terça-feira, 15 de abril de 2008

09/04/08

Sexto Istamenou Metageitnion


Herdionte pergunta se o elfo vai comer apenas os ovos, então eles repartem a gaivota crua. Vicryl demora muito mas continua devagar e sempre na escalada, Herdionte está a frente sem olhar para baixo. Depois de mais um tempo o arqueólogo faz contato visual com Vicryl e eles vêem as janelas do farol à frente acesas. O elfo ouve barulhos leves e distantes de pedrinhas, deduzindo que são passos, ele subiu um pouco, se levantando para observar, onde vê os vitrais das janelas com sombras humanóides, com cerca de 1,60m. O elfo se abaixa novamente, fazendo sinais para Herdionte sobre o que ele acabou de ver, o arqueólogo faz um sinal de que “não tem o que fazer”. O elfo subiu de novo e viu que um deles está encostado na parede e o outro parece errante. Ele ouve ruídos de conversa, pela entonação parecem ser Kuo-toas batendo papo. 


Eles tentam andar de ladinho, na beirada da falésia bem devagar. Herdionte escorrega um pouco, o elfo pára e tenta ouvir a conversa, notando que o tom dos Kuo-toas não mudou, mas parou logo que eles fizeram barulho. O elfo não ouve mais nada, mas vê os Kuo-toas procurando alguma coisa na falésia, eles tentam se esconder. Os bichos falam alguma coisa, apontam para algum lugar e somem. Vicryl tenta se mover para o lado enquanto Herdionte fica queito no seu lugar, ele levanta e tenta olhar o que está acontecendo e vê que os Kuo-toas estão olhando bem pra ele. Um dos bichos sorri e os outros dois estão curiosos, o elfo levanta fazendo sinal para que eles se acalmam enquanto os Kuo-toas se aproximam. O elfo tenta subir e se jogar para escapar dos Kuo-toas, mas não consegue se apoiar e se rala por 7m, batendo na rocha. Tudo se apaga para ele...


"Qual será o destino do elfo pelado??? XD"


Logado por Namárië / Kitiara / Ariadne

quarta-feira, 9 de abril de 2008

04/04/08

Sétimo Istamenou Metageitnion


Era manhã, quando o grupo encontrou o único clérigo remanescente de Thétys, chamado Tyresias. Ele é quase todo azul, pele morena de sol, pelos azuis e tem cheiro de maresia. Friedmann tira sarro de Nudus, e todos ficam em um silêncio constrangedor. 

Todos começam a conversar assim que o nome Páris foi clamado. Ariadne pergunta sobre o fato dele ser clérigo de Thétys e Straton lembra do carinha da taverna (que indicou que esse clérigo tem querelas com Páris.

Eles entram no Farol e sentam-se à sombra. Tyresias pede para eles contarem mais sobre eles, Ariadne e Nudus começam a descorrer sobre a viagem, falando que vieram para a ilha para salvar Caron. O clérigo conta que viu os lacaios do Páris desovarem os navios há cerca de dois dias, e fala que Caron era um homem de boa índole e que Páris chegou na ilha cerca de dois meses atrás da mesma forma que Herdionte, como um arqueólogo. Ele conta que Caron deve estar no outro farol, como prisioneiro e que quer falar com ele para tirar dúvidas, Straton conta sobre a expulsão do templo.


Tyresias conta que existia um mago que era conselheiro do Páris, junto com uma moça estranha envolta em sombras, Lyath. Eles apareceram e pareciam muito razoáveis e estudiosos, ganhando a confiança do clérigo, cada vez entrando mais a dentro do templo e sabendo mais informações sobre a ilha. Na verdade eles estavam procurando por um item ou um pedaço dele, e ninguém quase falava disso, mas alguns deixavam transparecer. Duas semanas da revolta, o Mago pegou um barco com uns lacaios de Páris que faziam escavações, indo para Delfos e nunca mais voltou, duas semanas depois, aparentemente Páris achou o que queria e mudou da água para o vinho, tomando o templo, fazendo aliança com os Kuo-toas e matando muitos camponeses. Tyresias fica meio triste, ele realmente está arrependido e acha que estão a procura dele, mas diz já estaria morto se assim Páris quisesse.

