Sibila e os outros ajudam Straton a subir de volta ao barco. Os pescadores recolhem as redes e as velas. O barco pára. Caron pergunta a Ariadne se eles devem ancorar o barco ali. Eles vêem um barco de madeira a cerca de 5 metros deles, se aproximando para ficar emparelhado. Ele é bem parecido com o barco em que eles estão, mas sem bandeira e sem vela. Não há avarias no barco, nem sinal de pessoas. Sibila e Vicryl ajudam os marinheiros a recolherem as velas do barco. Ariadne diz a Caron que é melhor eles não jogarem a âncora. Herdionte diz que o barco lhe parece familiar. Ariadne cheira que é uma armadilha. Nudus pergunta como ele voltou dali, e Herdionte explica de novo que ficou perdido à deriva até chegar a Issix.
Nudus convida Straton, chamando-o de extrato de tomate, a entrar. Porthos pede que eles esperem um pouco e faz uma tocha com seu cajado e um pedaço de vela enrolado na ponta. Aegion sugere que eles atirem uma flecha iluminada no barco antes de abordarem. Um pescador sobe no mastro para soltar a vela caso eles precisem sair dali, e outro fica no leme.
Caron solta a âncora. Nudus pula e aterrisa do outro lado. Ele fica com o Sudo na mão. Porthos dá uns passos para trás, dá uma levantada no manto, pega o cajado com a ponta iluminada e sai correndo. Perto da borda do barco, ele crava o bastão no chão do navio e pula, indo aterrisar do lado de Nudus usando o manto como pára-quedas. Herdionte e Straton também pulam.
Aegion pega distância e sai a galope, pulando com tudo para o outro navio. Quando Aegion desce, o barco balança, derrubando Straton e Herdionte no chão, e começa a se afastar deles. Nudus procura a âncora, mas não acha. Sibila joga uma corda para o outro barco, gritando para eles pegarem. A corda cai no meio do vão entre os barcos. Vicryl joga a corda, que fica amarrada no mastro. Sibila fica impressionada. Porthos detecta se alguma magia foi feita por ali, e conclui que nunca nenhuma magia foi utilizada naquele barco.
Nudus grita "uhuu, peixinho!". Ele e Herdionte começam a rodar pelo barco. Dão uma volta e Herdionte pára em alguns lugares, mas Nudus não vê nada. Ele chama Porthos para iluminar o porão, mes Herdionte acende uma tocha. Eles descem ao porão. É um cubículo bem mais limpo que o do barco deles, que parece servir como um quarto, com algumas camas, uma mesinha e um armário. Há um objeto em cima da mesa. É uma mação cortada ao meio, com o cabinho e uma folhinha. Nudus pega a maçã, e Herdionte a toma da mão dele para mostrar a Porthos. Porthos vê que é uma maçã normal irradiada magicamente para não apodrecer. Ele pergunta a Herdionte se ela tem alguma coisa a ver com uma guerra em Tróia.
Vicryl anda ao redor do barco e vê que ele tem marcas de batidas. Ele as mostra aos outros. Caron fica ao leme, prestando atenção. Vicryl explica que as marcas parecem ser aleatórias, não de um ataque. Ariadne pede que Aegion rastreie marcas de criaturas que tenham estado no barco. Ele não identifica pegadas, mas vê marcas de cortes, perfurações e esmagamentos espalhadas caoticamente por todo o chão. Sibila procura algo se movendo em volta do navio.
Enquanto Porthos examina a maçã, Herdionte examina as camas e o armário. Depois diz aos outros que é esse o barco em que ele estava. Nudus diz que só quer saber dos peixinhos. Herdionte o chama de louco e sobe. Porthos guarda a maçã em uma algibeira vazia. Eles sobem atrás de Herdionte.
Pau!
No outro barco, todos menos Vicryl apanham. Uns 5 Kuo-Toas pulam em cima deles com lanças curtas. Ariadne gira sua arma insanamente, mas erra os caras, que são muito baixinhos. Eles atacam Ariadne, Sibila e Banach. Vicryl escapa dos ataques. Banach tenta tontear um deles, mas não consegue. Sibila tenta bater e erra. Aegion atira flechas. Vicryl é o homem nuclear. Ele tenta contra-atacar, mas cai de cara no chão.
Quando Nudus e Porthos sobem, eles vêem Aegion atirando flechas e Straton se preparando para pular no outro barco. Nudus sai correndo em direção ao outro barco, empurrando Porthos e Herdionte quase até o outro lado, que caem no chão. Nudus vê do outro lado os Kuo Toas, os pescadores e os outros no meio da pancadaria. Ele pega embalo, jogando uma das bolas em um dos Kuo Toas. Straton pula no outro barco. Ariadne solta Doom, e um deles a ataca no processo. Todos os Kuo Toas ficam meio decrépitos com o feitiço de Ariadne. Outro a ataca, mas ela consegue desviar. Vicryl escapa de outro ataque. Straton sai correndo e pula no outro barco, do lado de Sibila, caceteando o Kuo Toa do lado dela. Nudus atira uma bola na direção de um deles, mas abre um buraco na parede do barco. Banach desce o cacete no cara que o atacou. Sibila corre, pisa em Straton, dá uma acrobacia por cima do Kuo Toa e pousa do outro lado dele. Quando o Kuo Toa se vira, ele toma uma bastãozada no meio da fuça, que atravessa a sua cabeça. Aegion acerta uma flechada em Vicryl (Elton quase marca o dano na ficha da Sibila, enquanto segurava a sua própria), que tenta se levantar de novo.
Enquanto isso, Caron e os outros pescadores preparam o barco para zarpar.
