segunda-feira, 19 de maio de 2008

16/05/08

Bagunça no barco


Telássius tenta convencer Helena que eles tem que seguir na direção do maelstron, porque ele é uma criatura abençoada pelos deuses. Helena tenta dissuadir os tripulantes que o capitão é um louco, mas justo para um cara que já estava com Telássius já há um tempo... Ele nem ligou para o que ela disse, dizendo: “Como você não conhece o capitão Telássius?? Se ele ainda não morreu, acho que não é um maelstron que vai pará-lo!”


Telássius bate no leme, e o navio vira bruscamente, depois ele dá outro tapa no leme e o barco ajeita. Helena vai cair, mas o capitão a segura. De repente, uma lufada de vento começa a acelerar o barco na direção da correnteza do maelstron. Telássius percebe que a vela e as amarras não vão aguentar mais. Ele fala para remover metade das velas e reformar as amarras, pois "vão ao sabor do vento e de seu corações", de forma heróica.


O barco começa a acelerar e com lufadas de vento laterais e pula e treme, começa a chover praticamente granizo, Telássius vê que o trabalho no convés está sendo bem feito e tenta dissuadir a tripulação que eles vão conseguir passar por tudo isso. Helena se convence que Telássius está certo, seguindo suas ordens.


O barco vai a toda com o dobro da velocidade máxima, e eles continuam seguir a correnteza. O leme está muito difícil de segurar e a chuva começa a piorar e diminuir a velocidade do barco. Os marinheiros trabalham bem, mas ele sabe que eles vão se cansar em algum momento. Ele percebe que em uma hora eles vão se chocar com a correnteza monstruosa do maelstron. Telássius não consegue virar o barco o suficiente para tangenciar a correnteza. Ele vê que o barco percorre certas “trilhas” e não consegue sair delas, ele conta a Helena que não conseguiu segurar o barco. Ele avisa todos que eles precisam se amarrar, o outro marinheiro diz que não vai se amarrar e que está com o capitão. Ele diz para o marinheiro segurar o leme, mas ele não consegue e larga, caindo, Telássius tenta segurar no muque mas o leme solta e o navio se descontrola. 


Helena não se mexe enquanto o barco fica completamente maluco, ela nem sente medo. Telássius vê que o barco está indo de lado em direção à correnteza. A vela não está na direção favorecida pelo vento e mesmo assim o barco continua acelerando. Telássius vê de longe que há, na verdade uma batalha acontecendo ali e que existem pessoas na correnteza. Helena não acredita nele, e diz que está com fome.


Telássius percebe que Posseidon deve estar precisando da ajuda dele e grita para os homens largarem as coisas e pegarem suas armas, mas não impressiona ninguém, todos os marinheiros estão temerosos, com exceção de Helena. O capitão tenta fazer um nó, bem mal feito, que Helena tenta refazer pra tentar melhorar. Telássius se arma inteiro e vai para a proa, se posicionando para o ataque. Helena faz o mesmo e vê que realmente tem uma batalha acontecendo ali, de peixes-humanóides, lutando uns contra os outros. Todos os outros marinheiros se esconderam no alojamento do navio. Helena e Telássius se armaram com seus arcos, a medida que eles entram na batalha com o barco, ele começa a trepidar, mas eles não fazem nada a priori, passando pela balbúrdia. Algumas criaturas começam a investir contra o barco. Helena repara que são dois exércitos lutando e um deles está praticamente batendo em retirada, eles resolvem atacar com flechas o exército que está em vantagem. Helena consegue acertar um bicho, enquanto Telássius tenta atirar flechas em outra criatura. Eles continuam atacando e acertando alguns, alguns homens aparecem do alojamento quando Telássius os chama para defender o navio, mas eles não tem arco.


Telássius grita para seus homens, heroicamente, para que os marinheiros formassem um perímetro em volta do barco, para protegê-lo da entrada de criaturas. Todos ficam no convés enorajados e pegam até tacapes feitos com madeira de caixas do navio pra se defender. Enquanto isso Helena e Telássius saem da proa, ele pula pela cerquinha e cai, se esborrachando, Helena desce pelas escadas e vê que já há combate entre os bichos e a tripulação. Os marinheiros conseguem conter os kuo-toas, eles chegam ao final do navio, tentando acertar as criaturas sem sussesso. Os homens começam a perder para os bichos-peixe, um deles foi ao chão, mas eles continuam segurando a barra. 


Telássius solta uma flecha estranha que resvala e corta a corta que estava segurando o leme. Metade dos homens e Telássius caem no chão, Helena fica de pé e o barco recobre o curso. O pau come solto no barco, que dá mais um solavanco e Helena e Telássius caem. O único kuo-toa que consegui subir no barco também caiu. Mais quatro kuo-toas sobem no barco e mais homens caem. Helena consegue acertar uma flecha no Kuo-toa, que cai no mar novamente.



“Eu posso expilcar...” 


Depois que Nudus jogar Sibila para o alto, viu Banach saindo, ele esquece que a jogou... Ela consegue cair sem se machucar. Nudus fica puto e já parte pra cima, Friedman consegue chegar perto e pede para ele falar primeiro antes, mas Nudus ignora, ele consegue pará-lo, mas Nudus agarra Friedman e tira ele do lugar. Ariadne consegue intimidá-lo, dizendo que ele poderia fazer qualquer coisa se deixasse Banach falar. Tyresias acha estranho e Straton explica que eles são o resto do grupo e o que aconteceu.


