viu ninguém entrar em choque por presenciar um estado de transe. Ele impõe a mão sobre a testa de Porthos, que abre os olhos, dando uma tremeliçadas. Ele pede papel para anotar o que viu. Friedmann diz que a garota confiou nele para se expôr, e ele olhou o que não devia. Straton pergunta o que aconteceu a Porthos, e Friedmann responde que ele tetou interferir na comunicação entre ela e seu deus. Straton pergunta se agora ele acredita na existência dos deuses, e Porthos responde que precisa anotar o que viu. Straton pergunta se Porthos pode passar a noite ali, e Friedmann diz que tudo bem. Straton sai para dizer aos outros que Porthos está bem.

Sibila tranca a porta. Ela pega o candelabro e fica esperando. Uns 15 minutos depois, ela ouve o murmurinho de pessoas andando e conversando. Alguém tenta abrir a porta e não consegue. A voz diz que trouxe o penico dela. Sibila começa a reclamar que alguém emperrou a porta. O cara desencana, fica praguejando um pouco e depois vai embora.

Sibila cola na porta e tenta olhar através da fenda na porta. O lugar lá fora é escuro, com uma luz bem fraca, e em silêncio. Ela ouve um barulho de madeira. Ela põe fogo na borda de um pedaço de papel e o passa por baixo da porta. O papel queima até o fim e ninguém liga. Sibila apaga as tochas e fica escondida em algum canto, esperando.

Passa quase uma hora, e ela ouve passos lá fora. Um Kuo Toa fala algo em grego com uma mulher, diferente da que a viu antes. Eles caminham em direção à porta de onde está Sibila.

Straton chega à sala, e Aegion pergunta como está Porthos. Straton diz que ele está com Friedmann, e Herdionte faz uma cara feia. Vicryl diz que Straton mencionou que Friedmann estivesse mentindo, e Banach diz que é muito estranho ele ter chegado ali sem problemas. Vicryl diz não confiar em Friedmann para cuidar de Porthos. Straton sugere que Vicryl vá até lá e resolva isso ele mesmo. Vicryl chama-o de criança, e manda-o ir com ele. Straton dá um murro na cara de Vicryl, que apaga. Ele o leva pelo cangote até o quarto de Friedmann. Banach vai junto, e convida Herdionte para ir junto, mas ele escolhe ficar ali.

Banach tem a sensação de estar sendo observado, mas não sabe de onde. Ele comenta isso com Straton, que não repara em nada.

Enquanto isso, Porthos tenta organizar o que sentiu enquanto estava fora da realidade. Ele consegue se lembrar das leituras estranhas em seus aparelhos, da aura dourada-vermelha em torno de Ariadne, da força que o repelia e o puxava ao mesmo tempo, e de ter se soltado da realidade logo depois. Ele se atém a essas memórias.

Straton abre a porta e joga Vicryl em uma cama, dizendo que ele veio ali para ver se Friedmann era confiável. Friedmann diz que Vicryl deve rever alguns conceitos, e Straton concorda. Friedmann abre um kit médico e dá um trato em Vicryl. O elfo acorda e sente a mão cadavericamente gelada de Friedmann sobre ele. Vicryl diz que Friedmann é legal, mas a criança não.

Straton parte para pôr o pé na boca de Vicryl. Friedmann o interrompe, e diz que é para eles resolverem isso depois. Banach diz que ele nem está de pé, e se oferece para levantá-lo para Straton bater. Friedmann diz que é para eles usarem violência desnecessária lá fora. Straton diz que ele deve a vida a eles, mas precisa aprender um pouco de respeito. Porthos conta que ele destruiu um monte de florestas, e foi condenado a fazer tarabalhos forçados sob a supervisão do centauro. Friedmann fica com nojo de ouvir que um elfo tenha feito tais atrocidades. Vicryl diz não concordar com eles em primeiro lugar. Portos lamenta a estupidez do elfo e se vira para dormir. Ele apaga.

Banach pergunta a Friedmann o que ele sabe sobre Paris. Ele diz que amanhã eles conversam, na presença de Ariadne. Eles voltam para seus quartos e vão dormir.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

28/8/07

O cara misterioso

Friedmann dá uma olhada com mais cuidado na parede de onde vem o cheiro. Ao olhar para cima, ele vê junto ao teto alguns dutos por onde passa ar. Ele conclui que o cheiro ruim vem da sala atrás dessa parede. Todas as outras salas têm esses dutos, que são muito discretos. Agora ele entende por que o ar de seu quarto sempre era fresco.

