O saque
Já é tarde. Porthos e Sibila estão cansados e com sono. Eles vão até as portas trancadas do corredor para abri-las. Sibila começa abrindo a porta de um dos quartos. Nele, Sibila encontra um saquinho com algumas moedas de ouro embaixo da cama, e Porthos encontra no armário umas batas de monges e clérigos. Num fundo falso, ele encontra um par de luvas meio arregaçadas, com reforços de metal na palma da mão. Eles mostram o que acharam e seguem adiante.
No quarto em frente, Sibila abre a porta destrancada. Porthos diz que já esteve ali e eles vão para o próximo. No quarto seguinte, que está com a porta entreaberta, Sibila acha no armário um fundo falso que foi arrebentado há muito tempo. Porthos revira as camas e não acha nada.
No quarto em frente, Sibila destranca a porta com facilidade e eles entram. Há alguns baús ali. No primeiro, Sibila encontra dois copos e uma garrafa. Ela tira a rolha e sente o cheiro e alguma coisa alcoólica. Ela também acha um saquinho com mais ouro. Nos outros baús, ela acha uma kama, que ela dá a Porthos, uma adaga, uma funda, um saco com ouro e uma capa de couro. Porthos não acha nada embaixo das camas. Um dos baús está trancado, e Sibila quebra a fechadura. Porthos solta Ghost Sound para isolar o baú acusticamente, e eles tentam arrombá-lo, mas não conseguem.
A sala 42, o espaço do Banach
Banach espera vir alguém. A porta se abre. Um vulto entra, a porta fecha, e as luzes apagam. A voz de Irian diz que as velas apagaram, e a mina as acende. Ela diz que é curioso que ele tenha ido parar ali, e Banach pergunta como ela sabe o nome dele. Irian fica indignada, e Banach conta o que aconteceu, muito puto. A mina fica confusa.
Banach pergunta o que ele está fazendo ali. Irian se pergunta se eles bateram forte demais na cabeça dele. Ela diz que ele pode tentar enganá-la, mas não vai conseguir. Ele diz que só quer ir ao Oráculo. Eles discutem um pouco e Banach pergunta onde está o seu último grupo, o de Paris. Irian dá uma gargalhada. Eles continuam discutindo, e Banach pergunta o qe ele fez no passado dele. Irian diz que ele fez besteira, e continua fazendo, porque é um idiota. Ela diz que só está ali porque Paris quis saber o que ele estava fazendo ali. Banach não responde, e ela sai, fechando a porta.
Os marombeiros na taverna
A porta da frente se abre e um velhinho aparece. Ele olha para Ariadne e diz que esperava que eles aparecessem mais tarde. Ela pergunta o que ele quer dizer com isso, e o velho diz que Paris avisou que ela viria ali. Ariadne fica perplexa, e Nudus pensa que ela está mentindo. Straton diz a ele que o velho é CB. Nudus se acalma.
Eles entram na taverna e sentam em uma mesa. O taverneiro oferece café da manhã para eles. Ele chega com pães, leite, água, coisas para pôr no pão e frutas secas. Ele diz que se eles precisarem de alguma coisa, é só tocar o sino.
Nudus pega uma cadeira para arremessar no sino. Ariadne fala para ele parar de fazer malcriação. Ele senta e come.
Meia hora depois, todos menos Nudus estão satisfeitos. Straton toca o sino e alguém responde que já vem. O taverneiro chega, e Straton pergunta como ele sabia que a moça viria. Ele responde que os soldados de Paris contaram a ele sobre a hóspede de Paris que chegaria. Nudus pergunta se o guarda deu o nome da hóspede, e ele diz que não.
Straton pergunta o que mais há na ilha. O cara responde que há essa vila, o farol em ruínas e o templo. Sobre os Kuo Toas, o cara diz que alguns pares deles andam por aí na ilha. Os Kuo Toas obedecem a Paris. Ariadne diz que nem conhece Paris. O velho fica confuso. Ariadne diz que não é hospede dele, e o chama de velho esclerosado.
O velho pergunta o que eles fazem ali. Nudus responde que ele bate. O velho se encolhe, e Nudus diz que não tem treta com ele. Straton conta que eles tiveram um desentendimento com o pessoal do templo. O velho concorda que eles não são gente boa. Straton continua contando que eles se desentenderam com um carinha metido a guerreiro fodão. O velho saca que é o Dorian, e diz que não é bom se desentender com esse povo.
Straton explica a situação para o velho, contando sobre a ilha de Issix e os Kuo Toas. Ele diz que os barcos vazaram, e o velho diz que viu o barco, e uma certa confusão ali. De repente, o barco não estava mais lá, e nem deixou sinal no horizonte.
O velho diz que por causa da tensão com Paris eles podem ficar ali na taverna. Straton oferece que Friedmann limpe o lugar. O velho aceita. Ele pergunta se eles são amigos de Paris, e Straton diz que eles nem conhecem o desinfeliz. Friedmann pede que ele não conte sobre eles a Paris, que fica meio assustado.
Nudus sobe num dos quartos e pula em uma das camas. Straton puxa uma cadeira e fica sentado na entrada, esperando a amiga de Paris. Ariadne fica com ele.
Friedmann fica conversando com o velho sobre o templo. Ele diz que o templo foi profanado. Só está acontecendo coisa errada por ali. O velho não sabe por que profanaram o templo.
Straton pergunta a Ariadne por que um espartano como Dorian trabalharia para o Paris. Ariadne diz que está assustada com quem é Paris, e com o que ele está fazendo com o templo de uma titânide. Eles conversam sobre a saída dela de Esparta. Ariadne diz que está andando há muito tempo, numa jornada por conhecimento e poder. Straton pergunta se ela ouviu sobre algum guerreiro surtado por lá. Ela diz que não faz a mínima idéia.
Os dois sacam que os Kuo Toas eram arqui-inimigos da Tethys.
O elfo, o centauro e o mané
Aegion acorda em um lugar úmido e escuro. É um lugar de pedra com algumas grades em volta. Vicryl está estirado no chão, apagado. Herdionte está apagado em outro lugar. É um lugar meio circular.
Aegion se lembra de ter lutado violentamente contra uma pessoa no escuro. Ele sangrou horrores, perdeu os sentidos e acordou ali. Vicryl acorda zoado. Aegion vê que ele está ferido.
Vicryl olha pela porta e vê o corredor circular. Nenhum guarda. Ele conversa com Aegion sobre o que eles lembram. Herdionte acorda cuspindo sangue. Aegion o encosta na parede e oferece ajuda. Ele e Vicryl fazem torniquetes e primeiros socorros.
Aegion pede a Vicryl que dê um jeito nas fechaduras. Ele pede as bugigangas dele. Aegion fica meio apreensivo, e dá as suas tranqueiras relutantemente a Vicryl. Ele cutuca a tranca, e fica por uma hora ali até abrir. Enquanto isso, Aegion ouve alguns barulhos. Ele conta a Vicryl que pode haver outros prisioneiros por ali.
A fechadura se abre. Vicryl testa a porta para ver se ela range, e conclui que ela vai ranger. Ou ele não abre, ou abre tudo numa tacada só. Vicryl chama Aegion de cavalo e pergunta o que aconteceria se ele desse um coice em alguém. Eles discutem um pouco sobre o que faria menos barulho, e Vicryl abre a porta, que faz algum barulho.
Eles saem, e ouvem alguns barulhos de pessoas conversando em idiomas totalmente desconhecidos. Aegion avisa Vicryl sobre as várias línguas que está ouvindo. Um dos barulhos parece vir da cela adjacente.
Vicryl se aproxima da cela tentando fazer silência, mas chuta a porta com tudo fazendo um barulhão, e cai no chão. Aegion o puxa com tudo para dentro, fechando a porta. O pessoal da cela do lado fala alguma coisa incompreensível.
Alguns minutos depois, eles ouvem barulho de uma porta sendo aberta. Vicryl sugere que Aegion fique pronto para o coice. Aegion diz que vai esperar até que isso seja extremamente necessário. O barulho é de alguém batendo um metal nas grades. Dois guardas armados com lanças passam pela cela.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
terça-feira, 16 de outubro de 2007
16/10/07
Sibila vai causar à noite
No caminho para o templo, Sibila ouve um sussurro chamar pelo seu nome. Ela se aproxima das árvores de onde sai o som. Quem sussurra se apresenta como Lyath. Sibila vê uma sombra pedindo para ela se aproximar, e vai ate ela. Lyath está envolta em uma aura de sombras, e diz que Sibila precisa tomar cuidado com Paris e precisa cuidar de seus amigos. Sibila agradece, e vê que Lyath não está mais lá.
Sibila continua se aproximando em silêncio do templo. Ela passa por um vulcão inativo, e vê que o templo está iluminado. Criaturas vigiam o templo: dois guardas na porta com lanças, e pares de guardas andando em volta. Ela se aproxima pela floresta.
Lá perto, ela espera um par de Kuo Toas passar perto. Ela os chama, e pede uma informação em nome de Paris. Ela pergunta se um grupo de aventureiros que mchegou à ilha ainda está no templo. Eles dizem que nunca ouviram falar dos cavaleiros de Paris, e apontam a lança para ela. Ela diz que é uma guarda de Paris, enviada para saber como eles estão. Os guardas falam entre si numa língua estranha, e ficam olhando para ela com cara de desconfiados. Sibila diz que Dorian pediu que ela falasse isso. Depois de conversar mais um pouco, eles dizem que todos saíram do templo, exceto um que ficou para trás.
Ela vai em direção aos outros guardinhas na porta do templo.
O feitiço novo
Porthos percebe que ele cochilou enquanto se cuidava, e acorda com uma fome descomunal. Ele come uma das provisões, e percebe que sua garganta está arranhando.
Ele desenvolve uma magia para abrir portas trancadas. Depois de estudar, ele chega a uma fórmula estranha, mas que parece estar certa. Ele vai ate uma porta trancada e usa o ritual que desenvolveu. Ele ouve um ``tec'' da fechadura, e põe a mão na fechadura. Ele toma um baita choque.
Depois disso, Porthos resolve voltar para o quarto e descansar antes de tentar de novo.
Enquanto isso, na caverna
No dia seguinte, Banach repara que está ferido por uma adaga, e a ferida não cicatriza rapidamente. Ele bate na porta, mas ninguém vem. Depois, examina a pedra, e vê que é uma rocha vulcânica. O buraco foi escavado há algum tempo.
Sibila e Porthos na pilhagem
Sibila fala com os guardas, e diz que gostaria de encontrar o aventureiro que ainda está dentro do templo. Os Kuo Toas a deixam entrar. ELa pergunta onde ele está, mas os Kuo Toas não sabem.
Sibila entra no templo, vendo ocasionais guardas fazendo ronda. Ela pede para encontrar o membro do grupo que ficou para trás. Eles não sabem onde ele está. Sibila continua andando. Ela chega ao salão, e sob as pernas da estátua de Tethis há uma porta vigiada por dois guardas. Eles perguntam quem ela é. Ela se identifica como Sibila, e diz que conversou há pouco com Paris, que a mandou ir para junto do grupo de aventureiros. Eles abrem a porta. Sibila pergunta onde a pessoa está, e eles dizem que não sabem exatamente onde.
