Sibila percebe a aproximação, chega perto da porta e diz: "Finalmente alguém vem me tirar daqui... Eu só vim visitar o Templo...". Os passos param e o Kuo Toa conversa algo com a mulher. A maçaneta se mexe e a porta não se abre. Sibila destranca a porta e se afasta psara o escuro. O Kuo Toa pragueja. Um vulto com capa preta entra e diz "Menina, não se esconda, pois estou te vendo". O Kuo Toa acende a tocha, mas o manto ainda obscurece a face da mulher, mas Sibila sente uma aura negra emanando dela. Sibila diz que gosta de coversar com alguém vendo seu rosto. A mulher retruca que é assim mesmo. Sibila reclama da hospitabilidade dos Kuo Toas e começa a seguir a mulher.
Elas saem do quarto e o Kuo Toa de guarda dá de ombros e a mulher pede a chave de volta. Sibila a havia deixado na fechadura e diz que teme o que aconteceria com ela se ela não trancasse. Ao sairem da casa, a noite já se mostra alta, além da hora em que Sibila está acostumada a dormir. Seguem por uma estradinha de mármore branco ladeada por esparsas tochas. Apesar da dificuldade de locomoção de Sibila, a mulher não apresenta problemas em caminhar. Sibila puxa conversa e fala sobre seus amigos dentro do templo. Pergunta tasmbém se ela é ligada ao Templo e a mulher responde que "Lorde Paris é um homem muito justo" e desconversa quando Sibila pergunta por que Paris está tratando com Kuo Toas.
Depois de 50 metros, Sibila vê o templo como uma grande coisa branca no meio da escuridão e pergunta à mulher o que eles fazem por ali. A resposta vem: "Servimos a Paris". Ao ser inquirida sobre o que fazia ali, Sibila solta um lero, dizendo que tem problemas com os deuses, principalmente com Arthemis, que teria punido a ela e a seu marido, que fora petrificado. A mulher diz que não questiona a vontade dos deuses e não vê como uma titanide poderia ajudar a Sibila, apesar de não conhecer muito sobre elas, pois está há pouco tempo no templo.
O Templo brilha na escuridão, dada a brancura de seu mármore e apesar das poucas tochas. Dentro do templo parece dia e Sibila nota que sua acompanhante parece feita de sombras. Sibila vê uma grande porta de madeira guardada por duplas. A mulher diz que eles não entrarão lá. As duas ladeiam a construção e chegam a uma saída que leva a uma trilha. Apesar da escuridão, a mulher mantém o passo e Sibila questiona a intimidade dela com a escuridão, dizendo que ela parece feita de escuridão. A mulher responde que está acostumada.
As duas se aproximam de uma colina, percorrendo um bosque. Sibila questiona para onde ela a leva. A mulher diz que é para um farol e que é vontade de Paris. Sibila sente cheiro de enxofre ao passar por um plateau. Depois de uns cem metros, o cheiro de enxofre diminui e o som do mar revolto aumenta. Sibila vê o farol, mas ele parece estar menos luminoso do que um farol deveria. Enquanto se aproxima dele, a mulher pergunta se Sibila tem fé em alguma divindade. Sibila responde que teve uma certa ajuda de Athena, mas no momento confia mais em si mesma. A mulher responde que cultua Ades, embora a maioria das pessoas têm preconceitos sobre ele. Questiona também sobre os amigos de Sibila. A ladra explica o problema do sumiço dos pescadores e coloca isso como razão para os colegas estarem ali e que ela pretendia aproveitar a carona do grupo no barco para o oráculo. A mulher diz que não acredita que o problema da ilha nada tem a ver com o fechamento o Oráculo. Diz também que duvida que o grupo consiga acesso ao Oráculo sem o cosnentimento das autoridades. Sibila dis que foi um arqueólogo propôs a viagem. A mulher duvida que um arqueólogo pudesse ter uma inflência sobre o acesso ao oráculo, enquanto diminui o passo e mostra interesse pela história do arqueólogo.