Banach fala que eles foram enganados pelo Páris e que não sabe o que aconteceu. Isso não convence o resto do grupo, muito menos Nudus. Ele conta que foi envenenado, mostra a cicatriz, e apagou, essa mina usou um artefato para ficar parecido com ele e os enganou, ela se chama Irian. Straton coloca a mão no ombro de Banach e pede para ele contar a verdade. Ele fala que está falando a verdade, ele conta que foi preso e que Páris acha que ele era uma ameaça e conta puto da vida que ele pertencia ao grupo antigo e foi traído por eles. Ele conta que estava procurando um artefato, fato que é confirmado por Tyresias e conta sobre o mago.


Sibila confirma que Banach estava preso e conta que Porthos ficou para trás num combate com alguns Kuo-toas. Sibila conta que eles estavam procurando Tyresias, então o clérigo se apresenta. O grupo começa a conversar sobre os outros membros sumidos. Tyresias conta que eles estavam indo até o porto e antes passariam pelo estádio, Nudus ainda encara Banach e Tyresias continua a dizer que por mais que ele estivesse mentindo, ele não voltaria a se encontrar com o grupo. Uma pessoa encapuzada com uma voz fina confirma que Banach não está mentindo... Ela aparece perto do grupo, contando que foi realmente verdade, sendo que ela traiu o Páris. Todo mundo fica com cara de nada e fica olhando a garota chifruda. Friedman fica encucado com a aparição da garota, mas não fala nada. Nudus chama Ariadne de canto e fala que não foi com a cara dela e quer bater em Banach. Ela vira pra ele e diz que o esquema é sair da ilha depois eles descem o cacete em quem eles quiserem. 


Banach dá a arma dele para Nudus carregar, mas Tyresias conta que não é uma boa idéia, pois é uma pessoa a menos para matar Kuo-toas. Liath conta que é melhor esperar a noite cair, pois não é bom ninguém vê-los. A medida que eles continuam a andar, a temperatura cai bruscamente. Eles chegam na orla do bosque, Liath e Tyresias lideram a fila, Ariadne e Straton ficam no final, as casas na vila estão "acesas" mas não há ninguém na rua. Tyresias aponta para o maior lugar da vila, dizendo a Sibila que é pra lá que vão. Liath conta como eles podem chegar até lá, aproveitando a sombra do declive, que é melhor que passar pelo meio da vila. Eles tentam ir furtivos, mas Ariadne parece um chocalho, fazendo barulho por todo o grupo. O vento soprado pelo mar é razoavelmente forte, Sibila dá um escudo para Ariadne, que chama Escudo da Caveira, Ariadne aprova o item e o segura. Ao se aproximar da arena, Straton cutuca o grupo dizendo que eles precisam de provisões, lembrando da hospitalidade do taverneiro. Tyresias pergunta de Liath pode pedir rações pelo Páris, mas ela acha que ele vai desconfiar. Straton decide ir, Liath pede para que ele venha como se estivesse vindo do bosque, para não denunciar a posição do resto do grupo.


Alguns do grupo conseguem ver os dois Kuo-toas fazendo ronda logo a frente de um prédio. Straton sai para dar a volta. Eles formulam um plano, Sibila vai pegar o que está mais perto, Liath vai dar a volta e pegar o outro, enquanto isso Straton estará entrando na taverna e chamando a atenção de outros Kuo-toas, o resto dos bichos serão jogados pra dentro do estádio e serão caceteados pelo resto do grupo. Ariadne se prepara para sair junto com Sibila, soltando uma Benção no grupo e Silêncio centrado nela mesma, para não fazer barulho. Tyresias convoca uma névoa que toma conta do lugar. Eles saem e ficam a postos enquanto Liath dá a volta no estádio.


Liath desembaina um rapier com aura vermelha e enfia no kuo-toa, girando a arma, praticamente matando-o. Sibila não consegue tirar o chicote, que enrosca nela mesma e a faz cair com tudo no chão. Ariadne erra ataque, o Kuo-toa se abaixa e acerta a Sibila. A ladra consegue pular e acertar o Kuo-toa com o chicote enquanto fazia uma acrobacia. Ariadne acerta um ataque nesse Kuo-toa. Nudus vem correndo para tentar ajudar mas não consegue acertar, enquanto isso Liath começa a fechar a porta do estádio. Ariadne termina de derrubar o Kuo-toa e eles saem e vão para a arena, Banach fecha a porta e eles ficam de frente a 8 Kuo-toas. Nudus já cai no pau e acerta o primeiro, outros dois chegam em Friedman, um deles o acerta. Outros dois ficam em Nudus, um deles tenta acertar Ariadne mas não consegue, eles acertam Sibila, mas não acertam Banach. Tyresias conjura uma Spiritual Weapon (um tridente) e acerta uma criatura. Sibila consegue dar um ataque furtivo e quase derruba o Kuo-toa com apenas um ataque.


