quarta-feira, 19 de setembro de 2007

18/9/07

Ariadne acorda. O resto do povo está dormindo no quarto, menos o elfo e Porthos. Ela levanta e vai para fora ver se tem mais alguém acordado. O corredor está vazio, e está frio lá fora.

Banach acorda e vê Ariadne pondo a cabeça para fora. Ele pergunta se ela está vendo alguma coisa, e ela diz que queria fazer uma recomendação a Porthos. Ela pergunta por que o prisioneiro e o bisbilhoteiro não estão ali. Aegion acorda, diz "olá" e pergunta do seu prisioneiro. O eco da voz dele acorda o resto do quarto, menos Nudus.

Straton acorda e pergunta o que houve. Ariadne pergunta por que tem gente faltando. Straton diz que chegou um sujeito novo meio paiudo, que ficou de cuidar de Porthos, que viu o que não devia, e de Vicryl, que tomou uma muqueta na boca. O cara, inclusive, queria falar com ela sobre alguma coisa.

Nudus dá um tapão em Ariadne, e acorda.

Straton vai até a porta e vê o corredor frio e vazio. Ele bate a porta com muita força. O barulho da porta ecoa pelo corredor.

No outro quarto, Friedmann acorda, e Vicryl dá um pulo de susto. Ele vê um dos guardinhas andando em direção ao corredor e perguntando se há algo de errado. Friesmann diz que ouviu um barulho, e o cara diz que não é com ele, e vai bater na outra porta.

Sessenta Scooby-Doos depois, Straton abre a porta para o guarda, que pergunta se houve algum problema. Straton pergunta do café da manhã. O guarda diz que vai ser servido em breve. Straton pergunta como ele faz para falar com alguém, e o cara só responde que eles foram avisados de dar as refeições para eles no refeitório. Straton bate a porta na cara do guarda, que vai para trás. Friedmann entende de onde veio o barulho.

Vicryl acorda e vê que Porthos está capotado, muito branco. Ele não faz idéia se Porthos está bem ou não. Friedmann volta e vê o elfo tomando a temperatura de Porthos, concluindo que ele está mais quente que o metal.

Nudus vê que o barulho foi o Straton batendo a porta. Straton diz a ele que logo mais eles vão chamar pelo café da manhã, depois leva Ariadne para onde os outros estão. A porta está entreaberta. Straton bate, e Friedann olha. Ele imagina que a mulher é a clériga com quem ele queria falar. Eles se apresentam. Ariadne repara que a pele dele é extremamente pálida. Ela pergunta a ele o que aconteceu com Porthos, e diz que sentiu que ele a estava perturbando, mas que quem saiu em desvantagem foi ele.

Ariadne vai dar uma olhada em Porthos. Friedmann diz que o problema dele não é físico. Ariadne tem a impressão de que a alma de Porthos está quase saindo do corpo dele, e diz a Friedmann que a condição dele é muito pior do que ela imaginava, e isso fez uma confusão espiritual nele que pode matá-lo. Friedmann diz que não imaginava que bisbilhotar essas coisas fosse tão perigoso, e Ariadne diz que foi porque ele é um incrédulo.

Straton vai colocar uma moeda em cada olho de Porthos. Ariadne diz que ainda não sabe se ele vai morrer ou não, mas ele acha melhor eles se prepararem. Vicryl acha isso uma situação extremamente estranha, e um desperdício colocar dinheiro nos olhos de um moribundo. Ele vai perguntar para Straton o que ele está fazendo. Ariadne diz que se ele mexer na moeda, ele vai ser linchado. Straton diz que se ele mexer na moeda ele mesmo vai se entender com o barqueiro.

Algum tempo depois, um guarda vai bater na porta do outro quarto. Aegion vai até a porta. O guarda avisa que o café está servido. Nudus sai correndo e leva o guardinha junto. Ele vai até a porta no fim do corredor gritando "onde? onde? onde?" enquanto
ajuda o guardinha a se levantar. Aegion admoesta Nudus, que o manda pegar alfafa. Depois sugere que eles chamem os outros. Nudus volta e chama a cambada. O guarda diz que o café será servido no salão, e os leva até lá.