Ele repara que esse corredor costumava ter um eventual Kuo Toa armado de guarda, mas agora não há ninguém. Ele faz uma ronda nos corredores para ver quanto tempo passa sem que ele veja ninguém. Ele vira à direita e passa pela porta do templo, sem que os guardas dêem atenção a ele. Ele não sente mais nenhum cheiro anormal. Esse corredor só tem portas à esquerda. Ele sobe a escada, e chega a uma sala vazia, com uma porta dupla em uma das paredes. Ele não ouve nada.

A mina e a outra mina

Sibila joga um blá na mina, e diz que fica feliz que tenha sido uma mulher que a achou. A mina pergunta se ela terminou a ladainha. Sibila pergunta se ela é do templo. A mina diz que não interessa, e aponta para a casa mandando Sibila ir com ela. Ela conduz Sibila com o rapier na mão.

Sibila diz para ela ter mais calma, e pergunta o seu nome. A mina diz que o nomenão interessa. Sibila diz que chegou atrasada, e a mina não acredita. Sibila diz que seus amigos conversaram com o cara grande, e a mina diz para Sibila parar de falar.

Elas passam por uma estrada toda de mármore, demasiadamente ostensiva. Começa a anoitecer. Elas chegam a uma casa de onde sai uma luz bruxuleante. Há dois Kuo Toas de guarda na porta da casa.

Sibila resmunga "bicho feio" em Celestial, para testar se a mina entende. Ela tem uma atitude apressada, chega aos Kuo Toas e manda-os trancá-la ali até ela resolver o que fazer com ela. Sibila protesta, e é ignorada. A mina manda os Kuo Toas ficarem de olhos abertos, e vai embora enquanto Sibila fica gritando e praguejando. Os Kuo Toas pegam Sibila, mas ela se solta deles e entra sozinha. Um Kuo Toa abre a porta.

Lá dentro, ela ouve vozes humanas. No fundo, há uma sombra de um Kuo Toa armado, que dá um sinal para o outro empurrá-la para dentro. Sibila dá um blá no Kuo Toa do fundo. Eles começam a falar qualquer coisa incompreensível entre eles. O cara vira para Sibila e diz que pode ter havido um engano, mas por enquanto ela vai ter que ficar ali. Sibila pergunta o que é "ali". Ele diz que é uma casa. Ela pergunt o que eles fazem ali. O cara diz que eles moram ali.

Enquanto eles conversam, o cara guia Sibila através de um corredor, até abrir uma porta que dá em um quarto escuro. Sibila fica de mimimi porque o lugar está escuro. Depois que ela entra, o cara acende uma tocha, que ilumina uma boblioteca. No meio da sala há uma mesa com algumas cadeiras. Ela e o cara se sentam e continuam conversando.

Nem todos os Kuo Toas moram ali. Eles se mudaram para lá depois que o chefe os mandou ficar ali. Sibila pergunta se eles são os guardas dali, e o cara fica pensando.

De volta ao quarto fedorento

Aegion se levanta e vai para um cantinho que esperava um centauro. Ele ajeita o feno confortavelmente para se sentar. Ariadne diz que eles estão num lugar muito estranho. Vicryl diz que o cara lá atrás disse que estaria tudo bem. Straton fica examinando a comida. Ariadne e Vcryl dão uma examinada no lugar. São paredes de mármore.

Herdionte se senta em uma das camas. Porthos comenta que o quarto deles está arrumado de uma maneira perturbadoramente exata. Banach vai falar com Straton, que diz que está tudo bem. Banach diz que já ouviu falar de Paris, e que até onde ele sabe, ele deveria estar morto.

Porthos pergunta a Ariadne se ela reconheceu as estátuas. Ela diz que são de Thetys, uma titânide. Banach diz suspeitar que Paris seja o responsável por tudo isso. Aegion se levanta e comenta que a sua missão tenha a ver com um desequilíbrio. O que Vicryl deve fazer por ele, para todos levarem a fama, é restaurar o equilíbrio na
região. Aegion conta tudo sobre os naufrágios e sobre a punição de Vicryl.

Vicryl comenta que é estranho os Kuo Toas os terem recebido dessa maneira diferente depois de o cara grandão aparecer. Vicryl, Banach e Ariadne ouvem o ruído de uma passagem de ar ser interrompida.

Ariadne se vira para os outros e diz que alguma coisa tapou alguma coisa. Curiosamente não está mais fedendo dentro do lugar. Porthos procura dutos de ventilação, e não acha nada. Vicryl não vê a porta, bate a cabeça nela e fica vendo estrelinhas. Depois, fica socando e chutando a porta.

Porthos vai comer. Ariadne diz para Vicry parar de dar chilique. Ele diz achar que está ficando senil.

Porthos vê a comida: pão, cereais, manteiga, leite, geléia. É uma comida boa. Straton e Nudus comem com ele. Todos vão lá e comem. Porthos prepara um lanchinho ao terminar de comer e o leva para estudar.

