Straton e Nudus ficam meio ofegantes, tomando um ar na praia apoiados em suas armas. Eles puxam os botes para o mar. Nudus leva o barco sem parecer ter trabalho nenhum.
Eles levam o primeiro barco até a arrebentação, e sobem para puxar o segundo. Em minutos, os dois barcos estão na água. Nudus pula no seu barco e ele sai deslizando na água. Quando Straton empurra o segundo barco, ele vê uma sombra saindo de trás da casa à direita, de canto de olho. Quando ele se vira para olhar, não vê mais nada. Ele parte com o barco.
Eles remam as canoas em direção ao barco. Nudus rema em uma só direção, e sua canoa começa a rodar. De longe, Straton grita para ele remar dos dois lados, e ele responde que não dá, porque só tem um remo. Nudus troca o lado, e sua canoa começa a rodar pro outro lado.
Com um pouco de dificuldade, Straton chega ao barco. Ele pergunta se alguém sabe remar essa merda. Dois marinheiros perguntam se ele pretende deixar o barco sozinho. Straton explica que um deles deve ir até Nudus para resgatá-lo.
Straton sobe no barco e diz para que eles peguem uma parte do grupo e dois marinheiros, e começem a desembarcar. Ele diz a Porthos que viu uma coisa pegajosa na parede para ele identificar.
Nas suas rodadas, Nudus vê o barco de Straton voltando com dois marinheiros, Porthos, Ariadne e Banach. Ele percebe que está rodando. Um dos marinheiros o manda parar com o remo. Nudus diz que não dá. Banach manda ele levantar o remo acima da cabeça. Enquanto eles se aproximam, um marinheiro pede a Banach que o avise disso. O marinheiro sugere que Nudus passe para o outro barco. Nudus pula. O barco balança muito, e Banach nem percebe. Porthos quase consegue se segurar, mas Ariadne tropeça nele e cai na água. Nudus a puxa de volta para o barco. O marinheiro pergunta se todos estão inteiros. Ariadne fica muito irritada.
Nudus pede para o outro marinheiro pedir a Straton que traga as suas bolas. Eles continuam. Na arrebentação, Porthos desembarca correndo, com Ariadne segurando na sua capa e Banach vindo logo atrás. Nudus pula para fora do barco empurrando-o com o recuo do próprio salto.
Porthos anda até a casa de onde saiu o barco. Ariadne vai junto. Um dos portões está arrombado. Porthos vai procurar a tal da coisa gosmenta. Quando entram, eles sentem um fedor horroroso. No fundo, há um corredor. O chão é de areia batida. No fundo há uma porta fechada.
Eles abrem as janelas. Toda a bancada se ilumina, e eles vêem umas gosmas ali. Porthos vai para lá identificar a gosma. Trata-se de material em decomposição avançada. Ele e Ariadne começam a procurar ossos. Porthos se depara com uma coisa mais dura no meio da gosma. Ele puxa e sai um osso, seguido por uma mão, que algum tempo atrás foi humana. Eles concluem que alguém se fudeu muito ali. Depois disso, resolvem ir para a porta.
Banach chega à porta, que está fechada. Ele abre a porta. Ela dá num corredor. à esquerda há uma outra porta, de onde vem uma certa luminosidade. À direita, ela dá em uma saleta.
Nudus cuida do seu pé enquanto espera os outros.
A outra canoa chega ao barco. Straton pede para eles descerem o centauro. Aegion fica meio apreensivo. Straton diz a ele que ele pode ficar preso no barco e confiar seu prisioneiro a alguém, ou ir com eles. Aegion diz que precisa de ajuda para se apoiar. Straton desce até a canoa e arranca os banquinhos com sua Fender. Em alguns minutos, a canoa está pronta para Aegion. Nesse tempo chega o outro barco.
