quarta-feira, 11 de abril de 2007

11/4/07

A multidão começa a se dissipar no porto. Banach tenta chegar pacificamente no guarda mais uma vez, perguntando por previsões. O guarda diz que não tem essa informação. Banach sai de lá para a taverna Porta do Oráculo. Ao entrar, ele toma uma caneca voadora na testa, e fica ensopado de cerveja. Três caras o levantam e o levam para dentro da caverna. Logo depois, ele acorda e os caras perguntam se está tudo bem. Banach pergunta pelo taverneiro, e o cara responde que é ele. Quando Banach pergunta sobre o oráculo, o taverneiro diz que o opráculo está fechado desde os jogos píticos. Banach se senta no balcão. A taverna está absurdamente lotada. O taverneiro diz que existe uma cama livre no quarto comum. Ele dá a cerveja e a noite de graça como cortesia da casa. Banach pede algo para comer.

No acampamento dos druidas, Aegion agradece a hospitalidade deles e diz que vai dormir. Só que as barracas só servem para humanos. O druida fica extremamente envergonhado e pede desculpas. Aegion se despede de Porthos e vai dormir na floresta. Depois, Porthos se junta a uma rodinha e pergunta se eles sabem alguma coisa sobre a torre. Depois de um silêncio desconfortável, eles izem que é a torre dos magos vermelhos, e que eles só mantêm uma relação respeitosa entre si. O hierofante chega meio puto, e depois que Porthos pergunta sobre informações que ele se recusa a dar, alguém ao fundo o manda calar a boca. O grupo se dissipa e Porthos vai dormir.

Passa um ranger no tronco de Vicryl deixar um prato de comida. Vicryl come e vai dormir.

Na taverna, Nudus apaga em cima da mesa depois de comer o javali inteiro. Ariadne e Sibila chegam no salão lotado da taverna, e encontram o grandalhão acabado em cima do que restou dos ossos, todo lambuzado, roncando loucamente. Elas o chacoalham e cutucam de leve, mas ele continua apagado. Quando Ariadne o cutuca mais forte, ele dá um espasmo e joga o garfo longe, que fica fincado numa mesa. Um dos atendentes pergunta se Ariadne conhece esse sujeito, e pede que ela o retire dali. Ela diz estar tentando, e continua cutucando. Ariadne dá um berro na orelha de Nudus, que acorda com um tranco. Sibila consegue escapar se jogando no chão, mas Ariadne é jogada em cima de uma cadeira, quebrando tudo e fazendo um barulho desgraçado. Nudus dá um arrotão e levanta Ariadne, todo feliz. Ele pergunta por que ela estava no chão sujo, e ela responde que ele é que está sujo. Nudus sai correndo da taverna para tomar banho, quase levando um ou dois caras com ele. Lá fora, ele vai até a tina dos cavalos, tira a roupa e começa a tomar banho. As pessoas que olham ficam horrorizadas e saem correndo.

Enquanto isso, Sibila pede algo para comer. Enquanto o cara traz a comida, ela pergunta se é fácil procurar o Oráculo. Eles explicam o caminho. Ela oferece a comida para Ariadne, e elas vão comer em outra mesa mais limpa. Sibila conta que o taverneiro disse que o Oráculo está fechado desde os jogos píticos. Depois de comer, elas vão dormir.

Nudus se veste molhado, entra na taverna e não vê Ariadne. Ele entra no quarto e a encontra lendo o pergaminho. Ele fala que agora está limpo. Ariadne lhe dá uma toalha, e ele se seca por cima da roupa. Quando ele vai dormir, Ariadne faz suas orações.

Banach entra no seu quarto e vai para a sua cama.

Na manhã seguinte, Sibila acorda, junta suas coisas e sai do quarto para dar uma olhada no salão, que começa a encher. Ela não encontra Ariadne nem Nudus, e vai tomar café. Ariadne e Nudus acordam e descem para tomar café com Sibila. Ele come pouco. Elas se cumprimentam. Sibila se apresenta para Nudus, que entende que o nome dela é Bibi. Sibila pergunta se ele dormiu bem, e ele fica confuso. Eles terminam de comer e partem para o Oráculo.

Banach acorda, toma café e vai até o porto, que continua fechado. Lá há algumas pessoas que passaram a noite para ver no que dá. Banach espera.