Ariadne acerta os dois ataques com seu mangual atroz e Friedman dá um monte de socos, acertando um dos bichos. Nudus conseguiu derrubar um dos Kuo-toas e já meteu o cacete em outro. Os Kuo-toas acertam quase todos, Tyresias erra o ataque e Sibila dá outra chicotada, matando uma das criaturas. Ariadne acerta o bicho novamente, Friedman consegue derrubar um e acerta mais outro, Nudus caceteia muito outro kuo-toa, Tyresias solta outra Benção e movimenta sua Spiritual Weapon, Liath pula por Ariadne e cai entre alguns Kuo-toas, enfiando seu rapier num deles, derrubando-o. Sibila tenta dar uma acrobacia para acertar outro, mas não consegue. Ariadne consegue andar e dar uma porrada no bicho a frente de Friedman, que mata outro. Nudus acaba com o última criatura.


Postado por Ariadne/ Kitiara.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

09/05/08

Sétimo Istamenou Metageitnion


Sibila e Banach acordam com o sol batendo nos seus rostos. Sibila observa sob o vulcão, no Sul tem o farol onde Páris fica, a vila fica a leste (com uma tênue fumacinha saindo de apenas uma das casas), no Norte não tem quase movimento e ao Norte tem um movimento de Kuo-toas indo para o farol. Alguns Kuo-toas vigiam o templo, que não há sinal de vida dentro. Na casa da guarda parece ter movimento, com um Kuo-toa na frente.


A ladra conta Banach que não há nada de novo e els decidem apenas esperar Liath. Eles esperam na rocha da boca do vulcão, começam a morrer de calor e sentem muita sede. Eles comem e bebem (água quente) Banach ouve pedrinhas mexendo muito de leve. Eles não vêem nada fora do comum, mas ficam preparados para o pior. Banach ouve uma respiração bem leve, muito próxima dele, quando ele olha para a direção, não vê nada. Ele tenta forçar a visão e vê uma sombra de relance.

Sibila sente uma mão em seu ombro, ela se vira e vê uma sombra de relance e tenta rodar o chicote pra acertar a sombra. Sibila fala para a Liath parar de brincar com eles, ela aparece das sombras e zomba deles.


Liath conta que eles têm uma janela de 15min antes da troca do turno da guarda. Ela continua contando que o movimento lá em baixo está tranquilo e que além desse tempo tem mais 5min da troca dos outros Kuo-toas. Ela aponta as locações e explica o plano, ela fala que daqui a 5 horas eles se encontram. Eles mal terminam de falar e ela some.


Os outros...


Ariadne acorda nas ruínas do farol, ela vê que todos estão dormindo em volta. Nudus está mais próximo, roncando muito enquanto vê que Friedmann está mais afastado. O sol parece estar a uma hora de se pôr, ela acorda o Nudus que resmunga. Friedmann acorda com o barulho de Nudus reclamando. Ela acorda Straton e Tyresias. Straton fala que eles ainda tem que esperar um pouco a noite cair. Tyresias conta que a tem uma construção de um estádio na vila, que está desativado. Ele conta que tem alguns itens mágicos misturados nas armas dos galdiadores que lutaram pos lá, existem alguns Kuo-toas por lá. Friedmann não se interessa e Straton fica revoltado. O clérigo fala que Páris tinha um laboratório por lá, que usou com um mago que estava junto com o grupo de Páris (aquele que saiu da ilha desesperado).


Tyresias conta que vai para a praia se banhar, para rezar. Ariadne começa suas preces antes da batalha iminente. Nudus ainda dorme, Friedmann tenta acordar e ele agarra o Sudo mais forte, como um bichinho de pelúcia, ele bocecha com um mal hábito na cara dele. Ariadne chuta Nudus, que reclama, mas acorda.


Alguns meses antes...


Helena é natural de Argostolium, trabalhava para um pirata que foi capturado, situação que ela aproveitou e fugiu. Voltou para sua cidade natal, procurando um barco onde ela pudesse trabalhar e ir para Delfos. Ela ouviu falar de um cara chamado Telássius, que era conhecido por feitos fantásticos estava recrutando pessoas para fazer a tripulação de um barco para ir para Delfos.


Ela conseguiu um lugar seguro no barco, mas eles insistiram em partir a noite. Ela conseguiu ficar num lugar exclusivo durante a noite onde tinha privacidade e seu turno ficou para o dia. Esse lugar, debaixo de uma escada do navio, era um compartimento secreto que provavelmente ele guardava alguma coisa de valor.


A viagem trascorria normal, estranhamente as coisas iam bem, o barco navegava tranquilo e o vento só soprava a favor deles. Ela ouviu histórias que esse Telássius, que ele tinha se envolvido com uma filha do sacerdote e tinha sido amadiçoado por Posseidon!! Foi por isso que tinha sido tão fácil entrar naquele navio! Antes de chegarem a Ilha de Delfos, desviaram a rota do caminho para escaparem de uma tempestade.


Era por volta da hora do almoço, Helena fazia o seu turno no navio e o mar estava meio revolto. Telássius precisava de todos seus homens para controlar o barco no mar revolto, Helena ajudava os outros tripulantes, enquanto Telássius ficava imponente no leme gritando comandos para os marujos. Apesar do mar revolto não chovia onde eles estavam e um homem ao mastro pra observar o que vinha à frente. Telássius parecia mais inveterado ainda com a proximidade da tempestade, e as nuvens estão praticamente pretas. O homem que estava no mastro desce e vai falar com Telássius. Ele chama Helena.