Straton pergunta a Aegion se agora está melhor. Ele diz que está mais confortável. Vicryl faz uma gozação afetada sobre isso. Aegion vê, fica muito puto e o empurra para dentro da canoa. Straton tenta se defender do elfo que voa pra cima dele. Vicryl cai no espaço entre a canoa e o barco, batendo a cabeça e desmaiando. Straton puxa Vicryl pela cabeça de volta à canoa. Aegion faz uma cara de desespero.
Sibila prepara um sistema de roldanas para descer o centauro. Aegion fica meio apreensivo. Straton prende a corda e ajuda Sibila a descer Aegion, que fica meio duro na canoa. Os outros, inclusive Herdionte, sobem no outro bote, e fica um marinheiro no barco. Ele pede que eles façam um fogo na praia caso precisem de ajuda. Depois de desembarcarem o grupo, um dos botes volta ao barco. O outro fica na praia.
Straton rema para apenas um lado, e seu bote começa a rodar. Sibila pega o remo e começa a remar para o outro lado. Eles combinam de tentar de novo, e conseguem.
Na ilha, Porthos vira à esquerda para a porta iluminada. Do outro lado há mais duas portas, e atrás há um corredor. Banach segue por esse corredor. Ariadne fica com Porthos. Ele tenta abrir a porta, que está presa. Os dois tentam forçar a porta. Porthos não consegue, mas Ariadne dá uma bicuda e a porta tomba. Lá, eles vêem o lado de fora da casa. Tem uma escada que sobe.
Banach segue até o fim do corredor e chega a uma sala com alguns móveis e uma fogareira. Enquanto xereta, ele vê um clarão, e saca que eles abriram a porta do outro lado. Depois de perguntar se há algo interessante lá fora, ele diz que achou a cozinha. Eles decidem ir para as outras portas.
A da esquerda dá em uma sala com duas camas feitas e um armário. Dentro há algumas roupas dobradas. O outro quarto tem uma cama de casal e um armário. Porthos sugerem que eles esperem os outros chegarem, e depois subam as escadas nos fundos.
Nudus vê os outros botes chegando à praia e cutuca o nariz. Alguns minutos depois, o bote de Aegion chega à areia, e ele pula aliviado para a terra firme. Nudus puxa o barco e vê um elfo desmaiado dentro. Ele pede um pouco de corda para o centauro, amarra Vicryl e o coloca no lombo de Aegion.
O outro bote chega à praia. Nudus fala que os outros foram para a casa. Eles vêem três vultos saindo da casa. Straton ajuda um dos marinheiros a voltar o barco para o mar, e atraca o barco de Aegion até a areia fofa.
Porthos chega a Straton e mostra o braço que saiu da gosma que ele pediu para analisar. Straton agradece e larga o braço na areia. Ariadne pergunta o que aconteceu com Vicryl, e Straton explica. Porthos pensa consigo mesmo como ese elfo é imbecil.
Começa a escurecer. Sibila sugere que eles durmam nas casa que estão no litoral. Straton menciona o vulto que ele viu indo em direção às escadas. Vicryl acorda e tenta balançar para fora do centauro. Ele cai sentado em um lugar tranqüilo. Depois de se soltar, ele devolve a corda a Aegion. Nudus pensa que da próxima vez terá que apertar o nó.
Porthos se distancia em direção às escadas. Lá perto, ele vê, contra o sol, uma sombra. Não é uma sombra de um corpo só. Tem um grupamento com um número razoável de humanóides se preparando para descer. Porthos volta correndo e avisa os outros. Straton vai chamar Nudus, que diz "oba!". Todos partem para o pau.
Lá, Sibila e Vicryl vêem um grupamento de uns 50 Kuo-Toas, com um cara bem grande à frente. Eles parecem calmos, e só estão segurando suas lanças. Os outros se aproximam. Straton sobe cinco degraus e vê que o cara da frente tem uns dois metros e meio de altura. Junto a ele há um meio-elfo. Atrás do cara gigantesco há uma espada imensa. Ele se dirige a Straton.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
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