Straton se vê em frente a uma construção quadrada e muito alta. Há um grande portão de madeira preta, meio tomada pela maresia. As batidas de Straton ecoam pelo portão, mas não recebem resposta. Ele grita. Nada. Ele tenta forçar o portão com um chute, e de novo. Por fim, ele empurra o portão até expor a viga que o prente. Sai um cheiro horrível. Straton quebra a viga com sua espada, Fender.
Vem um cheio podre e horrível da porta que se abre. Ela dá em um salão muito grande e escuro. Na parede lateral há uma bancada. O chão é de areia batida, com algumas gosmas caídas. Straton entra até as janelas e as quebra para iluminar a sala. O cheiro emana de baixo da bancada. Ele arrasta a bancada para a frente. Atrás da mesa tem umas gosmas fétidas impregnadas na parede e na areia.
Do caminho, Nudus vê de longe Straton socando o portão com a espada, e pensa consigo mesmo se ele não consegue bater. Ele vai para a outra casa e bate no portão, sem resposta. Com uma forçadinha, o portão não cede. Ele dá a volta e pára em uma porta lateral, que também não cede. Ele tenta derrubar a porta, mas não consegue. Ele pega distância e dá uma carga na porta. Ele leva a porta e um pouco da parede consigo, só parando quando bate na parede oposta. Ele xinga e cospe na porta caída. Olhando para o lado, ele vê dois Kou-Toas olhando para ele com lanças apontadas.
Pancadaria!
Nudus rola e um Kuo-Toa arremessa a lança nele, que o acerta de raspão. Ele pega o Sudo. O Kuo-Toa mais próximo tenta atacá-lo com sua espada, mas erra. Nudus tenta bater nele com o Sudo, mas erra e toma um contra-ataque. Nudus acerta o Sudo na parede, e desvia da estocada do bicho. Na pancadaria, o Kuo-Toa acerta mais uma estocada em Nudus, que fica puto. O outro só fica olhando.
Nudus dá um berro, que Straton ouve. Ele vai calmamente averiguar o que está acontecendo.
Nudus acerta o bicho na cabeça com o Sudo. O Kuo-Toa vai para trás e fica meio tonto, mas ainda assim acerta Nudus.
Straton sai do portão e ouve que o berro veio da casa ao lado. Ele sai correndo até a casa.
Nudus dá um pisão no chão e acerta uma martelada no bicho, antes chutando-lhe. Voam pedaços de Kuo-Toa para todos os lados, e sobe um cheiro de podre. Nudus olha ameaçador para o outro, que o espeta com a lança. Nutus marreta a cabeça do bicho.
Straton chega perto da porta e ouve barulho de combate. Lá dentro, ele vê Nudus machucado, mas ainda bem. Ele chega por trás do bicho e roda a espada para cima dele, mas erra. O Kuo-Toa erra a estocada em Nudus, assustado pela espada que acabou de passar por ele. Nudus estoura a cabeça do bicho. Em seguida, ele tenta acertar a primeira porta que vê pela frente, mas ela não quebra. Straton chuta outra porta, que sai voando. Nudus tenta chutar a porta, mas esfola seu pé na areia.
Straton vê uma sala grande à sua frente. Entra um pouco de luz pelas paredes, em que há portões grandes. Ele vê a sombra de dois barcos na sala e conta para Nudus, que rosna e manca em direção à sala.
Straton levanta a trava e empurra o portão. Ele pega dois remos na sala e dá um para Nudus, que vai para outra porta e ergue a outra trava, abrindo a porta. Straton tenta arrastar o barco, mas ele escorrega. Nudus acha bom o fato de ele não ser o único incompetente, e arrasta o barco para fora da sala. Ele sugere a Straton que os dois arrastem um barco por vez.
Eles vêem quatro Kuo-Toas correndo em direção deles.
Do barco, os outros vêem Nudus e Straton entrando nas salas, ouvem um grito e vêem as portas abrindo e Nudus puxando um barco. Em seguida, eles vêem quatro sombras correndo em direção a eles.
Porthos pede o arco e uma flecha de Aegion. Ele solta uma magia na flecha para ela ficar bem levinha, e outra para que ela acerte o seu alvo. Ele carrega o arco meio toscamente, e Aegion corrige sua postura. Eles puxam a flecha até o arco quase estourar. Ele solta a flecha e o arco sai voando até quase cair para fora do barco.
Na praia, um dos Kuo-Toas é acertado por uma flecha no ombro e fica meio atordoado. Os outros três continuam para cima de Straton e Nudus. Um deles acerta Nudus com uma lançada. Straton acerta bonito um dos caras perto dele. Nudus toma um pequeno impulso para cima de um deles, indo parar atrás de Straton, cobrindo-lhe as costas. Os Kuo-Toas cercam os dois.