Ela sobe as escadas e se desequilibra e se joga pra se segurar na gradinha. Ela fica perto de Telássius que segura firme o leme. Ele diz que quer que ela confirme o que o marujo tinha visto no mastro. Ela vai até o mastro, mesmo com o barco revolto ela anda tranquilamente, mas não consegue subir no mastro tão facilmente. Ela consegue ver que a tempestade está vindo do leste, ao oeste ela vê que uma nuvem negra se aproxima. Ela consegue ver um triângulo de uma espécie de redemoinho, um “maelstron”, vindo na direção do barco, e ela vê que se eles se afastarem muito da costa, não teriam muitas condições de continuar, já que o barco não é tão grande. Ela desce rapidamente do mastro e sai saltitante até a proa, contando que viu um maelstron, instruindo Telássius a ir para o sul.


O elfo pelado


Vicryl acorda e vê Herdionte todo queimado e meio acabado, olhando para ele. O elfo diz que ele espera que estejam vivos. Herdionte diz que ele está certo e que passou alguns dias desacordado. Eles conversam e chegam a conclusão de que os kuo-toas os deram por mortos. Herdionte diz que entrou um barco na ilha e que logo deve haver um cais nela. Eles decidem tentar chegar nesse cais indo pelo rochedo. Eles gastam umas 2 horas e chegam em uma reentrância. Eles vêem o cais envolto pelo bosque e continuam indo, prestando atenção para eventuais abrigos


Os outros dos outros...


Sibila, Banach e Liath descem a trilha do vulcão. No final da trilha ela faz sinal para eles pararem, ela se concentra e sombras envolvem todo o grupo. Eles vêm tudo ao redor meio distorcido. Ela se gruda na parede e segura seu rapier, todos andam encostados no rochedo do vulcão andando muito devagar. Do nada ela pára e manda todos fazerem silêncio, ela perece que nem respira. Dá um tempo e os Kuo-toas passam há uns 3 metros deles, mas aparentemente não os viram. Quando os bichos já parecem longe Liath se movimenta mais um pouco, mas logo pára novamente. Ela faz alguns sinais e eles se preparam para atravessar o pedaço que falta entre o vulcão e o bosque. Eles atravessam e entram um pouco no bosque, tomando cuidado para não movimentar nada. Eles andam na velocidade máxima para andar nesse bosque, chegando na fronteira da vila com uma ribanceira. Liath cochicha que eles vão correr uns 200m o mais rápido que puder pois não tem nenhuma proteção.


Eles correm desesperadamente e pulam dentro do bosque, já escureceu e Liath diz que não quer entrar na trilha do bosque norte e pergunta o que Sibila e Banach acham. 


Ariadne, Tyresias, Straton, Nudus e Friedmann terminam de se aprontar e vão para o estádio.


Sibila, Banach e Liath vêem um grupo de 5 pessoas indo para a trilha do bosque que estão flanqueando.  Eles vêem Ariadne, Straton, Nudus um sujeito azulado e um outro que é todo espalhafatoso. Sibila e Liath trocam gestos, ela sai de trás deles. Sibila sai para a trilha, enquanto Liath e Banach ficam para trás.


Ariadne já pergunta o que Sibila está fazendo ali, Nudus a abraça a joga para o ar, todo feliz. Friedmann vê uma sombra lá atrás e fala que tem gente escondida. Ariadne grita para todos saírem do mato. Banach sai de braços para cima, dizendo que podia explicar o que aconteceu...


Postado por Ariadne/ Kitiara 

terça-feira, 15 de abril de 2008

09/04/08

Sexto Istamenou Metageitnion


Herdionte pergunta se o elfo vai comer apenas os ovos, então eles repartem a gaivota crua. Vicryl demora muito mas continua devagar e sempre na escalada, Herdionte está a frente sem olhar para baixo. Depois de mais um tempo o arqueólogo faz contato visual com Vicryl e eles vêem as janelas do farol à frente acesas. O elfo ouve barulhos leves e distantes de pedrinhas, deduzindo que são passos, ele subiu um pouco, se levantando para observar, onde vê os vitrais das janelas com sombras humanóides, com cerca de 1,60m. O elfo se abaixa novamente, fazendo sinais para Herdionte sobre o que ele acabou de ver, o arqueólogo faz um sinal de que “não tem o que fazer”. O elfo subiu de novo e viu que um deles está encostado na parede e o outro parece errante. Ele ouve ruídos de conversa, pela entonação parecem ser Kuo-toas batendo papo. 


Eles tentam andar de ladinho, na beirada da falésia bem devagar. Herdionte escorrega um pouco, o elfo pára e tenta ouvir a conversa, notando que o tom dos Kuo-toas não mudou, mas parou logo que eles fizeram barulho. O elfo não ouve mais nada, mas vê os Kuo-toas procurando alguma coisa na falésia, eles tentam se esconder. Os bichos falam alguma coisa, apontam para algum lugar e somem. Vicryl tenta se mover para o lado enquanto Herdionte fica queito no seu lugar, ele levanta e tenta olhar o que está acontecendo e vê que os Kuo-toas estão olhando bem pra ele. Um dos bichos sorri e os outros dois estão curiosos, o elfo levanta fazendo sinal para que eles se acalmam enquanto os Kuo-toas se aproximam. O elfo tenta subir e se jogar para escapar dos Kuo-toas, mas não consegue se apoiar e se rala por 7m, batendo na rocha. Tudo se apaga para ele...


