segunda-feira, 19 de maio de 2008

16/05/08

Bagunça no barco


Telássius tenta convencer Helena que eles tem que seguir na direção do maelstron, porque ele é uma criatura abençoada pelos deuses. Helena tenta dissuadir os tripulantes que o capitão é um louco, mas justo para um cara que já estava com Telássius já há um tempo... Ele nem ligou para o que ela disse, dizendo: “Como você não conhece o capitão Telássius?? Se ele ainda não morreu, acho que não é um maelstron que vai pará-lo!”


Telássius bate no leme, e o navio vira bruscamente, depois ele dá outro tapa no leme e o barco ajeita. Helena vai cair, mas o capitão a segura. De repente, uma lufada de vento começa a acelerar o barco na direção da correnteza do maelstron. Telássius percebe que a vela e as amarras não vão aguentar mais. Ele fala para remover metade das velas e reformar as amarras, pois "vão ao sabor do vento e de seu corações", de forma heróica.


O barco começa a acelerar e com lufadas de vento laterais e pula e treme, começa a chover praticamente granizo, Telássius vê que o trabalho no convés está sendo bem feito e tenta dissuadir a tripulação que eles vão conseguir passar por tudo isso. Helena se convence que Telássius está certo, seguindo suas ordens.


O barco vai a toda com o dobro da velocidade máxima, e eles continuam seguir a correnteza. O leme está muito difícil de segurar e a chuva começa a piorar e diminuir a velocidade do barco. Os marinheiros trabalham bem, mas ele sabe que eles vão se cansar em algum momento. Ele percebe que em uma hora eles vão se chocar com a correnteza monstruosa do maelstron. Telássius não consegue virar o barco o suficiente para tangenciar a correnteza. Ele vê que o barco percorre certas “trilhas” e não consegue sair delas, ele conta a Helena que não conseguiu segurar o barco. Ele avisa todos que eles precisam se amarrar, o outro marinheiro diz que não vai se amarrar e que está com o capitão. Ele diz para o marinheiro segurar o leme, mas ele não consegue e larga, caindo, Telássius tenta segurar no muque mas o leme solta e o navio se descontrola. 


Helena não se mexe enquanto o barco fica completamente maluco, ela nem sente medo. Telássius vê que o barco está indo de lado em direção à correnteza. A vela não está na direção favorecida pelo vento e mesmo assim o barco continua acelerando. Telássius vê de longe que há, na verdade uma batalha acontecendo ali e que existem pessoas na correnteza. Helena não acredita nele, e diz que está com fome.


Telássius percebe que Posseidon deve estar precisando da ajuda dele e grita para os homens largarem as coisas e pegarem suas armas, mas não impressiona ninguém, todos os marinheiros estão temerosos, com exceção de Helena. O capitão tenta fazer um nó, bem mal feito, que Helena tenta refazer pra tentar melhorar. Telássius se arma inteiro e vai para a proa, se posicionando para o ataque. Helena faz o mesmo e vê que realmente tem uma batalha acontecendo ali, de peixes-humanóides, lutando uns contra os outros. Todos os outros marinheiros se esconderam no alojamento do navio. Helena e Telássius se armaram com seus arcos, a medida que eles entram na batalha com o barco, ele começa a trepidar, mas eles não fazem nada a priori, passando pela balbúrdia. Algumas criaturas começam a investir contra o barco. Helena repara que são dois exércitos lutando e um deles está praticamente batendo em retirada, eles resolvem atacar com flechas o exército que está em vantagem. Helena consegue acertar um bicho, enquanto Telássius tenta atirar flechas em outra criatura. Eles continuam atacando e acertando alguns, alguns homens aparecem do alojamento quando Telássius os chama para defender o navio, mas eles não tem arco.


