Quinto Istamenou Metageitnion
Banach contínua em seu espaço próprio. Sibila e Porthos passam o dia ocupados em pilhar os aposentos próximos ao que estavam alojados. Dado a impossibilidade de abrir um dos baus que encontraram, Porthos decide desenvolver uma magia com essa finalidade. Mas antes disso, concluí que seria mais conveniente transportar tal bau para seus aposentos, o que é feito com muita força e vários Ghost Sounds. Com o bau devidamente alojado e depois de algumas horas de estudos, a magia necessária para abrí-lo estava pressumidamente preparada. Não sem muita apreensão o mago a executa, muito se empolgando com o barulho emitido pelo bau em resposta. Cautelosamente ele abre e coleta os espólios. Os dois já bastante cansados optam por dormir.
Sexto Istamenou Metageitnion
Descansados, Porthos e Sibila decidem continuar pilhando os aosentos do edifício em que se encontram. Vão diretamente a uma porta que não conseguiram abrir anteriormente, Porthos empolgado por testar mais uma vez sua nova magia, tenta convencer Sibila de que essa é a melhor opção, essa lembrando-se da primeira tentativa fracassada, sugere que ela tente abrir a porta fisicamente. Mas enquanto procura por seu kit de chaves mestras, o mago toma-lhe a frente e lança a magia, abrindo, felizmente, a porta.
Essa porta leva para um corredor cheio de archotes, que acaba uns 15m de distância, eles tentam ouvir algo, mas nada fica aparente. Eles andam com cuidado até a primeira porta, que está destrancada. Sibila sente um bafo quente ao abrir um pouco a porta, vendo uma bigorna e um forno quase apagando, de onde vem o calor e a luminosidade rubra. Porthos vai checar a mesa e Sibila olha a estante, com materiais de ferreiro, nada muito útil. Na mesa, instrumentos e armas largados, provavelmente pelo ferreiro.
Porthos vê que pelo estado do forno, é provável que aquela sala estava sendo usada, ao menos em 12 horas, pela produção de espadas curtas que há no local. Sibila fica incomodada com a quantidade de metal, Porthos a segue batendo na estante, derrubando 11 varetas que estavam encostadas na parede que eles não tinham notado. Sibila vê claramente que são cabos de lança pequenos e bate com um deles na cabeça do Mago, falando pra ele ser mais cuidadoso.
Saindo do quarto e entrando no outro, Sibila ouve uma voz muito baixinha lhe chamando, ela vai em direção a voz enquanto Porthos vai ver a outra porta. No corredor, em meio as sombras, ela diz: “Descobri algo que te interessa... Acho que outro membro do seu grupo está preso em outra sala, o nome dele é Banach.” A moça deu as direções a ele, dizendo para entrar à esquerda e descer as escadas, contando que a sala deve estar destrancada, essa sala leva a outro corredor sem saída com uma sala também a esquerda. Ela dá a chave da sala, que Sibila pega com cuidado, guardando logo no bolso, e ainda devolve a espada de Banach. Sibila tenta falar mais algo com Lyath, mas ela some nas sombras.
Porthos achou uma sala com um banho grego. Ele pergunta o que ela estava fazendo, Sibila enrola o mago, falando que achou a espada do Banach, dizendo que ele pode estar no local. Porthos quer lavar a sua roupa suja, mas Sibila reclama, dizendo que eles tem que seguir em frente.
Sibila viu no final do corredor dois Kuo-toas, que a princípio não viram eles ali. Entraram na porta à esquerda, com a escada que desce em L, lá embaixo encontram barris. Porthos vai checá-los, num dos barris, pegou uma caneca com um líquido turvo e ofereceu para Sibila, ela continua vendo a caixa sem ligar. Ele bebe o conteúdo achando que é água, e gospe logo depois, Sibila viu bem que era óleo de lamparina, enquanto isso ele procura loucamente por algo para beber e tirar o óleo da boca. A ladra tenta abrir a caixa com seu pé de cabra, e faz a maior bagunça para não pegar no metal, Porthos briga falando que está fazendo barulho e bebe seu vinho.
Dentro da caixa, Sibila tira as ferragens e descobre do pior jeito que tinha um escudo de metal redondo de aço, com uma caveira no meio (Shield of the Skull). Sibila não pode usar, mas Porthos vê que pode ser útil para alguém do grupo. Sibila diz que quer continuar explorando o local, convencendo o Mago a ir junto. Ela toma a frente, movendo-se nas sombras, o Mago tenta seguir furtivo. Ele foi bem mais barulhento, mas não estava chamando tanta atenção. Descendo cerca de 4m, acabando em outra câmera, vazia e empoeirada, sem nenhuma iluminação. Sibila vai falar algo e Porthos já se prepara para soltar Luz e iluminar o caminho. Um globinho de luz fica flutuando do lado deles, Sibila ouve apenas vendo encanado e vê que a porta está emperrada. Porthos avisa que não é forte e a ladra usa o bastão como alavanca, com força suficiente para abrí-la. Seguindo no corredor estreito, por uns 10m no maior breu, eles vêm uma outra escada que desce. A escada é bem tosca, esculpida na pedra. O mago ouve um leve ar encanado e um barulho de ondas ao fundo, a ladra avisa que não ouve nada. Logo eles entram num lugar sem saída com uma porta ultra mega reforçada na saída à esquerda.