O grupo fala que não conhece Páris, e ele diz que o taverneiro e o grupo estão vivos pois ele acha que há algo de útil neles.


Ariadne repara que Tyresias está olhando para ela, a clériga pergunta qual o problema e ele responde que tem uma aura diferente envolvendo-a. Ariadne responde na hora que deve ser porque ela é clériga de Ares. Ele diz que é outra coisa, Friedmann acha que ela esconde um segredo e Ariadne responde que  não, na sinceridade. O clérigo pergunta o que eles pretendem fazer e Ariadne diz que quer sair da ilha. Ela pergunta se ele sabe de outras pessoas perdidas na ilha, uma loira, um centauro, um elfo... Tyresias fica assustado, perguntado do centauro e Nudus explica sobre o fato do elfo ser prisioneiro por ser extrativista, que deixa o clérigo mais espantado.


Tyresias fala de uma bruxa que mora nos pântanos do sul e que as comunidades tinham uma relação simbiótica com ela, mas depois da interferência do Páris ela começou a ficar estranha, mas é possível que ela saiba de alguma coisa. Ele indica que temos duas possibilidades, indo pelos pântanos ou passar pelo templo e pegar uma trilha perto do vulção e do porto, mas o último estará muito bem vigiado. Foi o que o povo do mar contou a ele, porque tem um em especial que ficou prisioneiro do Páris, contando que duas tribos de Kuo-toas estão em guerra (que Páris está no meio, e esse item pode ter a ver com o fato dos Kuo-toas estarem trabalhando para ele). O clérigo ainda conta que é possível que o "pântano" os ataque, mas não há praticamente possibilidade de encontrarem Kuo-toas por lá. Mas ele avisa que todos precisam ir de noite, para não serem percebidos pelos Kuo-toas, mas o pântano à noite também é perigoso. Todos fazem um plano de ir para o pântano à noite e entrar nele apenas quando amanhecer, pois a bruxa e outras criaturas podem atacá-los.


Eles vão deitar e descansar para sair ao anoitecer, Nudus deita em um canto e ronca, Friedmann sai para a moita para escorregar um moreno, Ariadne vai rezar num canto e fazer suas indagações filosóficas diárias. Friedmann termina sua necessidade fisiológica e fica andando por ali perto, ele anda uns 70m até o bosque, para fazer coisas excusas, quando volta vê Straton e Tyresias dormindo e sol está a pino. Ele vai deitar também.


Postado por Rebeca/Kitiara/Ariadne.


quarta-feira, 2 de abril de 2008

02/04/08

Topo dos Ventos (ainda o mesmo dia da sessão anterior).


Sibila e Banach continuam sendo puxados pelas mãos de Liath dentro de um negrume, sem saber para onde vão. De repente a nuvem negra se dissipa e eles sentem ofuscados e um cheiro forte de enxofre. Eles estão num monte, parecido com o Topo dos Ventos, elevado, de forma redonda, de pedras. É por volta do meio-dia, Liath está com eles... Ela é muito pálida, dois pequenos chifres, olhos e cabelos vermelhos, alta e magra.


Sibila pergunta o que aconteceu e Liath disse que se eles ficassem, morreriam. Ela e explica que o lugar onde estão é um vulcão, por isso o cheiro de enxofre forte. Sibila apresenta Liath a Banach, e fala que ficou preocupada com Porthos que ficou pra trás no combate. Liath fala que eles devem ficar por ali enquanto ela vai averiguar a situação, Sibila pergunta se ela sabe dos outros membros do grupo e ela conta sobre a briga dom Dorian e a expulsão dos demais do Tempo. Ela ainda conta que o centauro e o elfo ainda estão presos no Templo e que Paris fez uma silada com os Kuo-toas, pra saber qual a relação que ela e os outros tinham com Banach, por isso ela deu a chave a ela, justificando que para começar a enganar os inimigos ela deveria enganar os amigos. Liath força eles a ficarem ali, porque os Kuo-toas estariam perseguindo eles... Ela se envolve em sombras e sai.


