Voltando para a realidade... ou não
Porthos solta Featherfall em si mesmo e pula para fora do rio. Ao aterrisar, ele começa a ser puxado para dentro de novo. Ele pega sua sacolinha de componentes mágicos e a solta, mas isso não tem efeito. Ele a guarda de novo enquanto é puxado para dentro do rio novamente.
Ele sai correndo desesperado na direção dos vultos que vê no horizonte. O cenário em volta dele não muda, mas o céu passa de vermelho a um tom enegrecido, e o rio se desgruda das margens, e uma coisa negra fica no lugar. Ele consegue agora sair do meio do rio.
Portho tenta pular para fora do rio mais uma vez, mas quando ele tenta soltar Featherfall mais uma vez, a realidade em volta dele começa a se desfazer, quebrando em pedaços no meio de um fundo negro. Ele começa a cair no nada.
Porthos tenta se comunicar com seu corpo, e encontra uma mão que o segura. É a mão dele próprio. As peças da realidade começam a se distanciar. Seu corpo começa a ficar mais ralo. Ele puxa a outra mão para junto da que está segurando em si mesmo, e as outras três cópias fazem igual. Eles caem como quatro para-quedistas.
Ele começa a ver alguma coisa material, ou pelo menos tangível, lá embaixo. Ele se prepara para o impacto. Ao chegar mais perto, ele vê que são quatro cópias dele mesmo. Ao bater em si mesmo, ele sente todo tipo de sensações sinestésicas, muito intensas. Depois disso, tudo se apaga.
Saindo do farol
Quando Paris vai embora, Sibila se levanta e o chama de volta. Ela pergunta se ele a deixaria encontraro o resto de seu grupo. Paris responde que não vê por que não, e acrescenta que Sibila tem uma aura muito forte de Artemis. Sibila diz que tem uma pequena maldição, que a impede de tocar em metais. Paris faz uns gestos e diz que não se trata de uma maldição.
Sibila conta que Artemis transformou seu marido em uma estátua de ferro, e a conferiu esse incômodo de tocar em metais. Paris diz que Artemis é uma deusa capciosa, e que talvez haja um motivo para ela ter feito isso em Sibila. Ele se retira.
Sibila vai até a porta do farol e sai, cumprimentando os guardinhas da porta.
Despejando os presuntos
Straton dá uma bica na porta, e bate um vento fresco. Eles entram na sala e vão para a porta do outro lado. Straton abre a primeira porta, que dá em um corredor. Eles vão em direção à saída.
Banach ouve murmúrios de conversa vindo de trás de uma porta. Straton não o deixa passar, para não dar as costas às outras portas.
Banach diz que há gente do outro lado. Straton abre a primeira porta. De dentro da sala, dois guardas se levantam.
Straton sai da frente de Nudus, que arremessa um corpo na direção do guarda, mas erra. Straton sai correndo com tudo para cima do cara, que arma uma lança. O guarda o acerta com a lança. O outro tenta estocá-lo com a lança, mas Straton desvia. Banach pega sua espada e entra na sala para ver melhor o que acontece lá dentro. Ariadne prepara sua lança e acerta um dos caras. Friedmann bate no mesmo cara, mas ele desvia.
Nudus tenta usar o outro corpo para acertar o guardinha, mas ele também desvia. Straton acerta violentamente o outro cara, que tenta revidar, sendo bloqueado. Ariadne é acertada pelo outro guarda, e erra o seu ataque. Banach ataca o guarda por trás, mas erra.
O primeiro guardinha vara Nudus e Friedmann com sua lança. Entram mais dois caras na pancadaria.
Nudus arremessa o outro guarda em um dos que entraram, e o derruba. Straton abre o guarda no meio e parte para cima do outro, decapitando-o. Ele olha nos olhos do outro cara e dá um grito, intimidando-o. O guarda dá um grito e sai correndo. Eles ouvem passos de mais gente chegando. Friedmann sai correndo atrás do guarda, mas Ariadne bloqueia o seu caminho. Ele pula por cima dela e sai correndo. Duas lanças voam na direção dele. Uma o acerta.
