Quinto Istamenou Metageitnion
O cenário desolado e o rio infinito
Porthos tenta ignorar a miríade de sensações à sua volta, se concentrando em se comunicar com a sua fisiologia. Ele se concentra em algum procedimento mágico e fica completamente alheio às impressões do lugar. No meio da meditação, ele ouve um trovão muito próximo, que o interrompe.
Em seguida, ele tenta fazer uma combinação entre os procedimentos, mas não consegue tirar o objetivo de se desvencilhar do lugar da cabeça, e não obtém resultado.
Porthos tenta pular para fora do rio. Ele consegue se soltar da água, e dá uma barrigada com as mãos fincadas no chão fora do rio. Com uma força descomunal, o rio o puxa de volta para dentro.
Porthos tenta puxar os membros podres da água do rio, mas não encontra nenhum.
Ao fundo, as margens parecem se separar do rio, que desemboca em lugar nenhum. Os vultos estão no leito do rio, que corre em linha reta e mantém constante a distância entre margens até onde Porthos consegue ver.
Porthos conclui que tudo o que o lugar faz é frustrar as intenções dele, não importa o método. Ele tenta se abrir a todas as sensações do lugar, a ponto de sobrecarregar os sentidos, para depois sair andando. Ele não consegue se concentrar no lugar.
Ele anda uma hora para trás e duas horas para a frente, mas os vultos e o final do rio parecem estar tão longe que essa dstância é irrelevante.
Porthos põe a mão na água, tentando se desligar nela, mas não consegue.
Sibila e o bacana
A porta da sala se abre. Sibila sente um aroma agradável: um leve cheiro de amêndoas. Ela vê um sujeito vestido de branco se aproximando calmamente. Ela se levanta suavemente e faz uma reverência, dizendo que está feliz em encontrá-lo.
O cara, com não mais de 1,70 de altura, muito franzino e pálido, diz que não é para tanto. Ele usa uma túnica branca com um cinto púrpura, não tem sinal de pêlo no corpo e usa um cabelo cortado tigelinha. Ele aparenta ter uns trinta anos.
O cara vai direto para o outro lado da mesa. Sibila se senta novamente. Nos primeiros minutos, o cara observa Sibila insanamente, e ela fica muito desconfortável. Ele passa uma sensação de vazio para ela. Depois de dois minutos desconfortáveis, ele diz o nome dela e se apresenta.
Sibila diz que tudo na ilha parece girar em torno dele. Paris diz a ela que se sirva. Os empregados entram na sala, servem os dois e saem. Paris pega algo para comer, e diz para Sibila experimentar algo. Ela percebe que Paris murmura algo enquanto come, e seus olhos parecem brilhar por um brevíssimo instante.
Paris pergunta a Sibila o que ela veio fazer ali. Ela sente uma incrível compulsão por falar a verdade. Ela diz que está ali por dois motivos. O primeiro é que seu marido sofreu uma maldição de Artêmis, que disparou algumas flechas pelo mundo. Ela precisa encontrar todas as flechas para remover a maldição. Para saber onde procurar, ela foi ao Oráculo de Delfos. Como o lugar estava fechado, ela acabou se juntando a um grupo de pessoas que também querem resolver o problema com os barcos que levou ao fechamento do Oráculo.
Paris pergunta o que eles têm a ganhar com isso. Ela responde que o único objetivo dela era chegar ao Oráculo. Paris diz não saber que o Oráculo estava fechado, e em seguida pergunta sobre os amigos dela, pedindo que ea conte sobre eles.
Sibila conta que são pessoas bastante diversas, que por motivos diferentes queriam resolver o problema. Ela menciona o elfo prisioneiro, e dá os detalhes a Paris, que fica intrigado.
Ela diz que foi graças aos pescadores da região que eles conseguiram chegar ali, com o objetivo de investigar o sumiço dos seus barcos. Paris pergunta se algum líder dos pescadores os levou até ali. Ela menciona Caron, que desapareceu no caminho para a ilha, levado pelos Kuo Toas. Paris diz que eles são uma raça muito belicosa e segregada, o que os torna muito úteis.
Sibila pergunta o que pode estar causando os ataques aos pescadores. Paris diz que duas tribos de Kuo Toas estão em guerra entre si, o que pode ter levado aos ataques aos barcos.
Sibila pergunta sobre a ilha, pedindo que Paris a informe sobre o que acontece por ali. Paris diz que é o lorde dessa ilha, dedicada à titânide Tethys. Essa ilha é um santuário, que existe desde tempos imemoriais.
Sibila pergunta sobre a reação das pessoas da ilha, e Paris diz que eles precisam de proteção, devido à guerra entre os Kuo Toas.