Ariadne acerta uma mangualzada em um deles. Outro acerta Straton. Ariadne desvia de outro ataque, mas Vicryl leva mais uma pancada. Banach desvia do ataque contra ele. Straton bate no cara que o acertou, mas erra. Nudus pula no outro barco e enterra seu porrete no Kuo Toa mais próximo, empurrando-o com tudo e deixando-o quase morto. Banach tenta atacar, mas erra. Sibila puxa seu chicote e acerta um, que urra de dor. Porthos tenta disparar mísseis mágicos, mas a magia se volta contra ele, que sobrecarrega e cai no chão se debatendo loucamente. Enquanto Nudus cai com a clava, uma flecha transpassa o Kuo Toa que ele tinha acabado de afundar. Vicryl se levanta e tenta empalar um com seu sabre, mas só entra a cabecinha.
Ariadne tenta prender um deles magicamente, mas não consegue. Um Kuo Toa escorrega e cai no chão. Straton apanha, e Vicryl consegue desviar. Depois, Straton deixa cair seu Falchion no barco e fica desarmado. Nudus tenta esmagar a cabeça de outro, mas erra. Banach tenta dar o golpe de misericórdia no cara caído, mas ele rola. Porthos se levanta. Sibila desce o chicote, mas erra. Aegion atira flechas, mas erra. Vicryl espeta um Kuo Toa.
Enquanto um Kuo Toa corre para acertar Ariadne, ela grita loucamente e despedaça o bicho. Voam pedaços para cima de Nudus, Sibila e Banach. Straton apanha de novo. Nudus desce a marreta, mas o bicho desvia. Banach bate. Sibila chicoteia o bicho de lado. Porthos dá uma chacoalhada nos braços, se alonga e dispara mísseis mágicos de novo, dessa vez derrubando o filadaputa sem costume. Aegion grita para que não matem o último Kuo Toa, para ele ser interrogado. Vicryl bate com o cabo do sabre na têmpora dele para incapacitá-lo, mas erra.
Kitiara deixa o último sobrevivente apavorado. Ele está cercado e não faz nada. Straton o mata.
quarta-feira, 30 de maio de 2007
quinta-feira, 17 de maio de 2007
16/5
Já é quase meio-dia. Sibila já se sente melhor, mas não está em condições de comer nada. Aegion vê um dos pescadores comendo um sanduíche no barco. Tirando Caron, Herdionte e Jimmy, os outros pescadores nem dão conta da presença deles. Eles almoçam.
Depois do almoço, Porthos vai estudar, mas passa mal no meio do estudo e vomita em cima das roupas, desviando o livro de feitiços a tempo. Banach compõe uma ode ao vômito, excelente em deixar as pessoas enojadas. Ele guarda a sua obra-prima para depois.
Começa a entardecer. O resto da viagem passa tranqüilamente. Os pescadores começam a se agitar conforme a ilha se aproxima, preparando o barco para aportar. Herdionte chega para Aegion e avisa que em meia hora eles devem estar aportados. Aegion agradece a carona, e pergunta para onde eles vão depois. Herdionte e Caron vão levá-los até Thetys no dia seguinte, explicando onde eles vão aportar. Issix é uma ilha vulcânica.
O barco aporta. Os funcionários do porto parecem respeitar Caron muito. Ele é o primeiro a descer do barco, seguido por Herdionte. Caron volta ao barco e dá as boas vindas à ilha de Issix ao grupo. Straton pergunta onde eles podem se hospedar, e Caron diz que um pescador foi arranjar acomodações boas para eles, apesar de os habitantes da ilha estarem em más condições financeiras. Straton diz que faz questão de pagar, mas Caron insiste que o bem que eles vão fazer à ilha vale bem mais que o preço da hospedagem. Todos desembarcam.
Nudus coça a orelha e pergunta como um negócio daqueles consegue flutuar. Straton explica que é porque o barco é feito de bruxas que flutuam na água. Nudus faz uma nota mental para procurar bruxas para fazer barcos. Caron os leva até a taverna. No caminho eles passam por um povoado muito simples, com casas de madeira com telhados de duas águas. A casa da taverna de Issix é a única construção feita de pedra no povoado.
Na taverna, eles ouvem o diálogo do taverneiro com um dos pescadores, reclamando da precariedade da situação em que eles estão. Sibila repara que o chão está meio sujo, e fica meio nojentinha. Straton repara e oferece ajuda para dar uma limpada no quarto. Nudus pergunta a Vicryl qual é o quarto mais barato dali, e Vicryl manda-o falar com o taverneiro. Nudus vai desconfiado falar com o teverneiro, que diz que eles vão ficar hospedados por conta da casa. Ele pede um javali ao vinho e se vira para ir embora. O cara responde que eles não têm javalis, mas Nudus não entende. Um dos pescadores comenta que ele é assim mesmo, e nem vai se lembrar se o javali não chegar.
Caron chama a todos para apresentá-los a Hesto, o taverneiro. Ele oferece a todos o quarto da taverna, mas Aegion diz preferir dormir perto da floresta. Hesto responde que não há florestas por ali. Straton comenta que é melhor Vicryl ficar perto de Aegion, porque ele é um criminoso. Hesto fica assustado e incomodado. Straton explica que ele está sob controle, e se Aegion não o controlar, ele próprio o faz. Aegion pede qualquer quarto que fique no térreo. Hesto oferece o salão, e Aegion aceita, pedindo que Vicryl fique ali com ele.
Porthos pergunta a Hesto se há algum lugar para ele lavar as roupas. Quando chega perto, ele sente o terrível hálito de Hesto, e parece que ele não escova os dentes há dias. Aegion anuncia a Vicryl o lugar onde eles vão dormir. Depois, Vicryl vai junto a Porthos para lavar as suas roupas. Hesto leva-os até a lavanderia. Nudus pergunta por um lugar onde ele possa tomar banho. Hesto diz que dando a volta atrás da taverna há um lugar para se banhar. Depois vai junto com Porthos e Vicryl entrar na cozinha até os fundos da taverna. Lá, eles começam a lavar as roupas. Logo depois chega Nudus, que começa a tomar banho em uma das cuias.