Banach começa a fazer gestos para carregar uma armadura mágica. De repente a armadura começa a ganhar vida própria e entra no corpo dele, que começa a se contorcer.
O cara que tomou o corpo na cabeça se levanta. Nudus sai correndo e vira o Sudo com tudo no peito do cara, que sai voando e se espatifa na parede.
Straton sai correndo e chuta a outra porta. Ariadne diz que tem mais gente vindo. Nudus bate o Sudo na bunda e manda vir. Banach não consegue parar de se contorcer. Ariadne o puxa pela perna.
Friedmann é cercado no correds por dois guardas. Ele desvia e sai do caminho. Eles começam a se bater. Straton sai à carga no primeiro, o derruba e depois acerta o segundo. Nudus erra. Friedmann atravessa o peito dele com um soco.
Nudus volta para a sala e pega os dois corpos originais que estava carregando. Straton pega três corpos para carregar. Banach consegue se recuperar. No meio da sala há um fogareiro. Eles empurram o fogareiro com os pés. O que o prendia no chão quebra, e eles arrastam o fogareiro para fora da sala.
Eles passam o fogareiro para fora do templo e jogam os corpos dentro.
A estátua
Depois de um tempo, Porthos acorda estatelado de bruços. Ele está em uma superfície razoavelmente regular, amarela ocre, com umas marcas no chão. Parece que ele está em uma mão enorme. Olhando para trás, ele vê uma estátua enorme, amarela ocre. Parece uma estátua de uma divindade, aparentemente de um dos olímpicos. Ela está flutuando no nada.
Porthos começa a escalar o braço da estátua. É uma subida difícil. Depois de um tempo, ele chega ao ombro da estátua. A figura usa um elmo grego. Porthos sobe até a cabeça, e de lá de cima só vê a estátua, e um fundo preto. Ele volta até a orelha e dá um grito lá dentro. O grito ecoa, e mais nada acontece. Porthos desce até o ombro e começa a se concentrar para acordar de novo. Ele entra em um estado de meditação profunda, e vê tudo preto. Ele começa a se desprender do corpo.
Porthos vê de cima o seu corpo em posição de lótus sentado no ombro da estátua, que começa a rachar a partir da posição de Porthos. As rachaduras são vermelhas. Elas recobrem a estátua toda. A casca amarela começa a cair, revelando o vermelho dentro: um corpo humanóide vestindo uma armadura de combate. Na outra mão lá longe aparece uma lança. O corpo treme como se estivesse se livrando de um casulo.
Porthos se sente puxado de volta para o seu corpo. Ao retornar, ele se vê em cima da estátua de novo. Ele dispara mísseis mágicos na estátua, soltando apenas algumas lasquinhas dela.
Ocorre a Porthos a dúvida de que talvez realmente a divindade exista. Essa dúvida o atormenta, e ele vê a mera estátua às vezes se alternando com um ser humano de verdade. Porthos nega para si mesmo que essa alucinação seja um ainterferência externa, e se arremessa para fora da estátua.
Algo deu errado
Sibila sai do farol e vai andar em direção ao templo. Um guarda a avisa que Dorian mandou avisar que a ilha está tendo problemas com os Kuo Toas, e que é melhor ela voltar aos seus aposentos enquanto eles descobrem o que está acontecendo. Ele diz que um amigo de Paris acabou de chegar à ilha.
Sibila pergunta por que eles precisam de tantos guardas. O guarda diz que os Kuo Toas são muito revoltosos, e os que estão na ilha são dominados pelo medo. Ele menciona as duas tribos de Kuo Toas rivais, e diz que uma está a favor deles. Eles conversam um pouco sobre o amigo de Paris que está chegando e sobre os Kuo Toas e seus amigos caranguejos.