Banach pergunta de onde ela conhece essa garota e ela conta que quando se afastou deles logo que chegaram na ilha, que ela a ajudou com alguns problemas que Sibila teve, por mais que ela fosse estranha, ela a ajudou das outras vezes. Ela conta que passou uma noite na mesma masmora onde Vicryl e Aegion estão, e conta que o lugar é bem vigiado, uma vez que Paris fica lá. 


Poço dos mortos


Vicryl estava de olhos fechados e sente seus pés molhados, ele abre os olhos e vê que está a frente do mar, ao levantar se sente zonzo e muito dolorido. Ele está apenas com a roupa do corpo, molhada e ensanguentada. O elfo vê que está num buraco de pedra, com os lados de pedra escarpados, rodeado de corpos mortos e em decomposição, esqueletos e o corpo do Aegion, que está muito mal no chão. Ele não está morto, mas nem um pouco bem. Vicryl não consegue discernir muito o que acontece em volta dele, a não ser que é dia, ele vê um túnel  com uma grade, ascendente de mais ou menos 5m, ele tem um leve sinal de desgastes e algas penduradas na parede. Ele consegue carregar o centauro até a boca do túnel, ele pega um pedaço de costela e tenta arrombar a fechadura da grade, que é por dentro. Depois de tentar muito ele vê que não consegue.


Ele ouve alguém gemer e vê que Herdionte acordou, ele levanta um pedaço da roupa e mostra que está sangrando. Ele pergunta onde eles estão e o elfo tenta explicar, ele fala que acha que eles foram confundidos com mortos, pergunta de Aegion e se encosta no morro. O elfo testa a praia e vê que ela é funda, mas dá para escalar a parede ao lado do poço onde eles estão. 


Eles estão numa ilha meio arredondada, ele viu que teria que nadar pelo menos de um lado 30m e outro, 50m, contra a rebentação (ou seja, praticamente impossível). Ele vê cerca de 6 esqueletos completos e mais dois corpos semi decompostos. O elfo tenta ajudar Herdionte que tem uma laceração mais profunda no tronco, ele não consegue de primeira, mas pegando trapos de outros corpos e fazendo um curativo e diz que a única maneira é sair a nado. O arqueólogo argumenta que não tem forças e que escalar seria mais fácil, pois se sua força acabasse ele se sustentaria com o corpo, o que não ocorre com o mar. Vicryl não vê nenhum movimento acima de onde eles estão e concorda a escalar. Herdionte logo pára, sem forças e o elfo tem dificuldade de se apoiar, tenta observar o movimento, mas não vê nada demais e continua subindo...


Sibila pergunta a Banach como aconteceu a briga em que eles se envolveram, ele conta que a culpa foi deles, quando mataram os guardinhas do Templo, depois Dorian apareceu e rolou uma briga onde Banach apagou. Eles vêem que estão cerca de 200m acima do nível do Templo, Banach consegue ouvir um barulho de burburinho e vento ele tem um botch em sobrevivência e perde totalmente a noção do tempo. Sibila subiu em uma das pedras para observar o movimento e vê alguns Kuo-toas espalhados em grupos de três por toda ilha, o que ela acha estranho. 


Tapa na gaivota!


