O saque
Já é tarde. Porthos e Sibila estão cansados e com sono. Eles vão até as portas trancadas do corredor para abri-las. Sibila começa abrindo a porta de um dos quartos. Nele, Sibila encontra um saquinho com algumas moedas de ouro embaixo da cama, e Porthos encontra no armário umas batas de monges e clérigos. Num fundo falso, ele encontra um par de luvas meio arregaçadas, com reforços de metal na palma da mão. Eles mostram o que acharam e seguem adiante.
No quarto em frente, Sibila abre a porta destrancada. Porthos diz que já esteve ali e eles vão para o próximo. No quarto seguinte, que está com a porta entreaberta, Sibila acha no armário um fundo falso que foi arrebentado há muito tempo. Porthos revira as camas e não acha nada.
No quarto em frente, Sibila destranca a porta com facilidade e eles entram. Há alguns baús ali. No primeiro, Sibila encontra dois copos e uma garrafa. Ela tira a rolha e sente o cheiro e alguma coisa alcoólica. Ela também acha um saquinho com mais ouro. Nos outros baús, ela acha uma kama, que ela dá a Porthos, uma adaga, uma funda, um saco com ouro e uma capa de couro. Porthos não acha nada embaixo das camas. Um dos baús está trancado, e Sibila quebra a fechadura. Porthos solta Ghost Sound para isolar o baú acusticamente, e eles tentam arrombá-lo, mas não conseguem.
A sala 42, o espaço do Banach
Banach espera vir alguém. A porta se abre. Um vulto entra, a porta fecha, e as luzes apagam. A voz de Irian diz que as velas apagaram, e a mina as acende. Ela diz que é curioso que ele tenha ido parar ali, e Banach pergunta como ela sabe o nome dele. Irian fica indignada, e Banach conta o que aconteceu, muito puto. A mina fica confusa.
Banach pergunta o que ele está fazendo ali. Irian se pergunta se eles bateram forte demais na cabeça dele. Ela diz que ele pode tentar enganá-la, mas não vai conseguir. Ele diz que só quer ir ao Oráculo. Eles discutem um pouco e Banach pergunta onde está o seu último grupo, o de Paris. Irian dá uma gargalhada. Eles continuam discutindo, e Banach pergunta o qe ele fez no passado dele. Irian diz que ele fez besteira, e continua fazendo, porque é um idiota. Ela diz que só está ali porque Paris quis saber o que ele estava fazendo ali. Banach não responde, e ela sai, fechando a porta.
Os marombeiros na taverna
A porta da frente se abre e um velhinho aparece. Ele olha para Ariadne e diz que esperava que eles aparecessem mais tarde. Ela pergunta o que ele quer dizer com isso, e o velho diz que Paris avisou que ela viria ali. Ariadne fica perplexa, e Nudus pensa que ela está mentindo. Straton diz a ele que o velho é CB. Nudus se acalma.
Eles entram na taverna e sentam em uma mesa. O taverneiro oferece café da manhã para eles. Ele chega com pães, leite, água, coisas para pôr no pão e frutas secas. Ele diz que se eles precisarem de alguma coisa, é só tocar o sino.
Nudus pega uma cadeira para arremessar no sino. Ariadne fala para ele parar de fazer malcriação. Ele senta e come.
Meia hora depois, todos menos Nudus estão satisfeitos. Straton toca o sino e alguém responde que já vem. O taverneiro chega, e Straton pergunta como ele sabia que a moça viria. Ele responde que os soldados de Paris contaram a ele sobre a hóspede de Paris que chegaria. Nudus pergunta se o guarda deu o nome da hóspede, e ele diz que não.
Straton pergunta o que mais há na ilha. O cara responde que há essa vila, o farol em ruínas e o templo. Sobre os Kuo Toas, o cara diz que alguns pares deles andam por aí na ilha. Os Kuo Toas obedecem a Paris. Ariadne diz que nem conhece Paris. O velho fica confuso. Ariadne diz que não é hospede dele, e o chama de velho esclerosado.