Aegion solta as algemas de Vicryl para ele comer.

Lá fora, Friedmann ouve um barulho de madeira sendo socada. Ele vai andando rápido ver o que é. Depois de fazer o caminho de volta, ele desce a escada, diminui o passo na frente dos guardas, e continua. O barulho cessa. Ele desconfia que venha do quarto dos caras. Ele pára na frente da sala que estava fedendo.

Ele ouve barulho de pessoas comendo e conversas aleatórias. Ele fica ali parado ouvindo as conversas. Alguém comenta o nome de Paris.

E o Kuo Toa pensa

Na biblioteca onde Sibila está há alguns livros em grego antigo. Depois de pensar um pouco, o cara responde que eles até podem ser considerados guardas. Sibila pergunta quem é a mulher, e o cara diz que é uma dos chefes, e que eles não a chamam pelo nome.

Sibila desconversa e grita "O que é isso?!" enquanto aponta para o chão. Ele olha meio compenetrado, e Sibila diz que tem um bicho nele. Ele diz que não tem nada nele. Sibila diz ter visto um bichinho. Ele fica encucado. Sibila aponta para o outro lado, e passa a mão na chave do cara, sem ele notar. Depois diz que deve estar cansada e não sabe o que viu. Ela descreve a ele uma aranha, e o Kuo Toa diz que no lugar de onde ele vem não tinha nada disso. Sibila também descreve a ele uma barata. Ele pergunta se é gostoso de comer, e pede que Sibila mostre para ele quando ver uma.

Sibila pergunta se ela pode ir ao banheiro. Ele diz que ela não vai gostar do lugar onde os Kuo Toas vão, e oferece a ela um penico. Sibila topa ir ver como é o banheiro dos Kuo Toas, e pede encarecidamente para o cara deixá-la ir lá.

Lá no quarto, Ariadne reza. Lá de fora, Friedmann sente um distúrbio no Eon. Aegion fica deitado em seu feno. Vicryl vai pegar um feninho para fazer trabalhos manuais, e Aegion se lembra de amarrá-lo. Ele o amarra mal.

Porthos termina de estudar, se levanta e faz uma cara de indignado ao passar por Ariadne. Ele diz a Straton que vai dar uma olhada lá fora e caminha até a porta.

Friedmann tem certeza de que quem está lá dentro perturbando o Eon não é um cavaleiro eônico. A porta à frente dele se abre.

Porthos vê um cara de raiz de três metros de altura.

21/8/07

O cara desce tranqüilamente, à frente do exército de Kuo Toas. Straton o espera à  frente do grupo, e o recebe cerimonialmente. O cara o olha de cima a baixo e fica olhando-lhe nos olhos. Straton pergunta se os Kuo Toas são comparsas dele. O cara responde que eles são servos do lorde Paris, que quer saber por que eles estão matando os seus servos. Straton diz que é porque eles os atacaram, e pergunta por quê. O cara responde que é porque eles chegaram à ilha.

Straton responde que a embarcação foi atacada pelos Kuo Toas e que acha que eles são a fonte de todos os seus problemas. O cara responde que o lorde Paris terá prazer em recebê-los, e pede que eles o acompanhem. Ariadne vê que o cara usa uma chain mail, uma espada muito foda, e uma spiked chain.

Vicryl e Sibila estão escondidos. Vicryl vê que no alto da escada há um templo. Na escada, ele só vê sombras. Sibila fica para trás.

Straton e os outros seguem o cara. Ele pede que eles o chamem de Dorian, e aperta a mão de Straton. Aegion procura Vicryl, mas não o encontra. Eles sobem a escada. Vicryl tenta escalar a rocha por fora da escada, mas escorrega e cai, sem fazer barulho. Straton percebe que os Kuo Toas estão tensos, mas sob o controle de Dorian. Ele ouve Dorian trocar duas palavras com o meio-elfo, antes de seguir entre as tropas, mas não identifica o que foi.

Eles chegam ao topo da escada e vêem um templo enorme. De baixo da escada, Vicryl tenta espiar pelas pedras para ver se é seguro ele subir agora, e ele conclui que é a hora exata para fazê-lo. Ele sobe, olhando de novo no caminho. O meio-elfo o vê, e carrega uma flecha. Vicryl pula para trás e aterrisa tranqüilamente. Ele grita em élfico "estou em paz!" e só Aegion, Ariadne e Banach o ouvem. Banach entendeu o que ele falou, e fica fazendo cara de pôquer. Ariadne se vira para Aegion e diz que o prisioneiro dele está fazendo bagunça. Aegion diz ao meio-elfo e explica que Vicryl é prisioneiro dele. O meio-elfo diz para ele ir logo buscá-lo. Aegion vai atrás de Vicryl.