Sibila desce ao subsolo, e vê um buraco na parede no caminho. Lá embaixo, ela chega a um corredor. A porta no fim está trancada. Sibila bate na porta, mas ninguém vem. Ela abre a porta, e chega a um corredor vazio. Ela passa pelo corredor, ouvindo por trás de cada porta. Ela vê os Kuo Toas no fim do corredor, na porta do templo interno. Ela anda em direção a eles com pose de quem sabe o que está fazendo. Eles olham para ela e não fazem nada. Ela diz que foi enviada por Paris para encontrar a pessoa que resta do grupo de aventureiros. Eles a deixam passar, e a mandam ir para um dos quartos. Sibila entra no quarto e vê Porthos estudando. Eles conversam um pouco e combinam de limpar o lugar para depois sair procurando os outros.
Os marombeiros
Straton acorda e vê os demais ainda dormindo. Lá fora, ele vê que ainda está noite, mas vai amanhecer logo. Nudus está dormino todo feliz, ensanguentado e segurando uns pedaços de bicho. Ele come o resto de comida, e espera os outros acordarem.
Friedmann acorda e cumprimenta Straton. Ele pergunta sobre Ariadne, e pergunta se ela usou algum ritual para curá-los. Straton responde que o cara era bafinho. Friedmann sai para dar uma olhada ao redor. Ele vê a praia, a escadaria que leva ao vilarejo, a que leva ao templo, e algumas casas. Ele volta, e diz a Straton que eles vão depender da água de Ariadne por algum tempo.
Nudus acorda, depois de sonhar que estava matando mais Kuo Toa. Ele dá bom dia. Friedmann vê que o mar está tranqilo. Ele vê que Ariadne acordou, e fala pra ela que agora ela pode fazer as suas coisas sem um bisbilhoteiro irresponsável. Straton resolve ir até o vilarejo atrás de comida. Todos vão com ele.
Eles chegam à vilazinha. A essa hora, a cidade está vazia. Eles vêem algumas casas, uma venda, uma taverninha, um estádio e uma casa em ruínas. Friedmann pergunta se eles provocaram a ruína. Straton diz que ela já estava assim. Depois, ele vai até a taverna e tenta abrir a porta, mas não consegue. Nudus bate na porta. Depois de uns instantes, eles ouvem uma voz meio velha dizendo que já vai. Eles ouvem alguns passos no andar de cima.
No caminho para o templo, Sibila ouve um sussurro chamar pelo seu nome. Ela se aproxima das árvores de onde sai o som. Quem sussurra se apresenta como Lyath. Sibila vê uma sombra pedindo para ela se aproximar, e vai ate ela. Lyath está envolta em uma aura de sombras, e diz que Sibila precisa tomar cuidado com Paris e precisa cuidar de seus amigos. Sibila agradece, e vê que Lyath não está mais lá.
Sibila continua se aproximando em silêncio do templo. Ela passa por um vulcão inativo, e vê que o templo está iluminado. Criaturas vigiam o templo: dois guardas na porta com lanças, e pares de guardas andando em volta. Ela se aproxima pela floresta.
Lá perto, ela espera um par de Kuo Toas passar perto. Ela os chama, e pede uma informação em nome de Paris. Ela pergunta se um grupo de aventureiros que mchegou à ilha ainda está no templo. Eles dizem que nunca ouviram falar dos cavaleiros de Paris, e apontam a lança para ela. Ela diz que é uma guarda de Paris, enviada para saber como eles estão. Os guardas falam entre si numa língua estranha, e ficam olhando para ela com cara de desconfiados. Sibila diz que Dorian pediu que ela falasse isso. Depois de conversar mais um pouco, eles dizem que todos saíram do templo, exceto um que ficou para trás.
Ela vai em direção aos outros guardinhas na porta do templo.
O feitiço novo
Porthos percebe que ele cochilou enquanto se cuidava, e acorda com uma fome descomunal. Ele come uma das provisões, e percebe que sua garganta está arranhando.
Ele desenvolve uma magia para abrir portas trancadas. Depois de estudar, ele chega a uma fórmula estranha, mas que parece estar certa. Ele vai ate uma porta trancada e usa o ritual que desenvolveu. Ele ouve um ``tec'' da fechadura, e põe a mão na fechadura. Ele toma um baita choque.
Depois disso, Porthos resolve voltar para o quarto e descansar antes de tentar de novo.
Enquanto isso, na caverna
No dia seguinte, Banach repara que está ferido por uma adaga, e a ferida não cicatriza rapidamente. Ele bate na porta, mas ninguém vem. Depois, examina a pedra, e vê que é uma rocha vulcânica. O buraco foi escavado há algum tempo.
Sibila e Porthos na pilhagem
Sibila fala com os guardas, e diz que gostaria de encontrar o aventureiro que ainda está dentro do templo. Os Kuo Toas a deixam entrar. ELa pergunta onde ele está, mas os Kuo Toas não sabem.
Sibila entra no templo, vendo ocasionais guardas fazendo ronda. Ela pede para encontrar o membro do grupo que ficou para trás. Eles não sabem onde ele está. Sibila continua andando. Ela chega ao salão, e sob as pernas da estátua de Tethis há uma porta vigiada por dois guardas. Eles perguntam quem ela é. Ela se identifica como Sibila, e diz que conversou há pouco com Paris, que a mandou ir para junto do grupo de aventureiros. Eles abrem a porta. Sibila pergunta onde a pessoa está, e eles dizem que não sabem exatamente onde.
Sibila desce ao subsolo, e vê um buraco na parede no caminho. Lá embaixo, ela chega a um corredor. A porta no fim está trancada. Sibila bate na porta, mas ninguém vem. Ela abre a porta, e chega a um corredor vazio. Ela passa pelo corredor, ouvindo por trás de cada porta. Ela vê os Kuo Toas no fim do corredor, na porta do templo interno. Ela anda em direção a eles com pose de quem sabe o que está fazendo. Eles olham para ela e não fazem nada. Ela diz que foi enviada por Paris para encontrar a pessoa que resta do grupo de aventureiros. Eles a deixam passar, e a mandam ir para um dos quartos. Sibila entra no quarto e vê Porthos estudando. Eles conversam um pouco e combinam de limpar o lugar para depois sair procurando os outros.
Os marombeiros
Straton acorda e vê os demais ainda dormindo. Lá fora, ele vê que ainda está noite, mas vai amanhecer logo. Nudus está dormino todo feliz, ensanguentado e segurando uns pedaços de bicho. Ele come o resto de comida, e espera os outros acordarem.
Friedmann acorda e cumprimenta Straton. Ele pergunta sobre Ariadne, e pergunta se ela usou algum ritual para curá-los. Straton responde que o cara era bafinho. Friedmann sai para dar uma olhada ao redor. Ele vê a praia, a escadaria que leva ao vilarejo, a que leva ao templo, e algumas casas. Ele volta, e diz a Straton que eles vão depender da água de Ariadne por algum tempo.
Nudus acorda, depois de sonhar que estava matando mais Kuo Toa. Ele dá bom dia. Friedmann vê que o mar está tranqilo. Ele vê que Ariadne acordou, e fala pra ela que agora ela pode fazer as suas coisas sem um bisbilhoteiro irresponsável. Straton resolve ir até o vilarejo atrás de comida. Todos vão com ele.
Eles chegam à vilazinha. A essa hora, a cidade está vazia. Eles vêem algumas casas, uma venda, uma taverninha, um estádio e uma casa em ruínas. Friedmann pergunta se eles provocaram a ruína. Straton diz que ela já estava assim. Depois, ele vai até a taverna e tenta abrir a porta, mas não consegue. Nudus bate na porta. Depois de uns instantes, eles ouvem uma voz meio velha dizendo que já vai. Eles ouvem alguns passos no andar de cima.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
12/10/07
Voltando para a realidade... ou não
Porthos solta Featherfall em si mesmo e pula para fora do rio. Ao aterrisar, ele começa a ser puxado para dentro de novo. Ele pega sua sacolinha de componentes mágicos e a solta, mas isso não tem efeito. Ele a guarda de novo enquanto é puxado para dentro do rio novamente.
Ele sai correndo desesperado na direção dos vultos que vê no horizonte. O cenário em volta dele não muda, mas o céu passa de vermelho a um tom enegrecido, e o rio se desgruda das margens, e uma coisa negra fica no lugar. Ele consegue agora sair do meio do rio.
Portho tenta pular para fora do rio mais uma vez, mas quando ele tenta soltar Featherfall mais uma vez, a realidade em volta dele começa a se desfazer, quebrando em pedaços no meio de um fundo negro. Ele começa a cair no nada.
Porthos tenta se comunicar com seu corpo, e encontra uma mão que o segura. É a mão dele próprio. As peças da realidade começam a se distanciar. Seu corpo começa a ficar mais ralo. Ele puxa a outra mão para junto da que está segurando em si mesmo, e as outras três cópias fazem igual. Eles caem como quatro para-quedistas.
Ele começa a ver alguma coisa material, ou pelo menos tangível, lá embaixo. Ele se prepara para o impacto. Ao chegar mais perto, ele vê que são quatro cópias dele mesmo. Ao bater em si mesmo, ele sente todo tipo de sensações sinestésicas, muito intensas. Depois disso, tudo se apaga.
Saindo do farol
Quando Paris vai embora, Sibila se levanta e o chama de volta. Ela pergunta se ele a deixaria encontraro o resto de seu grupo. Paris responde que não vê por que não, e acrescenta que Sibila tem uma aura muito forte de Artemis. Sibila diz que tem uma pequena maldição, que a impede de tocar em metais. Paris faz uns gestos e diz que não se trata de uma maldição.
Sibila conta que Artemis transformou seu marido em uma estátua de ferro, e a conferiu esse incômodo de tocar em metais. Paris diz que Artemis é uma deusa capciosa, e que talvez haja um motivo para ela ter feito isso em Sibila. Ele se retira.
Sibila vai até a porta do farol e sai, cumprimentando os guardinhas da porta.
Despejando os presuntos
Straton dá uma bica na porta, e bate um vento fresco. Eles entram na sala e vão para a porta do outro lado. Straton abre a primeira porta, que dá em um corredor. Eles vão em direção à saída.
Banach ouve murmúrios de conversa vindo de trás de uma porta. Straton não o deixa passar, para não dar as costas às outras portas.
Banach diz que há gente do outro lado. Straton abre a primeira porta. De dentro da sala, dois guardas se levantam.
Straton sai da frente de Nudus, que arremessa um corpo na direção do guarda, mas erra. Straton sai correndo com tudo para cima do cara, que arma uma lança. O guarda o acerta com a lança. O outro tenta estocá-lo com a lança, mas Straton desvia. Banach pega sua espada e entra na sala para ver melhor o que acontece lá dentro. Ariadne prepara sua lança e acerta um dos caras. Friedmann bate no mesmo cara, mas ele desvia.
Nudus tenta usar o outro corpo para acertar o guardinha, mas ele também desvia. Straton acerta violentamente o outro cara, que tenta revidar, sendo bloqueado. Ariadne é acertada pelo outro guarda, e erra o seu ataque. Banach ataca o guarda por trás, mas erra.
O primeiro guardinha vara Nudus e Friedmann com sua lança. Entram mais dois caras na pancadaria.
Nudus arremessa o outro guarda em um dos que entraram, e o derruba. Straton abre o guarda no meio e parte para cima do outro, decapitando-o. Ele olha nos olhos do outro cara e dá um grito, intimidando-o. O guarda dá um grito e sai correndo. Eles ouvem passos de mais gente chegando. Friedmann sai correndo atrás do guarda, mas Ariadne bloqueia o seu caminho. Ele pula por cima dela e sai correndo. Duas lanças voam na direção dele. Uma o acerta.
Banach começa a fazer gestos para carregar uma armadura mágica. De repente a armadura começa a ganhar vida própria e entra no corpo dele, que começa a se contorcer.
O cara que tomou o corpo na cabeça se levanta. Nudus sai correndo e vira o Sudo com tudo no peito do cara, que sai voando e se espatifa na parede.