"Qual será o destino do elfo pelado??? XD"


Logado por Namárië / Kitiara / Ariadne

quarta-feira, 9 de abril de 2008

04/04/08

Sétimo Istamenou Metageitnion


Era manhã, quando o grupo encontrou o único clérigo remanescente de Thétys, chamado Tyresias. Ele é quase todo azul, pele morena de sol, pelos azuis e tem cheiro de maresia. Friedmann tira sarro de Nudus, e todos ficam em um silêncio constrangedor. 

Todos começam a conversar assim que o nome Páris foi clamado. Ariadne pergunta sobre o fato dele ser clérigo de Thétys e Straton lembra do carinha da taverna (que indicou que esse clérigo tem querelas com Páris.

Eles entram no Farol e sentam-se à sombra. Tyresias pede para eles contarem mais sobre eles, Ariadne e Nudus começam a descorrer sobre a viagem, falando que vieram para a ilha para salvar Caron. O clérigo conta que viu os lacaios do Páris desovarem os navios há cerca de dois dias, e fala que Caron era um homem de boa índole e que Páris chegou na ilha cerca de dois meses atrás da mesma forma que Herdionte, como um arqueólogo. Ele conta que Caron deve estar no outro farol, como prisioneiro e que quer falar com ele para tirar dúvidas, Straton conta sobre a expulsão do templo.


Tyresias conta que existia um mago que era conselheiro do Páris, junto com uma moça estranha envolta em sombras, Lyath. Eles apareceram e pareciam muito razoáveis e estudiosos, ganhando a confiança do clérigo, cada vez entrando mais a dentro do templo e sabendo mais informações sobre a ilha. Na verdade eles estavam procurando por um item ou um pedaço dele, e ninguém quase falava disso, mas alguns deixavam transparecer. Duas semanas da revolta, o Mago pegou um barco com uns lacaios de Páris que faziam escavações, indo para Delfos e nunca mais voltou, duas semanas depois, aparentemente Páris achou o que queria e mudou da água para o vinho, tomando o templo, fazendo aliança com os Kuo-toas e matando muitos camponeses. Tyresias fica meio triste, ele realmente está arrependido e acha que estão a procura dele, mas diz já estaria morto se assim Páris quisesse.

O grupo fala que não conhece Páris, e ele diz que o taverneiro e o grupo estão vivos pois ele acha que há algo de útil neles.


Ariadne repara que Tyresias está olhando para ela, a clériga pergunta qual o problema e ele responde que tem uma aura diferente envolvendo-a. Ariadne responde na hora que deve ser porque ela é clériga de Ares. Ele diz que é outra coisa, Friedmann acha que ela esconde um segredo e Ariadne responde que  não, na sinceridade. O clérigo pergunta o que eles pretendem fazer e Ariadne diz que quer sair da ilha. Ela pergunta se ele sabe de outras pessoas perdidas na ilha, uma loira, um centauro, um elfo... Tyresias fica assustado, perguntado do centauro e Nudus explica sobre o fato do elfo ser prisioneiro por ser extrativista, que deixa o clérigo mais espantado.


Tyresias fala de uma bruxa que mora nos pântanos do sul e que as comunidades tinham uma relação simbiótica com ela, mas depois da interferência do Páris ela começou a ficar estranha, mas é possível que ela saiba de alguma coisa. Ele indica que temos duas possibilidades, indo pelos pântanos ou passar pelo templo e pegar uma trilha perto do vulção e do porto, mas o último estará muito bem vigiado. Foi o que o povo do mar contou a ele, porque tem um em especial que ficou prisioneiro do Páris, contando que duas tribos de Kuo-toas estão em guerra (que Páris está no meio, e esse item pode ter a ver com o fato dos Kuo-toas estarem trabalhando para ele). O clérigo ainda conta que é possível que o "pântano" os ataque, mas não há praticamente possibilidade de encontrarem Kuo-toas por lá. Mas ele avisa que todos precisam ir de noite, para não serem percebidos pelos Kuo-toas, mas o pântano à noite também é perigoso. Todos fazem um plano de ir para o pântano à noite e entrar nele apenas quando amanhecer, pois a bruxa e outras criaturas podem atacá-los.


Eles vão deitar e descansar para sair ao anoitecer, Nudus deita em um canto e ronca, Friedmann sai para a moita para escorregar um moreno, Ariadne vai rezar num canto e fazer suas indagações filosóficas diárias. Friedmann termina sua necessidade fisiológica e fica andando por ali perto, ele anda uns 70m até o bosque, para fazer coisas excusas, quando volta vê Straton e Tyresias dormindo e sol está a pino. Ele vai deitar também.


Postado por Rebeca/Kitiara/Ariadne.


quarta-feira, 2 de abril de 2008

02/04/08

Topo dos Ventos (ainda o mesmo dia da sessão anterior).


Sibila e Banach continuam sendo puxados pelas mãos de Liath dentro de um negrume, sem saber para onde vão. De repente a nuvem negra se dissipa e eles sentem ofuscados e um cheiro forte de enxofre. Eles estão num monte, parecido com o Topo dos Ventos, elevado, de forma redonda, de pedras. É por volta do meio-dia, Liath está com eles... Ela é muito pálida, dois pequenos chifres, olhos e cabelos vermelhos, alta e magra.


