quarta-feira, 13 de junho de 2007

13/6/07

Nudus diz para Straton que ele não é legal. Straton dá uma resposta torta e Ariadne diz que não adianta discutir com ele hoje.

Porthos olha para Herdionte. Ele está meio branco e com os olhos arregalados. Porthos diz que talvez seja uma boa idéia rebocar o outro barco para fora dali. Herdionte fica apontando para o mar. Nudus sobe a âncora do barco. Porthos vê um Kuo Toa puxando Caron para dentro do oceano e grita para os outros. Ariadne, Aegion e Banach vêem o que está acontecendo.

Pega! Pega!

Porthos dispara mísseis mágicos no Kuo Toa. Aegion dispara uma flecha no Kuo Toa. Porthos grita para ele acender a próxima flecha. Ariadne chega perto da borda e conjura um tubarão diabólico para perseguir o bicho. Banach dá um tiro de besta na água.

Nudus vê o bicho. Porthos acende uma flecha e Aegion a dispara no mar. Muito tenuamente, eles conseguem ver a flecha afundando. Nudus fica cutucando o nariz. O tubarão de Ariadne morde o Kuo Toa. O bicho revida e desce o cacete no tubarão. Porthos dispara mais mísseis mágicos. Aegion atira mais uma vez e erra. Eles perdem o Kuo Toa de vista.

Os dois marinheiros que sobraram ficam com cara de WTF, olhando um para o outro sem saber o que fazer. Vicryl sugere eles caçarem o Kuo Toa. Os marinheiros topam. Porthos pergunta a Herdionte se o barco está em condições de navegar sozinho. Ele responde que não sem uma tripulação. Aegion fica inquieto.

Nudus grita para o pessoal do outro barco para eles amarrarem a corda no mastro. Ele tenta puxar a corda, mas não consegue. Ariadne pede aos marinheiros que aproximem o barco de onde os outros estão. Eles pedem que ela e Sibila ajudem com as cordas. Sibila tenta dubir no mastro, mas escorrega. Os outros marinheiros continuam acertando o barco para a partida. Vicryl consegue ajudar fazendo o trabalho de dois.

Porthos e Herdionte pulam de volta ao barco. Aegion pula e aterrisa tranqüilamente. No balanço do mastro, Vicryl cai estatelado dentro do barco. O centauro sorri.

Nudus teta desamarrar a corda que prende os dois barcos, mas não consegue. Straton corta a corda com a espada. Os marinheiros começam a virar o barco e eles saem em perseguição ao Kuo Toa. Nudus percebe que eles estão indo em uma direção diferente da original.

Straton e Banach começam a duvidar da utilidade em se perseguir o Kuo Toa. Instantes depois, eles vêem um corpo boiando no mar. Vicryl vê que é o cadáver de um Kuo Toa mastigado. Straton diz que há uma boa chance de Caron ter virado jantar do tubarão. Ele desce e puxa o bicho para fora da água, depois olha em volta e vê se na água há algo diferente. Banach grita por Caron. Porthos tenta procurá-lo. Eles não acham nada. Sibila pergunta aos marinheiros se eles sabem se guiar sem um barqueiro. Os marinheiros dizem que sim. Eles retomam a viagem para a ilha.

Deixa disso!

Nudus diz que eles estão indo para o lugar errado. Um dos marinheiros tenta orientá-lo. Ariadne fala para deixar quieto. Vicryl volta para o mastro. Nudus vai para o timãso e o vira com tudo. O barco dá um tranco e derruba todo mundo, menos Straton e Banach. Straton corre até o timão chuta a boca de Nudus.

Nudus se levanta para pegar o Sudo. Banach fica gritando para eles pararem com isso. Ariadne fica se esperneando. Nudus tenta acertar a clava em Straton, mas erra. Straton, num ato muito gentil, destroça o Sudo. Nudus fica muito puto e pega uma pedra para dar na cabeça de Straton. Banach fica berrando para eles pararem. Ariadne instrui os marinheiros a retomar o rumo. Nudus ouve Sibila gritando para eles pararem. Porthos se prepara para soltar uma magia em quem levantar a mão. Nudus fica parado com a pedra na mão. Straton não se move.

Todos se acalmam. Ariadne chega perto de Nudus e diz que os marinheiros sabem o que estão fazendo. Ele se convence de que tinha errado a direção. Banach pede que Nudus abaixe a pedra. O barco volta ao curso um pouco mais rápido, em direção à ilha. Banach tenta consertar a arma de Nudus, e Straton protesta. Nudus fica olhando para o que sobrou de Sudo, meio triste. Banach conserta a arma, e pede que Nudus a use com um pouco de sabedoria.

Chegando na ilha

São por volta de onze da manhã. A névoa se dissipa e eles vêem no horizonte a sombra de uma ilha. O marinheiro diz que em duas horas eles chegam. Vicryl sugere que eles marquem em algum mapa a localização do outro barco. O marinheiro diz que o barco está à deriva.

Banach pergunta a Porthos o que eles acharam no barco. Porthos mostra a ele a maçã. Ariadne pede para dar uma olhada, mas não pega nada. Porthos guarda a maçã de volta e se debruça na borda do barco, deprimido. Uns quarenta minutos depois, eles chegam mais perto da ilha, e conseguem ver os detalhes.

Perto da hora do almoço, os marinheiros começam a comer sanduíches, e oferecem comida para Sibila e Vicryl. Os outros almoçam. Em mais uma hora, eles chegam perto da praia. Straton sugere que alguns deles vão até a ilha nadando e tragam um bote. Nudus se oferece para ir nadando, e Straton dá uma resposta torta. Herdionte diz que eles podem se aproximar mais um pouco até chegar a águas rasas. Nudus tira as pedras e pula na água com Sudo. Straton fica no barco, dizendo que se recusa a ir junto daquele imbecil. Porthos pede que ele vá, porque Nudus não vai conseguir pegar um barco de qualquer jeito. Straton pula na água com a espada nas costas e sai nadando para a ilha.

Os marinheiros baixam a âncora do barco. Porthos pede desculpas a Herdionte por não ter podido salvar Caron, mas ele diz que acha que Caron ainda esteja vivo. Ele acrescenta que o Kuo Toa não deveria estar sozinho, e que pelo jeito que ele carregou Caron ele não deve tê-lo matado. Ele também reclama que Ariadne e Banach parecem não dar a mínima.

Nudus chega em terra e sai em busca do primeiro barco que achar. Andando, ele chega a uma casa de madeira com um portão enorme. Prósimas às casa há escadarias de mármore, que chegam a uma construção no alto. Ele continua caminhando até a casa mais próxima.

Straton chega à praia e procura por barcos perto das casas. Ele vê marcas na areia indicando que barcos foram arrastados por ali. Straton bate no portão.

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