Lá embaixo, Aegion vê a sombra de Vicryl. Ele diz que seu disfarce foi descoberto, e que ele vai ter que amarrá-lo. Ele faz um nó falso para amarrar as mãos de Vicryl, e oferece dar um soco na boca dele, para o disfarce ficar melhor. Vicryl recusa. Eles sobem e vêem o meio-elfo ainda apontando o arco para Vicryl.

No templo, Porthos detecta traços de magia, mas nada extraordinário. Lá perto, o meio-elfo guarda a flecha e diz para Aegion tomar mais cuidado com o prisioneiro, ou ele não será mais dele. O meio-elfo passa por eles e vai falar alguma coisa com Dorian, em élfico. Lá de baixo, Sibila começa a subir.

O templo é ornamentado com motivos marinhos. O interior é de mármore, limpo e polido. As colunas que sustentam o templo são bem juntas. Nos cantos há quatro estátuas de divindades marinhas menores: dois tritões e duas sereias. No centro, há um altar com uma estátua grande de uma divindade. Ariadne reconhece que é uma estátua de Thetys. Há algumas tochas apoiadas no chão. Só Dorian, o meio-elfo e o cara de toga entram junto com eles; os Kuo Toas ficam para fora.

Todos menos Vicryl sentem que estão sendo observados. Dorian vai até uma porta entre as pernas da estátua. Ele pede aos guardas que abram a porta, e entra. Os outros vão atrás, e vêem um corredor, com uma porta no fundo. Nudus pergunta se eles já estão chegando. Dorian faz de conta que não ouviu. Ao passar pela segunda porta, eles chegam a uma sala com uma mesa, um sofá, cadeiras e uma estante. Depois de atravessar essa sala eles entram em uma escada e descem, chegando a outro aposento igual ao anterior, depois em um corredor com várias portas. Nudus pede para ir ao banheiro. Dorian pede que Straton cale a boca de Nudus. Straton diz a Nudus que é para eles resolverem isso antes de ele poder fazer o que quiser. Todos têm a sensação de que por todos os lados há sombras que parecem observá-los.

Eles passam ao lado de um portão vigiado e continuam pelo corredor até chegar a um salão. Dorian os convida a entrar e se acomodar. O salão tem oito camas, uma mesa com oito cadeiras, alguns candelabros, alguns baús abertos euma estante. Sobre a mesa há algo que parece ser comida. Dorian sai para ir chamar o seu mestre. Nudus pergunta de novo onde é o banheiro, e Dorian diz para ele se entender com seus amigos. No fundo do salão há uma latrina, e Nudus vai para lá. Assim que todos entram, Dorian encosta a porta e vai embora.

A menina que ficou sozinha e o cara misterioso

Lá de fora, Sibila escala a parede sem ver nada de mais.

Dentro do corredor, Friedmann vê Dorian andando. Andando por ali, ele sente um cheiro horrível. Ele não vê mais ninguém. Depois, entra na capelinha e passa algum tempo lá. Ele volta para o seu quarto.

Sibila continua subindo, até sentir algo encostando bem de leve em suas costas. Ao se virar para olhar, ela vê uma sombra. Ela vai pegar seu chicote, até um rapier encostar em seu braço, e uma voz feminina diz para ela não fazer isso para não perder o braço. Sibila enrola o chicote e o guarda.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

7/8/07

Straton e Nudus ficam meio ofegantes, tomando um ar na praia apoiados em suas armas. Eles puxam os botes para o mar. Nudus leva o barco sem parecer ter trabalho nenhum.

Eles levam o primeiro barco até a arrebentação, e sobem para puxar o segundo. Em minutos, os dois barcos estão na água. Nudus pula no seu barco e ele sai deslizando na água. Quando Straton empurra o segundo barco, ele vê uma sombra saindo de trás da casa à direita, de canto de olho. Quando ele se vira para olhar, não vê mais nada. Ele parte com o barco.

Eles remam as canoas em direção ao barco. Nudus rema em uma só direção, e sua canoa começa a rodar. De longe, Straton grita para ele remar dos dois lados, e ele responde que não dá, porque só tem um remo. Nudus troca o lado, e sua canoa começa a rodar pro outro lado.

Com um pouco de dificuldade, Straton chega ao barco. Ele pergunta se alguém sabe remar essa merda. Dois marinheiros perguntam se ele pretende deixar o barco sozinho. Straton explica que um deles deve ir até Nudus para resgatá-lo.

Straton sobe no barco e diz para que eles peguem uma parte do grupo e dois marinheiros, e começem a desembarcar. Ele diz a Porthos que viu uma coisa pegajosa na parede para ele identificar.