Telássius grita para seus homens, heroicamente, para que os marinheiros formassem um perímetro em volta do barco, para protegê-lo da entrada de criaturas. Todos ficam no convés enorajados e pegam até tacapes feitos com madeira de caixas do navio pra se defender. Enquanto isso Helena e Telássius saem da proa, ele pula pela cerquinha e cai, se esborrachando, Helena desce pelas escadas e vê que já há combate entre os bichos e a tripulação. Os marinheiros conseguem conter os kuo-toas, eles chegam ao final do navio, tentando acertar as criaturas sem sussesso. Os homens começam a perder para os bichos-peixe, um deles foi ao chão, mas eles continuam segurando a barra. 


Telássius solta uma flecha estranha que resvala e corta a corta que estava segurando o leme. Metade dos homens e Telássius caem no chão, Helena fica de pé e o barco recobre o curso. O pau come solto no barco, que dá mais um solavanco e Helena e Telássius caem. O único kuo-toa que consegui subir no barco também caiu. Mais quatro kuo-toas sobem no barco e mais homens caem. Helena consegue acertar uma flecha no Kuo-toa, que cai no mar novamente.



“Eu posso expilcar...” 


Depois que Nudus jogar Sibila para o alto, viu Banach saindo, ele esquece que a jogou... Ela consegue cair sem se machucar. Nudus fica puto e já parte pra cima, Friedman consegue chegar perto e pede para ele falar primeiro antes, mas Nudus ignora, ele consegue pará-lo, mas Nudus agarra Friedman e tira ele do lugar. Ariadne consegue intimidá-lo, dizendo que ele poderia fazer qualquer coisa se deixasse Banach falar. Tyresias acha estranho e Straton explica que eles são o resto do grupo e o que aconteceu.


Banach fala que eles foram enganados pelo Páris e que não sabe o que aconteceu. Isso não convence o resto do grupo, muito menos Nudus. Ele conta que foi envenenado, mostra a cicatriz, e apagou, essa mina usou um artefato para ficar parecido com ele e os enganou, ela se chama Irian. Straton coloca a mão no ombro de Banach e pede para ele contar a verdade. Ele fala que está falando a verdade, ele conta que foi preso e que Páris acha que ele era uma ameaça e conta puto da vida que ele pertencia ao grupo antigo e foi traído por eles. Ele conta que estava procurando um artefato, fato que é confirmado por Tyresias e conta sobre o mago.


Sibila confirma que Banach estava preso e conta que Porthos ficou para trás num combate com alguns Kuo-toas. Sibila conta que eles estavam procurando Tyresias, então o clérigo se apresenta. O grupo começa a conversar sobre os outros membros sumidos. Tyresias conta que eles estavam indo até o porto e antes passariam pelo estádio, Nudus ainda encara Banach e Tyresias continua a dizer que por mais que ele estivesse mentindo, ele não voltaria a se encontrar com o grupo. Uma pessoa encapuzada com uma voz fina confirma que Banach não está mentindo... Ela aparece perto do grupo, contando que foi realmente verdade, sendo que ela traiu o Páris. Todo mundo fica com cara de nada e fica olhando a garota chifruda. Friedman fica encucado com a aparição da garota, mas não fala nada. Nudus chama Ariadne de canto e fala que não foi com a cara dela e quer bater em Banach. Ela vira pra ele e diz que o esquema é sair da ilha depois eles descem o cacete em quem eles quiserem. 


