quarta-feira, 28 de março de 2007

28/3/07

Sibila acaba de chegar ao grande portal de Delfos. Por baixo dele passa uma grande estrada (tipo a Marginal na altura do Jóquei). É fim de tarde. Está quente e ela está cansada da viagem. A movimentação no portal é grande, mas diminui com o ocaso. Mal ela passa do portal, vê à sua direita um povoado com a casa da guarda e a Taverna Grande Portal. Lá dentro a movimentação é relativamente tranqüila. Ela chama um atendente e pede um quarto. O atendente a encaminha ao balcão. Chegando lá, ela assusta o balconista perguntando pelo quarto. Ela paga o preço do quarto arremessando de qualquer maneira as moedas, tentando tocá-las o mínimo de tempo possível. Depois disso, suas mãos ficam ligeiramente vermelhas, mas ela as esconde rápido. O balconista, achando a cena um tanto estranha, a encaminha ao seu quarto.

O quarto tem uma janela que dá na estrada de Delfos, um baú, um porta-tochas, uma pederneira e um isqueiro. Ela tenta verificar se o baú é bom, mas não faz a menor idéia. Ela desfaz suas malas, tranca o quarto e sai para passear no povoado.

Porthos anda pela estrada verde 2, e vê através do pasto, na fronteira com o bosque, uma grande torre. Ele atravessa o pasto, com uma vegetação alta, até chegar à torre. Estranhamente, a torre parece abandonada. A torre parece ser de mármore negro. Tem uns dez metros de raio e uns 15 de altura, com umas gárgulas esculpidas, e parece realmente abandonada. Nada separa o matagal da porta da torre. Ao bater na porta, Porthos ouve o barulho ecoando por dentro da torre, e mais nada. A porta é grande, sem nenhum reforço metálico, sem nenhuma tranca aparente. Uma aura mágica emana desta torre. Uma aura extremamente forte, mas mascarada e desconhecida. Porthos tenta abrir a porta magicamente, mas ela repeliu a sua magia. E não abriu. Ele fica parado na frente da porta, pensando no que fazer.

Aegion fica escoltando Vicryl de volta ao lugar em que os rangers e druidas se encontram. Eles olham espantados para Aegion, indignados com a sorte que ele teve. Aegion conta como foi seutrabalho, e os demais o parabenizam. Ele pede permissão para que Vicryl permaneça mais uma noite, antes de eles partirem de volta à sua terra. Os druidas dizem que Vicryl precisa ser julgado ali também, pelos crimes que cometeu em Delfos. O julgamento será no dia seguinte. Eles convidam Aegion a se sentir em casa, prendem Vicryl e tiram-lhe todas as suas posses. Aegion entrega aos guardas a espada de Vicryl. Os rangers levam as coisas a um outro lugar. Eles levam Vicryl embora e o hierofante oferece a hospitalidade do lugar a Aegion, que vai passear no bosque nas redondezas.

Vicryl está amarrado e completamente imobilizado, mas ainda assim confortável. Os guardas o colocam dentro de uma abertura no tronco de uma árvore e prendem uma corrente atrás de suas costas. Ele pode se sentar e se levantar, mas nada além disso. No buraco em que ele está não há nada de extraordinário. Ele espera.

Quando Sibila desce, ela vê um cara de uns 3,5 m de altura e uma garotinha comendo um javali ao vinho. Ela pensa: "que belo casal" e sai da taverna.

Nudus termina de comer e parece bem satisfeito. Ariadne vê uma moça bonitinha descendo as escadas da taverna. Sua pele é branca, seus cabelos são loiros e ela carrega uma armadura de couro e um chicote. Ariadne a vê saindo da taverna, pede para Nudus esperar na mesa sem arrumar confusão e sai atrás da moça loira.

Sibila olha ao redor e vê as casas por ali. Ela vê que Ariadne a segue e pergunta o que ela quer. Ambas estranham seus respectivos trajes estranhos. Ariadne a pergunta sobre um oráculo, e Sibila diz não ter nenhuma informação, mas que também quer vê-lo. Ariadne sabe que o oráculo fica numa ilha a uns 15km da costa de Delfos. Dá para chegar lá com um barco. Ariadne diz que ela e seu guarda-costas vão para lá na manhã seguinte, e Sibila a convida para elas passearem pela cidade.

