O cara desce tranqüilamente, à frente do exército de Kuo Toas. Straton o espera à frente do grupo, e o recebe cerimonialmente. O cara o olha de cima a baixo e fica olhando-lhe nos olhos. Straton pergunta se os Kuo Toas são comparsas dele. O cara responde que eles são servos do lorde Paris, que quer saber por que eles estão matando os seus servos. Straton diz que é porque eles os atacaram, e pergunta por quê. O cara responde que é porque eles chegaram à ilha.
Straton responde que a embarcação foi atacada pelos Kuo Toas e que acha que eles são a fonte de todos os seus problemas. O cara responde que o lorde Paris terá prazer em recebê-los, e pede que eles o acompanhem. Ariadne vê que o cara usa uma chain mail, uma espada muito foda, e uma spiked chain.
Vicryl e Sibila estão escondidos. Vicryl vê que no alto da escada há um templo. Na escada, ele só vê sombras. Sibila fica para trás.
Straton e os outros seguem o cara. Ele pede que eles o chamem de Dorian, e aperta a mão de Straton. Aegion procura Vicryl, mas não o encontra. Eles sobem a escada. Vicryl tenta escalar a rocha por fora da escada, mas escorrega e cai, sem fazer barulho. Straton percebe que os Kuo Toas estão tensos, mas sob o controle de Dorian. Ele ouve Dorian trocar duas palavras com o meio-elfo, antes de seguir entre as tropas, mas não identifica o que foi.
Eles chegam ao topo da escada e vêem um templo enorme. De baixo da escada, Vicryl tenta espiar pelas pedras para ver se é seguro ele subir agora, e ele conclui que é a hora exata para fazê-lo. Ele sobe, olhando de novo no caminho. O meio-elfo o vê, e carrega uma flecha. Vicryl pula para trás e aterrisa tranqüilamente. Ele grita em élfico "estou em paz!" e só Aegion, Ariadne e Banach o ouvem. Banach entendeu o que ele falou, e fica fazendo cara de pôquer. Ariadne se vira para Aegion e diz que o prisioneiro dele está fazendo bagunça. Aegion diz ao meio-elfo e explica que Vicryl é prisioneiro dele. O meio-elfo diz para ele ir logo buscá-lo. Aegion vai atrás de Vicryl.
Lá embaixo, Aegion vê a sombra de Vicryl. Ele diz que seu disfarce foi descoberto, e que ele vai ter que amarrá-lo. Ele faz um nó falso para amarrar as mãos de Vicryl, e oferece dar um soco na boca dele, para o disfarce ficar melhor. Vicryl recusa. Eles sobem e vêem o meio-elfo ainda apontando o arco para Vicryl.
No templo, Porthos detecta traços de magia, mas nada extraordinário. Lá perto, o meio-elfo guarda a flecha e diz para Aegion tomar mais cuidado com o prisioneiro, ou ele não será mais dele. O meio-elfo passa por eles e vai falar alguma coisa com Dorian, em élfico. Lá de baixo, Sibila começa a subir.
O templo é ornamentado com motivos marinhos. O interior é de mármore, limpo e polido. As colunas que sustentam o templo são bem juntas. Nos cantos há quatro estátuas de divindades marinhas menores: dois tritões e duas sereias. No centro, há um altar com uma estátua grande de uma divindade. Ariadne reconhece que é uma estátua de Thetys. Há algumas tochas apoiadas no chão. Só Dorian, o meio-elfo e o cara de toga entram junto com eles; os Kuo Toas ficam para fora.
Todos menos Vicryl sentem que estão sendo observados. Dorian vai até uma porta entre as pernas da estátua. Ele pede aos guardas que abram a porta, e entra. Os outros vão atrás, e vêem um corredor, com uma porta no fundo. Nudus pergunta se eles já estão chegando. Dorian faz de conta que não ouviu. Ao passar pela segunda porta, eles chegam a uma sala com uma mesa, um sofá, cadeiras e uma estante. Depois de atravessar essa sala eles entram em uma escada e descem, chegando a outro aposento igual ao anterior, depois em um corredor com várias portas. Nudus pede para ir ao banheiro. Dorian pede que Straton cale a boca de Nudus. Straton diz a Nudus que é para eles resolverem isso antes de ele poder fazer o que quiser. Todos têm a sensação de que por todos os lados há sombras que parecem observá-los.
Eles passam ao lado de um portão vigiado e continuam pelo corredor até chegar a um salão. Dorian os convida a entrar e se acomodar. O salão tem oito camas, uma mesa com oito cadeiras, alguns candelabros, alguns baús abertos euma estante. Sobre a mesa há algo que parece ser comida. Dorian sai para ir chamar o seu mestre. Nudus pergunta de novo onde é o banheiro, e Dorian diz para ele se entender com seus amigos. No fundo do salão há uma latrina, e Nudus vai para lá. Assim que todos entram, Dorian encosta a porta e vai embora.
A menina que ficou sozinha e o cara misterioso
Lá de fora, Sibila escala a parede sem ver nada de mais.
Dentro do corredor, Friedmann vê Dorian andando. Andando por ali, ele sente um cheiro horrível. Ele não vê mais ninguém. Depois, entra na capelinha e passa algum tempo lá. Ele volta para o seu quarto.
Sibila continua subindo, até sentir algo encostando bem de leve em suas costas. Ao se virar para olhar, ela vê uma sombra. Ela vai pegar seu chicote, até um rapier encostar em seu braço, e uma voz feminina diz para ela não fazer isso para não perder o braço. Sibila enrola o chicote e o guarda.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
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