Sibila começa a reclamar de fome, mas o taverneiro diz que em breve o jantar será servido. Straton começa a subir a escada, que range horrivelmente. Pulando um dos degraus que parece estar caindo, ele chega aos quartos duplos, em estado quase decrépito. Straton tira os lençois de uma das camas e os leva para lavar. Ele comenta com Hesto que uma das hóspedes tem um problema de saúde. Na lavanderia, ele vê Vicryl e Porthos lavando roupa, Nudus tomando banho e uma cuia livre. Ele começa a lavar a roupa.
Aegion pede a Banach que toque músicas para animar a noite.
Vicryl, Porthos e Straton terminam de lavar as roupas e as penduram para secar. No caminho de volta Porthos e Straton conversam sobre o modo de vida dos espartanos. Todos se sentam à mesa, e o taverneiro traz um belo ensopado. Caron e Herdionte se juntam a eles. Eles comem um ensopado de peixe e frutos do mar. Aegion estranha o gosto, mas come sem problemas.
Vicryl serve as meninas, os pescadores, o centauro e ele. Nudus rouba o copo de Vicryl, que tenta resistir inutilmente. Nudus agradece e serve os que faltaram. Enquanto eles terminam de comer chegam sete pescadores, que dizem que estão à espera de Caron, depois indo sentar-se no balcão. Banach pergunta se eles vão junto com o grupo. Straton pergunta quem são eles. Caron responde que ele vai escolher quais deles vão junto à ilha amanhã.
Ao terminar de comer, Herdionte se retira e vai para o quarto. Sibila também vai dormir. Straton sobe para varrer os quartos. Porthos sobe e fala que quer continuar a conversa depois que ele terminar. Sibila chega e vê as camas arrumadas como em um exército. O lençol estava meio manchado, mas Sibila percebe que está limpo. Ela guarda suas coisas e vai dormir. Nudus termina de comer e vai dormir. Banach fica tocando flauta, e Porthos fica estudando. Straton termina e vai para o quarto cuidar do seu equipamento. Ariadne faz suas preces e vai dormir. Hesto vai chamar Vicryl para acomodá-lo no salão. Ele vê os pescadores jogando dados. Depois se aproxima de Caron, perguntando sobre os ofícios do barco. Porthos termina de estudar. Todos vão dormir.
No dia seguinte, eles acordam e vão tomar café. Caron e Herdionte os esperam terminar de tomar café. Ao terminar, eles juntam suas coisas e se apresentm para Caron para continuar a viagem. Straton pergunta se aqueles que vão com eles foram os pescadores que perderam no jogo de ontem. Eles olham de volta com cara de cu, e Straton percebe que eles estão se cagando de medo. Straton põe a mão no ombro de um deles e diz que não tem problema, pois ele será um ótimo escudo. Eles embarcam.
É um dia excelente para entrar no mar, que está bastante tranqüilo. Straton faz uma oferenda a Poseidon para a viagem ser tranqüila. Ele joga no mar 5 dias de comida da popa do barco, fazendo uma prece a Poseidon. Aegion vai oferecer uma parte da sua comida na oferenda, mas Straton responde que não precisa de esmola. Vicryl, que estava pegando uma de suas rações, a coloca de volta na mochila. Porthos pergunta para Nudus porque será que esses espartanos gostam tanto de desperdiçar comida. Vicryl vai ajudar na saída do barco, e Nudus dá uma ajudinha para empurrar o barco, que sai com grande facilidade.
Todos os pescadores a bordo parecem muito assustados. Straton pergunta a Herdionte quanto tempo falta para as bestas do mar. Herdionte responde que depende do apetite delas, e Straton puxa a sua espada dizendo que espera que eles estejam famintos. Banach canta uma canção para inspirar coragem aos marinheiros. Os marinheiros ficam apavorados, e o grupo fica assustado. Straton pega a flauta de Banach e a joga no mar. Depois o admoesta. Nudus pergunta por que acabou a música. Aegion pergunta a Straton por que ele fez isso. Straton diz que assim ele se assegura de que isso não vá se repetir.
Uma hora de viagem depois, o tempo começa a fechar. Straton olha para o mar e não vê nada. Depois de um certo tempo, ele e Aegion ficam meio aterrorizados com a morbidez do lugar. Ariadne abençoa os outros, dando-lhes coragem. Aegion fica apavorado, se segurando nas paredes. Vicryl olha para ele com um sorrisinho torto. Ao olhar para Ariadne, Aegion se sente um pouco mais calmo. Porthos comenta com ele que o lado bom é que Vicryl é que vai fazer o trabalho sujo. Aegion fica bem mais calmo. Nudus comenta que Ariadne está brilhando. Os pescadores ficam mais calmos, embora ainda com medo.
Porthos faz uma lanterna que ilumina o caminho do barco, e um pouco da lateral. Algum tempo depois, eles ouvem um barulho de batida no casco do barco. Straton pergunta se pode descer por uma corda até a lateral do barco. Caron vai pegar uma corda para ele descer. Porthos traz a luminária até a lateral do barco, e Straton vê que eram só pedaços de madeira batendo no casco do barco. Um dos pescadores chega para amarrar a corda no mastro, para Straton descer. Ele desce até a cintura na água e pega um dos pedaços de madeira. É um pedaço impermeabilizado. Ele joga o pedaço de madeira para dentro do barco, depois indo em direção à frente do barco, acompanhado pelo abajurzinho de Porthos. Ele vê alguns pedaços de corda e mais pedaços de madeira. Alguma coisa enrosca no seu pé.
Straton puxa o pedaço de rede que se enroscou em seu pé, tirando-a da água. Vicyl analisa o pedaço de madeira que Straton jogou para o barco para ver como ele foi quebrado. Enquanto Straton puxa a rede, ele vê alguns peixes e outras tralhas presas à rede. Depois de uns 10 metros de rede ele pega um pedaço de corpo morto em decomposição preso à rede. Ele chama alguém para retirar a comida da rede. Um pescador chega com um arpão e pede para Straton colocar a rede. Ele puxa e coloca a rede no convés. Lá tem alguns peixes, um caranguejo e um braço. Straton pede o arpão e fica com ele enfiado na água, esperando que ele se enfie em mais alguma coisa.