Nas suas rodadas, Nudus vê o barco de Straton voltando com dois marinheiros, Porthos, Ariadne e Banach. Ele percebe que está rodando. Um dos marinheiros o manda parar com o remo. Nudus diz que não dá. Banach manda ele levantar o remo acima da cabeça. Enquanto eles se aproximam, um marinheiro pede a Banach que o avise disso. O marinheiro sugere que Nudus passe para o outro barco. Nudus pula. O barco balança muito, e Banach nem percebe. Porthos quase consegue se segurar, mas Ariadne tropeça nele e cai na água. Nudus a puxa de volta para o barco. O marinheiro pergunta se todos estão inteiros. Ariadne fica muito irritada.

Nudus pede para o outro marinheiro pedir a Straton que traga as suas bolas. Eles continuam. Na arrebentação, Porthos desembarca correndo, com Ariadne segurando na sua capa e Banach vindo logo atrás. Nudus pula para fora do barco empurrando-o com o recuo do próprio salto.

Porthos anda até a casa de onde saiu o barco. Ariadne vai junto. Um dos portões está arrombado. Porthos vai procurar a tal da coisa gosmenta. Quando entram, eles sentem um fedor horroroso. No fundo, há um corredor. O chão é de areia batida. No fundo há uma porta fechada.

Eles abrem as janelas. Toda a bancada se ilumina, e eles vêem umas gosmas ali. Porthos vai para lá identificar a gosma. Trata-se de material em decomposição avançada. Ele e Ariadne começam a procurar ossos. Porthos se depara com uma coisa mais dura no meio da gosma. Ele puxa e sai um osso, seguido por uma mão, que algum tempo atrás foi humana. Eles concluem que alguém se fudeu muito ali. Depois disso, resolvem ir para a porta.

Banach chega à porta, que está fechada. Ele abre a porta. Ela dá num corredor. à esquerda há uma outra porta, de onde vem uma certa luminosidade. À direita, ela dá em uma saleta.

Nudus cuida do seu pé enquanto espera os outros.

A outra canoa chega ao barco. Straton pede para eles descerem o centauro. Aegion fica meio apreensivo. Straton diz a ele que ele pode ficar preso no barco e confiar seu prisioneiro a alguém, ou ir com eles. Aegion diz que precisa de ajuda para se apoiar. Straton desce até a canoa e arranca os banquinhos com sua Fender. Em alguns minutos, a canoa está pronta para Aegion. Nesse tempo chega o outro barco.

Straton pergunta a Aegion se agora está melhor. Ele diz que está mais confortável. Vicryl faz uma gozação afetada sobre isso. Aegion vê, fica muito puto e o empurra para dentro da canoa. Straton tenta se defender do elfo que voa pra cima dele. Vicryl cai no espaço entre a canoa e o barco, batendo a cabeça e desmaiando. Straton puxa Vicryl pela cabeça de volta à canoa. Aegion faz uma cara de desespero.

Sibila prepara um sistema de roldanas para descer o centauro. Aegion fica meio apreensivo. Straton prende a corda e ajuda Sibila a descer Aegion, que fica meio duro na canoa. Os outros, inclusive Herdionte, sobem no outro bote, e fica um marinheiro no barco. Ele pede que eles façam um fogo na praia caso precisem de ajuda. Depois de desembarcarem o grupo, um dos botes volta ao barco. O outro fica na praia.

Straton rema para apenas um lado, e seu bote começa a rodar. Sibila pega o remo e começa a remar para o outro lado. Eles combinam de tentar de novo, e conseguem.

Na ilha, Porthos vira à esquerda para a porta iluminada. Do outro lado há mais duas portas, e atrás há um corredor. Banach segue por esse corredor. Ariadne fica com Porthos. Ele tenta abrir a porta, que está presa. Os dois tentam forçar a porta. Porthos não consegue, mas Ariadne dá uma bicuda e a porta tomba. Lá, eles vêem o lado de fora da casa. Tem uma escada que sobe.

Banach segue até o fim do corredor e chega a uma sala com alguns móveis e uma fogareira. Enquanto xereta, ele vê um clarão, e saca que eles abriram a porta do outro lado. Depois de perguntar se há algo interessante lá fora, ele diz que achou a cozinha. Eles decidem ir para as outras portas.

A da esquerda dá em uma sala com duas camas feitas e um armário. Dentro há algumas roupas dobradas. O outro quarto tem uma cama de casal e um armário. Porthos sugerem que eles esperem os outros chegarem, e depois subam as escadas nos fundos.

Nudus vê os outros botes chegando à praia e cutuca o nariz. Alguns minutos depois, o bote de Aegion chega à areia, e ele pula aliviado para a terra firme. Nudus puxa o barco e vê um elfo desmaiado dentro. Ele pede um pouco de corda para o centauro, amarra Vicryl e o coloca no lombo de Aegion.