Sibila pergunta o que aconteceu e Liath disse que se eles ficassem, morreriam. Ela e explica que o lugar onde estão é um vulcão, por isso o cheiro de enxofre forte. Sibila apresenta Liath a Banach, e fala que ficou preocupada com Porthos que ficou pra trás no combate. Liath fala que eles devem ficar por ali enquanto ela vai averiguar a situação, Sibila pergunta se ela sabe dos outros membros do grupo e ela conta sobre a briga dom Dorian e a expulsão dos demais do Tempo. Ela ainda conta que o centauro e o elfo ainda estão presos no Templo e que Paris fez uma silada com os Kuo-toas, pra saber qual a relação que ela e os outros tinham com Banach, por isso ela deu a chave a ela, justificando que para começar a enganar os inimigos ela deveria enganar os amigos. Liath força eles a ficarem ali, porque os Kuo-toas estariam perseguindo eles... Ela se envolve em sombras e sai.


Banach pergunta de onde ela conhece essa garota e ela conta que quando se afastou deles logo que chegaram na ilha, que ela a ajudou com alguns problemas que Sibila teve, por mais que ela fosse estranha, ela a ajudou das outras vezes. Ela conta que passou uma noite na mesma masmora onde Vicryl e Aegion estão, e conta que o lugar é bem vigiado, uma vez que Paris fica lá. 


Poço dos mortos


Vicryl estava de olhos fechados e sente seus pés molhados, ele abre os olhos e vê que está a frente do mar, ao levantar se sente zonzo e muito dolorido. Ele está apenas com a roupa do corpo, molhada e ensanguentada. O elfo vê que está num buraco de pedra, com os lados de pedra escarpados, rodeado de corpos mortos e em decomposição, esqueletos e o corpo do Aegion, que está muito mal no chão. Ele não está morto, mas nem um pouco bem. Vicryl não consegue discernir muito o que acontece em volta dele, a não ser que é dia, ele vê um túnel  com uma grade, ascendente de mais ou menos 5m, ele tem um leve sinal de desgastes e algas penduradas na parede. Ele consegue carregar o centauro até a boca do túnel, ele pega um pedaço de costela e tenta arrombar a fechadura da grade, que é por dentro. Depois de tentar muito ele vê que não consegue.


Ele ouve alguém gemer e vê que Herdionte acordou, ele levanta um pedaço da roupa e mostra que está sangrando. Ele pergunta onde eles estão e o elfo tenta explicar, ele fala que acha que eles foram confundidos com mortos, pergunta de Aegion e se encosta no morro. O elfo testa a praia e vê que ela é funda, mas dá para escalar a parede ao lado do poço onde eles estão. 


Eles estão numa ilha meio arredondada, ele viu que teria que nadar pelo menos de um lado 30m e outro, 50m, contra a rebentação (ou seja, praticamente impossível). Ele vê cerca de 6 esqueletos completos e mais dois corpos semi decompostos. O elfo tenta ajudar Herdionte que tem uma laceração mais profunda no tronco, ele não consegue de primeira, mas pegando trapos de outros corpos e fazendo um curativo e diz que a única maneira é sair a nado. O arqueólogo argumenta que não tem forças e que escalar seria mais fácil, pois se sua força acabasse ele se sustentaria com o corpo, o que não ocorre com o mar. Vicryl não vê nenhum movimento acima de onde eles estão e concorda a escalar. Herdionte logo pára, sem forças e o elfo tem dificuldade de se apoiar, tenta observar o movimento, mas não vê nada demais e continua subindo...


Sibila pergunta a Banach como aconteceu a briga em que eles se envolveram, ele conta que a culpa foi deles, quando mataram os guardinhas do Templo, depois Dorian apareceu e rolou uma briga onde Banach apagou. Eles vêem que estão cerca de 200m acima do nível do Templo, Banach consegue ouvir um barulho de burburinho e vento ele tem um botch em sobrevivência e perde totalmente a noção do tempo. Sibila subiu em uma das pedras para observar o movimento e vê alguns Kuo-toas espalhados em grupos de três por toda ilha, o que ela acha estranho. 


Tapa na gaivota!


Vicryl passou duas horas, o que corresponderam a uns 20m e sentiu seu estômago reclamar, lembrando que fazia muito tempo que não comia, como ele está numa ilha vulcânica, ele tenta procurar ninhos de passarinho onde poderia se alimentar. Ele vê um ninho dentro de um buraco na parede e se aproxima furtivamente, vendo uma gaivota chocando o ninho, mas não sabe como pegar ovos sem chamar atenção da gaivota diretamente. Ele tira a toga com dificuldade e tenta usá-lo como arma, batendo-a aberta para acertar a gaivota e tirá-la de lá. Ele acerta e assusta a gaivota que sai do ninho e vê o elfo. Ela vem e dá uma garrada, acertando Vicryl. 