Do barco, Porthos tenta repetir a magia na flecha, mas ela falha. Por sorte, ele escapa da loucura. Straton arranca a cabeça de um bicho, e logo em seguida acerta outro. Um dos que sobrou acerta Straton.
No barco, Porthos consegue fazer a próxima flecha mais leve. Straton derrumba mais um Kuo-Toa, e trespassa o seguinte. Nudus derruba mais um Kuo-Toa, mas erra o seguinte.
Porthos dá uma magia para a flecha ficar certeira. O Kuo-Toa sobrevivente começa a fugir para o mar. Straton pula por cima de Nudus e divide o bicho no meio.
Porthos devolve a flecha para Aegion, meio decepcionado. Na praia, Straton e Nudus dão uma respirada.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
quarta-feira, 13 de junho de 2007
13/6/07
Nudus diz para Straton que ele não é legal. Straton dá uma resposta torta e Ariadne diz que não adianta discutir com ele hoje.
Porthos olha para Herdionte. Ele está meio branco e com os olhos arregalados. Porthos diz que talvez seja uma boa idéia rebocar o outro barco para fora dali. Herdionte fica apontando para o mar. Nudus sobe a âncora do barco. Porthos vê um Kuo Toa puxando Caron para dentro do oceano e grita para os outros. Ariadne, Aegion e Banach vêem o que está acontecendo.
Pega! Pega!
Porthos dispara mísseis mágicos no Kuo Toa. Aegion dispara uma flecha no Kuo Toa. Porthos grita para ele acender a próxima flecha. Ariadne chega perto da borda e conjura um tubarão diabólico para perseguir o bicho. Banach dá um tiro de besta na água.
Nudus vê o bicho. Porthos acende uma flecha e Aegion a dispara no mar. Muito tenuamente, eles conseguem ver a flecha afundando. Nudus fica cutucando o nariz. O tubarão de Ariadne morde o Kuo Toa. O bicho revida e desce o cacete no tubarão. Porthos dispara mais mísseis mágicos. Aegion atira mais uma vez e erra. Eles perdem o Kuo Toa de vista.
Os dois marinheiros que sobraram ficam com cara de WTF, olhando um para o outro sem saber o que fazer. Vicryl sugere eles caçarem o Kuo Toa. Os marinheiros topam. Porthos pergunta a Herdionte se o barco está em condições de navegar sozinho. Ele responde que não sem uma tripulação. Aegion fica inquieto.
Nudus grita para o pessoal do outro barco para eles amarrarem a corda no mastro. Ele tenta puxar a corda, mas não consegue. Ariadne pede aos marinheiros que aproximem o barco de onde os outros estão. Eles pedem que ela e Sibila ajudem com as cordas. Sibila tenta dubir no mastro, mas escorrega. Os outros marinheiros continuam acertando o barco para a partida. Vicryl consegue ajudar fazendo o trabalho de dois.
Porthos e Herdionte pulam de volta ao barco. Aegion pula e aterrisa tranqüilamente. No balanço do mastro, Vicryl cai estatelado dentro do barco. O centauro sorri.
Nudus teta desamarrar a corda que prende os dois barcos, mas não consegue. Straton corta a corda com a espada. Os marinheiros começam a virar o barco e eles saem em perseguição ao Kuo Toa. Nudus percebe que eles estão indo em uma direção diferente da original.
Straton e Banach começam a duvidar da utilidade em se perseguir o Kuo Toa. Instantes depois, eles vêem um corpo boiando no mar. Vicryl vê que é o cadáver de um Kuo Toa mastigado. Straton diz que há uma boa chance de Caron ter virado jantar do tubarão. Ele desce e puxa o bicho para fora da água, depois olha em volta e vê se na água há algo diferente. Banach grita por Caron. Porthos tenta procurá-lo. Eles não acham nada. Sibila pergunta aos marinheiros se eles sabem se guiar sem um barqueiro. Os marinheiros dizem que sim. Eles retomam a viagem para a ilha.
Deixa disso!
Nudus diz que eles estão indo para o lugar errado. Um dos marinheiros tenta orientá-lo. Ariadne fala para deixar quieto. Vicryl volta para o mastro. Nudus vai para o timãso e o vira com tudo. O barco dá um tranco e derruba todo mundo, menos Straton e Banach. Straton corre até o timão chuta a boca de Nudus.
Nudus se levanta para pegar o Sudo. Banach fica gritando para eles pararem com isso. Ariadne fica se esperneando. Nudus tenta acertar a clava em Straton, mas erra. Straton, num ato muito gentil, destroça o Sudo. Nudus fica muito puto e pega uma pedra para dar na cabeça de Straton. Banach fica berrando para eles pararem. Ariadne instrui os marinheiros a retomar o rumo. Nudus ouve Sibila gritando para eles pararem. Porthos se prepara para soltar uma magia em quem levantar a mão. Nudus fica parado com a pedra na mão. Straton não se move.