Straton sai correndo e chuta a outra porta. Ariadne diz que tem mais gente vindo. Nudus bate o Sudo na bunda e manda vir. Banach não consegue parar de se contorcer. Ariadne o puxa pela perna.
Friedmann é cercado no correds por dois guardas. Ele desvia e sai do caminho. Eles começam a se bater. Straton sai à carga no primeiro, o derruba e depois acerta o segundo. Nudus erra. Friedmann atravessa o peito dele com um soco.
Nudus volta para a sala e pega os dois corpos originais que estava carregando. Straton pega três corpos para carregar. Banach consegue se recuperar. No meio da sala há um fogareiro. Eles empurram o fogareiro com os pés. O que o prendia no chão quebra, e eles arrastam o fogareiro para fora da sala.
Eles passam o fogareiro para fora do templo e jogam os corpos dentro.
A estátua
Depois de um tempo, Porthos acorda estatelado de bruços. Ele está em uma superfície razoavelmente regular, amarela ocre, com umas marcas no chão. Parece que ele está em uma mão enorme. Olhando para trás, ele vê uma estátua enorme, amarela ocre. Parece uma estátua de uma divindade, aparentemente de um dos olímpicos. Ela está flutuando no nada.
Porthos começa a escalar o braço da estátua. É uma subida difícil. Depois de um tempo, ele chega ao ombro da estátua. A figura usa um elmo grego. Porthos sobe até a cabeça, e de lá de cima só vê a estátua, e um fundo preto. Ele volta até a orelha e dá um grito lá dentro. O grito ecoa, e mais nada acontece. Porthos desce até o ombro e começa a se concentrar para acordar de novo. Ele entra em um estado de meditação profunda, e vê tudo preto. Ele começa a se desprender do corpo.
Porthos vê de cima o seu corpo em posição de lótus sentado no ombro da estátua, que começa a rachar a partir da posição de Porthos. As rachaduras são vermelhas. Elas recobrem a estátua toda. A casca amarela começa a cair, revelando o vermelho dentro: um corpo humanóide vestindo uma armadura de combate. Na outra mão lá longe aparece uma lança. O corpo treme como se estivesse se livrando de um casulo.
Porthos se sente puxado de volta para o seu corpo. Ao retornar, ele se vê em cima da estátua de novo. Ele dispara mísseis mágicos na estátua, soltando apenas algumas lasquinhas dela.
Ocorre a Porthos a dúvida de que talvez realmente a divindade exista. Essa dúvida o atormenta, e ele vê a mera estátua às vezes se alternando com um ser humano de verdade. Porthos nega para si mesmo que essa alucinação seja um ainterferência externa, e se arremessa para fora da estátua.
Algo deu errado
Sibila sai do farol e vai andar em direção ao templo. Um guarda a avisa que Dorian mandou avisar que a ilha está tendo problemas com os Kuo Toas, e que é melhor ela voltar aos seus aposentos enquanto eles descobrem o que está acontecendo. Ele diz que um amigo de Paris acabou de chegar à ilha.
Sibila pergunta por que eles precisam de tantos guardas. O guarda diz que os Kuo Toas são muito revoltosos, e os que estão na ilha são dominados pelo medo. Ele menciona as duas tribos de Kuo Toas rivais, e diz que uma está a favor deles. Eles conversam um pouco sobre o amigo de Paris que está chegando e sobre os Kuo Toas e seus amigos caranguejos.
Algum tempo depois, um guarda chega e pede que Sibila volte para o farol até que as pessoas enviadas por Paris para averiguar a situação voltem. Se ela quiser ir, é por sua conta e risco. Sibila decide esperar mais algum tempo no farol, mas diz que vai voltar pedindo mais notícias. Ela volta para o farol.
A queda e a revelação
Enquanto Porthos cai, ele se lembra do que passou até ali: primeiro ele estava começando a aceitar a existência dos deuses (embora não reconhecesse a sua autoridade), e depois tentou se convencer de que talcoisa não existe. A sua cabeça estava fazendo truques com ele. Enquanto Porthos cai e pensa sobre isso, seu corpo começa a se desfazer.
Porthos entende que todo esse tempo era contra a sua própria dúvida que ele estava lutando. Suas certezas estavam abaladas, e isso o mantinha prisioneiro.
Churrasquinho grego
Fora do templo, os corposqueimam e exalam muita fumaça e um cheiro muito desagradável. Ariadne cura os ferimentos dos outros.
Banach vê um vulto lá fora. Ariadne sobe no altar e começa a rezar para abençoar todos os seus aliados. Straton and acom sua espada apontada para a frente. Chega Dorian acompanhado de alguns Kuo Toas. Nudus arremessa uma bola de boliche na cabeça dele.
Ariadne percebe que Dorian está puto. A bola acerta Dorian no peito, e ele pára numa boa. Dorian pula para cima de Nudus, a sua espada pega fogo e ele bate no peito de Nudus, pulando para trás. Nudus cai no chão, e pula um monte de Kuo Toas para cima dele.
Nudus entra em fúria e sai esmagando cabeças de Kuo Toas. Friedmann se concentra. Straton sai em carga para cima de Dorian. Banach ouve uma voz falando alguma coisa para ele. A voz diz "venha, Banach, me siga". Ele tenta se lembrar de quem é a voz. Depois, ele pensa "bitch!".
Dorian pula em cima de Straton e acerta uma porrada meia-boca. Pares de Kuo Toas batem em Nudus, Ariadne e Straton. Banach vai perguntar o que diabos Dorian quer, mas ele sente algo o cortando. Ele se sente meio tonto, sua visão fica turva e ele apaga. Friedmann carrega o seu Eon, e só Ariadne percebe. Ele descarrega uma rajada de golpes nos Kuo Toas, errando porque eles são muito escorregadios.
Dorian acerta duas espadadas em Straton. Nudus continua errando os Kuo Toas, e eles também não o acertam. Ariadne acerta um deles, e ele é jogado para o chão tentando revidar. Um Kuo Toa acerta Friedmann. Straton está caído no chão.
De repente, todos ouvem a voz de Banach gritando para eles pararem.
Dorian olha, e diz que estava demorando para Banach voltar.
Straton sente tudo ficar escuro. Ele está caindo, e seu corpo passa do chão. Uma mão vermelha, toda ensangüentada o segura. É Ares, que diz que agora não é a hora dele.
Straton acorda consciente.
Nudus parte para atacar Banach. Dorian fala para ele não tentar. Nudus manda-o cagar no mato e parte para cima de Banach. Uma corrente o puxa, e ele cai de boca no chão. Nudus se levanta e continua avançando para Banach. Ele senta o Sudo em cima dele, e Banach sai voando, indo parar estatelado no meio de uma coluna. Cinco Kuo Toas partem para cima dele. Nudus parte enfurecido para cima deles, e deixa um deles mal.
Os Kuo Toas partem para cima dele. Três erram e dois acertam.
Enquanto isso, Dorian vai calmamente até Banach, o levanta e o carrega até a sua posição original. Straton pergunta se Dorian conece o Banach. Ele diz que foi ele que os trouxe até ali. Straton diz a Nudus que ele nem deu a chande de eles perguntarem para o bafinho (Dorian) qual era a dele. Straton fala para o Kuo Toa abaixar essa merda. Ele continua apontando a lança para ele.
Nudus erra seu ataque, e leva mais algumas porradas dos 5 Kuo Toas.
Straton pergunta o que eles fazem com eles. Ariadne diz que todos eles deveriam queimar no Hades. Straton tenta quebrar a lança do Kuo Toa, e ele a tira de perto. Dorian fica olhando.
Nudus continua trocando porradas com os Kuo Toas. Ele mata um, os outros avançam para cima dele, ele arremessa um segundo no teto do templo, mata o terceiro, se defende dos dois que sobraram, e continua batendo. O Kuo Toa finca uma lança nele, e Nudus se aproveita do impacto obliterando os dois últimos Kuo Toas e caindo no chão em seguida, depois de falar para os outros que é assim que faz.
Um Kuo Toa cutuca Nudus com a lança para ver se ele não está se mexendo. Dorian fica olhando, e pergunta o que eles acham que estavam fazendo.
Straton diz que eles estavam saindo. Dorian diz que ninguém os estava impedindo de sair. Dorian pergunta se eles tinham que matar homens para sair. Straton pergunta por que não. Dorian diz que se era só isso que eles queriam, então é para eles irem embora, que ninguém vai impedir.
Ariadne faz uma magia de cura em Nudus, que acorda meio tonto. Dorian reagrupa com os Kuo Toas e fica olhando para eles. Nudus pergunta o que aconteceu. Straton fala para eles irem embora. Eles tentam entrar novamente no templo, mas Dorian impede a passagem. Straton diz que eles precisam pegar o que ainda está caído. Ariadne diz que não vai sair dali sem antes pegar o que falta.
Eles saem do templo. São cerca de duas da tarde. Eles andam na estradinha que leva à praia.
Rumores sobre a minha morte...
Porthos cai e sente uma dor terrível. Até que tudo fica negro, e ele sente seu corpo inteiro doendo. Ele abre os olhos e se vê em um lugar branco. Seus olhos dóem. Ele se levanta, e se vê num quarto com paredes de mármore, sentado numa cama toda remexida. Ele está todo molhado, sujo de algumas coisas gosmentas. Na cama, há duas moedas. Ele as guarda num bolso separado.
Porthos se sente tonto, e enxergando mal. Praticamente incapacitado, ele consegue andar com dificuldade. Ele sai do quarto e vai até uma porta aberta no corredor. Lá é o quarto onde ele e os outros estavam. Ele pega suas coisas e alguns pertences dos outros, e sai para o outro corredor.
lá fora, ele vê dois Kuo Toas, que apontam as lanças para ele. Há uma poça de sangue e um buraco na parede. Ele pergunta o que aconteceu ali. Os Kuo Toas não respondem e o mandam esperar no seu quarto, não o deixando passar. Porthos volta pelo corredor e vai fuçar nos quartos. Em um deles ele encontra alguns pedaços de armadura e roupas. No balcão, ele encontra em uma gaveta oculta um frasco com uma poção e um canudo com um pergaminho. Lá dentro há uma magia divina. A poção é uma poção de cura.
As outras portas estão trancadas, e não há outra saída desse corredor. Ele volta para o quarto em que estariam os outros e começa a se tratar da dor de cabeça.
Vagando pelo farol
Sibila começa a fuçar no farol, tentando abrir as portas trancadas em seu caminho. Ela começa a destrancar as fechaduras. As celas ali estão vazias. Continuando pelo corredor, ela bisbilhota nas outras celas. Ela encontra 2 seres humanóides em uma cela, mas que não são Kuo Toas. Ela continua e encontra uma porta, onde ela ouve barulho de água, ela entra.
É um salão circular com buracos que refletem vagamente a luz e uma mesa com 2 cadeiras. Ela conclui que deve ser uma adega, ao encontrar várias garrafas rotuladas. Do outro lado tem barris de madeira.
Ela sai da adega e vai passando pelas celas, onde tem mais desses seres, eles são muito feios. Ela ouve passos e segue furtivamente até o seu quarto. Lá, ela fecha a cortina e fica espreitando pelo que esta causando os passos. Ela ouve barulho de coisas se arrastando. Passa um guardinha que a avisa que a situação se normalizou. Ela pergunta dos barulhos, e o guarda diz que eram dois Kuo Toas que foram capturados. O amigo de Paris resolveu o problema.