Vicryl passou duas horas, o que corresponderam a uns 20m e sentiu seu estômago reclamar, lembrando que fazia muito tempo que não comia, como ele está numa ilha vulcânica, ele tenta procurar ninhos de passarinho onde poderia se alimentar. Ele vê um ninho dentro de um buraco na parede e se aproxima furtivamente, vendo uma gaivota chocando o ninho, mas não sabe como pegar ovos sem chamar atenção da gaivota diretamente. Ele tira a toga com dificuldade e tenta usá-lo como arma, batendo-a aberta para acertar a gaivota e tirá-la de lá. Ele acerta e assusta a gaivota que sai do ninho e vê o elfo. Ela vem e dá uma garrada, acertando Vicryl. 


O elfo consegue envolver a gaivota com a toga, que se debate, ele tenta acertá-la com tudo contra a parede, batendo a sua própria mão na pedra. A gaivota cai, mas se recupera e continua vindo na direção dele. Vicryl perde o equilíbrio e começa a cair, ralando na pedra, depois de um tempo ele pára, voltando a ter equilíbrio. Ele tenta dar um tapa na ave, mas ela desvia e erra o ataque nele. Ela vem novamente, ele consegue acertá-la, agarrá-la e toma uma bicada no ombro. Ele consegue arrancar o pescoço da gaivota e beber o seu sangue, continuando a escalada, ele vê que Herdionte está no mesmo nível que ele. Ele repara que o elfo está pelado e tira sarro, Vicryl consegue chegar aos ovos bem devagar e os come (mesmo estando fecundados). Ele continua a escalada (ainda pelado).


Sibila continua vendo a movimentação dos Kuo-toas, que aumenta a medida que o tempo passa. Anoitece e Banach acha que vai amanhecer (e que uma nuvem está na frente do sol). O bardo ouve de leve barulhos de pedrinhas se movendo o que ele deduz que são passos. Eles se preparam para qualquer coisa e Banach não consegue ouvir mais nada. Ele sente uma mão encostando no seu ombro e uma voz feminina “parabéns, você me ouviu!”. Liath trouxe comida e Sibila pergunta dos Kuo-toas, ela diz “temos muito o que conversar!”.


Postado por Rebeca/Kitiara/Ariadne.

26/03/08

Quinto Istamenou Metageitnion


Banach contínua em seu espaço próprio. Sibila e Porthos passam o dia ocupados em pilhar os aposentos próximos ao que estavam alojados. Dado a impossibilidade de abrir um dos baus que encontraram, Porthos decide desenvolver uma magia com essa finalidade. Mas antes disso, concluí que seria mais conveniente transportar tal bau para seus aposentos, o que é feito com muita força e vários Ghost Sounds. Com o bau devidamente alojado e depois de algumas horas de estudos, a magia necessária para abrí-lo estava pressumidamente preparada. Não sem muita apreensão o mago a executa, muito se empolgando com o barulho emitido pelo bau em resposta. Cautelosamente ele abre e coleta os espólios. Os dois já bastante cansados optam por dormir.


Sexto Istamenou Metageitnion


Descansados, Porthos e Sibila decidem continuar pilhando os aosentos do edifício em que se encontram. Vão diretamente a uma porta que não conseguiram abrir anteriormente, Porthos empolgado por testar mais uma vez sua nova magia, tenta convencer Sibila de que essa é a melhor opção, essa lembrando-se da primeira tentativa fracassada, sugere que ela tente abrir a porta fisicamente. Mas enquanto procura por seu kit de chaves mestras, o mago toma-lhe a frente e lança a magia, abrindo, felizmente, a porta.  


Essa porta leva para um corredor cheio de archotes, que acaba uns 15m de distância, eles tentam ouvir algo, mas nada fica aparente. Eles andam com cuidado até a primeira porta, que está destrancada. Sibila sente um bafo quente ao abrir um pouco a porta, vendo uma bigorna e um forno quase apagando, de onde vem o calor e a luminosidade rubra. Porthos vai checar a mesa e Sibila olha a estante, com materiais de ferreiro, nada muito útil. Na mesa, instrumentos e armas largados, provavelmente pelo ferreiro.