A luz começa a enfraquecer e Straton começa a subir. Caron grita: "olhem para a frente!", e todos vêem um vulto que parece de um barco bem à frente. Todos começam a fazer manobras para parar o barco, que diminui até ficar bem à frente do vulto.
Depois do almoço, Porthos vai estudar, mas passa mal no meio do estudo e vomita em cima das roupas, desviando o livro de feitiços a tempo. Banach compõe uma ode ao vômito, excelente em deixar as pessoas enojadas. Ele guarda a sua obra-prima para depois.
Começa a entardecer. O resto da viagem passa tranqüilamente. Os pescadores começam a se agitar conforme a ilha se aproxima, preparando o barco para aportar. Herdionte chega para Aegion e avisa que em meia hora eles devem estar aportados. Aegion agradece a carona, e pergunta para onde eles vão depois. Herdionte e Caron vão levá-los até Thetys no dia seguinte, explicando onde eles vão aportar. Issix é uma ilha vulcânica.
O barco aporta. Os funcionários do porto parecem respeitar Caron muito. Ele é o primeiro a descer do barco, seguido por Herdionte. Caron volta ao barco e dá as boas vindas à ilha de Issix ao grupo. Straton pergunta onde eles podem se hospedar, e Caron diz que um pescador foi arranjar acomodações boas para eles, apesar de os habitantes da ilha estarem em más condições financeiras. Straton diz que faz questão de pagar, mas Caron insiste que o bem que eles vão fazer à ilha vale bem mais que o preço da hospedagem. Todos desembarcam.
Nudus coça a orelha e pergunta como um negócio daqueles consegue flutuar. Straton explica que é porque o barco é feito de bruxas que flutuam na água. Nudus faz uma nota mental para procurar bruxas para fazer barcos. Caron os leva até a taverna. No caminho eles passam por um povoado muito simples, com casas de madeira com telhados de duas águas. A casa da taverna de Issix é a única construção feita de pedra no povoado.
Na taverna, eles ouvem o diálogo do taverneiro com um dos pescadores, reclamando da precariedade da situação em que eles estão. Sibila repara que o chão está meio sujo, e fica meio nojentinha. Straton repara e oferece ajuda para dar uma limpada no quarto. Nudus pergunta a Vicryl qual é o quarto mais barato dali, e Vicryl manda-o falar com o taverneiro. Nudus vai desconfiado falar com o teverneiro, que diz que eles vão ficar hospedados por conta da casa. Ele pede um javali ao vinho e se vira para ir embora. O cara responde que eles não têm javalis, mas Nudus não entende. Um dos pescadores comenta que ele é assim mesmo, e nem vai se lembrar se o javali não chegar.
Caron chama a todos para apresentá-los a Hesto, o taverneiro. Ele oferece a todos o quarto da taverna, mas Aegion diz preferir dormir perto da floresta. Hesto responde que não há florestas por ali. Straton comenta que é melhor Vicryl ficar perto de Aegion, porque ele é um criminoso. Hesto fica assustado e incomodado. Straton explica que ele está sob controle, e se Aegion não o controlar, ele próprio o faz. Aegion pede qualquer quarto que fique no térreo. Hesto oferece o salão, e Aegion aceita, pedindo que Vicryl fique ali com ele.
Porthos pergunta a Hesto se há algum lugar para ele lavar as roupas. Quando chega perto, ele sente o terrível hálito de Hesto, e parece que ele não escova os dentes há dias. Aegion anuncia a Vicryl o lugar onde eles vão dormir. Depois, Vicryl vai junto a Porthos para lavar as suas roupas. Hesto leva-os até a lavanderia. Nudus pergunta por um lugar onde ele possa tomar banho. Hesto diz que dando a volta atrás da taverna há um lugar para se banhar. Depois vai junto com Porthos e Vicryl entrar na cozinha até os fundos da taverna. Lá, eles começam a lavar as roupas. Logo depois chega Nudus, que começa a tomar banho em uma das cuias.
Sibila começa a reclamar de fome, mas o taverneiro diz que em breve o jantar será servido. Straton começa a subir a escada, que range horrivelmente. Pulando um dos degraus que parece estar caindo, ele chega aos quartos duplos, em estado quase decrépito. Straton tira os lençois de uma das camas e os leva para lavar. Ele comenta com Hesto que uma das hóspedes tem um problema de saúde. Na lavanderia, ele vê Vicryl e Porthos lavando roupa, Nudus tomando banho e uma cuia livre. Ele começa a lavar a roupa.
Aegion pede a Banach que toque músicas para animar a noite.
Vicryl, Porthos e Straton terminam de lavar as roupas e as penduram para secar. No caminho de volta Porthos e Straton conversam sobre o modo de vida dos espartanos. Todos se sentam à mesa, e o taverneiro traz um belo ensopado. Caron e Herdionte se juntam a eles. Eles comem um ensopado de peixe e frutos do mar. Aegion estranha o gosto, mas come sem problemas.
Vicryl serve as meninas, os pescadores, o centauro e ele. Nudus rouba o copo de Vicryl, que tenta resistir inutilmente. Nudus agradece e serve os que faltaram. Enquanto eles terminam de comer chegam sete pescadores, que dizem que estão à espera de Caron, depois indo sentar-se no balcão. Banach pergunta se eles vão junto com o grupo. Straton pergunta quem são eles. Caron responde que ele vai escolher quais deles vão junto à ilha amanhã.
Ao terminar de comer, Herdionte se retira e vai para o quarto. Sibila também vai dormir. Straton sobe para varrer os quartos. Porthos sobe e fala que quer continuar a conversa depois que ele terminar. Sibila chega e vê as camas arrumadas como em um exército. O lençol estava meio manchado, mas Sibila percebe que está limpo. Ela guarda suas coisas e vai dormir. Nudus termina de comer e vai dormir. Banach fica tocando flauta, e Porthos fica estudando. Straton termina e vai para o quarto cuidar do seu equipamento. Ariadne faz suas preces e vai dormir. Hesto vai chamar Vicryl para acomodá-lo no salão. Ele vê os pescadores jogando dados. Depois se aproxima de Caron, perguntando sobre os ofícios do barco. Porthos termina de estudar. Todos vão dormir.