Algum tempo depois, um guarda chega e pede que Sibila volte para o farol até que as pessoas enviadas por Paris para averiguar a situação voltem. Se ela quiser ir, é por sua conta e risco. Sibila decide esperar mais algum tempo no farol, mas diz que vai voltar pedindo mais notícias. Ela volta para o farol.
A queda e a revelação
Enquanto Porthos cai, ele se lembra do que passou até ali: primeiro ele estava começando a aceitar a existência dos deuses (embora não reconhecesse a sua autoridade), e depois tentou se convencer de que talcoisa não existe. A sua cabeça estava fazendo truques com ele. Enquanto Porthos cai e pensa sobre isso, seu corpo começa a se desfazer.
Porthos entende que todo esse tempo era contra a sua própria dúvida que ele estava lutando. Suas certezas estavam abaladas, e isso o mantinha prisioneiro.
Churrasquinho grego
Fora do templo, os corposqueimam e exalam muita fumaça e um cheiro muito desagradável. Ariadne cura os ferimentos dos outros.
Banach vê um vulto lá fora. Ariadne sobe no altar e começa a rezar para abençoar todos os seus aliados. Straton and acom sua espada apontada para a frente. Chega Dorian acompanhado de alguns Kuo Toas. Nudus arremessa uma bola de boliche na cabeça dele.
Ariadne percebe que Dorian está puto. A bola acerta Dorian no peito, e ele pára numa boa. Dorian pula para cima de Nudus, a sua espada pega fogo e ele bate no peito de Nudus, pulando para trás. Nudus cai no chão, e pula um monte de Kuo Toas para cima dele.
Nudus entra em fúria e sai esmagando cabeças de Kuo Toas. Friedmann se concentra. Straton sai em carga para cima de Dorian. Banach ouve uma voz falando alguma coisa para ele. A voz diz "venha, Banach, me siga". Ele tenta se lembrar de quem é a voz. Depois, ele pensa "bitch!".
Dorian pula em cima de Straton e acerta uma porrada meia-boca. Pares de Kuo Toas batem em Nudus, Ariadne e Straton. Banach vai perguntar o que diabos Dorian quer, mas ele sente algo o cortando. Ele se sente meio tonto, sua visão fica turva e ele apaga. Friedmann carrega o seu Eon, e só Ariadne percebe. Ele descarrega uma rajada de golpes nos Kuo Toas, errando porque eles são muito escorregadios.
Dorian acerta duas espadadas em Straton. Nudus continua errando os Kuo Toas, e eles também não o acertam. Ariadne acerta um deles, e ele é jogado para o chão tentando revidar. Um Kuo Toa acerta Friedmann. Straton está caído no chão.
De repente, todos ouvem a voz de Banach gritando para eles pararem.
Dorian olha, e diz que estava demorando para Banach voltar.
Straton sente tudo ficar escuro. Ele está caindo, e seu corpo passa do chão. Uma mão vermelha, toda ensangüentada o segura. É Ares, que diz que agora não é a hora dele.
Straton acorda consciente.
Nudus parte para atacar Banach. Dorian fala para ele não tentar. Nudus manda-o cagar no mato e parte para cima de Banach. Uma corrente o puxa, e ele cai de boca no chão. Nudus se levanta e continua avançando para Banach. Ele senta o Sudo em cima dele, e Banach sai voando, indo parar estatelado no meio de uma coluna. Cinco Kuo Toas partem para cima dele. Nudus parte enfurecido para cima deles, e deixa um deles mal.
Os Kuo Toas partem para cima dele. Três erram e dois acertam.
Enquanto isso, Dorian vai calmamente até Banach, o levanta e o carrega até a sua posição original. Straton pergunta se Dorian conece o Banach. Ele diz que foi ele que os trouxe até ali. Straton diz a Nudus que ele nem deu a chande de eles perguntarem para o bafinho (Dorian) qual era a dele. Straton fala para o Kuo Toa abaixar essa merda. Ele continua apontando a lança para ele.
