quarta-feira, 3 de outubro de 2007

2/10/07

Porthos tenta sair do rio, mas alguma força o puxa de volta ao meio. Ocorre a ele tentar sair pulando, mas alguma coisa o puxa para baixo. Ao dar passos por cima da água, ele escorrega quando pisa longe do meio do leito do rio. Usar magia não é uma boa ideia. Ele pega um punhado da água e vê que ela é muito densa, o que o leva a tentar tirar sua capa para pisar por cima dela, mas ela parece estar presa.

Porthos só é remetido ao local de sua infância, totalmente destruído.

Porthos tenta andar para o outro lado do rio, mas começa a ficar tonto. Ao cogitar olhar para o outro lado, ele percebe imediatamente que o mundo girou em torno dele, de novo apontando para os vultos no horizonte. Porthos pensa consigo mesmo ``filho da puta!'', e diz que não importa o que aconteça, ele não vai se curvar a quem estava do outro lado da linha com Ariadne.

Logo ao terminar, ele começa a ouvir gritos de batalha e sentir tremores no chão. Começa a chover sangue (ou o que quer que está no leito do rio).

Os menos fudidos

A batida da porta ecoa. Vicryl continua comendo. Herdionte fica assustado e envergonhado. Nudus continua comendo a sua meia uva. Os outros continuam como se nada tivesse acontecido. Dez minutos depois, nenhum guarda vem.

Ariadne tem a sensação de estar sendo observada. Herdionte comenta que sentiu essa sensação o tempo todo desde que chegou à ilha. Vicryl diz que é possível que eles já tenham se acostumado. Herdionte diz que se ele não encontrar o seu mestre, pelo menos ele está fazendo um serviço a ele.

Banach sugere que eles deixem Nudus e saiam para explorar. Ariadne diz que isso é indelicado. Nudus diz que eles são todos mal-educados. Helmholtz sugere que eles acabem com a comida dele. Vicryl fala para ele ir em frente.

Uma hora depois, Nudus está satisfeito.

Aegion sugere que eles se espalhem para não chamar a atenção, mas Helmholtz diz que assim eles pareceriam uma equipe de busca. Nudus sai com uma cuia de frutas para os quartos, dizendo que vai levar as frutas para o mané lá.

Helmholtz sugere que eles vão até a capela. Herdionte concorda. Eles combinam de dar uma olhada em Porthos, para depois ir para a capela.

No quarto, Helmholtz põe a mão na testa de Porthos. Ele está mais pálido do que antes, e um pouco mais frio do que deveria.

Herdionte pergunta a Ariadne por que ela acha que os titãs não existem. Ela responde que o templo não deveria existir. Herdionte diz que a sua fé em Ares não deveria impedir que ela acreditasse na existência dos titãs. Ela diz que está pouco ligando para eles. Herdionte diz que talvez Ares não pense assim. Ariadne o ignora.

Helmholtz não percebe nenhuma interferência externa em Porthos. Nudus começa a esmagar as frutas para alimentá-lo. Banach sugere que eles usem um funil. Vicryl faz um gesto de desdém. Banach pensa em sair para procurar um funil, e logo depois desiste da idéia.

Aegion pergunta se ele foi envenenado. Helmholtz diz que ele tentou se meter no que não deveria, ao interferir com a comunicação de Ariadne, e isso foi a conseqüência.

Ariadne e Herdionte chegam ao quarto. Ela vasculha suas coisas, e vê que está tudo exatamente como ela deixou. Ela volta ao quarto ver o resto do povo. Herdionte pergunta o que ela quer fazer, e ela diz que é para ele seguir o seu caminho. Eles vão juntos.

Vicryl pergunta a Helmholtz se algum sacerdote poderia ajudá-lo. Ele responde que a sacerdote melhor indicada está chegando, e aponta para Ariadne. Nudus tenta alimentar Porthos de uma maneira muito tosca. Ariadne grita para ele ter um pouco de cuidado.

Vicryl pergunta o que está acontecendo com Porthos. Ariadne responde que ele está travando uma batalha na cabeça dele por causa do que ele viu. Não há muito o que eles possam fazer. Straton diz que toda a ajuda que eles podiam dar já foi dada, e aponta para as moedas. Vicryl sugere que ela interfira com seu deus em favor de Porthos. Ariadne diz que isso seria inútil, e que ela tem vergonha de fazer isso. Banach sugere que eles o deixem por ali. Herdionte concorda.

Vicryl diz que acha que Porthos não precisa das moedas. Straton diz que se ele não se importa com moedas nos olhos dos mortos, não é para ele interferir com quem se importa, e que não vai ser Straton que colocará moedas nele. Vicryl vira os olhos e vai embora. Nudus dá um pouco d'água a Porthos, que cospe o terceiro gole.