Todos se acalmam. Ariadne chega perto de Nudus e diz que os marinheiros sabem o que estão fazendo. Ele se convence de que tinha errado a direção. Banach pede que Nudus abaixe a pedra. O barco volta ao curso um pouco mais rápido, em direção à ilha. Banach tenta consertar a arma de Nudus, e Straton protesta. Nudus fica olhando para o que sobrou de Sudo, meio triste. Banach conserta a arma, e pede que Nudus a use com um pouco de sabedoria.
Chegando na ilha
São por volta de onze da manhã. A névoa se dissipa e eles vêem no horizonte a sombra de uma ilha. O marinheiro diz que em duas horas eles chegam. Vicryl sugere que eles marquem em algum mapa a localização do outro barco. O marinheiro diz que o barco está à deriva.
Banach pergunta a Porthos o que eles acharam no barco. Porthos mostra a ele a maçã. Ariadne pede para dar uma olhada, mas não pega nada. Porthos guarda a maçã de volta e se debruça na borda do barco, deprimido. Uns quarenta minutos depois, eles chegam mais perto da ilha, e conseguem ver os detalhes.
Perto da hora do almoço, os marinheiros começam a comer sanduíches, e oferecem comida para Sibila e Vicryl. Os outros almoçam. Em mais uma hora, eles chegam perto da praia. Straton sugere que alguns deles vão até a ilha nadando e tragam um bote. Nudus se oferece para ir nadando, e Straton dá uma resposta torta. Herdionte diz que eles podem se aproximar mais um pouco até chegar a águas rasas. Nudus tira as pedras e pula na água com Sudo. Straton fica no barco, dizendo que se recusa a ir junto daquele imbecil. Porthos pede que ele vá, porque Nudus não vai conseguir pegar um barco de qualquer jeito. Straton pula na água com a espada nas costas e sai nadando para a ilha.
Os marinheiros baixam a âncora do barco. Porthos pede desculpas a Herdionte por não ter podido salvar Caron, mas ele diz que acha que Caron ainda esteja vivo. Ele acrescenta que o Kuo Toa não deveria estar sozinho, e que pelo jeito que ele carregou Caron ele não deve tê-lo matado. Ele também reclama que Ariadne e Banach parecem não dar a mínima.
Nudus chega em terra e sai em busca do primeiro barco que achar. Andando, ele chega a uma casa de madeira com um portão enorme. Prósimas às casa há escadarias de mármore, que chegam a uma construção no alto. Ele continua caminhando até a casa mais próxima.
Straton chega à praia e procura por barcos perto das casas. Ele vê marcas na areia indicando que barcos foram arrastados por ali. Straton bate no portão.
Porthos olha para Herdionte. Ele está meio branco e com os olhos arregalados. Porthos diz que talvez seja uma boa idéia rebocar o outro barco para fora dali. Herdionte fica apontando para o mar. Nudus sobe a âncora do barco. Porthos vê um Kuo Toa puxando Caron para dentro do oceano e grita para os outros. Ariadne, Aegion e Banach vêem o que está acontecendo.
Pega! Pega!
Porthos dispara mísseis mágicos no Kuo Toa. Aegion dispara uma flecha no Kuo Toa. Porthos grita para ele acender a próxima flecha. Ariadne chega perto da borda e conjura um tubarão diabólico para perseguir o bicho. Banach dá um tiro de besta na água.
Nudus vê o bicho. Porthos acende uma flecha e Aegion a dispara no mar. Muito tenuamente, eles conseguem ver a flecha afundando. Nudus fica cutucando o nariz. O tubarão de Ariadne morde o Kuo Toa. O bicho revida e desce o cacete no tubarão. Porthos dispara mais mísseis mágicos. Aegion atira mais uma vez e erra. Eles perdem o Kuo Toa de vista.
Os dois marinheiros que sobraram ficam com cara de WTF, olhando um para o outro sem saber o que fazer. Vicryl sugere eles caçarem o Kuo Toa. Os marinheiros topam. Porthos pergunta a Herdionte se o barco está em condições de navegar sozinho. Ele responde que não sem uma tripulação. Aegion fica inquieto.
Nudus grita para o pessoal do outro barco para eles amarrarem a corda no mastro. Ele tenta puxar a corda, mas não consegue. Ariadne pede aos marinheiros que aproximem o barco de onde os outros estão. Eles pedem que ela e Sibila ajudem com as cordas. Sibila tenta dubir no mastro, mas escorrega. Os outros marinheiros continuam acertando o barco para a partida. Vicryl consegue ajudar fazendo o trabalho de dois.