No dia seguinte, eles acordam e vão tomar café. Caron e Herdionte os esperam terminar de tomar café. Ao terminar, eles juntam suas coisas e se apresentm para Caron para continuar a viagem. Straton pergunta se aqueles que vão com eles foram os pescadores que perderam no jogo de ontem. Eles olham de volta com cara de cu, e Straton percebe que eles estão se cagando de medo. Straton põe a mão no ombro de um deles e diz que não tem problema, pois ele será um ótimo escudo. Eles embarcam.
É um dia excelente para entrar no mar, que está bastante tranqüilo. Straton faz uma oferenda a Poseidon para a viagem ser tranqüila. Ele joga no mar 5 dias de comida da popa do barco, fazendo uma prece a Poseidon. Aegion vai oferecer uma parte da sua comida na oferenda, mas Straton responde que não precisa de esmola. Vicryl, que estava pegando uma de suas rações, a coloca de volta na mochila. Porthos pergunta para Nudus porque será que esses espartanos gostam tanto de desperdiçar comida. Vicryl vai ajudar na saída do barco, e Nudus dá uma ajudinha para empurrar o barco, que sai com grande facilidade.
Todos os pescadores a bordo parecem muito assustados. Straton pergunta a Herdionte quanto tempo falta para as bestas do mar. Herdionte responde que depende do apetite delas, e Straton puxa a sua espada dizendo que espera que eles estejam famintos. Banach canta uma canção para inspirar coragem aos marinheiros. Os marinheiros ficam apavorados, e o grupo fica assustado. Straton pega a flauta de Banach e a joga no mar. Depois o admoesta. Nudus pergunta por que acabou a música. Aegion pergunta a Straton por que ele fez isso. Straton diz que assim ele se assegura de que isso não vá se repetir.
Uma hora de viagem depois, o tempo começa a fechar. Straton olha para o mar e não vê nada. Depois de um certo tempo, ele e Aegion ficam meio aterrorizados com a morbidez do lugar. Ariadne abençoa os outros, dando-lhes coragem. Aegion fica apavorado, se segurando nas paredes. Vicryl olha para ele com um sorrisinho torto. Ao olhar para Ariadne, Aegion se sente um pouco mais calmo. Porthos comenta com ele que o lado bom é que Vicryl é que vai fazer o trabalho sujo. Aegion fica bem mais calmo. Nudus comenta que Ariadne está brilhando. Os pescadores ficam mais calmos, embora ainda com medo.
Porthos faz uma lanterna que ilumina o caminho do barco, e um pouco da lateral. Algum tempo depois, eles ouvem um barulho de batida no casco do barco. Straton pergunta se pode descer por uma corda até a lateral do barco. Caron vai pegar uma corda para ele descer. Porthos traz a luminária até a lateral do barco, e Straton vê que eram só pedaços de madeira batendo no casco do barco. Um dos pescadores chega para amarrar a corda no mastro, para Straton descer. Ele desce até a cintura na água e pega um dos pedaços de madeira. É um pedaço impermeabilizado. Ele joga o pedaço de madeira para dentro do barco, depois indo em direção à frente do barco, acompanhado pelo abajurzinho de Porthos. Ele vê alguns pedaços de corda e mais pedaços de madeira. Alguma coisa enrosca no seu pé.
Straton puxa o pedaço de rede que se enroscou em seu pé, tirando-a da água. Vicyl analisa o pedaço de madeira que Straton jogou para o barco para ver como ele foi quebrado. Enquanto Straton puxa a rede, ele vê alguns peixes e outras tralhas presas à rede. Depois de uns 10 metros de rede ele pega um pedaço de corpo morto em decomposição preso à rede. Ele chama alguém para retirar a comida da rede. Um pescador chega com um arpão e pede para Straton colocar a rede. Ele puxa e coloca a rede no convés. Lá tem alguns peixes, um caranguejo e um braço. Straton pede o arpão e fica com ele enfiado na água, esperando que ele se enfie em mais alguma coisa.
A luz começa a enfraquecer e Straton começa a subir. Caron grita: "olhem para a frente!", e todos vêem um vulto que parece de um barco bem à frente. Todos começam a fazer manobras para parar o barco, que diminui até ficar bem à frente do vulto.
quinta-feira, 10 de maio de 2007
9/5
Aegion acorda e vê Vicryl muito puto. Dá uma risadinha sádica e o solta. Depois, tenta acordar Nudus. Depois de cutucá-lo, joga um balde de água fria nele. Nudus acorda meio tonto. Aegion vai para a taverna.
Porhos acorda, junta suas tralhas e desce para a taverna. Straton assobia muito alto para Porthos, que toma um susto. Todo o resto do quarto acorda. Um cara fica muito puto, resmunga um pouco e volta a dormir. Outro sujeito mal-humorado foi procurar encrenca com ele, mas depois de uma resposta torta de Straton, ele volta a dormir. Depois, ele vai perguntar por que Porthos não foi acordar os outros. Porthos responde que não queria incomodar, mas que vai se lembrar disso no futuro.
Quando eles chegam à taverna, encontram Aegion, Vicryl e Nudus, todo molhado. Logo depois, chegam Ariadne e Sibila. Num canto estão Herdionte e Caron tomando café. Sibila vai ao balcão pedir o café da manhã e retirar as provisões de comida. Meio sonolento, o cara vai buscar as provisões e traz café para todos. Porthos e Sibila enrolam o cara dizendo que o café estava incluso no preço do pernoite.