O julgamento

Vicryl acorda preso em sua árvore, morrendo de fome. Ele clama desesperadamente por alguém, sendo completamente ignorado. Aegion acorda e vai até o centro da vila. A maioria dos rangers e druidas está preparando o lugar para o julgamento. Ele oferece ajuda. Eles pedem que ele ponha uma tora num buraco ali perto. Aegion finca a tora no chão. Porthos acorda com o barulho. Ao sair da barraca, ele vê a estaca e pergunta a alguém o que é isso. O cara explica e fala para Porthos ir tomar café. Lá, ele e Aegion tomam café, e comentam sobre a conversa do dia anterior, e sobre o julgamento de hoje.

Chegam à vila rangers marinhos, inclusive um elfo marinho. Também chegam pessoas de vários outros lugares. Até um anão vem junto. São rangers e druidas de toda a região. Porthos pergunta o que ele fez, e quando Aegion explica, ele diz que um cara desses deve ser uma besta. Chegam também dois sátiros tocando flautas de pan.

Eles terminam de arrumar o tribunal, e um ranger local explica a Aegion como será o julgamento. O ranger chefe organiza o barraco para começar o julgamento e chama todos os presentes a se sentar. O ranger se senta e chama à mesa o elfo marinho, um outro cara e Aegion. Porthos se senta na platéia. O ranger manda trazer o meliante. Eles vão armadoss até a árvore, dão bom dia para Vicryl, o soltam e levam-no até o acampamento. Na platéia há pelo menos 200 pessoas. Quando as pessoas vêem que é um elfo, elas fazem cara de asco, e o elfo marinho abaixa o rosto para não olhar. Os caras o prendem no tronco pelas mãos e pelos pés. O burburinho de indignação baixa, e o ranger chama o hierofante. O velho sai do templo e dá bom dia para o povo.

O ranger da mesa começa a contar a história de Vicryl, e depois chama Aegion para dar seu depoimento. Ele pede que Vicryl não seja condenado levianamente, mas firmemente pelos seus crimes. A galera vai à loucura. O hierofante se levanta e elogia as palavras de Aegion. Depois ele dá a Vicryl seu direito de defesa. Ele dá bom dia ao hierofante, ao centauro e aos irmãos elfos, que ficam ainda mais putos. O hierofante faz um sinal para eles se acalmarem. Vicryl dá um blá, dizendo que tudo o que faz é trazer oa bens naturais aos olhos dos homens comuns, nunca destruindo, mas perpetuando os bens para passá-los às pessoas. O hierofante volta-se para o ranger e pede que ele ponha as pedras. O ranger pega dois sacos, vai até a frente da galera e põe dois sacos de veludo, um verde e um vermelho. O hierofante continua, pedindo que eles escolham as pedras verdes (inocente) ou vermelhas (cuplado) e as coloquem dentro de uma cumbuca. Ele manda a votação começar. Porthos escolhe uma pedra verde, e vê que há muito mais pedras vermelhas.

Depois da votação, o hierofante chama os senhores da mesa. Eles vêem um mar vermelho salpicado de pedras verdes. Ele diz que agora eles devem decidir a sentença. O elfo aquático diz que tem uma boa idéia para a pena, sugerindo que ele tente reparar alguma coisa que esteja fora do equilíbrio na natureza. O hierofante pergunta o que ele sugere. O elfo diz que tem tido problemas nas regiões marinhas, em que vários navios afundaram, e os poucos que retornaram não conseguiram descobrir o que aconteceu. Assim, é uma boa idéia eles mandarem Vicryl lá consertar o que aconteceu. Aegion se propõe a acompanhá-lo e se assegurar de que Vicryl faça o trabalho pesado.

O hierofante pronuncia o veredicto de culpado e a galera vai à loucura. Depois, anuncia a pena e o algoz: Aegion. Ele diz que Aegion pode sentir-se livre para fazer o que for preciso para que Vicryl cumpra a pena, menos machucá-lo ou matá-lo. Ainda, ele acrescenta que a responsabilidade é de Aegion, mas o trabalho pesado é de Vicryl. Todo mundo bate palmas. O hierofante encerra a sessão. Porthos pergunta a Aegion se ele pode ir junto. Eles combinam de mostrar coisas interessantes um ao outro no caminho. Aegion conversa com Vicryl, dizendo que vai preparar a soltura dele. Porthos comenta que ele deve ser burro pra cacete, e Vicryl dá uma resposta torta. Aegion admoesta-o, e Porthos sai para estudar.

A galera começa a preparar as coisas para o almoço. Uma hora depois, está uma festa com um banquete. Eles levam uma cumbuca para Vicryl comer.