Porthos vê um cara vestido com uma armadura de couro furreca. Friedmann diz que sentiu um distúrbio no Eon, e Porthos pergunta como ele consegue perceber isso. Friedmann diz que tem alguém em mais contato com os deuses que qualquer pessoa no templo. Porthos aponta para Ariadne.
Friedmann olha para dentro e vê os outros. Eles perguntam de onde ele é, e Friedmann diz que vem de mais longe do que eles já viajaram. Straton pergunta o que ele sabe a seu respeito, e se levanta muito posudo. Friedmann se sente coagido pela pressão moral que emana dele.
Porthos pega suas tralhas, pede licença a Friedmann e começa a estudar sua aura mágica. Enquanto isso, Straton pergunta o que ele acha que sabe sobre ele. Friedmann detecta que Porthos está mexendo com o Eon pelo caminho daqueles que acham que sabem demais.
Straton pergunta o que Friedmann faz no templo. Ele diz que dificilmente passaria pelo caminho deles, mas sentiu uma comunicação muito forte com os deuses, e aponta para Ariadne, que está em transe espiritual. Nudus diz que ela é amiga dele. Straton pergunta o que ele quer com ela, e Friedmann responde que está curioso para saber o que um grupo tão heterogêneo está fazendo ali.
Chega Aegion, que diz que eles ainda não foram apresentados. Ele se apresenta como filho de Leodipos. Friedmann se apresenta como filho de Robertson, filho de Walker. Aegion fica impressionado com o método que um humano ainda honra seus pais.
Banach pergunta sobre os seus anfitriões. Friedmann diz que está ali há vinte dias. Straton pergunta como ele chegou ali. Friedmann veio de barco, sozinho. Straton pergunta o que o trouxe até ali, e Friedmann diz que não pode revelar, mas que não tem nada a ver com o caminho deles. Straton pergunta de novo o que ele sabe sobre o caminho deles.
Porthos sente uma conexão muito tênue entre Friedmann e o Eon. Ele guarda suas tralhas e vai para Ariadne fazer a mesma coisa. À medida que se aproxima, surge uma força repulsiva entre eles, e Porthos não consegue se aproximar mais. De onde pára, ele faz a mesma varredura em Ariadne.
Straton diz que Ariadne está indisponível no momento, e que se ele a interromper, ele vai incomodá-la mais do que o cara de verde ali. Friedmann concorda. Straton pergunta se ele queria mais alguma coisa. Friedmann diz que não. Straton bate a porta.
Friedmann volta para o seu quarto e fica pensando.
Porthos termina de fazer as medições, e vê coisas insanas que ele não consegue identificar nem compreender. Ele começa a se contorcer insanamente, e cai duro. Vicryl pergunta por que ele insiste. Banach diz que ele devia fazer isso de novo. Aegion se aproxima e puxa Porthos para longe de Ariadne, e o leva à cama que Porthos ajeitou para si.
Straton pega Porthos desfalecido e o leva para o quarto de Friedmann. Friedmann vê a porta do quarto dos outros se abrindo e Straton com Porthos nos ombros. Ele pergunta o que aconteceu com o sujeito. Straton pergunta o que ele sabe sobre Ariadne. Friedmann diz que ela sabe conversar com os deuses, e ele também. Straton pergunta se ele sabe o que aconteceu com Porthos. Friedmann diz que não sabe o que aconteceu lá dentro. Straton diz que ele sabe o que Porthos fez com ele e com Ariadne, e que sabe o que é, e a menos que Friedmann não queira ter acabeça batida, é bom ele parar de se fazer de imbecil.
Friedmann percebe que Straton está tentando intimidá-lo, mas não se assusta. Ele os convida a entrar no quarto para dar uma olhada em Porthos. Straton deixa Porthos na cama e pára ao lado, com a espada apoiada. Friedmann vai dar uma olhada em Porthos, tentando testar suas reações. Ele pressupõe que Porthos tomou um choque por ter acesso a conhecimentos indizíveis e inomináveis.
Sibila sai do seu quarto gritando histericamente. Ela vai na direção de um Kuo Toa, que fica espantado e abaixa a lança na direção dela, ficando parado em guarda. Sibila diz que viu um bicho nojento. O Kuo Toa a manda comer o bicho. Sibila tenta enrolar o cara, mas ele a manda voltar para o quarto. Sibila tenta derrubar o Kuo Toa depois de ir parar ao lado dele, mas não consegue. O Kuo Toa solta a lança e puxa uma espada curta.
Sibila pega seu chicote e tenta derrubar o Kuo Toa de novo, mas não consegue. O cara acerta-lhe uma espadada. Ela puxa o chicote de volta, rolando de volta para dentro da sala. O Kuo Toa acerta a espada no ponto onde ela estava antes de rolar. Sibila olha para o outro lado do corredor e vê que ele está mais iluminado que antes. Ela rola para dentro do seu quarto e já bate a porta, vendo a pontinha do metal fincar na madeira.