Sibila pergunta como esses Kuo Toas foram pegos. O guarda responde que eles começara a depredar a costa, com uma tropinha relativamente grande. Segundo ele, Dorian conseguiu capturar os líderes e dizimar o resto. O amigo de Paris, que ele acha que se chama Hilbert, foi mortalmente ferido durante o combate. Dorian o trouxe até ali.
Sibila diz que seu grupo também está interessado em acertar as contas com esse outro grupo de Kuo Toas. Eles saem juntos da prisão. O guarda diz que Paris encontrou um outro quarto para ela, pois os Kuo Toas vão ficar ali. Ela vai ficar em uma vilazinha perto da praia. Eles sobem até o saguão do farol. Sibila sai e vai andando em direção ao templo.
Os exilados do templo
O caminho para a praia parece tranqüilo. Friedmann repara que na torre de vigia há um vulto os observando, carregando um arco. Ele comenta com os outros. Eles já não o vêem mais.
Na praia, não há mais barcos. Eles aproveitam a oportunidade para cuidar dos ferimentos. Straton e Ariadne combinam de matar Herdionte quando o encontrarem, porque seus marinheiros fugiram.
Eles começam a ficar com fome. Nudus vai para o bosque mais próximo caçar coisas. Straton vai para uma das casinhas vazias e dorme. Ariadne fica com ele.
No bosque, Nudus caça alguns animais, ajudado por Friedmann. Nesse meio tempo, cai a noite. Eles vêem de longe uma tênue luz vindo do farol em ruínas. Eles voltam e encontram a fogueira acesa por Ariadne. Nudus começa a fazer comida. Ariadne cria a água para cozinhar. A casa não tem sinal de outros habitantes.
Lá dentro, algumas paredes estão quebradas (como se Nudus tivesse passado por ali). Friedmann pergunta para Ariadne se foi ele que matou os Kuo Toas cujos pedaços estão ali no chão. Ela diz que foram ele e Straton.
Eles comem e descansam.
Banach e a esquizofrenia
Banach acorda largado em uma sala vazia escavada na pedra, apenas com a roupa do corpo e uma dor de cabeça. No chão há uma bandeja com um jarro e um prato. A porta está trancada. Ele ouve uma leve brisa do lado de fora. No fundo, barulho de ondas. A porta é de madeira reforçada com muito ferro.
Ele tenta derrubar a porta com um chute, mas não consegue. Ele vai comer o que há na bandeja.
Sibila vai ao banheiro
Sibila vai até a porta, agradece o guarda e sai do farol, a caminho do templo. Ao sair, ela tem a impressão de ouvir a voz de Banach dentro do farol, conversando com alguém com a voz de Dorian. Ela fica curiosa e volta, dizendo ao guarda que quer ir ao banheiro. O guarda acha que não há banheiro lá dentro. Ele a leva até a sala em que ela estava.
No caminho, ela ouve a voz de Banach conversando com Dorian e rindo. Ela comenta com o guarda que gostaria de agradecer Dorian pela hospitalidade. O guarda diz que Dorian pediu para não ser incomodado, e que transmitirá as suas palavras para ele amanhã.
Ela chega até sua sala, e continua pedindo para o guarda a deixar falar com Dorian. Depois de ser recusada, ela sai do farol e vai para o templo.
Porthos solta Featherfall em si mesmo e pula para fora do rio. Ao aterrisar, ele começa a ser puxado para dentro de novo. Ele pega sua sacolinha de componentes mágicos e a solta, mas isso não tem efeito. Ele a guarda de novo enquanto é puxado para dentro do rio novamente.
Ele sai correndo desesperado na direção dos vultos que vê no horizonte. O cenário em volta dele não muda, mas o céu passa de vermelho a um tom enegrecido, e o rio se desgruda das margens, e uma coisa negra fica no lugar. Ele consegue agora sair do meio do rio.
Portho tenta pular para fora do rio mais uma vez, mas quando ele tenta soltar Featherfall mais uma vez, a realidade em volta dele começa a se desfazer, quebrando em pedaços no meio de um fundo negro. Ele começa a cair no nada.
Porthos tenta se comunicar com seu corpo, e encontra uma mão que o segura. É a mão dele próprio. As peças da realidade começam a se distanciar. Seu corpo começa a ficar mais ralo. Ele puxa a outra mão para junto da que está segurando em si mesmo, e as outras três cópias fazem igual. Eles caem como quatro para-quedistas.
Ele começa a ver alguma coisa material, ou pelo menos tangível, lá embaixo. Ele se prepara para o impacto. Ao chegar mais perto, ele vê que são quatro cópias dele mesmo. Ao bater em si mesmo, ele sente todo tipo de sensações sinestésicas, muito intensas. Depois disso, tudo se apaga.
Saindo do farol
Quando Paris vai embora, Sibila se levanta e o chama de volta. Ela pergunta se ele a deixaria encontraro o resto de seu grupo. Paris responde que não vê por que não, e acrescenta que Sibila tem uma aura muito forte de Artemis. Sibila diz que tem uma pequena maldição, que a impede de tocar em metais. Paris faz uns gestos e diz que não se trata de uma maldição.
Sibila conta que Artemis transformou seu marido em uma estátua de ferro, e a conferiu esse incômodo de tocar em metais. Paris diz que Artemis é uma deusa capciosa, e que talvez haja um motivo para ela ter feito isso em Sibila. Ele se retira.
Sibila vai até a porta do farol e sai, cumprimentando os guardinhas da porta.
Despejando os presuntos
Straton dá uma bica na porta, e bate um vento fresco. Eles entram na sala e vão para a porta do outro lado. Straton abre a primeira porta, que dá em um corredor. Eles vão em direção à saída.
Banach ouve murmúrios de conversa vindo de trás de uma porta. Straton não o deixa passar, para não dar as costas às outras portas.
Banach diz que há gente do outro lado. Straton abre a primeira porta. De dentro da sala, dois guardas se levantam.
Straton sai da frente de Nudus, que arremessa um corpo na direção do guarda, mas erra. Straton sai correndo com tudo para cima do cara, que arma uma lança. O guarda o acerta com a lança. O outro tenta estocá-lo com a lança, mas Straton desvia. Banach pega sua espada e entra na sala para ver melhor o que acontece lá dentro. Ariadne prepara sua lança e acerta um dos caras. Friedmann bate no mesmo cara, mas ele desvia.
Nudus tenta usar o outro corpo para acertar o guardinha, mas ele também desvia. Straton acerta violentamente o outro cara, que tenta revidar, sendo bloqueado. Ariadne é acertada pelo outro guarda, e erra o seu ataque. Banach ataca o guarda por trás, mas erra.
O primeiro guardinha vara Nudus e Friedmann com sua lança. Entram mais dois caras na pancadaria.
Nudus arremessa o outro guarda em um dos que entraram, e o derruba. Straton abre o guarda no meio e parte para cima do outro, decapitando-o. Ele olha nos olhos do outro cara e dá um grito, intimidando-o. O guarda dá um grito e sai correndo. Eles ouvem passos de mais gente chegando. Friedmann sai correndo atrás do guarda, mas Ariadne bloqueia o seu caminho. Ele pula por cima dela e sai correndo. Duas lanças voam na direção dele. Uma o acerta.
Banach começa a fazer gestos para carregar uma armadura mágica. De repente a armadura começa a ganhar vida própria e entra no corpo dele, que começa a se contorcer.
O cara que tomou o corpo na cabeça se levanta. Nudus sai correndo e vira o Sudo com tudo no peito do cara, que sai voando e se espatifa na parede.
Straton sai correndo e chuta a outra porta. Ariadne diz que tem mais gente vindo. Nudus bate o Sudo na bunda e manda vir. Banach não consegue parar de se contorcer. Ariadne o puxa pela perna.
Friedmann é cercado no correds por dois guardas. Ele desvia e sai do caminho. Eles começam a se bater. Straton sai à carga no primeiro, o derruba e depois acerta o segundo. Nudus erra. Friedmann atravessa o peito dele com um soco.
Nudus volta para a sala e pega os dois corpos originais que estava carregando. Straton pega três corpos para carregar. Banach consegue se recuperar. No meio da sala há um fogareiro. Eles empurram o fogareiro com os pés. O que o prendia no chão quebra, e eles arrastam o fogareiro para fora da sala.
Eles passam o fogareiro para fora do templo e jogam os corpos dentro.
A estátua
Depois de um tempo, Porthos acorda estatelado de bruços. Ele está em uma superfície razoavelmente regular, amarela ocre, com umas marcas no chão. Parece que ele está em uma mão enorme. Olhando para trás, ele vê uma estátua enorme, amarela ocre. Parece uma estátua de uma divindade, aparentemente de um dos olímpicos. Ela está flutuando no nada.
Porthos começa a escalar o braço da estátua. É uma subida difícil. Depois de um tempo, ele chega ao ombro da estátua. A figura usa um elmo grego. Porthos sobe até a cabeça, e de lá de cima só vê a estátua, e um fundo preto. Ele volta até a orelha e dá um grito lá dentro. O grito ecoa, e mais nada acontece. Porthos desce até o ombro e começa a se concentrar para acordar de novo. Ele entra em um estado de meditação profunda, e vê tudo preto. Ele começa a se desprender do corpo.
Porthos vê de cima o seu corpo em posição de lótus sentado no ombro da estátua, que começa a rachar a partir da posição de Porthos. As rachaduras são vermelhas. Elas recobrem a estátua toda. A casca amarela começa a cair, revelando o vermelho dentro: um corpo humanóide vestindo uma armadura de combate. Na outra mão lá longe aparece uma lança. O corpo treme como se estivesse se livrando de um casulo.
Porthos se sente puxado de volta para o seu corpo. Ao retornar, ele se vê em cima da estátua de novo. Ele dispara mísseis mágicos na estátua, soltando apenas algumas lasquinhas dela.
Ocorre a Porthos a dúvida de que talvez realmente a divindade exista. Essa dúvida o atormenta, e ele vê a mera estátua às vezes se alternando com um ser humano de verdade. Porthos nega para si mesmo que essa alucinação seja um ainterferência externa, e se arremessa para fora da estátua.
Algo deu errado
Sibila sai do farol e vai andar em direção ao templo. Um guarda a avisa que Dorian mandou avisar que a ilha está tendo problemas com os Kuo Toas, e que é melhor ela voltar aos seus aposentos enquanto eles descobrem o que está acontecendo. Ele diz que um amigo de Paris acabou de chegar à ilha.
Sibila pergunta por que eles precisam de tantos guardas. O guarda diz que os Kuo Toas são muito revoltosos, e os que estão na ilha são dominados pelo medo. Ele menciona as duas tribos de Kuo Toas rivais, e diz que uma está a favor deles. Eles conversam um pouco sobre o amigo de Paris que está chegando e sobre os Kuo Toas e seus amigos caranguejos.
Algum tempo depois, um guarda chega e pede que Sibila volte para o farol até que as pessoas enviadas por Paris para averiguar a situação voltem. Se ela quiser ir, é por sua conta e risco. Sibila decide esperar mais algum tempo no farol, mas diz que vai voltar pedindo mais notícias. Ela volta para o farol.
A queda e a revelação
Enquanto Porthos cai, ele se lembra do que passou até ali: primeiro ele estava começando a aceitar a existência dos deuses (embora não reconhecesse a sua autoridade), e depois tentou se convencer de que talcoisa não existe. A sua cabeça estava fazendo truques com ele. Enquanto Porthos cai e pensa sobre isso, seu corpo começa a se desfazer.
Porthos entende que todo esse tempo era contra a sua própria dúvida que ele estava lutando. Suas certezas estavam abaladas, e isso o mantinha prisioneiro.