Porthos se identifica para a porta da torre, dizendo suas intenções, ao que é completamente ignorado. Ele sabe que essa é a torre de um dos arquimagos da ordem dos magos vermelhos, e que ela está na fronteira do bosque por um motivo. Ele vai para o bosque ver o que tem ao redor. É um lugar muito antigo. Lá tem coisas fora do tempo. Não é um bosque qualquer. Porthos se lembra que seu mestre o havia recomendado nunca entrar no bosque, e falava dele com muito respeito. É uma sensação estranha, mas não é ruim. Porthos fica curioso e entra mais fundo no bosque. É um bosque tipicamente europeu, mas mais fechado do que deveria, principalmente no alto das árvores, de onde só passa uma luz bruxuleante. Uns dez minutos depois, ele tem certeza de que alguém o observa de todos os lados.

Porthos se concentra e sente, com muito esforço que o lugar tem uma aura mágica, mas ela foge dele, ao contrário do que ele viu na torre.

Aegion se vê num bosque bonito, mas meio fora do tempo. Há alguma coisa mística e não natural nele, mas que não o incomoda. Ele acha estranho que um hierofante viva em um bosque tão pequeno. Ele continua passeando e admirando o lugar. Não há animais silvestres ali. Na frente dele, o mato está se mexendo. Parece ter um cara com uma roupa meio camuflada, parado com cara de bobo. Ele anda observando e analisando o lugar, sem nenhum objetivo aparente, como se estivesse perdido lá dentro. Ele vai em direção a ele e pergunta que entra no bosque de Loth e quais os seus objetivos.

Porthos reconhece a voz de Aegion, que também o reconhece. Ele aponta na direção do Templo de Artemis, perguntando se essa é a torre de magia. Aegion diz que é um lugar muito bem guardado, e Porthos reconhece que está totalmente perdido. Ele pergunta a Aegion se ele o pode levar até alguém que tenha informações a respeito, e eles voltam para os guardiões para pedir informações para Porthos.

Vicryl está sentado na árvore.

Banach chega ao porto para ir ao oráculo, depois de uma extenuante viagem. Lá há um acúmulo de pessoas, começando a organizar um protesto na praça central. Alguns deles estão discutindo. Banach se aproxima para saber por que eles estão reclamando. Acontece que os serviços de transporte para o oráculo estão suspensos, mas os nobres ainda podem ir para lá. Banach pergunta o que está acontecendo, e o guarda responde que o oráculo está fechado, para logo depois virar-se para um cara exaltado. Banach tenta tranqüilizar o cara, que baixa a bola, e pergunta novamente ao guarda por que o oráculo está fechado. O guarda não fala nada relevante (ou educado). Ele percebe que o guarda sabe que alguma coisa muito séria fechou o oráculo, e que ele recebeu ordens de não deixar ninguém passar. Das pessoas ao redor, ele pega que um cara com um brasão foi para a ilha, burlando o cerco do oráculo. Ele pára para pensar.

Sibila e Ariadne observam a cidade. Tem um comércio muito grande por ali, algumas casas e um grande templo de Hermes. Elas combinam de ir para o oráculo na manhã seguinte. Começa a anoitecer e elas voltam para a taverna. Ariadne se pergunta se está tudo bem com Nudus. Como não ouve ninguém gritando, ela assume que tudo está bem.

quarta-feira, 21 de março de 2007

21/3/07

Aegion está no bosque, onde conseguiu abrigo com os rangers e druidas locais. Ele comenta que o meliante há muito tem atrapalhado a vida deles no Norte, e que fugiu há mais ou menos um ano. Eles comentam que o sujeito que eles perseguem bate com a sua descrição. Aegion e os locais concordam que os crimes do cara são imperdoáveis, e que ele deve ser encontrado e punido ainda nesta semana. Os caras sugerem que ele seja abordado por alguém disfarçado de consumidor. Aegion combina de partir para a cidade no dia seguinte, e põe-se a pensar num disfarce (não que isso seja fácil para um centauro).