Vicryl diz que Straton achava que Friedmann estava mentindo, e pergunta a Banach quem diabos é Paris. Banach diz saber alguma coisa sobre Paris, e que ele espalhou um boato de que estaria morto. Banach conta que Paris veio de Esparta e que é um clérigo como Ariadne. Ele deveria ter morrido pelos costumes espartanos, porque possuía alguma imperfeição. Ele escapou quando era pequeno. No fim das contas, ele não é confiável. Banach acha que Friedmann não parece envolvido com Paris, mas pode estar sendo manipulado por ele. Herdionte pergunta se Paris teria algum interesse em manter seu mestre cativo, e menciona Gaieus. Banach reconhece que era um cara especializado em Titãs. Herdionte começa a viajar, pensando que seu mestre conseguiria escapar dos ladrões. Eles concluem que Friedmann possa saber algo sobre isso, e decidem esperar Straton voltar.
Rola um stress entre Herdionte e Vicryl. Banach diz que eles ainda estão bem porque ninguém tirou as suas armas.
Friedmann diz que Porthos é muito curioso, mas nunca viu ninguém entrar em choque por presenciar um estado de transe. Ele impõe a mão sobre a testa de Porthos, que abre os olhos, dando uma tremeliçadas. Ele pede papel para anotar o que viu. Friedmann diz que a garota confiou nele para se expôr, e ele olhou o que não devia. Straton pergunta o que aconteceu a Porthos, e Friedmann responde que ele tetou interferir na comunicação entre ela e seu deus. Straton pergunta se agora ele acredita na existência dos deuses, e Porthos responde que precisa anotar o que viu. Straton pergunta se Porthos pode passar a noite ali, e Friedmann diz que tudo bem. Straton sai para dizer aos outros que Porthos está bem.
Sibila tranca a porta. Ela pega o candelabro e fica esperando. Uns 15 minutos depois, ela ouve o murmurinho de pessoas andando e conversando. Alguém tenta abrir a porta e não consegue. A voz diz que trouxe o penico dela. Sibila começa a reclamar que alguém emperrou a porta. O cara desencana, fica praguejando um pouco e depois vai embora.
Sibila cola na porta e tenta olhar através da fenda na porta. O lugar lá fora é escuro, com uma luz bem fraca, e em silêncio. Ela ouve um barulho de madeira. Ela põe fogo na borda de um pedaço de papel e o passa por baixo da porta. O papel queima até o fim e ninguém liga. Sibila apaga as tochas e fica escondida em algum canto, esperando.
Passa quase uma hora, e ela ouve passos lá fora. Um Kuo Toa fala algo em grego com uma mulher, diferente da que a viu antes. Eles caminham em direção à porta de onde está Sibila.
Straton chega à sala, e Aegion pergunta como está Porthos. Straton diz que ele está com Friedmann, e Herdionte faz uma cara feia. Vicryl diz que Straton mencionou que Friedmann estivesse mentindo, e Banach diz que é muito estranho ele ter chegado ali sem problemas. Vicryl diz não confiar em Friedmann para cuidar de Porthos. Straton sugere que Vicryl vá até lá e resolva isso ele mesmo. Vicryl chama-o de criança, e manda-o ir com ele. Straton dá um murro na cara de Vicryl, que apaga. Ele o leva pelo cangote até o quarto de Friedmann. Banach vai junto, e convida Herdionte para ir junto, mas ele escolhe ficar ali.
Banach tem a sensação de estar sendo observado, mas não sabe de onde. Ele comenta isso com Straton, que não repara em nada.
Enquanto isso, Porthos tenta organizar o que sentiu enquanto estava fora da realidade. Ele consegue se lembrar das leituras estranhas em seus aparelhos, da aura dourada-vermelha em torno de Ariadne, da força que o repelia e o puxava ao mesmo tempo, e de ter se soltado da realidade logo depois. Ele se atém a essas memórias.
Straton abre a porta e joga Vicryl em uma cama, dizendo que ele veio ali para ver se Friedmann era confiável. Friedmann diz que Vicryl deve rever alguns conceitos, e Straton concorda. Friedmann abre um kit médico e dá um trato em Vicryl. O elfo acorda e sente a mão cadavericamente gelada de Friedmann sobre ele. Vicryl diz que Friedmann é legal, mas a criança não.
Straton parte para pôr o pé na boca de Vicryl. Friedmann o interrompe, e diz que é para eles resolverem isso depois. Banach diz que ele nem está de pé, e se oferece para levantá-lo para Straton bater. Friedmann diz que é para eles usarem violência desnecessária lá fora. Straton diz que ele deve a vida a eles, mas precisa aprender um pouco de respeito. Porthos conta que ele destruiu um monte de florestas, e foi condenado a fazer tarabalhos forçados sob a supervisão do centauro. Friedmann fica com nojo de ouvir que um elfo tenha feito tais atrocidades. Vicryl diz não concordar com eles em primeiro lugar. Portos lamenta a estupidez do elfo e se vira para dormir. Ele apaga.
Banach pergunta a Friedmann o que ele sabe sobre Paris. Ele diz que amanhã eles conversam, na presença de Ariadne. Eles voltam para seus quartos e vão dormir.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
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