O elfo consegue envolver a gaivota com a toga, que se debate, ele tenta acertá-la com tudo contra a parede, batendo a sua própria mão na pedra. A gaivota cai, mas se recupera e continua vindo na direção dele. Vicryl perde o equilíbrio e começa a cair, ralando na pedra, depois de um tempo ele pára, voltando a ter equilíbrio. Ele tenta dar um tapa na ave, mas ela desvia e erra o ataque nele. Ela vem novamente, ele consegue acertá-la, agarrá-la e toma uma bicada no ombro. Ele consegue arrancar o pescoço da gaivota e beber o seu sangue, continuando a escalada, ele vê que Herdionte está no mesmo nível que ele. Ele repara que o elfo está pelado e tira sarro, Vicryl consegue chegar aos ovos bem devagar e os come (mesmo estando fecundados). Ele continua a escalada (ainda pelado).


Sibila continua vendo a movimentação dos Kuo-toas, que aumenta a medida que o tempo passa. Anoitece e Banach acha que vai amanhecer (e que uma nuvem está na frente do sol). O bardo ouve de leve barulhos de pedrinhas se movendo o que ele deduz que são passos. Eles se preparam para qualquer coisa e Banach não consegue ouvir mais nada. Ele sente uma mão encostando no seu ombro e uma voz feminina “parabéns, você me ouviu!”. Liath trouxe comida e Sibila pergunta dos Kuo-toas, ela diz “temos muito o que conversar!”.


Postado por Rebeca/Kitiara/Ariadne.

26/03/08

Quinto Istamenou Metageitnion


Banach contínua em seu espaço próprio. Sibila e Porthos passam o dia ocupados em pilhar os aposentos próximos ao que estavam alojados. Dado a impossibilidade de abrir um dos baus que encontraram, Porthos decide desenvolver uma magia com essa finalidade. Mas antes disso, concluí que seria mais conveniente transportar tal bau para seus aposentos, o que é feito com muita força e vários Ghost Sounds. Com o bau devidamente alojado e depois de algumas horas de estudos, a magia necessária para abrí-lo estava pressumidamente preparada. Não sem muita apreensão o mago a executa, muito se empolgando com o barulho emitido pelo bau em resposta. Cautelosamente ele abre e coleta os espólios. Os dois já bastante cansados optam por dormir.


Sexto Istamenou Metageitnion


Descansados, Porthos e Sibila decidem continuar pilhando os aosentos do edifício em que se encontram. Vão diretamente a uma porta que não conseguiram abrir anteriormente, Porthos empolgado por testar mais uma vez sua nova magia, tenta convencer Sibila de que essa é a melhor opção, essa lembrando-se da primeira tentativa fracassada, sugere que ela tente abrir a porta fisicamente. Mas enquanto procura por seu kit de chaves mestras, o mago toma-lhe a frente e lança a magia, abrindo, felizmente, a porta.  


Essa porta leva para um corredor cheio de archotes, que acaba uns 15m de distância, eles tentam ouvir algo, mas nada fica aparente. Eles andam com cuidado até a primeira porta, que está destrancada. Sibila sente um bafo quente ao abrir um pouco a porta, vendo uma bigorna e um forno quase apagando, de onde vem o calor e a luminosidade rubra. Porthos vai checar a mesa e Sibila olha a estante, com materiais de ferreiro, nada muito útil. Na mesa, instrumentos e armas largados, provavelmente pelo ferreiro.


Porthos vê que pelo estado do forno, é provável que aquela sala estava sendo usada, ao menos em 12 horas, pela produção de espadas curtas que há no local. Sibila fica incomodada com a quantidade de metal, Porthos a segue batendo na estante, derrubando 11 varetas que estavam encostadas na parede que eles não tinham notado. Sibila vê claramente que são cabos de lança pequenos e bate com um deles na cabeça do Mago, falando pra ele ser mais cuidadoso.


Saindo do quarto e entrando no outro, Sibila ouve uma voz muito baixinha lhe chamando, ela vai em direção a voz enquanto Porthos vai ver a outra porta. No corredor, em meio as sombras, ela diz: “Descobri algo que te interessa... Acho que outro membro do seu grupo está preso em outra sala, o nome dele é Banach.” A moça deu as direções a ele, dizendo para entrar à esquerda e descer as escadas, contando que a sala deve estar destrancada, essa sala leva a outro corredor sem saída com uma sala também a esquerda. Ela dá a chave da sala, que Sibila pega com cuidado, guardando logo no bolso, e ainda devolve a espada de Banach. Sibila tenta falar mais algo com  Lyath, mas ela some nas sombras.

Porthos achou uma sala com um banho grego. Ele pergunta o que ela estava fazendo, Sibila enrola o mago, falando que achou a espada do Banach, dizendo que ele pode estar no local. Porthos quer lavar a sua roupa suja, mas Sibila reclama, dizendo que eles tem que seguir em frente.


Sibila viu no final do corredor dois Kuo-toas, que a princípio não viram eles ali. Entraram na porta à esquerda, com a escada que desce em L, lá embaixo encontram barris. Porthos vai checá-los, num dos barris, pegou uma caneca com um líquido turvo e ofereceu para Sibila, ela continua vendo a caixa sem ligar. Ele bebe o conteúdo achando que é água, e gospe logo depois, Sibila viu bem que era óleo de lamparina, enquanto isso ele procura loucamente por algo para beber e tirar o óleo da boca. A ladra tenta abrir a caixa com seu pé de cabra, e faz a maior bagunça para não pegar no metal, Porthos briga falando que está fazendo barulho e bebe seu vinho. 