Porthos vê que pelo estado do forno, é provável que aquela sala estava sendo usada, ao menos em 12 horas, pela produção de espadas curtas que há no local. Sibila fica incomodada com a quantidade de metal, Porthos a segue batendo na estante, derrubando 11 varetas que estavam encostadas na parede que eles não tinham notado. Sibila vê claramente que são cabos de lança pequenos e bate com um deles na cabeça do Mago, falando pra ele ser mais cuidadoso.


Saindo do quarto e entrando no outro, Sibila ouve uma voz muito baixinha lhe chamando, ela vai em direção a voz enquanto Porthos vai ver a outra porta. No corredor, em meio as sombras, ela diz: “Descobri algo que te interessa... Acho que outro membro do seu grupo está preso em outra sala, o nome dele é Banach.” A moça deu as direções a ele, dizendo para entrar à esquerda e descer as escadas, contando que a sala deve estar destrancada, essa sala leva a outro corredor sem saída com uma sala também a esquerda. Ela dá a chave da sala, que Sibila pega com cuidado, guardando logo no bolso, e ainda devolve a espada de Banach. Sibila tenta falar mais algo com  Lyath, mas ela some nas sombras.

Porthos achou uma sala com um banho grego. Ele pergunta o que ela estava fazendo, Sibila enrola o mago, falando que achou a espada do Banach, dizendo que ele pode estar no local. Porthos quer lavar a sua roupa suja, mas Sibila reclama, dizendo que eles tem que seguir em frente.


Sibila viu no final do corredor dois Kuo-toas, que a princípio não viram eles ali. Entraram na porta à esquerda, com a escada que desce em L, lá embaixo encontram barris. Porthos vai checá-los, num dos barris, pegou uma caneca com um líquido turvo e ofereceu para Sibila, ela continua vendo a caixa sem ligar. Ele bebe o conteúdo achando que é água, e gospe logo depois, Sibila viu bem que era óleo de lamparina, enquanto isso ele procura loucamente por algo para beber e tirar o óleo da boca. A ladra tenta abrir a caixa com seu pé de cabra, e faz a maior bagunça para não pegar no metal, Porthos briga falando que está fazendo barulho e bebe seu vinho. 


Dentro da caixa, Sibila tira as ferragens e descobre do pior jeito que tinha um escudo de metal redondo de aço, com uma caveira no meio (Shield of the Skull). Sibila não pode usar, mas Porthos vê que pode ser útil para alguém do grupo. Sibila diz que quer continuar explorando o local, convencendo o Mago a ir junto. Ela toma a frente, movendo-se nas sombras, o Mago tenta seguir furtivo. Ele foi bem mais barulhento, mas não estava chamando tanta atenção. Descendo cerca de 4m, acabando em outra câmera, vazia e empoeirada, sem nenhuma iluminação. Sibila vai falar algo e Porthos já se prepara para soltar Luz e iluminar o caminho. Um globinho de luz fica flutuando do lado deles, Sibila ouve apenas vendo encanado e vê que a porta está emperrada. Porthos avisa que não é forte e a ladra usa o bastão como alavanca, com força suficiente para abrí-la. Seguindo no corredor estreito, por uns 10m no maior breu, eles vêm uma outra escada que desce. A escada é bem tosca, esculpida na pedra. O mago ouve um leve ar encanado e um barulho de ondas ao fundo, a ladra avisa que não ouve nada. Logo eles entram num lugar sem saída com uma porta ultra mega reforçada na saída à esquerda.


Porthos já vê que não conseguiria abrir a porta, ele a acha estranha, com uma aura mágica e se recusa abrí-la. 