Eles vão para a capela.

O farol

Sibila abre a porta, que dá em um salão circular com algumas portas. Ela vê uma luminosidade de manhã ao longo da escada. As portas são de madeira, e reforçadas. Ela tenta ouvir através das portas, mas não ouve nada. Nenhuma das chaves que ela tem abre qualquer das portas. Ela sobe a escada.

Ela tenta abrir uma porta no caminho até o sino, e usa uma de suas chaves. Ela chega a uma sala com mais duas portas e um sininho. Há tembém uma escada que sobe. Sibila não vê nada de mais para cima da escada.

Ela tenta ouvir atrás das portas, mas não ouve nada, e não consegue abrir nenhuma. Ela toca o sino. Ainda é de manhã.

O vazio e a gritaria

Porthos fica ouvindo os gritos e presta atenção nos tremores. Ele dá uns pulinhos na água para ver o que acontece, e fica tudo igual. Ele pragueja mais um pouco contra o que quer que o mantém ali, a fica tudo igual. Ele tenta ficar em silêncio, e os barulhos diminuem um pouco. Logo depois, um trovão o assusta. Ele abre os olhos e o barulho volta ao normal.

Ao colocar a mão no leito do rio, ele vê que o fundo é um tipo de piso, como se ele estivesse em um canal. Passa um braço por ele. Porthos tira o pedaço mutilado de braço da água e o arremessa para fora do rio. Depois, ele cospe no rio e diz para dizerem logo o que querem dele. Um cuspe o atinge na nuca.

Depois disso, ele silencia a mente de novo, se abrindo para as sensaçoes do lugar. Tudo se silencia, e ele se vê num vácuo. Ao prestar atenção em onde está pisando, Porthos se vê de volta onde estava.

O grupão

Eles vão explorar a capela. Vicryl sugere que Helmholtz abra a porta. Helmholtz, Straton e Nudus o arremessam para a porta. A porta abre um pouquinho, e Vicryl se espatifa no chão. Ariadne diz que eles deveriam pegar algo mais duro para usar como aríete. Nudus tenta empurrá-lo de novo, mas Vicryl sai correndo.

Nudus fica tentando puxar Vicryl para arremessá-lo na porta. Helmholtz abre a porta. Ariadne grita que já perdeu a graça. Banach diz a Nudus que nem sempre ele vai ter um elfo à disposição para abrir a porta.

A capela é um grande salão de mármore branco, iluminado por tochas. Os porta-tochas ali são mais portentosos que no resto do templo. No centro há um altar, e, atrás dele, uma estátua.

Nudus diz que o lugar e chato, e quer ir embora. Herdionte diz ``que lugar interessante!'' e vai examinar o lugar com seus pergaminhos e lupas. Vicryl vê que os bancos e o contorno do altar estão ornados com tipos marinhos, feitos em ébano.

Ariadne vai perto do altar procurar por algo interessante. Nudus pergunta o que eles estão fazendo ali. Helmholtz diz que é mais interessante eles procurarem registros escritos. Helmholtz explica a Aegion que esse é um templo de Tethys.

Aegion vai conversar com Herdionte sobre os símbolos que ele vê ali. Herdionte diz que são muito antigos, e começa a viajar. Aegion pergunta se é normal existirem tantos templos assim antigos. Herdionte diz não saber se esse templo ainda funciona, e que pode ter sido pilhado. Vicryl pergunta a quem esse templo é dedicado, e Herdionte fica escandalizado.

Helmholtz tem a sensação de estar sendo observado, mas não vê indícios de nada.

O almoço

Cinco minutos depois de tocar o sino, Sibila ouve passos descendo da escada. É Dorian que desce calmamente. Eles se cumprimentam. Dorian pergunta se ela quer alguma coisa, e Sibila pergunta quando vai conversar com Paris. Dorian diz que ele almoçará com ela. Ele a leva ao salão.

Sibil diz estar aguardando ansiosamente por falar com Paris. Dorian da de ombros. Eles chegam a uma porta enorme. Dorian a abre, e eles vêem um lugar enorme, muito bem iluminado, com uma mesa redonda e duas cadeiras. Dorian puxa a cadeira para Sibila se sentar, diz que Paris já se juntará a ela, e vai embora. Sibila fica olhando ao redor.

Depois de dar uma olhada, Sibila se levanta e se aproxima da porta, tentando escutar. Ela ouve alguns barulhos e vozes, e conclui que é a cozinha.

Da janela, ela vê um penhasco e o mar. Os cozinheiros entram e colocam a comida. O portão se abre e alguém entra.

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