O guarda abre uma porta que Friedmann nunca viu ser aberta antes. Nudus fica perguntando se eles já chegaram. O guarda fica meio puto. Ariadne fala para Nudus esperar um pouco. Eles andam mais um pouco até chegar a um salão com uma mesa enorme. Nudus sai correndo até a mesa. O guardinha aponta a lança para ele e diz "não dessa vez". Nudus fica coçando a cabeça. Eles entram juntos no salão. No meio há uma mesa de ébano muito lustrosa, com muita comida, e frutas em vasilhas decoradas com motivos frugais.

Nudus sai correndo desesperado, pega uma vasilha enorme e começa a comer. Muito. Devagar.

Há inclusive um lugar preparado para o centauro. Vicryl vai sentar perto de Aegion.

São cerca de nove da manhã.

Enquanto isso

Sibila é acordada por um guardinha, que traz a ela o café. Ela come enquanto se arruma. Ela junta suas coisas e vai até a porta. O corredor circular está gelado. Ela ouve alguns barulhos de longe, bem do lugar para onde Dorian disse para ela não ir. Ela vai andando vagarosamente, passando por uma parede muito grossa. Ao se aproximar da terceira cela, ela ouve um estalo forte de madeira. Do corredor que passaria pelo centro do círculo vem uma luz bruxuleante.

Andando silenciosamente pelo corredor, ela ouve passos se aproximando. Ela fica próxima à parede, dá uns passos para trás e percebe que a pessoa está se aproximando dela. Ao se esconder na cela, ela vê um guarda mais bem arrumado, que dá a entender que não a viu.

Sibila sai e continua andando no corredor. O guarda a vê e diz "muito bonito, hein?". Ela agradece. Sibila anda no corredor sem tentar se esconder, para ver melhor o que há nele. Ela tem um vislumbre do que tem no final do corredor. Ela conversa e tenta jogar um blá no guardinha. O guarda diz que se ela ficou assustada com o que Dorian disse, então ela não deveria ter ido para lá. Sibila diz que só tinha ficado curiosa. Eles trocam uma idéia. Depois, Sibila dá meia-volta e vai embora.

O refeitório

Uma hora depois, todos terminam de comer, menos Nudus. Straton vai roubar comida dele. Nudus vê que ele vai pegar uma fruta, põe a mão em cima e diz que tem comida do outro lado da mesa. Straton diz que essa comida vai aprodrecer antes de ele terminar.

Straton pergunta a Friedmann quais eram as revelações bombásticas dele. Herdionte pergunta se ele viu algum arqueólogo por ali, mas Friedmann não viu. Banach pergunta o que ele sabe sobre Paris. Friedmann responde que ele está causando. Friedmann está lá para descobrir o que ele está causando. Banach diz ter a impressão de que ele não foi enviado pelos druidas. Friedmann diz que pelo jeito eles também estão preocupados com o que aquela criatura está fazendo. Straton fica espantado com o uso de "criatura" por Friedmann.

Friedmann diz que há a possibilidade de Paris não ser humano, mas ele não tem indícios para confirmar isso. Ele descreve Paris aos outros. É um cara debilitado. Ariadne diz que esse templo não deveria existir, nem pessoas que cultuam a titânide. Herdionte fica espantado que ela esteja dizendo isso. Straton pergunta a Herdionte o que ele sabe sobre isso. Herdionte explica que o mestre dele veio a essa ilha para estudar, e começa a contar a história dele todo empolgado. Straton pergunta qual o interese deles nesse culto. Herdionte conta que pode ter havido uma insurreição dos titãs para voltar ao poder, e eles estão tentando descobrir isso indo aos templos antigos.

Eles conversam um pouco sobre as histórias dos deuses e dos titãs. Straton conversa com Herdionte sobre como eles podem andar por aí para explorar, e chama um guarda batendo a porta com tudo.

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