Churrasquinho grego
Fora do templo, os corposqueimam e exalam muita fumaça e um cheiro muito desagradável. Ariadne cura os ferimentos dos outros.
Banach vê um vulto lá fora. Ariadne sobe no altar e começa a rezar para abençoar todos os seus aliados. Straton and acom sua espada apontada para a frente. Chega Dorian acompanhado de alguns Kuo Toas. Nudus arremessa uma bola de boliche na cabeça dele.
Ariadne percebe que Dorian está puto. A bola acerta Dorian no peito, e ele pára numa boa. Dorian pula para cima de Nudus, a sua espada pega fogo e ele bate no peito de Nudus, pulando para trás. Nudus cai no chão, e pula um monte de Kuo Toas para cima dele.
Nudus entra em fúria e sai esmagando cabeças de Kuo Toas. Friedmann se concentra. Straton sai em carga para cima de Dorian. Banach ouve uma voz falando alguma coisa para ele. A voz diz "venha, Banach, me siga". Ele tenta se lembrar de quem é a voz. Depois, ele pensa "bitch!".
Dorian pula em cima de Straton e acerta uma porrada meia-boca. Pares de Kuo Toas batem em Nudus, Ariadne e Straton. Banach vai perguntar o que diabos Dorian quer, mas ele sente algo o cortando. Ele se sente meio tonto, sua visão fica turva e ele apaga. Friedmann carrega o seu Eon, e só Ariadne percebe. Ele descarrega uma rajada de golpes nos Kuo Toas, errando porque eles são muito escorregadios.
Dorian acerta duas espadadas em Straton. Nudus continua errando os Kuo Toas, e eles também não o acertam. Ariadne acerta um deles, e ele é jogado para o chão tentando revidar. Um Kuo Toa acerta Friedmann. Straton está caído no chão.
De repente, todos ouvem a voz de Banach gritando para eles pararem.
Dorian olha, e diz que estava demorando para Banach voltar.
Straton sente tudo ficar escuro. Ele está caindo, e seu corpo passa do chão. Uma mão vermelha, toda ensangüentada o segura. É Ares, que diz que agora não é a hora dele.
Straton acorda consciente.
Nudus parte para atacar Banach. Dorian fala para ele não tentar. Nudus manda-o cagar no mato e parte para cima de Banach. Uma corrente o puxa, e ele cai de boca no chão. Nudus se levanta e continua avançando para Banach. Ele senta o Sudo em cima dele, e Banach sai voando, indo parar estatelado no meio de uma coluna. Cinco Kuo Toas partem para cima dele. Nudus parte enfurecido para cima deles, e deixa um deles mal.
Os Kuo Toas partem para cima dele. Três erram e dois acertam.
Enquanto isso, Dorian vai calmamente até Banach, o levanta e o carrega até a sua posição original. Straton pergunta se Dorian conece o Banach. Ele diz que foi ele que os trouxe até ali. Straton diz a Nudus que ele nem deu a chande de eles perguntarem para o bafinho (Dorian) qual era a dele. Straton fala para o Kuo Toa abaixar essa merda. Ele continua apontando a lança para ele.
Nudus erra seu ataque, e leva mais algumas porradas dos 5 Kuo Toas.
Straton pergunta o que eles fazem com eles. Ariadne diz que todos eles deveriam queimar no Hades. Straton tenta quebrar a lança do Kuo Toa, e ele a tira de perto. Dorian fica olhando.
Nudus continua trocando porradas com os Kuo Toas. Ele mata um, os outros avançam para cima dele, ele arremessa um segundo no teto do templo, mata o terceiro, se defende dos dois que sobraram, e continua batendo. O Kuo Toa finca uma lança nele, e Nudus se aproveita do impacto obliterando os dois últimos Kuo Toas e caindo no chão em seguida, depois de falar para os outros que é assim que faz.
Um Kuo Toa cutuca Nudus com a lança para ver se ele não está se mexendo. Dorian fica olhando, e pergunta o que eles acham que estavam fazendo.
Straton diz que eles estavam saindo. Dorian diz que ninguém os estava impedindo de sair. Dorian pergunta se eles tinham que matar homens para sair. Straton pergunta por que não. Dorian diz que se era só isso que eles queriam, então é para eles irem embora, que ninguém vai impedir.
Ariadne faz uma magia de cura em Nudus, que acorda meio tonto. Dorian reagrupa com os Kuo Toas e fica olhando para eles. Nudus pergunta o que aconteceu. Straton fala para eles irem embora. Eles tentam entrar novamente no templo, mas Dorian impede a passagem. Straton diz que eles precisam pegar o que ainda está caído. Ariadne diz que não vai sair dali sem antes pegar o que falta.
Eles saem do templo. São cerca de duas da tarde. Eles andam na estradinha que leva à praia.
Rumores sobre a minha morte...
Porthos cai e sente uma dor terrível. Até que tudo fica negro, e ele sente seu corpo inteiro doendo. Ele abre os olhos e se vê em um lugar branco. Seus olhos dóem. Ele se levanta, e se vê num quarto com paredes de mármore, sentado numa cama toda remexida. Ele está todo molhado, sujo de algumas coisas gosmentas. Na cama, há duas moedas. Ele as guarda num bolso separado.
Porthos se sente tonto, e enxergando mal. Praticamente incapacitado, ele consegue andar com dificuldade. Ele sai do quarto e vai até uma porta aberta no corredor. Lá é o quarto onde ele e os outros estavam. Ele pega suas coisas e alguns pertences dos outros, e sai para o outro corredor.
lá fora, ele vê dois Kuo Toas, que apontam as lanças para ele. Há uma poça de sangue e um buraco na parede. Ele pergunta o que aconteceu ali. Os Kuo Toas não respondem e o mandam esperar no seu quarto, não o deixando passar. Porthos volta pelo corredor e vai fuçar nos quartos. Em um deles ele encontra alguns pedaços de armadura e roupas. No balcão, ele encontra em uma gaveta oculta um frasco com uma poção e um canudo com um pergaminho. Lá dentro há uma magia divina. A poção é uma poção de cura.
As outras portas estão trancadas, e não há outra saída desse corredor. Ele volta para o quarto em que estariam os outros e começa a se tratar da dor de cabeça.
Vagando pelo farol
Sibila começa a fuçar no farol, tentando abrir as portas trancadas em seu caminho. Ela começa a destrancar as fechaduras. As celas ali estão vazias. Continuando pelo corredor, ela bisbilhota nas outras celas. Ela encontra 2 seres humanóides em uma cela, mas que não são Kuo Toas. Ela continua e encontra uma porta, onde ela ouve barulho de água, ela entra.
É um salão circular com buracos que refletem vagamente a luz e uma mesa com 2 cadeiras. Ela conclui que deve ser uma adega, ao encontrar várias garrafas rotuladas. Do outro lado tem barris de madeira.
Ela sai da adega e vai passando pelas celas, onde tem mais desses seres, eles são muito feios. Ela ouve passos e segue furtivamente até o seu quarto. Lá, ela fecha a cortina e fica espreitando pelo que esta causando os passos. Ela ouve barulho de coisas se arrastando. Passa um guardinha que a avisa que a situação se normalizou. Ela pergunta dos barulhos, e o guarda diz que eram dois Kuo Toas que foram capturados. O amigo de Paris resolveu o problema.
Sibila pergunta como esses Kuo Toas foram pegos. O guarda responde que eles começara a depredar a costa, com uma tropinha relativamente grande. Segundo ele, Dorian conseguiu capturar os líderes e dizimar o resto. O amigo de Paris, que ele acha que se chama Hilbert, foi mortalmente ferido durante o combate. Dorian o trouxe até ali.
Sibila diz que seu grupo também está interessado em acertar as contas com esse outro grupo de Kuo Toas. Eles saem juntos da prisão. O guarda diz que Paris encontrou um outro quarto para ela, pois os Kuo Toas vão ficar ali. Ela vai ficar em uma vilazinha perto da praia. Eles sobem até o saguão do farol. Sibila sai e vai andando em direção ao templo.
Os exilados do templo
O caminho para a praia parece tranqüilo. Friedmann repara que na torre de vigia há um vulto os observando, carregando um arco. Ele comenta com os outros. Eles já não o vêem mais.
Na praia, não há mais barcos. Eles aproveitam a oportunidade para cuidar dos ferimentos. Straton e Ariadne combinam de matar Herdionte quando o encontrarem, porque seus marinheiros fugiram.
Eles começam a ficar com fome. Nudus vai para o bosque mais próximo caçar coisas. Straton vai para uma das casinhas vazias e dorme. Ariadne fica com ele.
No bosque, Nudus caça alguns animais, ajudado por Friedmann. Nesse meio tempo, cai a noite. Eles vêem de longe uma tênue luz vindo do farol em ruínas. Eles voltam e encontram a fogueira acesa por Ariadne. Nudus começa a fazer comida. Ariadne cria a água para cozinhar. A casa não tem sinal de outros habitantes.
Lá dentro, algumas paredes estão quebradas (como se Nudus tivesse passado por ali). Friedmann pergunta para Ariadne se foi ele que matou os Kuo Toas cujos pedaços estão ali no chão. Ela diz que foram ele e Straton.
Eles comem e descansam.
Banach e a esquizofrenia
Banach acorda largado em uma sala vazia escavada na pedra, apenas com a roupa do corpo e uma dor de cabeça. No chão há uma bandeja com um jarro e um prato. A porta está trancada. Ele ouve uma leve brisa do lado de fora. No fundo, barulho de ondas. A porta é de madeira reforçada com muito ferro.
Ele tenta derrubar a porta com um chute, mas não consegue. Ele vai comer o que há na bandeja.
Sibila vai ao banheiro
Sibila vai até a porta, agradece o guarda e sai do farol, a caminho do templo. Ao sair, ela tem a impressão de ouvir a voz de Banach dentro do farol, conversando com alguém com a voz de Dorian. Ela fica curiosa e volta, dizendo ao guarda que quer ir ao banheiro. O guarda acha que não há banheiro lá dentro. Ele a leva até a sala em que ela estava.
No caminho, ela ouve a voz de Banach conversando com Dorian e rindo. Ela comenta com o guarda que gostaria de agradecer Dorian pela hospitalidade. O guarda diz que Dorian pediu para não ser incomodado, e que transmitirá as suas palavras para ele amanhã.
Ela chega até sua sala, e continua pedindo para o guarda a deixar falar com Dorian. Depois de ser recusada, ela sai do farol e vai para o templo.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
9/10/07
Quinto Istamenou Metageitnion
O cenário desolado e o rio infinito
Porthos tenta ignorar a miríade de sensações à sua volta, se concentrando em se comunicar com a sua fisiologia. Ele se concentra em algum procedimento mágico e fica completamente alheio às impressões do lugar. No meio da meditação, ele ouve um trovão muito próximo, que o interrompe.
Em seguida, ele tenta fazer uma combinação entre os procedimentos, mas não consegue tirar o objetivo de se desvencilhar do lugar da cabeça, e não obtém resultado.
Porthos tenta pular para fora do rio. Ele consegue se soltar da água, e dá uma barrigada com as mãos fincadas no chão fora do rio. Com uma força descomunal, o rio o puxa de volta para dentro.
Porthos tenta puxar os membros podres da água do rio, mas não encontra nenhum.
Ao fundo, as margens parecem se separar do rio, que desemboca em lugar nenhum. Os vultos estão no leito do rio, que corre em linha reta e mantém constante a distância entre margens até onde Porthos consegue ver.
Porthos conclui que tudo o que o lugar faz é frustrar as intenções dele, não importa o método. Ele tenta se abrir a todas as sensações do lugar, a ponto de sobrecarregar os sentidos, para depois sair andando. Ele não consegue se concentrar no lugar.