Ao terminar de comer, eles vêem os pacotes de comida no balcão. Banach lembra que esqueceu as coisas no quarto, e quando sobe lá para buscar recebeum travesseiro na cara. Um cara muito mal-humorado manda-o calar a boca. Banach pega suas coisas e vai embora do quarto. Eles saem da mesa puxando Nudus todo sujo, e vão falar com Herdionte para dizer que estão prontos.
Eles saem da taverna e vêem pessoas tentanto ir ao oráculo. Quando a turba enfurecida os vê indo ao porto, o povão fica revoltado e começa a protestar. Straton explica que eles estão indo para Issix e intimida o cara contanto o que ele pode encontrar lá. Chegando ao cais, eles vêem o barco. Aegion empurra Vicryl para ele ir na frente, mas Straton fica discutindo com ele, perguntando por que ele tem que ser tão hostil. Sibila acalma os dois. Caron pede desculpas pela humildade do barco e os convida a embarcar.
Straton pergunta a Herdionte quantas pessoas o barco é capaz de carregar. Ele explica que está preocupado com Aegion, porque cavalos não bóiam. Caron dá uma risada e diz que bóiam, sim. Eles embarcam. Enquanto eles sobem, o barco dá uma balançada e Vicryl cai na água. Straton puxa-o da água e pergunta se ele tem roupas secas. Vicryl responde que sim, na mochila que caiu com ele na água. Straton o põe de volta no barco e fala para ele torcer as roupas. Aegion embarca meio desengonçado. Ele pergunta a Caron se há algum lugar em que ele possa se segurar.
Caron o leva à ponte, onde ele se sente razoavelmente confortável. Os pescadores soltam o barco. Eles zarpam.
Straton desce ao porão e sente imediatamente o cheiro de peixe. Quando ele volta, comenta com Ariadne o cheiro do lugar. Conforme eles manobram o barco, Aegion fica meio enjoado. Porthos pergunta a Herdionte como foram os ataques, e quão organizados eles eram. Herdionte responde, com um ar de saco cheio. Aegion passa muito mal. Banach também fica enjoado. Caron oferece um remédio a Aegion.
Eles navegam o dia inteiro. Os pescadores não parecem estar preocupados, apesar da ameaça de um ataque a qualquer momento. Aegion e Banach melhoram do enjôo. Ariadne vê que Sibila começa a ficar branca e a suar gelado. Sibila passa muito mal, e Ariadne tem que desviar do jato de vômito. Depois, ela dá um frasco com um líquido verde gosmento para Sibila beber. Logo depois de tomar a groroba, ela fica aliviada e melhora. Ariadne desce ao porão e pede a um dis pescadores para esquentar água para fazer uma compressa para Sibila. O pescador diz que não é uma boa idéia acender o fogo. Ela vai falar com Herdionte, que diz que acender o fogo num barco de madeira não é esperto. Mas ele permite que ela acenda o fogo para Sibila.
Sibila desce ao porão para perguntar sobre nós e cordas para Jimmy, um dos pescadores. Ele explica um nó muito legal para ela, que fica impressionada. Eles ficam trocando figurinhas. Sibila se atrapalha e fica toda amarrada. Jimmy a ajuda a se soltar. Banach começa a compor uma ode ao vômito. Porthos e Straton ficam observando o mar, sem ver nada. Ariadne pergunta por que, e Straton responde que não uer ser pego de surpresa. Um dos pescadores diz que eles ainda não chegaram na região perigosa.
Sibila continua aprendendo nós com Jimmy. Os outros ficam observando o mar enquanto seguem viagem.
Porhos acorda, junta suas tralhas e desce para a taverna. Straton assobia muito alto para Porthos, que toma um susto. Todo o resto do quarto acorda. Um cara fica muito puto, resmunga um pouco e volta a dormir. Outro sujeito mal-humorado foi procurar encrenca com ele, mas depois de uma resposta torta de Straton, ele volta a dormir. Depois, ele vai perguntar por que Porthos não foi acordar os outros. Porthos responde que não queria incomodar, mas que vai se lembrar disso no futuro.
Quando eles chegam à taverna, encontram Aegion, Vicryl e Nudus, todo molhado. Logo depois, chegam Ariadne e Sibila. Num canto estão Herdionte e Caron tomando café. Sibila vai ao balcão pedir o café da manhã e retirar as provisões de comida. Meio sonolento, o cara vai buscar as provisões e traz café para todos. Porthos e Sibila enrolam o cara dizendo que o café estava incluso no preço do pernoite.
Ao terminar de comer, eles vêem os pacotes de comida no balcão. Banach lembra que esqueceu as coisas no quarto, e quando sobe lá para buscar recebeum travesseiro na cara. Um cara muito mal-humorado manda-o calar a boca. Banach pega suas coisas e vai embora do quarto. Eles saem da mesa puxando Nudus todo sujo, e vão falar com Herdionte para dizer que estão prontos.
Eles saem da taverna e vêem pessoas tentanto ir ao oráculo. Quando a turba enfurecida os vê indo ao porto, o povão fica revoltado e começa a protestar. Straton explica que eles estão indo para Issix e intimida o cara contanto o que ele pode encontrar lá. Chegando ao cais, eles vêem o barco. Aegion empurra Vicryl para ele ir na frente, mas Straton fica discutindo com ele, perguntando por que ele tem que ser tão hostil. Sibila acalma os dois. Caron pede desculpas pela humildade do barco e os convida a embarcar.
Straton pergunta a Herdionte quantas pessoas o barco é capaz de carregar. Ele explica que está preocupado com Aegion, porque cavalos não bóiam. Caron dá uma risada e diz que bóiam, sim. Eles embarcam. Enquanto eles sobem, o barco dá uma balançada e Vicryl cai na água. Straton puxa-o da água e pergunta se ele tem roupas secas. Vicryl responde que sim, na mochila que caiu com ele na água. Straton o põe de volta no barco e fala para ele torcer as roupas. Aegion embarca meio desengonçado. Ele pergunta a Caron se há algum lugar em que ele possa se segurar.
Caron o leva à ponte, onde ele se sente razoavelmente confortável. Os pescadores soltam o barco. Eles zarpam.