A mulher pergunta a Sibila de onde ela é e ela responde que é do norte, mais precisamente da região de Messenia. A mulher disse que já andou bastante e nuna foi além de esparta e Sibila usa isso para mostrar sua decepção em encontrar o Oráculo fechado. A mulher diz que realmente é uma decepção e Sibila percebe a tristeza em sua voz. A ladra mostra curiosidade sobre as viagens da mulher, que diz que há pessoas em que se confia e que a deixam na mão... A conversa pequena continua até que a mulher pergutna quem os guiou até ali, pois duvida que arqueólogos saibam navegar. Sibila fala de um marinheiro que morava na região que os ajudou. A mulher indaga se Sibila vê relaçao entre o que ocorre no mar e a ilha. Sibila fala dos Kuo Toas que atacaram o grupo, com cuidado para não acusar os Kuo Toas do problemas. A mulher diz que certamente os Kuo Toas que os atacaram devem ser outro grupo, pois os que estão envolvidos com Paris são organizados, apesar de ela achar que eles não são confiáveis. Sibila menciona colegas arqueólogos do Herdionte que sumiram e o inspiraram a viagem à ilha.
Ao se aproximarem do farol, Sibila vê guardas humanos, que reconhecem sua acompanhante e abrem a porta. As pessoas lá dentro fazem grande reverência à acompanhante. Sbila acha isso exagerado mas se mantém quieta e nota que o mármore lá não é tão bom quanto o do Templo. Após passar por um portão enorme, percorrem um corredor com quadros de coisas como naturezas-mortas, que parecem não pertencer àli. Chegam a um salão um tanto sóbrio, com decoração tipicamente espartana. Sibila comenta sobre as reverências e a acompanhante diz que a conversa foi agradável. Sibila pergunta seu nome e seu cargo e a mulher se apresenta como Liath, dizendo que seu cargo é algo difícil de explicar. Liath abre uma porta que leva a um salão com uma das paredes curva, uns sofazinhos e outros aconchegos. À direita há uma escada de subida e uma porta, à esquerda uma porta e à frente umas janelas altas. Liath pede a .Sibila que aguarde, dizendo que sua missão era apenas escoltá-la até lá. Liath sobe as escadarias, uns 10 metros até sumir teto acima. A sala é grande o suficiente para ser fria. Sibila não encontra nada de interessante na sala.
Depois de cerca de meia hora, Sibila está quase dormindo quando desce o gigante de antes, todo imponente. Ele se apresenta como Dorian e se desculpa pela falta de aposentos. Sibila diz que dormiria em quanlquer lugar agora que não está na casa dos Kuo Toas. Dorian abre a porta à direita, que parece mais um depósito que tem uma escada que desce e convida Sibila a descer. Depois de cerca de 5 metros, o ambiente esfria e a iluminação piora. O aposento parece um depósito, com três portas. As outras duas são reforçadas com grades, que preocupam Sibila. Dorian diz que as grades estão destrancadas, abre uma das grades e a porta detrás, que leva a um corredor ladeado por celas de portas reforçadas com grades cobertas de pano. DOrian diz que aquele é o melhor aposento que eles encontraram pra ela. A cela tem uns grilhões e duas camas, uma fossa no meio e uma cômoda com espelo, bem chique. Dorian dá um molhe de chaves a Sibila e sugere que ela não vá muito além da cela, pois ela pode enxergar coisas que uma donzela não gostaria. Explica que uma chave é da cela e a outra da porta pela qual passaram. Fala que caso ela encontre algum problema, basta subir as escadas e tocar o sino. Examinando com cuidado, Sibila vê duas camas de pedra e palha, os grilhões, a fossa acabou de ser limpa, a cômoda é de madeira de lei e suporta um pão e uma jarra de água e um copo. Sibila toma um copo e se deita, exausta.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
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