O outro bote chega à praia. Nudus fala que os outros foram para a casa. Eles vêem três vultos saindo da casa. Straton ajuda um dos marinheiros a voltar o barco para o mar, e atraca o barco de Aegion até a areia fofa.

Porthos chega a Straton e mostra o braço que saiu da gosma que ele pediu para analisar. Straton agradece e larga o braço na areia. Ariadne pergunta o que aconteceu com Vicryl, e Straton explica. Porthos pensa consigo mesmo como ese elfo é imbecil.

Começa a escurecer. Sibila sugere que eles durmam nas casa que estão no litoral. Straton menciona o vulto que ele viu indo em direção às escadas. Vicryl acorda e tenta balançar para fora do centauro. Ele cai sentado em um lugar tranqüilo. Depois de se soltar, ele devolve a corda a Aegion. Nudus pensa que da próxima vez terá que apertar o nó.

Porthos se distancia em direção às escadas. Lá perto, ele vê, contra o sol, uma sombra. Não é uma sombra de um corpo só. Tem um grupamento com um número razoável de humanóides se preparando para descer. Porthos volta correndo e avisa os outros. Straton vai chamar Nudus, que diz "oba!". Todos partem para o pau.

Lá, Sibila e Vicryl vêem um grupamento de uns 50 Kuo-Toas, com um cara bem grande à frente. Eles parecem calmos, e só estão segurando suas lanças. Os outros se aproximam. Straton sobe cinco degraus e vê que o cara da frente tem uns dois metros e meio de altura. Junto a ele há um meio-elfo. Atrás do cara gigantesco há uma espada imensa. Ele se dirige a Straton.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

20/6/07

Straton se vê em frente a uma construção quadrada e muito alta. Há um grande portão de madeira preta, meio tomada pela maresia. As batidas de Straton ecoam pelo portão, mas não recebem resposta. Ele grita. Nada. Ele tenta forçar o portão com um chute, e de novo. Por fim, ele empurra o portão até expor a viga que o prente. Sai um cheiro horrível. Straton quebra a viga com sua espada, Fender.

Vem um cheio podre e horrível da porta que se abre. Ela dá em um salão muito grande e escuro. Na parede lateral há uma bancada. O chão é de areia batida, com algumas gosmas caídas. Straton entra até as janelas e as quebra para iluminar a sala. O cheiro emana de baixo da bancada. Ele arrasta a bancada para a frente. Atrás da mesa tem umas gosmas fétidas impregnadas na parede e na areia.

Do caminho, Nudus vê de longe Straton socando o portão com a espada, e pensa consigo mesmo se ele não consegue bater. Ele vai para a outra casa e bate no portão, sem resposta. Com uma forçadinha, o portão não cede. Ele dá a volta e pára em uma porta lateral, que também não cede. Ele tenta derrubar a porta, mas não consegue. Ele pega distância e dá uma carga na porta. Ele leva a porta e um pouco da parede consigo, só parando quando bate na parede oposta. Ele xinga e cospe na porta caída. Olhando para o lado, ele vê dois Kou-Toas olhando para ele com lanças apontadas.

Pancadaria!

Nudus rola e um Kuo-Toa arremessa a lança nele, que o acerta de raspão. Ele pega o Sudo. O Kuo-Toa mais próximo tenta atacá-lo com sua espada, mas erra. Nudus tenta bater nele com o Sudo, mas erra e toma um contra-ataque. Nudus acerta o Sudo na parede, e desvia da estocada do bicho. Na pancadaria, o Kuo-Toa acerta mais uma estocada em Nudus, que fica puto. O outro só fica olhando.

Nudus dá um berro, que Straton ouve. Ele vai calmamente averiguar o que está acontecendo.

Nudus acerta o bicho na cabeça com o Sudo. O Kuo-Toa vai para trás e fica meio tonto, mas ainda assim acerta Nudus.

Straton sai do portão e ouve que o berro veio da casa ao lado. Ele sai correndo até a casa.

Nudus dá um pisão no chão e acerta uma martelada no bicho, antes chutando-lhe. Voam pedaços de Kuo-Toa para todos os lados, e sobe um cheiro de podre. Nudus olha ameaçador para o outro, que o espeta com a lança. Nutus marreta a cabeça do bicho.

Straton chega perto da porta e ouve barulho de combate. Lá dentro, ele vê Nudus machucado, mas ainda bem. Ele chega por trás do bicho e roda a espada para cima dele, mas erra. O Kuo-Toa erra a estocada em Nudus, assustado pela espada que acabou de passar por ele. Nudus estoura a cabeça do bicho. Em seguida, ele tenta acertar a primeira porta que vê pela frente, mas ela não quebra. Straton chuta outra porta, que sai voando. Nudus tenta chutar a porta, mas esfola seu pé na areia.