Porthos já vê que não conseguiria abrir a porta, ele a acha estranha, com uma aura mágica e se recusa abrí-la.
Banach, em sua prisão, ouve a voz do Porthos bem baixa e grita de lá de dentro. Sibila e o mago ouvem o grito, encafifados. Sibila tenta enrolar, pegando seu kit de ladrão com a chave da porta que Lyath lhe deu, mas Porthos que estava sentado na escada, vê e não acredita que aquela chave é do kit de ladrão e fica super desconfiado com a enrolação da ladra. A porta se abre e Porthos fica ainda mais desconfiado, Banach fica parado lá dentro. O mago pega o bastão e pensa na magia que pode usar caso necessite, soltando um True Strike, dando um sinal que Sibila pode abrir a porta.
Banach pergunta “quem é?”, escondendo os olhos da luz, Porthos se aproxima no maior cagaço, perguntando “Banach é vc mesmo??”, o bardo tampa os olhos e pede para abaixar a luz, dizendo que é ele mesmo. Banach conta que a última coisa que ele lembra era da batalha contra 30 Kuo-toas e Dorian, Sibila fica curiosa. Ele conta que apagou e quando acordou teve a sensação que foi envenenado, ele mostra a Porthos o local onde foi apunhalado. O mago concluiu que foi veneno e diz que não há mais perigo, era só para apagar. Banach continua contando que uma mina escrota veio falar com ele, dizendo que o povo da ilha faz parte do grupo antigo dele e ele estava tentando se vingar. Há um ou dois dias ele tinha sido interrogado pela mina. Contou que Vicryl, Aegion, Herdionte ficaram para trás e que se eles são espertos, provavelmente fugiram quando viram que deu merda. Ele pede por comida, pois sua ração foi levada. Sibila passa um pouco de ração para Banach.
Eles voltam pelo corredor até a escada, ao chegar na outra porta, Sibila ouve um barulho e se esconde atrás da escada. Ela não consegue ver o que está acontecendo, sai dali, tropeça e cai fazendo barulho. Ela espera um pouco pra ver o que acontece enquanto os outros dois ainda estão escondidos. Sibila não ouve nada de mais, e vê que a outra porta desse aposento está trancada. Porthos pede para ela abrir com a chave-mestra dela, Sibila enrola e diz que a fechadura tem tamanho diferente e manda o Mago abrir, já que ele está enchendo o saco.
De repente todos ouvem um barulho muito alto de correria, o mago perde a concentração na magia e uns 10 Kuo-toas aparecem, vindo na direção deles, 3 já estavam em carga, na frente. Sibila tenta um blefe, mas eles não caem. O combate começa.
Sibila tenta fazer eles caírem com o chicote, fazendo um touch-attack, puxando 5 Kuo-toas ao chão. Dois atacam Sibila e o outro ataca Banach, todos falham. Os outros Kuo-toas jogam lanças, acertando Porthos. O mago tenta soltar magia, tem uma falha entrópica, se contorce e cai no chão. Banach e Sibila apanham dos peixes enquanto o mago se recompõe.
O Kuo-toa parreia o ataque do bardo, Sibila vai recuando para usar seu chicote e acerta o bicho que estava no chão, abrindo sua guarda e tomando uma espadada de outro Kuo-toa, coisa que ocorre também com Banach.
Sibila tenta acertar o mesmo Kuo-toa, enrolando o chicote no pescoço do bicho e degolando-o, ela tenta se apoiar na outra escada e sente uma mão o puxando pra baixo. Eles ouvem um estouro e a sala fica cheia de fumaça, sombras começam a puxar Sibila, uma delas com voz de mulher, falando para ela não se preocupar. Quatro Kuo-toas vão dois a dois em Banach e Porthos, eles vem alucinados em direção aos dois, que desviam deles. Porthos toma dois ataques e lança Magic Missiles, acertando os bichos.
As sombras chamam Banach para cima também, ele vai na direção, pois não há Kuo-toas ali. Sibila tenta puxar Porthos mas não consegue, Lyath arranca Sibila e Banach da sala. De repente fica tudo na mais repleta escuridão e todos correm desenfreadamente.
Postado por Rebeca/Kitiara/Ariadne.