São dez da manhã, no final do verão em Delfos. Vicryl não consegue entrar no bosque há algumas semanas e teme que os protetores do lugar estejam na cola dele. Devido à sua dificuldade em achar matéria prima, ele tem perdido muitos consumidores, e vai precisar puxar da sua poupança. Com o que ele dispõe agora, ele só poderá fazer mais um ou dois serviços. Ele sai em busca de lugares alternativos. Na cidade, há vários lugares em que ele pode comprar matéria prima, principalmente perto do portão principal e dos portos. Ele segue para o portão principal.

Porthos acaba de sair da casa de seu mestre, com seu bastão e componentes de magia suficientes para um mês. Ele sabe da existência de um mago vermelho ao norte de Delfos, próximo ao bosque de Loth. Para continuar seu aprendizado, Porthos vai procurar esse tal mago.

Banach consegue chegar a Delfos, depois de muito custo. É meio dia, está quente e cheio de gente entrando e saindo. Ele está cansado pacas. Ele resolve dar uma parada na cidade e vai para a estalagem do lugar. Descendo a estrada de Delfos portão adentro, ele vê um vilarejo à frente. Háum grande quartel da guarda de Delfos, uma taverna, a Taverna Grande Portal, e mais umas outras casas. O lugar está lotado. Ele consegue abrir caminho até o balcão. Os atendentes correm para todos os lados atendendo os almoços do horário. Depois de uns cinco minutos, passa um cara que o atende. Ele pede uma cerveja e um coelho, e o cara sai correndo. Logo depois, chega o canecão de cerveja, o coelho, umas batatas e molho.

Ariadne e Nudus viajam na estrada. Nudus está chateado porque está comendo coisas estranhas (a comida enlatada de Ariadne não precisa ser morta). Ao contrário dele, Ariadne está cansada da viagem. Eles chegam ao portão de Delfos. Nudus começa a pegar carinhas aleatórios perguntando se eles são Daqui. Quando o primeiro responde, Nudus pergunta se é esse o cara que Ariadne procura. Ela manda-o soltar o pobre homem, que sai correndo. Ariadne manda-o não procurar mais ninguém agora. Todo mundo sai de perto deles, que agora chamam bem a atenção. Dois guardas chegam neles e os mandam parar de causar na multidão. Nudus tenta erguer o guardinha, mas não consegue. Ariadne manda-o soltar. O guarda aponta a lança para Nudus. Ariadne fala que ele é inofensivo, e o outro guarda, agitado e puto, diz que ela não tem noção do que está falando. Ela tenta dar um blá no cara, dizendo que ele só é curioso e burro. Os guardas mandam-na tomar melhor conta dele, e dizem que da próxima vez não haverá uma próxima vez.

Aegion galopa pela estrada para o centro de Delfos, através das estradas Vermelho 1, Verde 2 e Preto 1.

Porthos pega a Azul 2, e depois a Verde 2. No meio do caminho, ele vê uma criatura peculiar, que seu mestre havia descrito, galopando na direção oposta. É um centauro vistoso, com pêlo brilhante e negro, não muito musculoso, mas bastante ágil, com cabelos negros trançados para trás. Nas costas carrega uma bolsa com seus objetos e suas espadas, e também um arco. O centauro diminui o galope e pára perto de Porthos. Ele pergunta se Porthos conhece algum artesão para fazer-lhe uma armadura, e menciona um elfo particularmente habilidoso. Porthos responde que ele não conhece ninguém que mexa com armas em particular, mas que o centro da cidade está cheio de artesãos, e que seu mestre mencionou um artesão muito habilidoso com quem ele nunca havia trabalhado antes. O centauro se apresenta como Aegion, e recusa os pedidos de Porthos para examiná-lo. Eles se cumprimentam e seguem seu caminho.

Banach sai da taverna, no encontro da Marrom 1 com a Verde 1 e a Preta 1, e pergunta a um passante se ele sabe onde fica o oráculo. Ele responde que Banach deve seguir a estrada de onde veio e tomar o caminho do pôr-do-sol até o porto velho, de onde sai o barco para o Oráculo. Banach segue o caminho sem grandes surpresas.