Nudus erra seu ataque, e leva mais algumas porradas dos 5 Kuo Toas.
Straton pergunta o que eles fazem com eles. Ariadne diz que todos eles deveriam queimar no Hades. Straton tenta quebrar a lança do Kuo Toa, e ele a tira de perto. Dorian fica olhando.
Nudus continua trocando porradas com os Kuo Toas. Ele mata um, os outros avançam para cima dele, ele arremessa um segundo no teto do templo, mata o terceiro, se defende dos dois que sobraram, e continua batendo. O Kuo Toa finca uma lança nele, e Nudus se aproveita do impacto obliterando os dois últimos Kuo Toas e caindo no chão em seguida, depois de falar para os outros que é assim que faz.
Um Kuo Toa cutuca Nudus com a lança para ver se ele não está se mexendo. Dorian fica olhando, e pergunta o que eles acham que estavam fazendo.
Straton diz que eles estavam saindo. Dorian diz que ninguém os estava impedindo de sair. Dorian pergunta se eles tinham que matar homens para sair. Straton pergunta por que não. Dorian diz que se era só isso que eles queriam, então é para eles irem embora, que ninguém vai impedir.
Ariadne faz uma magia de cura em Nudus, que acorda meio tonto. Dorian reagrupa com os Kuo Toas e fica olhando para eles. Nudus pergunta o que aconteceu. Straton fala para eles irem embora. Eles tentam entrar novamente no templo, mas Dorian impede a passagem. Straton diz que eles precisam pegar o que ainda está caído. Ariadne diz que não vai sair dali sem antes pegar o que falta.
Eles saem do templo. São cerca de duas da tarde. Eles andam na estradinha que leva à praia.
Rumores sobre a minha morte...
Porthos cai e sente uma dor terrível. Até que tudo fica negro, e ele sente seu corpo inteiro doendo. Ele abre os olhos e se vê em um lugar branco. Seus olhos dóem. Ele se levanta, e se vê num quarto com paredes de mármore, sentado numa cama toda remexida. Ele está todo molhado, sujo de algumas coisas gosmentas. Na cama, há duas moedas. Ele as guarda num bolso separado.
Porthos se sente tonto, e enxergando mal. Praticamente incapacitado, ele consegue andar com dificuldade. Ele sai do quarto e vai até uma porta aberta no corredor. Lá é o quarto onde ele e os outros estavam. Ele pega suas coisas e alguns pertences dos outros, e sai para o outro corredor.
lá fora, ele vê dois Kuo Toas, que apontam as lanças para ele. Há uma poça de sangue e um buraco na parede. Ele pergunta o que aconteceu ali. Os Kuo Toas não respondem e o mandam esperar no seu quarto, não o deixando passar. Porthos volta pelo corredor e vai fuçar nos quartos. Em um deles ele encontra alguns pedaços de armadura e roupas. No balcão, ele encontra em uma gaveta oculta um frasco com uma poção e um canudo com um pergaminho. Lá dentro há uma magia divina. A poção é uma poção de cura.
As outras portas estão trancadas, e não há outra saída desse corredor. Ele volta para o quarto em que estariam os outros e começa a se tratar da dor de cabeça.
Vagando pelo farol
Sibila começa a fuçar no farol, tentando abrir as portas trancadas em seu caminho. Ela começa a destrancar as fechaduras. As celas ali estão vazias. Continuando pelo corredor, ela bisbilhota nas outras celas. Ela encontra 2 seres humanóides em uma cela, mas que não são Kuo Toas. Ela continua e encontra uma porta, onde ela ouve barulho de água, ela entra.
É um salão circular com buracos que refletem vagamente a luz e uma mesa com 2 cadeiras. Ela conclui que deve ser uma adega, ao encontrar várias garrafas rotuladas. Do outro lado tem barris de madeira.