O velho pergunta o que eles fazem ali. Nudus responde que ele bate. O velho se encolhe, e Nudus diz que não tem treta com ele. Straton conta que eles tiveram um desentendimento com o pessoal do templo. O velho concorda que eles não são gente boa. Straton continua contando que eles se desentenderam com um carinha metido a guerreiro fodão. O velho saca que é o Dorian, e diz que não é bom se desentender com esse povo.
Straton explica a situação para o velho, contando sobre a ilha de Issix e os Kuo Toas. Ele diz que os barcos vazaram, e o velho diz que viu o barco, e uma certa confusão ali. De repente, o barco não estava mais lá, e nem deixou sinal no horizonte.
O velho diz que por causa da tensão com Paris eles podem ficar ali na taverna. Straton oferece que Friedmann limpe o lugar. O velho aceita. Ele pergunta se eles são amigos de Paris, e Straton diz que eles nem conhecem o desinfeliz. Friedmann pede que ele não conte sobre eles a Paris, que fica meio assustado.
Nudus sobe num dos quartos e pula em uma das camas. Straton puxa uma cadeira e fica sentado na entrada, esperando a amiga de Paris. Ariadne fica com ele.
Friedmann fica conversando com o velho sobre o templo. Ele diz que o templo foi profanado. Só está acontecendo coisa errada por ali. O velho não sabe por que profanaram o templo.
Straton pergunta a Ariadne por que um espartano como Dorian trabalharia para o Paris. Ariadne diz que está assustada com quem é Paris, e com o que ele está fazendo com o templo de uma titânide. Eles conversam sobre a saída dela de Esparta. Ariadne diz que está andando há muito tempo, numa jornada por conhecimento e poder. Straton pergunta se ela ouviu sobre algum guerreiro surtado por lá. Ela diz que não faz a mínima idéia.
Os dois sacam que os Kuo Toas eram arqui-inimigos da Tethys.
O elfo, o centauro e o mané
Aegion acorda em um lugar úmido e escuro. É um lugar de pedra com algumas grades em volta. Vicryl está estirado no chão, apagado. Herdionte está apagado em outro lugar. É um lugar meio circular.
Aegion se lembra de ter lutado violentamente contra uma pessoa no escuro. Ele sangrou horrores, perdeu os sentidos e acordou ali. Vicryl acorda zoado. Aegion vê que ele está ferido.
Vicryl olha pela porta e vê o corredor circular. Nenhum guarda. Ele conversa com Aegion sobre o que eles lembram. Herdionte acorda cuspindo sangue. Aegion o encosta na parede e oferece ajuda. Ele e Vicryl fazem torniquetes e primeiros socorros.
Aegion pede a Vicryl que dê um jeito nas fechaduras. Ele pede as bugigangas dele. Aegion fica meio apreensivo, e dá as suas tranqueiras relutantemente a Vicryl. Ele cutuca a tranca, e fica por uma hora ali até abrir. Enquanto isso, Aegion ouve alguns barulhos. Ele conta a Vicryl que pode haver outros prisioneiros por ali.
A fechadura se abre. Vicryl testa a porta para ver se ela range, e conclui que ela vai ranger. Ou ele não abre, ou abre tudo numa tacada só. Vicryl chama Aegion de cavalo e pergunta o que aconteceria se ele desse um coice em alguém. Eles discutem um pouco sobre o que faria menos barulho, e Vicryl abre a porta, que faz algum barulho.
Eles saem, e ouvem alguns barulhos de pessoas conversando em idiomas totalmente desconhecidos. Aegion avisa Vicryl sobre as várias línguas que está ouvindo. Um dos barulhos parece vir da cela adjacente.
Vicryl se aproxima da cela tentando fazer silência, mas chuta a porta com tudo fazendo um barulhão, e cai no chão. Aegion o puxa com tudo para dentro, fechando a porta. O pessoal da cela do lado fala alguma coisa incompreensível.
Alguns minutos depois, eles ouvem barulho de uma porta sendo aberta. Vicryl sugere que Aegion fique pronto para o coice. Aegion diz que vai esperar até que isso seja extremamente necessário. O barulho é de alguém batendo um metal nas grades. Dois guardas armados com lanças passam pela cela.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
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Um comentário:
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