Ariadne e Nudus acabaram de se livrar dos guardas. Ela diz a Nudus que não se meta com os guardinhas, e o chama para segui-la. Eles seguem pela Preto 1 e entram numa taverna, chamada Grande Portal. Lá dentro, ninguém se assusta com o tamanho de Nudus. Eles se sentam numa mesa e Ariadne chama um atendente. Ela pede javali ao vinho e dois odres de vinho. Vinte minutos depois, chega o bichão. Nudus pergunta se a Ariadne não vai comer nada. Ela pede um frango assado para ela, sem cobrar. Nudus devora o javali.

Vicryl segue pela estrada velha até ela encontrar a estrada do norte, rumo ao portal. A estrada está bem vazia. Só há poucas carroças e pessoas, transportando principalmente grãos e animais abatidos.

Aegion vê um elfo saindo da cidade, usando uma cota de malha e uma túnica de veludo roxo. O elfo está armado com um sabre e uma besta de mão. Elfos não são comuns nessa região.

Do outro lado, Vicryl vê um centauro galopando insanamente em sua direção. Aegion investe sobre ele e dá-lhe uma patada. Quando Vicryl recua, Aegion o chama de elfo sem custume e que vai puni-lo por seus crimes. Vicryl diz que é apenas um cidadão que estava passando e pergunta se ele está maluco. Aegion tenta agarrá-lo, mas Vicryl
escapa. Todo pomposo, ele saca seu sabre, que sai voando longe. Aegion diz que foi ele que cometeu os crimes, e parte muito puto pra cima do elfo incompetente. Ele empina, dá duas patadas em Vicryl, acertando a segunda, e depois erra a espada curta e acerta a espada longa em cheio, deixando Vicryl agonizando no chão.

Aegion parte para cima dele de novo, e Vicryl rola para o lado puxando seu arco. Quando tenta atirar, ele erra. Ao que Vicryl continua rolando, Aegion acerta o chão onde ele tinha estado uma fração de segundo antes, e rasga uma parte do manto de Vicryl.

Vicryl se levanta e pergunta o que diabos Aegion quer. Ele diz que o elfo deve pagar por seus crimes e que deve vir com ele. Vicryl diz que ele pegou o cara errado, e Aegion fica meio na dúvida, perguntando o nome dele. Vicryl se enrola para mentir sobre seu nome, e Aegion saca que ele está tentando mentir, depois apontando o seu arco para ele e mandando-o seguir na frente, rumo ao templo dos druidas.

quarta-feira, 14 de março de 2007

14/3/07

Vicryl Forgedawn era um feliz armeiro sofisticado, que trabalhava em Lamia. Vindo de uma cidade na floresta élfica ao oeste, decidiu viver na cidade e usar seus talentos para ganhar a vida. Devido ao seu método de extração, alguns druidas e centauros ficaram contrariados e começaram a fechar o cerco nas suas áreas de atuação. O cerco se fechou ao ponto de forçar a sua migração para o sul, até chegar a Delfos (Elton solta uma baforada de Cachoeira sobre o grupo.) Lá, ele estabeleceu uma boa clientela, vivendo estavelmente por mais ou menos um ano. Obviamente, os rangers e druidas das vizinhanças também ficaram contrariados com seus métodos extrativistas.

Aegion, filho de Leodippos, é um ranger da floresta perto de Lamia. Até uns dois anos atrás, a comunidade local tinha problemas com um cara que extraía os recursos da floresta de maneira inadequada. Eles começaram a fechar o cerco no cara até que finalmente ele parou com a devastação. Logo depois, ficaram sabendo que o cara havia saído da cidade. Terminando o seu treinamento básico, o mestre de Aegion, Menelacos, sugere a ele começar seu trabalho indo caçar o extrativista irresponsável e fazê-lo pagar por seus crimes. Aegion então passou a rastrear o cara pelos seus métodos, até sua trilha o levar a Delfos, e ao bosque no centro da cidade.

Ao entrar em Delfos, Aegion encontra um grupo de rangers, que o perguntam sobre a sua missão. Eles o informam que o meliante ainda está fazendo merda, e o acolhem na cidade. No bosque, ele vê as marcas do trabalho do cara, e os rangers locais ficam perplexos com o fato de um elfo fazer tanta merda, e querem que ele pague.