Dentro da caixa, Sibila tira as ferragens e descobre do pior jeito que tinha um escudo de metal redondo de aço, com uma caveira no meio (Shield of the Skull). Sibila não pode usar, mas Porthos vê que pode ser útil para alguém do grupo. Sibila diz que quer continuar explorando o local, convencendo o Mago a ir junto. Ela toma a frente, movendo-se nas sombras, o Mago tenta seguir furtivo. Ele foi bem mais barulhento, mas não estava chamando tanta atenção. Descendo cerca de 4m, acabando em outra câmera, vazia e empoeirada, sem nenhuma iluminação. Sibila vai falar algo e Porthos já se prepara para soltar Luz e iluminar o caminho. Um globinho de luz fica flutuando do lado deles, Sibila ouve apenas vendo encanado e vê que a porta está emperrada. Porthos avisa que não é forte e a ladra usa o bastão como alavanca, com força suficiente para abrí-la. Seguindo no corredor estreito, por uns 10m no maior breu, eles vêm uma outra escada que desce. A escada é bem tosca, esculpida na pedra. O mago ouve um leve ar encanado e um barulho de ondas ao fundo, a ladra avisa que não ouve nada. Logo eles entram num lugar sem saída com uma porta ultra mega reforçada na saída à esquerda.


Porthos já vê que não conseguiria abrir a porta, ele a acha estranha, com uma aura mágica e se recusa abrí-la. 


Banach, em sua prisão, ouve a voz do Porthos bem baixa e grita de lá de dentro. Sibila e o mago ouvem o grito, encafifados. Sibila tenta enrolar, pegando seu kit de ladrão com a chave da porta que Lyath lhe deu, mas Porthos que estava sentado na escada, vê e não acredita que aquela chave é do kit de ladrão e fica super desconfiado com a enrolação da ladra. A porta se abre e Porthos fica ainda mais desconfiado, Banach fica parado lá dentro. O mago pega o bastão e pensa na magia que pode usar caso necessite, soltando um True Strike, dando um sinal que Sibila pode abrir a porta.


Banach pergunta “quem é?”, escondendo os olhos da luz, Porthos se aproxima no maior cagaço, perguntando “Banach é vc mesmo??”, o bardo tampa os olhos e pede para abaixar a luz, dizendo que é ele mesmo. Banach conta que a última coisa que ele lembra era da batalha contra 30 Kuo-toas e Dorian, Sibila fica curiosa. Ele conta que apagou e quando acordou teve a sensação que foi envenenado, ele mostra a Porthos o local onde foi apunhalado. O mago concluiu que foi veneno e diz que não há mais perigo, era só para apagar. Banach continua contando que uma mina escrota veio falar com ele, dizendo que o povo da ilha faz parte do grupo antigo dele e ele estava tentando se vingar. Há um ou dois dias ele tinha sido interrogado pela mina. Contou que Vicryl, Aegion, Herdionte ficaram para trás e que se eles são espertos, provavelmente fugiram quando viram que deu merda. Ele pede por comida, pois sua ração foi levada. Sibila passa um pouco de ração para Banach.


Eles voltam pelo corredor até a escada, ao chegar na outra porta, Sibila ouve um barulho e se esconde atrás da escada. Ela não consegue ver o que está acontecendo, sai dali, tropeça e cai fazendo barulho. Ela espera um pouco pra ver o que acontece enquanto os outros dois ainda estão escondidos. Sibila não ouve nada de mais, e vê que a outra porta desse aposento está trancada. Porthos pede para ela abrir com a chave-mestra dela, Sibila enrola e diz que a fechadura tem tamanho diferente e manda o Mago abrir, já que ele está enchendo o saco. 


De repente todos ouvem um barulho muito alto de correria, o mago perde a concentração na magia e uns 10 Kuo-toas aparecem, vindo na direção deles, 3 já estavam em carga, na frente. Sibila tenta um blefe, mas eles não caem. O combate começa.


Sibila tenta fazer eles caírem com o chicote, fazendo um touch-attack, puxando 5 Kuo-toas ao chão. Dois atacam Sibila e o outro ataca Banach, todos falham. Os outros Kuo-toas jogam lanças, acertando Porthos. O mago tenta soltar magia, tem uma falha entrópica, se contorce e cai no chão. Banach e Sibila apanham dos peixes enquanto o mago se recompõe.

O Kuo-toa parreia o ataque do bardo, Sibila vai recuando para usar seu chicote e acerta o bicho que estava no chão, abrindo sua guarda e tomando uma espadada de outro Kuo-toa, coisa que ocorre também com Banach.

Sibila tenta acertar o mesmo Kuo-toa, enrolando o chicote no pescoço do bicho e degolando-o, ela tenta se apoiar na outra escada e sente uma mão o puxando pra baixo. Eles ouvem um estouro e a sala fica cheia de fumaça, sombras começam a puxar Sibila, uma delas com voz de mulher, falando para ela não se preocupar. Quatro Kuo-toas vão dois a dois em Banach e Porthos, eles vem alucinados em direção aos dois, que desviam deles. Porthos toma dois ataques e lança Magic Missiles, acertando os bichos.

As sombras chamam Banach para cima também, ele vai na direção, pois não há Kuo-toas ali. Sibila tenta puxar Porthos mas não consegue, Lyath arranca Sibila e Banach da sala. De repente fica tudo na mais repleta escuridão e todos correm desenfreadamente.



Postado por Rebeca/Kitiara/Ariadne.