Straton vê uma sala grande à sua frente. Entra um pouco de luz pelas paredes, em que há portões grandes. Ele vê a sombra de dois barcos na sala e conta para Nudus, que rosna e manca em direção à sala.

Straton levanta a trava e empurra o portão. Ele pega dois remos na sala e dá um para Nudus, que vai para outra porta e ergue a outra trava, abrindo a porta. Straton tenta arrastar o barco, mas ele escorrega. Nudus acha bom o fato de ele não ser o único incompetente, e arrasta o barco para fora da sala. Ele sugere a Straton que os dois arrastem um barco por vez.

Eles vêem quatro Kuo-Toas correndo em direção deles.

Do barco, os outros vêem Nudus e Straton entrando nas salas, ouvem um grito e vêem as portas abrindo e Nudus puxando um barco. Em seguida, eles vêem quatro sombras correndo em direção a eles.

Porthos pede o arco e uma flecha de Aegion. Ele solta uma magia na flecha para ela ficar bem levinha, e outra para que ela acerte o seu alvo. Ele carrega o arco meio toscamente, e Aegion corrige sua postura. Eles puxam a flecha até o arco quase estourar. Ele solta a flecha e o arco sai voando até quase cair para fora do barco.

Na praia, um dos Kuo-Toas é acertado por uma flecha no ombro e fica meio atordoado. Os outros três continuam para cima de Straton e Nudus. Um deles acerta Nudus com uma lançada. Straton acerta bonito um dos caras perto dele. Nudus toma um pequeno impulso para cima de um deles, indo parar atrás de Straton, cobrindo-lhe as costas. Os Kuo-Toas cercam os dois.

Do barco, Porthos tenta repetir a magia na flecha, mas ela falha. Por sorte, ele escapa da loucura. Straton arranca a cabeça de um bicho, e logo em seguida acerta outro. Um dos que sobrou acerta Straton.

No barco, Porthos consegue fazer a próxima flecha mais leve. Straton derrumba mais um Kuo-Toa, e trespassa o seguinte. Nudus derruba mais um Kuo-Toa, mas erra o seguinte.

Porthos dá uma magia para a flecha ficar certeira. O Kuo-Toa sobrevivente começa a fugir para o mar. Straton pula por cima de Nudus e divide o bicho no meio.

Porthos devolve a flecha para Aegion, meio decepcionado. Na praia, Straton e Nudus dão uma respirada.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

13/6/07

Nudus diz para Straton que ele não é legal. Straton dá uma resposta torta e Ariadne diz que não adianta discutir com ele hoje.

Porthos olha para Herdionte. Ele está meio branco e com os olhos arregalados. Porthos diz que talvez seja uma boa idéia rebocar o outro barco para fora dali. Herdionte fica apontando para o mar. Nudus sobe a âncora do barco. Porthos vê um Kuo Toa puxando Caron para dentro do oceano e grita para os outros. Ariadne, Aegion e Banach vêem o que está acontecendo.

Pega! Pega!

Porthos dispara mísseis mágicos no Kuo Toa. Aegion dispara uma flecha no Kuo Toa. Porthos grita para ele acender a próxima flecha. Ariadne chega perto da borda e conjura um tubarão diabólico para perseguir o bicho. Banach dá um tiro de besta na água.

Nudus vê o bicho. Porthos acende uma flecha e Aegion a dispara no mar. Muito tenuamente, eles conseguem ver a flecha afundando. Nudus fica cutucando o nariz. O tubarão de Ariadne morde o Kuo Toa. O bicho revida e desce o cacete no tubarão. Porthos dispara mais mísseis mágicos. Aegion atira mais uma vez e erra. Eles perdem o Kuo Toa de vista.

Os dois marinheiros que sobraram ficam com cara de WTF, olhando um para o outro sem saber o que fazer. Vicryl sugere eles caçarem o Kuo Toa. Os marinheiros topam. Porthos pergunta a Herdionte se o barco está em condições de navegar sozinho. Ele responde que não sem uma tripulação. Aegion fica inquieto.

Nudus grita para o pessoal do outro barco para eles amarrarem a corda no mastro. Ele tenta puxar a corda, mas não consegue. Ariadne pede aos marinheiros que aproximem o barco de onde os outros estão. Eles pedem que ela e Sibila ajudem com as cordas. Sibila tenta dubir no mastro, mas escorrega. Os outros marinheiros continuam acertando o barco para a partida. Vicryl consegue ajudar fazendo o trabalho de dois.