Straton desce ao porão e sente imediatamente o cheiro de peixe. Quando ele volta, comenta com Ariadne o cheiro do lugar. Conforme eles manobram o barco, Aegion fica meio enjoado. Porthos pergunta a Herdionte como foram os ataques, e quão organizados eles eram. Herdionte responde, com um ar de saco cheio. Aegion passa muito mal. Banach também fica enjoado. Caron oferece um remédio a Aegion.
Eles navegam o dia inteiro. Os pescadores não parecem estar preocupados, apesar da ameaça de um ataque a qualquer momento. Aegion e Banach melhoram do enjôo. Ariadne vê que Sibila começa a ficar branca e a suar gelado. Sibila passa muito mal, e Ariadne tem que desviar do jato de vômito. Depois, ela dá um frasco com um líquido verde gosmento para Sibila beber. Logo depois de tomar a groroba, ela fica aliviada e melhora. Ariadne desce ao porão e pede a um dis pescadores para esquentar água para fazer uma compressa para Sibila. O pescador diz que não é uma boa idéia acender o fogo. Ela vai falar com Herdionte, que diz que acender o fogo num barco de madeira não é esperto. Mas ele permite que ela acenda o fogo para Sibila.
Sibila desce ao porão para perguntar sobre nós e cordas para Jimmy, um dos pescadores. Ele explica um nó muito legal para ela, que fica impressionada. Eles ficam trocando figurinhas. Sibila se atrapalha e fica toda amarrada. Jimmy a ajuda a se soltar. Banach começa a compor uma ode ao vômito. Porthos e Straton ficam observando o mar, sem ver nada. Ariadne pergunta por que, e Straton responde que não uer ser pego de surpresa. Um dos pescadores diz que eles ainda não chegaram na região perigosa.
Sibila continua aprendendo nós com Jimmy. Os outros ficam observando o mar enquanto seguem viagem.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
2/5
Está começando a anoitecer. Eles chegam à porta da taverna e entram. Lá, Nudus pergunta se Ari quer mesa. Porthos, Vicryl e Aegion não estão com fome por causa do javali. Sibila vai com os outros a uma mesa. Há até um cantinho para o centauro ficar. Nudus e Straton pedem um javali (cada), Banach pede um pernil, Sibila e Ariadne pedem queijos e vinhos, Porthos pede cerveja, Aegion e Vicryl pedem vinho. Momentos depois, chega a tábua de frios. Sibila pega moedas de uma maneira estranha e paga. Chegam as outras porções, e todos pagam pela comida. Nudus fica confiso e Straton oferece ajuda. O preço do javali era 5 peças de ouro, mas Straton paga 6.
Meia hora depois, todos acabaram de comer, exceto Nudus. Porthos vai reservar quartos. Straton, Ariadne e Sibila vão arranjar provisões. O cara cobra um preço abusivo. Straton ameaça o cara, e o cara leva uma das mãos para baixo do balcão. Ele, por sua vez, leva a mão à espada e ameaça cortar-lhe o pescoço. Banach e Sibila tentam acalmar a situação e negociar o preço.
A taverna ecoa com um arroto de Nudus.
O taverneiro argumenta com Sibila que esse é o preço justo, e Vicryl junta os outros para dividir os custos. Depois, reservam camas em um quarto comunal. Straton vai ver o quarto para ver se todos os membros grandes do grupo cabem ali. O taverneiro mostra os lugares onde Aegion pode se acomodar. Straton desce e conta para Aegion que ele pode se acomodar mais confortavelmente no estábulo. Depois, vai contar para Nudus que lá fora é mais barato, e ele topa ir lá fora com o centauro. O taverneiro fica confuso. Potrhos paga e sobe para estudar no quarto. Sibila e Ariadne pagam por um quarto separado.
Porthos entra no quarto comunal, arruma suas coisas e vai estudar. Os outros vão dormir, e Aegion leva Vicryl para o estábulo. Nudus continua comendo.
Lá fora, Aegion abre uma porta e põe Vicryl para dentro. Ele imediatamente se enoja com o cheiro de estrume e faz uma cara de bosta para Aegion, que prontamente o ignora. Vicryl tenta se deitar da maneira mais fresca possível, e Aegion vai dormir.
No quarto, Straton vê Porthos estudando e discute com ele a natureza da vida, do Universo e tudo mais. Para mostrar a ele que magia existe, Porthos ilumina uma almofada, e Straton fica admirado. Depois, Porthos usa a almofada de abajur e volta a estudar.
Nudus pula para fora da janela e lá de cima Straton grita para ele ir ao estábulo, e tomar cuidado com o elfo. Depois, Nudus chega ao estábulo fazendo muito barulho e é saudado pelo centauro. Seguindo as instruções de Straton, Nudus amarra o elfo, junta um monte de palha sem bosta, deita e dorme.
Ariadne e Sibila pedem que Banach toque para elas. Enquanto isso, Herdionte e Karon entram na taverna. Elas acenam para eles, que se sentam junto a elas. Depois, eles conversam sobre a situação da ilha, e sobre o tempo que levariam para chegar lá, além de alguns detalhes da missão. Herdionte diz que está à procura de resquícios de um templo de Thetis, e menciona a existência de algumas relíquias nas ilhas. Sibila pergunta sobre umas tais flechas de Artemis, e eles entram em uma discussão acadêmica. Banach pergunta qual foi o grupo de arqueólogos que foi às ilhas antes deles. Herdionte comenta que o outro grupo tinha um líder meio tosco. Depois de mais conversa, todos vão dormir, depois de pedir a Banach uma última música.
Na manhã seguinte, Vicryl acorda e percebe que está amarrado. Enquanto tenta inutilmente se soltar, percebe que há um porco perto dele. Muito puto, resolve ficar sussa.