Banach dá a arma dele para Nudus carregar, mas Tyresias conta que não é uma boa idéia, pois é uma pessoa a menos para matar Kuo-toas. Liath conta que é melhor esperar a noite cair, pois não é bom ninguém vê-los. A medida que eles continuam a andar, a temperatura cai bruscamente. Eles chegam na orla do bosque, Liath e Tyresias lideram a fila, Ariadne e Straton ficam no final, as casas na vila estão "acesas" mas não há ninguém na rua. Tyresias aponta para o maior lugar da vila, dizendo a Sibila que é pra lá que vão. Liath conta como eles podem chegar até lá, aproveitando a sombra do declive, que é melhor que passar pelo meio da vila. Eles tentam ir furtivos, mas Ariadne parece um chocalho, fazendo barulho por todo o grupo. O vento soprado pelo mar é razoavelmente forte, Sibila dá um escudo para Ariadne, que chama Escudo da Caveira, Ariadne aprova o item e o segura. Ao se aproximar da arena, Straton cutuca o grupo dizendo que eles precisam de provisões, lembrando da hospitalidade do taverneiro. Tyresias pergunta de Liath pode pedir rações pelo Páris, mas ela acha que ele vai desconfiar. Straton decide ir, Liath pede para que ele venha como se estivesse vindo do bosque, para não denunciar a posição do resto do grupo.


Alguns do grupo conseguem ver os dois Kuo-toas fazendo ronda logo a frente de um prédio. Straton sai para dar a volta. Eles formulam um plano, Sibila vai pegar o que está mais perto, Liath vai dar a volta e pegar o outro, enquanto isso Straton estará entrando na taverna e chamando a atenção de outros Kuo-toas, o resto dos bichos serão jogados pra dentro do estádio e serão caceteados pelo resto do grupo. Ariadne se prepara para sair junto com Sibila, soltando uma Benção no grupo e Silêncio centrado nela mesma, para não fazer barulho. Tyresias convoca uma névoa que toma conta do lugar. Eles saem e ficam a postos enquanto Liath dá a volta no estádio.


Liath desembaina um rapier com aura vermelha e enfia no kuo-toa, girando a arma, praticamente matando-o. Sibila não consegue tirar o chicote, que enrosca nela mesma e a faz cair com tudo no chão. Ariadne erra ataque, o Kuo-toa se abaixa e acerta a Sibila. A ladra consegue pular e acertar o Kuo-toa com o chicote enquanto fazia uma acrobacia. Ariadne acerta um ataque nesse Kuo-toa. Nudus vem correndo para tentar ajudar mas não consegue acertar, enquanto isso Liath começa a fechar a porta do estádio. Ariadne termina de derrubar o Kuo-toa e eles saem e vão para a arena, Banach fecha a porta e eles ficam de frente a 8 Kuo-toas. Nudus já cai no pau e acerta o primeiro, outros dois chegam em Friedman, um deles o acerta. Outros dois ficam em Nudus, um deles tenta acertar Ariadne mas não consegue, eles acertam Sibila, mas não acertam Banach. Tyresias conjura uma Spiritual Weapon (um tridente) e acerta uma criatura. Sibila consegue dar um ataque furtivo e quase derruba o Kuo-toa com apenas um ataque.


Ariadne acerta os dois ataques com seu mangual atroz e Friedman dá um monte de socos, acertando um dos bichos. Nudus conseguiu derrubar um dos Kuo-toas e já meteu o cacete em outro. Os Kuo-toas acertam quase todos, Tyresias erra o ataque e Sibila dá outra chicotada, matando uma das criaturas. Ariadne acerta o bicho novamente, Friedman consegue derrubar um e acerta mais outro, Nudus caceteia muito outro kuo-toa, Tyresias solta outra Benção e movimenta sua Spiritual Weapon, Liath pula por Ariadne e cai entre alguns Kuo-toas, enfiando seu rapier num deles, derrubando-o. Sibila tenta dar uma acrobacia para acertar outro, mas não consegue. Ariadne consegue andar e dar uma porrada no bicho a frente de Friedman, que mata outro. Nudus acaba com o última criatura.


Postado por Ariadne/ Kitiara.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

09/05/08

Sétimo Istamenou Metageitnion


Sibila e Banach acordam com o sol batendo nos seus rostos. Sibila observa sob o vulcão, no Sul tem o farol onde Páris fica, a vila fica a leste (com uma tênue fumacinha saindo de apenas uma das casas), no Norte não tem quase movimento e ao Norte tem um movimento de Kuo-toas indo para o farol. Alguns Kuo-toas vigiam o templo, que não há sinal de vida dentro. Na casa da guarda parece ter movimento, com um Kuo-toa na frente.