Porthos e Herdionte pulam de volta ao barco. Aegion pula e aterrisa tranqüilamente. No balanço do mastro, Vicryl cai estatelado dentro do barco. O centauro sorri.
Nudus teta desamarrar a corda que prende os dois barcos, mas não consegue. Straton corta a corda com a espada. Os marinheiros começam a virar o barco e eles saem em perseguição ao Kuo Toa. Nudus percebe que eles estão indo em uma direção diferente da original.
Straton e Banach começam a duvidar da utilidade em se perseguir o Kuo Toa. Instantes depois, eles vêem um corpo boiando no mar. Vicryl vê que é o cadáver de um Kuo Toa mastigado. Straton diz que há uma boa chance de Caron ter virado jantar do tubarão. Ele desce e puxa o bicho para fora da água, depois olha em volta e vê se na água há algo diferente. Banach grita por Caron. Porthos tenta procurá-lo. Eles não acham nada. Sibila pergunta aos marinheiros se eles sabem se guiar sem um barqueiro. Os marinheiros dizem que sim. Eles retomam a viagem para a ilha.
Deixa disso!
Nudus diz que eles estão indo para o lugar errado. Um dos marinheiros tenta orientá-lo. Ariadne fala para deixar quieto. Vicryl volta para o mastro. Nudus vai para o timãso e o vira com tudo. O barco dá um tranco e derruba todo mundo, menos Straton e Banach. Straton corre até o timão chuta a boca de Nudus.
Nudus se levanta para pegar o Sudo. Banach fica gritando para eles pararem com isso. Ariadne fica se esperneando. Nudus tenta acertar a clava em Straton, mas erra. Straton, num ato muito gentil, destroça o Sudo. Nudus fica muito puto e pega uma pedra para dar na cabeça de Straton. Banach fica berrando para eles pararem. Ariadne instrui os marinheiros a retomar o rumo. Nudus ouve Sibila gritando para eles pararem. Porthos se prepara para soltar uma magia em quem levantar a mão. Nudus fica parado com a pedra na mão. Straton não se move.
Todos se acalmam. Ariadne chega perto de Nudus e diz que os marinheiros sabem o que estão fazendo. Ele se convence de que tinha errado a direção. Banach pede que Nudus abaixe a pedra. O barco volta ao curso um pouco mais rápido, em direção à ilha. Banach tenta consertar a arma de Nudus, e Straton protesta. Nudus fica olhando para o que sobrou de Sudo, meio triste. Banach conserta a arma, e pede que Nudus a use com um pouco de sabedoria.
Chegando na ilha
São por volta de onze da manhã. A névoa se dissipa e eles vêem no horizonte a sombra de uma ilha. O marinheiro diz que em duas horas eles chegam. Vicryl sugere que eles marquem em algum mapa a localização do outro barco. O marinheiro diz que o barco está à deriva.
Banach pergunta a Porthos o que eles acharam no barco. Porthos mostra a ele a maçã. Ariadne pede para dar uma olhada, mas não pega nada. Porthos guarda a maçã de volta e se debruça na borda do barco, deprimido. Uns quarenta minutos depois, eles chegam mais perto da ilha, e conseguem ver os detalhes.
Perto da hora do almoço, os marinheiros começam a comer sanduíches, e oferecem comida para Sibila e Vicryl. Os outros almoçam. Em mais uma hora, eles chegam perto da praia. Straton sugere que alguns deles vão até a ilha nadando e tragam um bote. Nudus se oferece para ir nadando, e Straton dá uma resposta torta. Herdionte diz que eles podem se aproximar mais um pouco até chegar a águas rasas. Nudus tira as pedras e pula na água com Sudo. Straton fica no barco, dizendo que se recusa a ir junto daquele imbecil. Porthos pede que ele vá, porque Nudus não vai conseguir pegar um barco de qualquer jeito. Straton pula na água com a espada nas costas e sai nadando para a ilha.
Os marinheiros baixam a âncora do barco. Porthos pede desculpas a Herdionte por não ter podido salvar Caron, mas ele diz que acha que Caron ainda esteja vivo. Ele acrescenta que o Kuo Toa não deveria estar sozinho, e que pelo jeito que ele carregou Caron ele não deve tê-lo matado. Ele também reclama que Ariadne e Banach parecem não dar a mínima.
Nudus chega em terra e sai em busca do primeiro barco que achar. Andando, ele chega a uma casa de madeira com um portão enorme. Prósimas às casa há escadarias de mármore, que chegam a uma construção no alto. Ele continua caminhando até a casa mais próxima.
Straton chega à praia e procura por barcos perto das casas. Ele vê marcas na areia indicando que barcos foram arrastados por ali. Straton bate no portão.
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