Ela sai da adega e vai passando pelas celas, onde tem mais desses seres, eles são muito feios. Ela ouve passos e segue furtivamente até o seu quarto. Lá, ela fecha a cortina e fica espreitando pelo que esta causando os passos. Ela ouve barulho de coisas se arrastando. Passa um guardinha que a avisa que a situação se normalizou. Ela pergunta dos barulhos, e o guarda diz que eram dois Kuo Toas que foram capturados. O amigo de Paris resolveu o problema.
Sibila pergunta como esses Kuo Toas foram pegos. O guarda responde que eles começara a depredar a costa, com uma tropinha relativamente grande. Segundo ele, Dorian conseguiu capturar os líderes e dizimar o resto. O amigo de Paris, que ele acha que se chama Hilbert, foi mortalmente ferido durante o combate. Dorian o trouxe até ali.
Sibila diz que seu grupo também está interessado em acertar as contas com esse outro grupo de Kuo Toas. Eles saem juntos da prisão. O guarda diz que Paris encontrou um outro quarto para ela, pois os Kuo Toas vão ficar ali. Ela vai ficar em uma vilazinha perto da praia. Eles sobem até o saguão do farol. Sibila sai e vai andando em direção ao templo.
Os exilados do templo
O caminho para a praia parece tranqüilo. Friedmann repara que na torre de vigia há um vulto os observando, carregando um arco. Ele comenta com os outros. Eles já não o vêem mais.
Na praia, não há mais barcos. Eles aproveitam a oportunidade para cuidar dos ferimentos. Straton e Ariadne combinam de matar Herdionte quando o encontrarem, porque seus marinheiros fugiram.
Eles começam a ficar com fome. Nudus vai para o bosque mais próximo caçar coisas. Straton vai para uma das casinhas vazias e dorme. Ariadne fica com ele.
No bosque, Nudus caça alguns animais, ajudado por Friedmann. Nesse meio tempo, cai a noite. Eles vêem de longe uma tênue luz vindo do farol em ruínas. Eles voltam e encontram a fogueira acesa por Ariadne. Nudus começa a fazer comida. Ariadne cria a água para cozinhar. A casa não tem sinal de outros habitantes.
Lá dentro, algumas paredes estão quebradas (como se Nudus tivesse passado por ali). Friedmann pergunta para Ariadne se foi ele que matou os Kuo Toas cujos pedaços estão ali no chão. Ela diz que foram ele e Straton.
Eles comem e descansam.
Banach e a esquizofrenia
Banach acorda largado em uma sala vazia escavada na pedra, apenas com a roupa do corpo e uma dor de cabeça. No chão há uma bandeja com um jarro e um prato. A porta está trancada. Ele ouve uma leve brisa do lado de fora. No fundo, barulho de ondas. A porta é de madeira reforçada com muito ferro.
Ele tenta derrubar a porta com um chute, mas não consegue. Ele vai comer o que há na bandeja.
Sibila vai ao banheiro
Sibila vai até a porta, agradece o guarda e sai do farol, a caminho do templo. Ao sair, ela tem a impressão de ouvir a voz de Banach dentro do farol, conversando com alguém com a voz de Dorian. Ela fica curiosa e volta, dizendo ao guarda que quer ir ao banheiro. O guarda acha que não há banheiro lá dentro. Ele a leva até a sala em que ela estava.
No caminho, ela ouve a voz de Banach conversando com Dorian e rindo. Ela comenta com o guarda que gostaria de agradecer Dorian pela hospitalidade. O guarda diz que Dorian pediu para não ser incomodado, e que transmitirá as suas palavras para ele amanhã.
Ela chega até sua sala, e continua pedindo para o guarda a deixar falar com Dorian. Depois de ser recusada, ela sai do farol e vai para o templo.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
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