A ladra conta Banach que não há nada de novo e els decidem apenas esperar Liath. Eles esperam na rocha da boca do vulcão, começam a morrer de calor e sentem muita sede. Eles comem e bebem (água quente) Banach ouve pedrinhas mexendo muito de leve. Eles não vêem nada fora do comum, mas ficam preparados para o pior. Banach ouve uma respiração bem leve, muito próxima dele, quando ele olha para a direção, não vê nada. Ele tenta forçar a visão e vê uma sombra de relance.

Sibila sente uma mão em seu ombro, ela se vira e vê uma sombra de relance e tenta rodar o chicote pra acertar a sombra. Sibila fala para a Liath parar de brincar com eles, ela aparece das sombras e zomba deles.


Liath conta que eles têm uma janela de 15min antes da troca do turno da guarda. Ela continua contando que o movimento lá em baixo está tranquilo e que além desse tempo tem mais 5min da troca dos outros Kuo-toas. Ela aponta as locações e explica o plano, ela fala que daqui a 5 horas eles se encontram. Eles mal terminam de falar e ela some.


Os outros...


Ariadne acorda nas ruínas do farol, ela vê que todos estão dormindo em volta. Nudus está mais próximo, roncando muito enquanto vê que Friedmann está mais afastado. O sol parece estar a uma hora de se pôr, ela acorda o Nudus que resmunga. Friedmann acorda com o barulho de Nudus reclamando. Ela acorda Straton e Tyresias. Straton fala que eles ainda tem que esperar um pouco a noite cair. Tyresias conta que a tem uma construção de um estádio na vila, que está desativado. Ele conta que tem alguns itens mágicos misturados nas armas dos galdiadores que lutaram pos lá, existem alguns Kuo-toas por lá. Friedmann não se interessa e Straton fica revoltado. O clérigo fala que Páris tinha um laboratório por lá, que usou com um mago que estava junto com o grupo de Páris (aquele que saiu da ilha desesperado).


Tyresias conta que vai para a praia se banhar, para rezar. Ariadne começa suas preces antes da batalha iminente. Nudus ainda dorme, Friedmann tenta acordar e ele agarra o Sudo mais forte, como um bichinho de pelúcia, ele bocecha com um mal hábito na cara dele. Ariadne chuta Nudus, que reclama, mas acorda.


Alguns meses antes...


Helena é natural de Argostolium, trabalhava para um pirata que foi capturado, situação que ela aproveitou e fugiu. Voltou para sua cidade natal, procurando um barco onde ela pudesse trabalhar e ir para Delfos. Ela ouviu falar de um cara chamado Telássius, que era conhecido por feitos fantásticos estava recrutando pessoas para fazer a tripulação de um barco para ir para Delfos.


Ela conseguiu um lugar seguro no barco, mas eles insistiram em partir a noite. Ela conseguiu ficar num lugar exclusivo durante a noite onde tinha privacidade e seu turno ficou para o dia. Esse lugar, debaixo de uma escada do navio, era um compartimento secreto que provavelmente ele guardava alguma coisa de valor.


A viagem trascorria normal, estranhamente as coisas iam bem, o barco navegava tranquilo e o vento só soprava a favor deles. Ela ouviu histórias que esse Telássius, que ele tinha se envolvido com uma filha do sacerdote e tinha sido amadiçoado por Posseidon!! Foi por isso que tinha sido tão fácil entrar naquele navio! Antes de chegarem a Ilha de Delfos, desviaram a rota do caminho para escaparem de uma tempestade.