Paris pergunta por que Sibila estava separada de seus amigos. Ela diz que ficou com dúvidas quanto ao que esperar, e permaneceu sozinha e escondida para descobrir mais sobre a ilha antes de se apresentar.
Paris comenta que o grupo deles é muito diversificado, e menciona o centauro e a clériga. Ele pergunta se ela era uma clériga de Ares. Sibila diz que não conversava muito sobre isso com ela. Ele menciona os dois guerreiros, perguntando sobre o que não parece ser espartano. Sibila diz que ele já estava com Ariadne quando elas se conheceram. Paris diz que ele não parece ser muito inteligente, mas Sibila diz que ele é um bom guarda-costas.
Pais pergunta se eles têm um mago no grupo. Sibila menciona Porthos, que estuda os caminhos da magia, mas não sabe muito sobre seus estudos.
Paris pergunta sobre os outros membros do grupo. Sibila conta sobre Banach, o bardo, que os acompanha, apesar de ter perdido recentemente a sua flauta. Paris pergunta sobre as motivações dele, e Sibila diz que ele talvez estaria procurando os membros de seu antigo grupo, depois de ter tido algumas brigas com ele.
Finalmente, Paris pergunta sobre Herdionte. Sibila diz que ele é um arqueólogo que perdeu alguns amigos na ilha e veio procurá-los.
Paris pergunta se os pescadores ofereceram algum caminho ao Oráculo. Sibila diz que sim, mas Paris diz que eles foram enganados, pois não existe nenhum caminho tão fácil para o Oráculo.
Paris diz que já esteve ali por algum tempo, mas não morou na ilha toda a sua vida. Ele pede licença e se retira.
Quando ele sai, a sala parece ficar mais amena.
Baderna no templo
Nudus reclama que esse lugar é muito chato. Friedmann diz que já que o templo está vazio eles podem dar uma vasculhada melhor. Nudus concorda.
Straton pergunta a Herdionte o que ele está fazendo ali. Ele responde que está tentando fazer o trabalho de seu mestre, já que ele não está ali. Straton diz que ele poderia trabalhar om as pessoas, para entender o que o culto deles significa, e tentar vivenciá-lo. Herdionte diz que provavelmente ninguém ali deve cultuar Tethis. Straton diz que provavelmente o líder do lugar deve ter escondido os documentos mais relevantes. Herdionte concorda.
Straton, Friedmann, Banach, Nudus e Ariadne vão embora. Vicryl e Aegion ficam. Vicryl procura traços de mecanismos ali. Ele encontra um botão, e o aperta. Um compartimento secreto se abre. Está vazio. Herdionte não se impressiona. Vicryl volta a procurar inspirações artísticas no lugar.
Fora do templo, os outros ficam no corredor. Straton pergunta ao guarda o que eles estão vigiando. O guarda diz que está guardando o templo.
Straton puxa a espada e a gira na cabeça do guarda, que se abaixa a ponto de ela cortar as penugens do seu capacete e fincar a espada na porta. Nudus parte para cima do outro. Banach atira uma flecha no guarda de Nudus.
Nudus divide o seu guardinha no meio e acerta uma espadada no outro. Ele escapa de Nudus e acerta a lança em Straton. Friedmann dá uma porrada no guarda, que fica fincado na parede.
Straton diz que eles precisam de um lugaqr para guardar os guardas. Nudus pega os guardas pelos pés e puxa. Banach diz que não é esperto ele deixar um rastro de sangue no chão de mármore.
Lá de dentro, Vicryl ouve o barulho lá fora. Herdionte vai para a porta ver o que aconteceu.
Nudus comenta que há um buraco na parede, além da mancha de sangue.
Vicryl vê Straton soltando a Fender da parede e Nudus puxando os guradas pelo pé. Ele pergunta por que eles fizeram isso. Banach diz que eles os atacaram primeiro.
Straton e Nudus vão jogar os corpos para fora do templo, acompanhados pelos outros. Vicryl e Aegion ficam para trás.
No caminho para fora do templo, Banach, Friedmann e Ariadne vêem algumas sombras se movendo e os observando. Quando eles se viram para olhar, não há nada lá. Eles apertam o passo. Banach tem a impressão de que uma sombra os está seguindo, mas não a vê quando olha diretamete para ela. Não há onde se esconder nesse corredor.
Eles andam observando paranoicamente. Ariadne conta para Straton que eles estão sendo seguidos por sombras. Straton diz que é melhor eles desovarem os presuntos antes.
Eles chegam a uma porta que dá em uma sala de reuniões. Friedmann tem medo da porta, mas é o único caminho. Straton puxa a porta com tudo.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
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