Porthos e Herdionte pulam de volta ao barco. Aegion pula e aterrisa tranqüilamente. No balanço do mastro, Vicryl cai estatelado dentro do barco. O centauro sorri.

Nudus teta desamarrar a corda que prende os dois barcos, mas não consegue. Straton corta a corda com a espada. Os marinheiros começam a virar o barco e eles saem em perseguição ao Kuo Toa. Nudus percebe que eles estão indo em uma direção diferente da original.

Straton e Banach começam a duvidar da utilidade em se perseguir o Kuo Toa. Instantes depois, eles vêem um corpo boiando no mar. Vicryl vê que é o cadáver de um Kuo Toa mastigado. Straton diz que há uma boa chance de Caron ter virado jantar do tubarão. Ele desce e puxa o bicho para fora da água, depois olha em volta e vê se na água há algo diferente. Banach grita por Caron. Porthos tenta procurá-lo. Eles não acham nada. Sibila pergunta aos marinheiros se eles sabem se guiar sem um barqueiro. Os marinheiros dizem que sim. Eles retomam a viagem para a ilha.

Deixa disso!

Nudus diz que eles estão indo para o lugar errado. Um dos marinheiros tenta orientá-lo. Ariadne fala para deixar quieto. Vicryl volta para o mastro. Nudus vai para o timãso e o vira com tudo. O barco dá um tranco e derruba todo mundo, menos Straton e Banach. Straton corre até o timão chuta a boca de Nudus.

Nudus se levanta para pegar o Sudo. Banach fica gritando para eles pararem com isso. Ariadne fica se esperneando. Nudus tenta acertar a clava em Straton, mas erra. Straton, num ato muito gentil, destroça o Sudo. Nudus fica muito puto e pega uma pedra para dar na cabeça de Straton. Banach fica berrando para eles pararem. Ariadne instrui os marinheiros a retomar o rumo. Nudus ouve Sibila gritando para eles pararem. Porthos se prepara para soltar uma magia em quem levantar a mão. Nudus fica parado com a pedra na mão. Straton não se move.

Todos se acalmam. Ariadne chega perto de Nudus e diz que os marinheiros sabem o que estão fazendo. Ele se convence de que tinha errado a direção. Banach pede que Nudus abaixe a pedra. O barco volta ao curso um pouco mais rápido, em direção à ilha. Banach tenta consertar a arma de Nudus, e Straton protesta. Nudus fica olhando para o que sobrou de Sudo, meio triste. Banach conserta a arma, e pede que Nudus a use com um pouco de sabedoria.

Chegando na ilha

São por volta de onze da manhã. A névoa se dissipa e eles vêem no horizonte a sombra de uma ilha. O marinheiro diz que em duas horas eles chegam. Vicryl sugere que eles marquem em algum mapa a localização do outro barco. O marinheiro diz que o barco está à deriva.

Banach pergunta a Porthos o que eles acharam no barco. Porthos mostra a ele a maçã. Ariadne pede para dar uma olhada, mas não pega nada. Porthos guarda a maçã de volta e se debruça na borda do barco, deprimido. Uns quarenta minutos depois, eles chegam mais perto da ilha, e conseguem ver os detalhes.

Perto da hora do almoço, os marinheiros começam a comer sanduíches, e oferecem comida para Sibila e Vicryl. Os outros almoçam. Em mais uma hora, eles chegam perto da praia. Straton sugere que alguns deles vão até a ilha nadando e tragam um bote. Nudus se oferece para ir nadando, e Straton dá uma resposta torta. Herdionte diz que eles podem se aproximar mais um pouco até chegar a águas rasas. Nudus tira as pedras e pula na água com Sudo. Straton fica no barco, dizendo que se recusa a ir junto daquele imbecil. Porthos pede que ele vá, porque Nudus não vai conseguir pegar um barco de qualquer jeito. Straton pula na água com a espada nas costas e sai nadando para a ilha.

Os marinheiros baixam a âncora do barco. Porthos pede desculpas a Herdionte por não ter podido salvar Caron, mas ele diz que acha que Caron ainda esteja vivo. Ele acrescenta que o Kuo Toa não deveria estar sozinho, e que pelo jeito que ele carregou Caron ele não deve tê-lo matado. Ele também reclama que Ariadne e Banach parecem não dar a mínima.

Nudus chega em terra e sai em busca do primeiro barco que achar. Andando, ele chega a uma casa de madeira com um portão enorme. Prósimas às casa há escadarias de mármore, que chegam a uma construção no alto. Ele continua caminhando até a casa mais próxima.

Straton chega à praia e procura por barcos perto das casas. Ele vê marcas na areia indicando que barcos foram arrastados por ali. Straton bate no portão.