Banach, em sua prisão, ouve a voz do Porthos bem baixa e grita de lá de dentro. Sibila e o mago ouvem o grito, encafifados. Sibila tenta enrolar, pegando seu kit de ladrão com a chave da porta que Lyath lhe deu, mas Porthos que estava sentado na escada, vê e não acredita que aquela chave é do kit de ladrão e fica super desconfiado com a enrolação da ladra. A porta se abre e Porthos fica ainda mais desconfiado, Banach fica parado lá dentro. O mago pega o bastão e pensa na magia que pode usar caso necessite, soltando um True Strike, dando um sinal que Sibila pode abrir a porta.


Banach pergunta “quem é?”, escondendo os olhos da luz, Porthos se aproxima no maior cagaço, perguntando “Banach é vc mesmo??”, o bardo tampa os olhos e pede para abaixar a luz, dizendo que é ele mesmo. Banach conta que a última coisa que ele lembra era da batalha contra 30 Kuo-toas e Dorian, Sibila fica curiosa. Ele conta que apagou e quando acordou teve a sensação que foi envenenado, ele mostra a Porthos o local onde foi apunhalado. O mago concluiu que foi veneno e diz que não há mais perigo, era só para apagar. Banach continua contando que uma mina escrota veio falar com ele, dizendo que o povo da ilha faz parte do grupo antigo dele e ele estava tentando se vingar. Há um ou dois dias ele tinha sido interrogado pela mina. Contou que Vicryl, Aegion, Herdionte ficaram para trás e que se eles são espertos, provavelmente fugiram quando viram que deu merda. Ele pede por comida, pois sua ração foi levada. Sibila passa um pouco de ração para Banach.


Eles voltam pelo corredor até a escada, ao chegar na outra porta, Sibila ouve um barulho e se esconde atrás da escada. Ela não consegue ver o que está acontecendo, sai dali, tropeça e cai fazendo barulho. Ela espera um pouco pra ver o que acontece enquanto os outros dois ainda estão escondidos. Sibila não ouve nada de mais, e vê que a outra porta desse aposento está trancada. Porthos pede para ela abrir com a chave-mestra dela, Sibila enrola e diz que a fechadura tem tamanho diferente e manda o Mago abrir, já que ele está enchendo o saco. 


De repente todos ouvem um barulho muito alto de correria, o mago perde a concentração na magia e uns 10 Kuo-toas aparecem, vindo na direção deles, 3 já estavam em carga, na frente. Sibila tenta um blefe, mas eles não caem. O combate começa.


Sibila tenta fazer eles caírem com o chicote, fazendo um touch-attack, puxando 5 Kuo-toas ao chão. Dois atacam Sibila e o outro ataca Banach, todos falham. Os outros Kuo-toas jogam lanças, acertando Porthos. O mago tenta soltar magia, tem uma falha entrópica, se contorce e cai no chão. Banach e Sibila apanham dos peixes enquanto o mago se recompõe.

O Kuo-toa parreia o ataque do bardo, Sibila vai recuando para usar seu chicote e acerta o bicho que estava no chão, abrindo sua guarda e tomando uma espadada de outro Kuo-toa, coisa que ocorre também com Banach.

Sibila tenta acertar o mesmo Kuo-toa, enrolando o chicote no pescoço do bicho e degolando-o, ela tenta se apoiar na outra escada e sente uma mão o puxando pra baixo. Eles ouvem um estouro e a sala fica cheia de fumaça, sombras começam a puxar Sibila, uma delas com voz de mulher, falando para ela não se preocupar. Quatro Kuo-toas vão dois a dois em Banach e Porthos, eles vem alucinados em direção aos dois, que desviam deles. Porthos toma dois ataques e lança Magic Missiles, acertando os bichos.

As sombras chamam Banach para cima também, ele vai na direção, pois não há Kuo-toas ali. Sibila tenta puxar Porthos mas não consegue, Lyath arranca Sibila e Banach da sala. De repente fica tudo na mais repleta escuridão e todos correm desenfreadamente.



Postado por Rebeca/Kitiara/Ariadne.