Ele anda uma hora para trás e duas horas para a frente, mas os vultos e o final do rio parecem estar tão longe que essa dstância é irrelevante.
Porthos põe a mão na água, tentando se desligar nela, mas não consegue.
Sibila e o bacana
A porta da sala se abre. Sibila sente um aroma agradável: um leve cheiro de amêndoas. Ela vê um sujeito vestido de branco se aproximando calmamente. Ela se levanta suavemente e faz uma reverência, dizendo que está feliz em encontrá-lo.
O cara, com não mais de 1,70 de altura, muito franzino e pálido, diz que não é para tanto. Ele usa uma túnica branca com um cinto púrpura, não tem sinal de pêlo no corpo e usa um cabelo cortado tigelinha. Ele aparenta ter uns trinta anos.
O cara vai direto para o outro lado da mesa. Sibila se senta novamente. Nos primeiros minutos, o cara observa Sibila insanamente, e ela fica muito desconfortável. Ele passa uma sensação de vazio para ela. Depois de dois minutos desconfortáveis, ele diz o nome dela e se apresenta.
Sibila diz que tudo na ilha parece girar em torno dele. Paris diz a ela que se sirva. Os empregados entram na sala, servem os dois e saem. Paris pega algo para comer, e diz para Sibila experimentar algo. Ela percebe que Paris murmura algo enquanto come, e seus olhos parecem brilhar por um brevíssimo instante.
Paris pergunta a Sibila o que ela veio fazer ali. Ela sente uma incrível compulsão por falar a verdade. Ela diz que está ali por dois motivos. O primeiro é que seu marido sofreu uma maldição de Artêmis, que disparou algumas flechas pelo mundo. Ela precisa encontrar todas as flechas para remover a maldição. Para saber onde procurar, ela foi ao Oráculo de Delfos. Como o lugar estava fechado, ela acabou se juntando a um grupo de pessoas que também querem resolver o problema com os barcos que levou ao fechamento do Oráculo.
Paris pergunta o que eles têm a ganhar com isso. Ela responde que o único objetivo dela era chegar ao Oráculo. Paris diz não saber que o Oráculo estava fechado, e em seguida pergunta sobre os amigos dela, pedindo que ea conte sobre eles.
Sibila conta que são pessoas bastante diversas, que por motivos diferentes queriam resolver o problema. Ela menciona o elfo prisioneiro, e dá os detalhes a Paris, que fica intrigado.
Ela diz que foi graças aos pescadores da região que eles conseguiram chegar ali, com o objetivo de investigar o sumiço dos seus barcos. Paris pergunta se algum líder dos pescadores os levou até ali. Ela menciona Caron, que desapareceu no caminho para a ilha, levado pelos Kuo Toas. Paris diz que eles são uma raça muito belicosa e segregada, o que os torna muito úteis.
Sibila pergunta o que pode estar causando os ataques aos pescadores. Paris diz que duas tribos de Kuo Toas estão em guerra entre si, o que pode ter levado aos ataques aos barcos.
Sibila pergunta sobre a ilha, pedindo que Paris a informe sobre o que acontece por ali. Paris diz que é o lorde dessa ilha, dedicada à titânide Tethys. Essa ilha é um santuário, que existe desde tempos imemoriais.
Sibila pergunta sobre a reação das pessoas da ilha, e Paris diz que eles precisam de proteção, devido à guerra entre os Kuo Toas.
Paris pergunta por que Sibila estava separada de seus amigos. Ela diz que ficou com dúvidas quanto ao que esperar, e permaneceu sozinha e escondida para descobrir mais sobre a ilha antes de se apresentar.
Paris comenta que o grupo deles é muito diversificado, e menciona o centauro e a clériga. Ele pergunta se ela era uma clériga de Ares. Sibila diz que não conversava muito sobre isso com ela. Ele menciona os dois guerreiros, perguntando sobre o que não parece ser espartano. Sibila diz que ele já estava com Ariadne quando elas se conheceram. Paris diz que ele não parece ser muito inteligente, mas Sibila diz que ele é um bom guarda-costas.
Pais pergunta se eles têm um mago no grupo. Sibila menciona Porthos, que estuda os caminhos da magia, mas não sabe muito sobre seus estudos.
Paris pergunta sobre os outros membros do grupo. Sibila conta sobre Banach, o bardo, que os acompanha, apesar de ter perdido recentemente a sua flauta. Paris pergunta sobre as motivações dele, e Sibila diz que ele talvez estaria procurando os membros de seu antigo grupo, depois de ter tido algumas brigas com ele.
Finalmente, Paris pergunta sobre Herdionte. Sibila diz que ele é um arqueólogo que perdeu alguns amigos na ilha e veio procurá-los.
Paris pergunta se os pescadores ofereceram algum caminho ao Oráculo. Sibila diz que sim, mas Paris diz que eles foram enganados, pois não existe nenhum caminho tão fácil para o Oráculo.
Paris diz que já esteve ali por algum tempo, mas não morou na ilha toda a sua vida. Ele pede licença e se retira.
Quando ele sai, a sala parece ficar mais amena.
Baderna no templo
Nudus reclama que esse lugar é muito chato. Friedmann diz que já que o templo está vazio eles podem dar uma vasculhada melhor. Nudus concorda.
Straton pergunta a Herdionte o que ele está fazendo ali. Ele responde que está tentando fazer o trabalho de seu mestre, já que ele não está ali. Straton diz que ele poderia trabalhar om as pessoas, para entender o que o culto deles significa, e tentar vivenciá-lo. Herdionte diz que provavelmente ninguém ali deve cultuar Tethis. Straton diz que provavelmente o líder do lugar deve ter escondido os documentos mais relevantes. Herdionte concorda.
Straton, Friedmann, Banach, Nudus e Ariadne vão embora. Vicryl e Aegion ficam. Vicryl procura traços de mecanismos ali. Ele encontra um botão, e o aperta. Um compartimento secreto se abre. Está vazio. Herdionte não se impressiona. Vicryl volta a procurar inspirações artísticas no lugar.
Fora do templo, os outros ficam no corredor. Straton pergunta ao guarda o que eles estão vigiando. O guarda diz que está guardando o templo.
Straton puxa a espada e a gira na cabeça do guarda, que se abaixa a ponto de ela cortar as penugens do seu capacete e fincar a espada na porta. Nudus parte para cima do outro. Banach atira uma flecha no guarda de Nudus.
Nudus divide o seu guardinha no meio e acerta uma espadada no outro. Ele escapa de Nudus e acerta a lança em Straton. Friedmann dá uma porrada no guarda, que fica fincado na parede.
Straton diz que eles precisam de um lugaqr para guardar os guardas. Nudus pega os guardas pelos pés e puxa. Banach diz que não é esperto ele deixar um rastro de sangue no chão de mármore.
Lá de dentro, Vicryl ouve o barulho lá fora. Herdionte vai para a porta ver o que aconteceu.
Nudus comenta que há um buraco na parede, além da mancha de sangue.
Vicryl vê Straton soltando a Fender da parede e Nudus puxando os guradas pelo pé. Ele pergunta por que eles fizeram isso. Banach diz que eles os atacaram primeiro.
Straton e Nudus vão jogar os corpos para fora do templo, acompanhados pelos outros. Vicryl e Aegion ficam para trás.
No caminho para fora do templo, Banach, Friedmann e Ariadne vêem algumas sombras se movendo e os observando. Quando eles se viram para olhar, não há nada lá. Eles apertam o passo. Banach tem a impressão de que uma sombra os está seguindo, mas não a vê quando olha diretamete para ela. Não há onde se esconder nesse corredor.
Eles andam observando paranoicamente. Ariadne conta para Straton que eles estão sendo seguidos por sombras. Straton diz que é melhor eles desovarem os presuntos antes.
Eles chegam a uma porta que dá em uma sala de reuniões. Friedmann tem medo da porta, mas é o único caminho. Straton puxa a porta com tudo.
O cenário desolado e o rio infinito
Porthos tenta ignorar a miríade de sensações à sua volta, se concentrando em se comunicar com a sua fisiologia. Ele se concentra em algum procedimento mágico e fica completamente alheio às impressões do lugar. No meio da meditação, ele ouve um trovão muito próximo, que o interrompe.
Em seguida, ele tenta fazer uma combinação entre os procedimentos, mas não consegue tirar o objetivo de se desvencilhar do lugar da cabeça, e não obtém resultado.
Porthos tenta pular para fora do rio. Ele consegue se soltar da água, e dá uma barrigada com as mãos fincadas no chão fora do rio. Com uma força descomunal, o rio o puxa de volta para dentro.
Porthos tenta puxar os membros podres da água do rio, mas não encontra nenhum.
Ao fundo, as margens parecem se separar do rio, que desemboca em lugar nenhum. Os vultos estão no leito do rio, que corre em linha reta e mantém constante a distância entre margens até onde Porthos consegue ver.
Porthos conclui que tudo o que o lugar faz é frustrar as intenções dele, não importa o método. Ele tenta se abrir a todas as sensações do lugar, a ponto de sobrecarregar os sentidos, para depois sair andando. Ele não consegue se concentrar no lugar.
Ele anda uma hora para trás e duas horas para a frente, mas os vultos e o final do rio parecem estar tão longe que essa dstância é irrelevante.
Porthos põe a mão na água, tentando se desligar nela, mas não consegue.
Sibila e o bacana
A porta da sala se abre. Sibila sente um aroma agradável: um leve cheiro de amêndoas. Ela vê um sujeito vestido de branco se aproximando calmamente. Ela se levanta suavemente e faz uma reverência, dizendo que está feliz em encontrá-lo.
O cara, com não mais de 1,70 de altura, muito franzino e pálido, diz que não é para tanto. Ele usa uma túnica branca com um cinto púrpura, não tem sinal de pêlo no corpo e usa um cabelo cortado tigelinha. Ele aparenta ter uns trinta anos.
O cara vai direto para o outro lado da mesa. Sibila se senta novamente. Nos primeiros minutos, o cara observa Sibila insanamente, e ela fica muito desconfortável. Ele passa uma sensação de vazio para ela. Depois de dois minutos desconfortáveis, ele diz o nome dela e se apresenta.
Sibila diz que tudo na ilha parece girar em torno dele. Paris diz a ela que se sirva. Os empregados entram na sala, servem os dois e saem. Paris pega algo para comer, e diz para Sibila experimentar algo. Ela percebe que Paris murmura algo enquanto come, e seus olhos parecem brilhar por um brevíssimo instante.
Paris pergunta a Sibila o que ela veio fazer ali. Ela sente uma incrível compulsão por falar a verdade. Ela diz que está ali por dois motivos. O primeiro é que seu marido sofreu uma maldição de Artêmis, que disparou algumas flechas pelo mundo. Ela precisa encontrar todas as flechas para remover a maldição. Para saber onde procurar, ela foi ao Oráculo de Delfos. Como o lugar estava fechado, ela acabou se juntando a um grupo de pessoas que também querem resolver o problema com os barcos que levou ao fechamento do Oráculo.
Paris pergunta o que eles têm a ganhar com isso. Ela responde que o único objetivo dela era chegar ao Oráculo. Paris diz não saber que o Oráculo estava fechado, e em seguida pergunta sobre os amigos dela, pedindo que ea conte sobre eles.
Sibila conta que são pessoas bastante diversas, que por motivos diferentes queriam resolver o problema. Ela menciona o elfo prisioneiro, e dá os detalhes a Paris, que fica intrigado.