Vitryl tem tido problemas para entrar no bosque ultimamente, e sua falta de matéria prima está de tornando um problema.

Dois anos antes, Banach acorda no meio de uma estradam quase pelado, só com sua flauta e alguns ítens. Ninguém de seu grupo original estava ao redor. O curioso é que, alguns meses antes, ele havia conseguido tudo que o líder do grupo queria. Infelizmente, com o corpo todo moído, ele não se lembrava exatamente do quê, exceto pelo fato de que estava em Delfos. Banach resolve ir para lá, parando de cidade em cidade e ganhando a vida.

Ariadne estava bem estabelecida em Esparta, e já era bem quista pelos sacerdotes, até com um certo prestígio. Depois de tanta luta, no entanto, algo não saía de sua cabeça. Aquela folha. E onde estavam os seus pedaços. Desde quando chegou, nenhuma noite passou sem que ela procurasse um meio de encontrar os outros fragmentos. Certo dia, depois de muita pesquisa, ela descobriu que algum deles pudesse estar em um templo marítimo na orla de Delfos. Ariadne parte para lá.

Nudus acaba de ser expulso de sua vila, na estrada que liga Farsala a Megara, e não sabe o que fazer. Sem ninguém para contratá-lo por sua força bruta, sua vida não passava de um desproposital acordar de manhã, matar uns bichos, comer uns bichos, e ir dormir. Vagando pelas pradarias, ele segue na sua rotina. Certo dia...

Ariadne está caminhando nas pradarias que unem Farsala a Megara, e encontra um rastro de sangue com alguns coelhos esmagados no caminho. Ali perto, Nudus bate algumas vezes no chão, mata bichos suficientes e começa a comer. Ariadne o vê, comendo coelhos esmagados. É uma cena peculiar. O cara, uma criaturinha meiga, hiper-musculosa de quatro metros de altura, usando um gibão de peles, típico grego moreno de cabelo preto (tipo o Dócrates, só que mais feio), com a pele curtida, praticamente um couro, vê a mina de 1,70 de altura, não muito forte, mas gostosinha, usando ma armadura que deixa as pernas de fora, usando uma saia grega, com uma mala nas costas e um escudo enorme com a marca de Ares, com cabelo ondulado, bem grande e preto, e pele razoavelmente clara. Ela é bonita, mas não é amigável. Nudus olha para Ariadne, e depois para o coelho. Ele olha para a ração de viagem dela, de carne seca e vinho.

Ariadne estende comida para Nudus. Ele aceita a comida, guarda no bolso do seu cinturão cheio de bolas de boliche, e dá um arroto. Ale pergunta se ele é daqui, ao que ouve um "Não. Mim ser Nudus. Não conhecer daqui". Ela se apresenta, e tudo o que ele entende é "Ari". Ele apresenta a sua clava, Sudo. Ela o convida para acompanhá-la na viagem, explicando que vai precisar de alguém para bater. Ele gosta da palavra e topa ir junto. Os novos companheiros seguem viagem para Delfos.

Porthos morava em um vilarejo perto de Atenas, e o abandonou ainda jovem. Apesar do mais óbvio para um aspirante a mago ser ir para Atenas, ele resolveu ir para outro lugar onde não fosse assolado por suas memórias de infância. Ele resolve ir para Delfos, outra cidade conhecida no ramo da magia. Lá, ele encontra alguém com interesse por enveredá-lo nos caminhos da ciência mágica. Um cara chamado Aramis. Ele o ensina tudo o que sabe, e Porthos se torna seu discípulo. Um certo dia, Aramis, tendo acordado num excelente humor, chega ao cubículo fedorento ao lado de onde despejava seu lixo, que havia concedido ao muito grato Porthos, e acordou-o, despejando-o de sua casa. Porthos vai embora, e quando está longe ouve alguns resmungos de seu ex-mestre: "Ele ainda vai me agradecer por isso!".

Sibila, depois de ver a desgraça acontecer na sua frente, sendo aconselhada por Atena em pessoa a seguir para Delfos, vai procurar o Oráculo em busca de ajuda.