Era por volta da hora do almoço, Helena fazia o seu turno no navio e o mar estava meio revolto. Telássius precisava de todos seus homens para controlar o barco no mar revolto, Helena ajudava os outros tripulantes, enquanto Telássius ficava imponente no leme gritando comandos para os marujos. Apesar do mar revolto não chovia onde eles estavam e um homem ao mastro pra observar o que vinha à frente. Telássius parecia mais inveterado ainda com a proximidade da tempestade, e as nuvens estão praticamente pretas. O homem que estava no mastro desce e vai falar com Telássius. Ele chama Helena.


Ela sobe as escadas e se desequilibra e se joga pra se segurar na gradinha. Ela fica perto de Telássius que segura firme o leme. Ele diz que quer que ela confirme o que o marujo tinha visto no mastro. Ela vai até o mastro, mesmo com o barco revolto ela anda tranquilamente, mas não consegue subir no mastro tão facilmente. Ela consegue ver que a tempestade está vindo do leste, ao oeste ela vê que uma nuvem negra se aproxima. Ela consegue ver um triângulo de uma espécie de redemoinho, um “maelstron”, vindo na direção do barco, e ela vê que se eles se afastarem muito da costa, não teriam muitas condições de continuar, já que o barco não é tão grande. Ela desce rapidamente do mastro e sai saltitante até a proa, contando que viu um maelstron, instruindo Telássius a ir para o sul.


O elfo pelado


Vicryl acorda e vê Herdionte todo queimado e meio acabado, olhando para ele. O elfo diz que ele espera que estejam vivos. Herdionte diz que ele está certo e que passou alguns dias desacordado. Eles conversam e chegam a conclusão de que os kuo-toas os deram por mortos. Herdionte diz que entrou um barco na ilha e que logo deve haver um cais nela. Eles decidem tentar chegar nesse cais indo pelo rochedo. Eles gastam umas 2 horas e chegam em uma reentrância. Eles vêem o cais envolto pelo bosque e continuam indo, prestando atenção para eventuais abrigos


Os outros dos outros...


Sibila, Banach e Liath descem a trilha do vulcão. No final da trilha ela faz sinal para eles pararem, ela se concentra e sombras envolvem todo o grupo. Eles vêm tudo ao redor meio distorcido. Ela se gruda na parede e segura seu rapier, todos andam encostados no rochedo do vulcão andando muito devagar. Do nada ela pára e manda todos fazerem silêncio, ela perece que nem respira. Dá um tempo e os Kuo-toas passam há uns 3 metros deles, mas aparentemente não os viram. Quando os bichos já parecem longe Liath se movimenta mais um pouco, mas logo pára novamente. Ela faz alguns sinais e eles se preparam para atravessar o pedaço que falta entre o vulcão e o bosque. Eles atravessam e entram um pouco no bosque, tomando cuidado para não movimentar nada. Eles andam na velocidade máxima para andar nesse bosque, chegando na fronteira da vila com uma ribanceira. Liath cochicha que eles vão correr uns 200m o mais rápido que puder pois não tem nenhuma proteção.


Eles correm desesperadamente e pulam dentro do bosque, já escureceu e Liath diz que não quer entrar na trilha do bosque norte e pergunta o que Sibila e Banach acham. 


Ariadne, Tyresias, Straton, Nudus e Friedmann terminam de se aprontar e vão para o estádio.


Sibila, Banach e Liath vêem um grupo de 5 pessoas indo para a trilha do bosque que estão flanqueando.  Eles vêem Ariadne, Straton, Nudus um sujeito azulado e um outro que é todo espalhafatoso. Sibila e Liath trocam gestos, ela sai de trás deles. Sibila sai para a trilha, enquanto Liath e Banach ficam para trás.


Ariadne já pergunta o que Sibila está fazendo ali, Nudus a abraça a joga para o ar, todo feliz. Friedmann vê uma sombra lá atrás e fala que tem gente escondida. Ariadne grita para todos saírem do mato. Banach sai de braços para cima, dizendo que podia explicar o que aconteceu...


Postado por Ariadne/ Kitiara