Ela diz que foi graças aos pescadores da região que eles conseguiram chegar ali, com o objetivo de investigar o sumiço dos seus barcos. Paris pergunta se algum líder dos pescadores os levou até ali. Ela menciona Caron, que desapareceu no caminho para a ilha, levado pelos Kuo Toas. Paris diz que eles são uma raça muito belicosa e segregada, o que os torna muito úteis.
Sibila pergunta o que pode estar causando os ataques aos pescadores. Paris diz que duas tribos de Kuo Toas estão em guerra entre si, o que pode ter levado aos ataques aos barcos.
Sibila pergunta sobre a ilha, pedindo que Paris a informe sobre o que acontece por ali. Paris diz que é o lorde dessa ilha, dedicada à titânide Tethys. Essa ilha é um santuário, que existe desde tempos imemoriais.
Sibila pergunta sobre a reação das pessoas da ilha, e Paris diz que eles precisam de proteção, devido à guerra entre os Kuo Toas.
Paris pergunta por que Sibila estava separada de seus amigos. Ela diz que ficou com dúvidas quanto ao que esperar, e permaneceu sozinha e escondida para descobrir mais sobre a ilha antes de se apresentar.
Paris comenta que o grupo deles é muito diversificado, e menciona o centauro e a clériga. Ele pergunta se ela era uma clériga de Ares. Sibila diz que não conversava muito sobre isso com ela. Ele menciona os dois guerreiros, perguntando sobre o que não parece ser espartano. Sibila diz que ele já estava com Ariadne quando elas se conheceram. Paris diz que ele não parece ser muito inteligente, mas Sibila diz que ele é um bom guarda-costas.
Pais pergunta se eles têm um mago no grupo. Sibila menciona Porthos, que estuda os caminhos da magia, mas não sabe muito sobre seus estudos.
Paris pergunta sobre os outros membros do grupo. Sibila conta sobre Banach, o bardo, que os acompanha, apesar de ter perdido recentemente a sua flauta. Paris pergunta sobre as motivações dele, e Sibila diz que ele talvez estaria procurando os membros de seu antigo grupo, depois de ter tido algumas brigas com ele.
Finalmente, Paris pergunta sobre Herdionte. Sibila diz que ele é um arqueólogo que perdeu alguns amigos na ilha e veio procurá-los.
Paris pergunta se os pescadores ofereceram algum caminho ao Oráculo. Sibila diz que sim, mas Paris diz que eles foram enganados, pois não existe nenhum caminho tão fácil para o Oráculo.
Paris diz que já esteve ali por algum tempo, mas não morou na ilha toda a sua vida. Ele pede licença e se retira.
Quando ele sai, a sala parece ficar mais amena.
Baderna no templo
Nudus reclama que esse lugar é muito chato. Friedmann diz que já que o templo está vazio eles podem dar uma vasculhada melhor. Nudus concorda.
Straton pergunta a Herdionte o que ele está fazendo ali. Ele responde que está tentando fazer o trabalho de seu mestre, já que ele não está ali. Straton diz que ele poderia trabalhar om as pessoas, para entender o que o culto deles significa, e tentar vivenciá-lo. Herdionte diz que provavelmente ninguém ali deve cultuar Tethis. Straton diz que provavelmente o líder do lugar deve ter escondido os documentos mais relevantes. Herdionte concorda.
Straton, Friedmann, Banach, Nudus e Ariadne vão embora. Vicryl e Aegion ficam. Vicryl procura traços de mecanismos ali. Ele encontra um botão, e o aperta. Um compartimento secreto se abre. Está vazio. Herdionte não se impressiona. Vicryl volta a procurar inspirações artísticas no lugar.
Fora do templo, os outros ficam no corredor. Straton pergunta ao guarda o que eles estão vigiando. O guarda diz que está guardando o templo.
Straton puxa a espada e a gira na cabeça do guarda, que se abaixa a ponto de ela cortar as penugens do seu capacete e fincar a espada na porta. Nudus parte para cima do outro. Banach atira uma flecha no guarda de Nudus.
Nudus divide o seu guardinha no meio e acerta uma espadada no outro. Ele escapa de Nudus e acerta a lança em Straton. Friedmann dá uma porrada no guarda, que fica fincado na parede.
Straton diz que eles precisam de um lugaqr para guardar os guardas. Nudus pega os guardas pelos pés e puxa. Banach diz que não é esperto ele deixar um rastro de sangue no chão de mármore.
Lá de dentro, Vicryl ouve o barulho lá fora. Herdionte vai para a porta ver o que aconteceu.
Nudus comenta que há um buraco na parede, além da mancha de sangue.
Vicryl vê Straton soltando a Fender da parede e Nudus puxando os guradas pelo pé. Ele pergunta por que eles fizeram isso. Banach diz que eles os atacaram primeiro.
Straton e Nudus vão jogar os corpos para fora do templo, acompanhados pelos outros. Vicryl e Aegion ficam para trás.
No caminho para fora do templo, Banach, Friedmann e Ariadne vêem algumas sombras se movendo e os observando. Quando eles se viram para olhar, não há nada lá. Eles apertam o passo. Banach tem a impressão de que uma sombra os está seguindo, mas não a vê quando olha diretamete para ela. Não há onde se esconder nesse corredor.
Eles andam observando paranoicamente. Ariadne conta para Straton que eles estão sendo seguidos por sombras. Straton diz que é melhor eles desovarem os presuntos antes.
Eles chegam a uma porta que dá em uma sala de reuniões. Friedmann tem medo da porta, mas é o único caminho. Straton puxa a porta com tudo.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
2/10/07
Porthos tenta sair do rio, mas alguma força o puxa de volta ao meio. Ocorre a ele tentar sair pulando, mas alguma coisa o puxa para baixo. Ao dar passos por cima da água, ele escorrega quando pisa longe do meio do leito do rio. Usar magia não é uma boa ideia. Ele pega um punhado da água e vê que ela é muito densa, o que o leva a tentar tirar sua capa para pisar por cima dela, mas ela parece estar presa.
Porthos só é remetido ao local de sua infância, totalmente destruído.
Porthos tenta andar para o outro lado do rio, mas começa a ficar tonto. Ao cogitar olhar para o outro lado, ele percebe imediatamente que o mundo girou em torno dele, de novo apontando para os vultos no horizonte. Porthos pensa consigo mesmo ``filho da puta!'', e diz que não importa o que aconteça, ele não vai se curvar a quem estava do outro lado da linha com Ariadne.
Logo ao terminar, ele começa a ouvir gritos de batalha e sentir tremores no chão. Começa a chover sangue (ou o que quer que está no leito do rio).
Os menos fudidos
A batida da porta ecoa. Vicryl continua comendo. Herdionte fica assustado e envergonhado. Nudus continua comendo a sua meia uva. Os outros continuam como se nada tivesse acontecido. Dez minutos depois, nenhum guarda vem.
Ariadne tem a sensação de estar sendo observada. Herdionte comenta que sentiu essa sensação o tempo todo desde que chegou à ilha. Vicryl diz que é possível que eles já tenham se acostumado. Herdionte diz que se ele não encontrar o seu mestre, pelo menos ele está fazendo um serviço a ele.
Banach sugere que eles deixem Nudus e saiam para explorar. Ariadne diz que isso é indelicado. Nudus diz que eles são todos mal-educados. Helmholtz sugere que eles acabem com a comida dele. Vicryl fala para ele ir em frente.
Uma hora depois, Nudus está satisfeito.
Aegion sugere que eles se espalhem para não chamar a atenção, mas Helmholtz diz que assim eles pareceriam uma equipe de busca. Nudus sai com uma cuia de frutas para os quartos, dizendo que vai levar as frutas para o mané lá.
Helmholtz sugere que eles vão até a capela. Herdionte concorda. Eles combinam de dar uma olhada em Porthos, para depois ir para a capela.
No quarto, Helmholtz põe a mão na testa de Porthos. Ele está mais pálido do que antes, e um pouco mais frio do que deveria.
Herdionte pergunta a Ariadne por que ela acha que os titãs não existem. Ela responde que o templo não deveria existir. Herdionte diz que a sua fé em Ares não deveria impedir que ela acreditasse na existência dos titãs. Ela diz que está pouco ligando para eles. Herdionte diz que talvez Ares não pense assim. Ariadne o ignora.
Helmholtz não percebe nenhuma interferência externa em Porthos. Nudus começa a esmagar as frutas para alimentá-lo. Banach sugere que eles usem um funil. Vicryl faz um gesto de desdém. Banach pensa em sair para procurar um funil, e logo depois desiste da idéia.
Aegion pergunta se ele foi envenenado. Helmholtz diz que ele tentou se meter no que não deveria, ao interferir com a comunicação de Ariadne, e isso foi a conseqüência.
Ariadne e Herdionte chegam ao quarto. Ela vasculha suas coisas, e vê que está tudo exatamente como ela deixou. Ela volta ao quarto ver o resto do povo. Herdionte pergunta o que ela quer fazer, e ela diz que é para ele seguir o seu caminho. Eles vão juntos.
Vicryl pergunta a Helmholtz se algum sacerdote poderia ajudá-lo. Ele responde que a sacerdote melhor indicada está chegando, e aponta para Ariadne. Nudus tenta alimentar Porthos de uma maneira muito tosca. Ariadne grita para ele ter um pouco de cuidado.
Vicryl pergunta o que está acontecendo com Porthos. Ariadne responde que ele está travando uma batalha na cabeça dele por causa do que ele viu. Não há muito o que eles possam fazer. Straton diz que toda a ajuda que eles podiam dar já foi dada, e aponta para as moedas. Vicryl sugere que ela interfira com seu deus em favor de Porthos. Ariadne diz que isso seria inútil, e que ela tem vergonha de fazer isso. Banach sugere que eles o deixem por ali. Herdionte concorda.
Vicryl diz que acha que Porthos não precisa das moedas. Straton diz que se ele não se importa com moedas nos olhos dos mortos, não é para ele interferir com quem se importa, e que não vai ser Straton que colocará moedas nele. Vicryl vira os olhos e vai embora. Nudus dá um pouco d'água a Porthos, que cospe o terceiro gole.
Eles vão para a capela.
O farol
Sibila abre a porta, que dá em um salão circular com algumas portas. Ela vê uma luminosidade de manhã ao longo da escada. As portas são de madeira, e reforçadas. Ela tenta ouvir através das portas, mas não ouve nada. Nenhuma das chaves que ela tem abre qualquer das portas. Ela sobe a escada.
Ela tenta abrir uma porta no caminho até o sino, e usa uma de suas chaves. Ela chega a uma sala com mais duas portas e um sininho. Há tembém uma escada que sobe. Sibila não vê nada de mais para cima da escada.
Ela tenta ouvir atrás das portas, mas não ouve nada, e não consegue abrir nenhuma. Ela toca o sino. Ainda é de manhã.
O vazio e a gritaria
Porthos fica ouvindo os gritos e presta atenção nos tremores. Ele dá uns pulinhos na água para ver o que acontece, e fica tudo igual. Ele pragueja mais um pouco contra o que quer que o mantém ali, a fica tudo igual. Ele tenta ficar em silêncio, e os barulhos diminuem um pouco. Logo depois, um trovão o assusta. Ele abre os olhos e o barulho volta ao normal.
Ao colocar a mão no leito do rio, ele vê que o fundo é um tipo de piso, como se ele estivesse em um canal. Passa um braço por ele. Porthos tira o pedaço mutilado de braço da água e o arremessa para fora do rio. Depois, ele cospe no rio e diz para dizerem logo o que querem dele. Um cuspe o atinge na nuca.
Depois disso, ele silencia a mente de novo, se abrindo para as sensaçoes do lugar. Tudo se silencia, e ele se vê num vácuo. Ao prestar atenção em onde está pisando, Porthos se vê de volta onde estava.
O grupão
Eles vão explorar a capela. Vicryl sugere que Helmholtz abra a porta. Helmholtz, Straton e Nudus o arremessam para a porta. A porta abre um pouquinho, e Vicryl se espatifa no chão. Ariadne diz que eles deveriam pegar algo mais duro para usar como aríete. Nudus tenta empurrá-lo de novo, mas Vicryl sai correndo.
Nudus fica tentando puxar Vicryl para arremessá-lo na porta. Helmholtz abre a porta. Ariadne grita que já perdeu a graça. Banach diz a Nudus que nem sempre ele vai ter um elfo à disposição para abrir a porta.
A capela é um grande salão de mármore branco, iluminado por tochas. Os porta-tochas ali são mais portentosos que no resto do templo. No centro há um altar, e, atrás dele, uma estátua.
Nudus diz que o lugar e chato, e quer ir embora. Herdionte diz ``que lugar interessante!'' e vai examinar o lugar com seus pergaminhos e lupas. Vicryl vê que os bancos e o contorno do altar estão ornados com tipos marinhos, feitos em ébano.
Ariadne vai perto do altar procurar por algo interessante. Nudus pergunta o que eles estão fazendo ali. Helmholtz diz que é mais interessante eles procurarem registros escritos. Helmholtz explica a Aegion que esse é um templo de Tethys.
Aegion vai conversar com Herdionte sobre os símbolos que ele vê ali. Herdionte diz que são muito antigos, e começa a viajar. Aegion pergunta se é normal existirem tantos templos assim antigos. Herdionte diz não saber se esse templo ainda funciona, e que pode ter sido pilhado. Vicryl pergunta a quem esse templo é dedicado, e Herdionte fica escandalizado.
Helmholtz tem a sensação de estar sendo observado, mas não vê indícios de nada.
O almoço
Cinco minutos depois de tocar o sino, Sibila ouve passos descendo da escada. É Dorian que desce calmamente. Eles se cumprimentam. Dorian pergunta se ela quer alguma coisa, e Sibila pergunta quando vai conversar com Paris. Dorian diz que ele almoçará com ela. Ele a leva ao salão.
Sibil diz estar aguardando ansiosamente por falar com Paris. Dorian da de ombros. Eles chegam a uma porta enorme. Dorian a abre, e eles vêem um lugar enorme, muito bem iluminado, com uma mesa redonda e duas cadeiras. Dorian puxa a cadeira para Sibila se sentar, diz que Paris já se juntará a ela, e vai embora. Sibila fica olhando ao redor.
Depois de dar uma olhada, Sibila se levanta e se aproxima da porta, tentando escutar. Ela ouve alguns barulhos e vozes, e conclui que é a cozinha.
Da janela, ela vê um penhasco e o mar. Os cozinheiros entram e colocam a comida. O portão se abre e alguém entra.
Porthos só é remetido ao local de sua infância, totalmente destruído.
Porthos tenta andar para o outro lado do rio, mas começa a ficar tonto. Ao cogitar olhar para o outro lado, ele percebe imediatamente que o mundo girou em torno dele, de novo apontando para os vultos no horizonte. Porthos pensa consigo mesmo ``filho da puta!'', e diz que não importa o que aconteça, ele não vai se curvar a quem estava do outro lado da linha com Ariadne.
Logo ao terminar, ele começa a ouvir gritos de batalha e sentir tremores no chão. Começa a chover sangue (ou o que quer que está no leito do rio).
Os menos fudidos
A batida da porta ecoa. Vicryl continua comendo. Herdionte fica assustado e envergonhado. Nudus continua comendo a sua meia uva. Os outros continuam como se nada tivesse acontecido. Dez minutos depois, nenhum guarda vem.
Ariadne tem a sensação de estar sendo observada. Herdionte comenta que sentiu essa sensação o tempo todo desde que chegou à ilha. Vicryl diz que é possível que eles já tenham se acostumado. Herdionte diz que se ele não encontrar o seu mestre, pelo menos ele está fazendo um serviço a ele.
Banach sugere que eles deixem Nudus e saiam para explorar. Ariadne diz que isso é indelicado. Nudus diz que eles são todos mal-educados. Helmholtz sugere que eles acabem com a comida dele. Vicryl fala para ele ir em frente.
Uma hora depois, Nudus está satisfeito.
Aegion sugere que eles se espalhem para não chamar a atenção, mas Helmholtz diz que assim eles pareceriam uma equipe de busca. Nudus sai com uma cuia de frutas para os quartos, dizendo que vai levar as frutas para o mané lá.
Helmholtz sugere que eles vão até a capela. Herdionte concorda. Eles combinam de dar uma olhada em Porthos, para depois ir para a capela.
No quarto, Helmholtz põe a mão na testa de Porthos. Ele está mais pálido do que antes, e um pouco mais frio do que deveria.
Herdionte pergunta a Ariadne por que ela acha que os titãs não existem. Ela responde que o templo não deveria existir. Herdionte diz que a sua fé em Ares não deveria impedir que ela acreditasse na existência dos titãs. Ela diz que está pouco ligando para eles. Herdionte diz que talvez Ares não pense assim. Ariadne o ignora.
Helmholtz não percebe nenhuma interferência externa em Porthos. Nudus começa a esmagar as frutas para alimentá-lo. Banach sugere que eles usem um funil. Vicryl faz um gesto de desdém. Banach pensa em sair para procurar um funil, e logo depois desiste da idéia.
Aegion pergunta se ele foi envenenado. Helmholtz diz que ele tentou se meter no que não deveria, ao interferir com a comunicação de Ariadne, e isso foi a conseqüência.
Ariadne e Herdionte chegam ao quarto. Ela vasculha suas coisas, e vê que está tudo exatamente como ela deixou. Ela volta ao quarto ver o resto do povo. Herdionte pergunta o que ela quer fazer, e ela diz que é para ele seguir o seu caminho. Eles vão juntos.
Vicryl pergunta a Helmholtz se algum sacerdote poderia ajudá-lo. Ele responde que a sacerdote melhor indicada está chegando, e aponta para Ariadne. Nudus tenta alimentar Porthos de uma maneira muito tosca. Ariadne grita para ele ter um pouco de cuidado.
Vicryl pergunta o que está acontecendo com Porthos. Ariadne responde que ele está travando uma batalha na cabeça dele por causa do que ele viu. Não há muito o que eles possam fazer. Straton diz que toda a ajuda que eles podiam dar já foi dada, e aponta para as moedas. Vicryl sugere que ela interfira com seu deus em favor de Porthos. Ariadne diz que isso seria inútil, e que ela tem vergonha de fazer isso. Banach sugere que eles o deixem por ali. Herdionte concorda.
Vicryl diz que acha que Porthos não precisa das moedas. Straton diz que se ele não se importa com moedas nos olhos dos mortos, não é para ele interferir com quem se importa, e que não vai ser Straton que colocará moedas nele. Vicryl vira os olhos e vai embora. Nudus dá um pouco d'água a Porthos, que cospe o terceiro gole.
Eles vão para a capela.
O farol
Sibila abre a porta, que dá em um salão circular com algumas portas. Ela vê uma luminosidade de manhã ao longo da escada. As portas são de madeira, e reforçadas. Ela tenta ouvir através das portas, mas não ouve nada. Nenhuma das chaves que ela tem abre qualquer das portas. Ela sobe a escada.
Ela tenta abrir uma porta no caminho até o sino, e usa uma de suas chaves. Ela chega a uma sala com mais duas portas e um sininho. Há tembém uma escada que sobe. Sibila não vê nada de mais para cima da escada.
Ela tenta ouvir atrás das portas, mas não ouve nada, e não consegue abrir nenhuma. Ela toca o sino. Ainda é de manhã.
O vazio e a gritaria
Porthos fica ouvindo os gritos e presta atenção nos tremores. Ele dá uns pulinhos na água para ver o que acontece, e fica tudo igual. Ele pragueja mais um pouco contra o que quer que o mantém ali, a fica tudo igual. Ele tenta ficar em silêncio, e os barulhos diminuem um pouco. Logo depois, um trovão o assusta. Ele abre os olhos e o barulho volta ao normal.
Ao colocar a mão no leito do rio, ele vê que o fundo é um tipo de piso, como se ele estivesse em um canal. Passa um braço por ele. Porthos tira o pedaço mutilado de braço da água e o arremessa para fora do rio. Depois, ele cospe no rio e diz para dizerem logo o que querem dele. Um cuspe o atinge na nuca.
Depois disso, ele silencia a mente de novo, se abrindo para as sensaçoes do lugar. Tudo se silencia, e ele se vê num vácuo. Ao prestar atenção em onde está pisando, Porthos se vê de volta onde estava.
O grupão
Eles vão explorar a capela. Vicryl sugere que Helmholtz abra a porta. Helmholtz, Straton e Nudus o arremessam para a porta. A porta abre um pouquinho, e Vicryl se espatifa no chão. Ariadne diz que eles deveriam pegar algo mais duro para usar como aríete. Nudus tenta empurrá-lo de novo, mas Vicryl sai correndo.
Nudus fica tentando puxar Vicryl para arremessá-lo na porta. Helmholtz abre a porta. Ariadne grita que já perdeu a graça. Banach diz a Nudus que nem sempre ele vai ter um elfo à disposição para abrir a porta.
A capela é um grande salão de mármore branco, iluminado por tochas. Os porta-tochas ali são mais portentosos que no resto do templo. No centro há um altar, e, atrás dele, uma estátua.
Nudus diz que o lugar e chato, e quer ir embora. Herdionte diz ``que lugar interessante!'' e vai examinar o lugar com seus pergaminhos e lupas. Vicryl vê que os bancos e o contorno do altar estão ornados com tipos marinhos, feitos em ébano.
Ariadne vai perto do altar procurar por algo interessante. Nudus pergunta o que eles estão fazendo ali. Helmholtz diz que é mais interessante eles procurarem registros escritos. Helmholtz explica a Aegion que esse é um templo de Tethys.
Aegion vai conversar com Herdionte sobre os símbolos que ele vê ali. Herdionte diz que são muito antigos, e começa a viajar. Aegion pergunta se é normal existirem tantos templos assim antigos. Herdionte diz não saber se esse templo ainda funciona, e que pode ter sido pilhado. Vicryl pergunta a quem esse templo é dedicado, e Herdionte fica escandalizado.
Helmholtz tem a sensação de estar sendo observado, mas não vê indícios de nada.
O almoço
Cinco minutos depois de tocar o sino, Sibila ouve passos descendo da escada. É Dorian que desce calmamente. Eles se cumprimentam. Dorian pergunta se ela quer alguma coisa, e Sibila pergunta quando vai conversar com Paris. Dorian diz que ele almoçará com ela. Ele a leva ao salão.
Sibil diz estar aguardando ansiosamente por falar com Paris. Dorian da de ombros. Eles chegam a uma porta enorme. Dorian a abre, e eles vêem um lugar enorme, muito bem iluminado, com uma mesa redonda e duas cadeiras. Dorian puxa a cadeira para Sibila se sentar, diz que Paris já se juntará a ela, e vai embora. Sibila fica olhando ao redor.
Depois de dar uma olhada, Sibila se levanta e se aproxima da porta, tentando escutar. Ela ouve alguns barulhos e vozes, e conclui que é a cozinha.
Da janela, ela vê um penhasco e o mar. Os cozinheiros entram e colocam a comida. O portão se abre e alguém entra.
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