Meia hora depois, todos acabaram de comer, exceto Nudus. Porthos vai reservar quartos. Straton, Ariadne e Sibila vão arranjar provisões. O cara cobra um preço abusivo. Straton ameaça o cara, e o cara leva uma das mãos para baixo do balcão. Ele, por sua vez, leva a mão à espada e ameaça cortar-lhe o pescoço. Banach e Sibila tentam acalmar a situação e negociar o preço.
A taverna ecoa com um arroto de Nudus.
O taverneiro argumenta com Sibila que esse é o preço justo, e Vicryl junta os outros para dividir os custos. Depois, reservam camas em um quarto comunal. Straton vai ver o quarto para ver se todos os membros grandes do grupo cabem ali. O taverneiro mostra os lugares onde Aegion pode se acomodar. Straton desce e conta para Aegion que ele pode se acomodar mais confortavelmente no estábulo. Depois, vai contar para Nudus que lá fora é mais barato, e ele topa ir lá fora com o centauro. O taverneiro fica confuso. Potrhos paga e sobe para estudar no quarto. Sibila e Ariadne pagam por um quarto separado.
Porthos entra no quarto comunal, arruma suas coisas e vai estudar. Os outros vão dormir, e Aegion leva Vicryl para o estábulo. Nudus continua comendo.
Lá fora, Aegion abre uma porta e põe Vicryl para dentro. Ele imediatamente se enoja com o cheiro de estrume e faz uma cara de bosta para Aegion, que prontamente o ignora. Vicryl tenta se deitar da maneira mais fresca possível, e Aegion vai dormir.
No quarto, Straton vê Porthos estudando e discute com ele a natureza da vida, do Universo e tudo mais. Para mostrar a ele que magia existe, Porthos ilumina uma almofada, e Straton fica admirado. Depois, Porthos usa a almofada de abajur e volta a estudar.
Nudus pula para fora da janela e lá de cima Straton grita para ele ir ao estábulo, e tomar cuidado com o elfo. Depois, Nudus chega ao estábulo fazendo muito barulho e é saudado pelo centauro. Seguindo as instruções de Straton, Nudus amarra o elfo, junta um monte de palha sem bosta, deita e dorme.
Ariadne e Sibila pedem que Banach toque para elas. Enquanto isso, Herdionte e Karon entram na taverna. Elas acenam para eles, que se sentam junto a elas. Depois, eles conversam sobre a situação da ilha, e sobre o tempo que levariam para chegar lá, além de alguns detalhes da missão. Herdionte diz que está à procura de resquícios de um templo de Thetis, e menciona a existência de algumas relíquias nas ilhas. Sibila pergunta sobre umas tais flechas de Artemis, e eles entram em uma discussão acadêmica. Banach pergunta qual foi o grupo de arqueólogos que foi às ilhas antes deles. Herdionte comenta que o outro grupo tinha um líder meio tosco. Depois de mais conversa, todos vão dormir, depois de pedir a Banach uma última música.
Na manhã seguinte, Vicryl acorda e percebe que está amarrado. Enquanto tenta inutilmente se soltar, percebe que há um porco perto dele. Muito puto, resolve ficar sussa.
25/4
Banach chega ao porto e espera chegar mais gente no protesto antes de começar a trabalhar. Depois, monta um lugar para os caras colocarem moedas e começa a tocar um música sobre um bando de filhos da puta que traíram o bardo do grupo. Uns 20 minutos depois, juntam em volta umas 15 pessoas, que dão a ele algum dinheiro. Ele pára de tocar e começa a contar a história para o povo: um bardo de Esparta foi traído pelo seu grupo e vagou por toda a Grécia contando sua história. As pessoas ficam olhando, esperando por um final glorioso que não ocorreu. Um dos caras pede que ele continue a tocar flauta, que estava mais legal. Banach desiste de contar a história e volta a tocar flauta, pelo dinheiro mesmo.
Ariadne, Sibila e Nudus chegam à praça do porto e vêem uma guarita com o guarda e um povo protestando. Do outro lado, há uma aglomeração em volta do flautista. Sibila sugere perguntar ao guarda como está a situação. Elas põem Nudus na frente para abrir caminho entre a multidão. O guarda olha para Nudus com cara de WTF. Sibila cumprimenta o guarda e pergunta sobre a situação dos navios para o Oráculo. O guarda responde que o Oráculo está fechado, e Ariadne pergunta o motivo. O guarda é escroto, e diz que nem sabe sobre previsões, mas está falando a verdade. Sibila pergunta por que não é sábio ir até a ilha, e o guarda responde que ela é uma ignorante. De trás deles, um cara ensandecido fica brigando com o guarda, fomentando a galera ao protesto. Um guarda perto do cais acena para outros guardas, e eles chegam ameaçando o povo. Ariadne e Sibila saem de perto.
Metade da audiência de Banach sai dali para ver o que está acontecendo. Ele fica puto.
Straton faz manobras escusas.
Banach pára de tocar e agradece a audiência, que o aplaude. Um dos caras recomenda que ele só toque flauta, porque ele não leva jeito para contar histórias. Banach vê a multidão exaltada e duas minas com um cara gigantão observando de longe. Ele se aproxima deles.
Straton tem comportamento suspeito.
Banach pergunta a Ariadne o que está acontecendo. Ela responde que é escândalo por causa do Oráculo. Sibi;la pergunta se ele sabe de alguma coisa, e ele diz que o lugar está fechado desde os jogos píticos. De repente, chega uma criatura grotesca abrindo caminho entre o povo, e chega no cais. Straton chega no cara mais exaltdo e começa a peitá-lo. Ele dá duas alternativas: o cara constrói um barco, ou Straton o joga no mar. O cara murcha, começa a tremer e o povo fica assustado. Os guardas permanecem impassíveis. Straton recomenda paciência ao povo e pergunta por informações ao guarda. Ele diz que é melhor esperar.
O trator que passou por Sibila, Ariadne, Nudus e Banach antes volta até perto deles, perguntando se eles queriam ir ao Oráculo. Straton pergunta a Sibila o que ela é. Depois, eles conversam sobre tentar descobrir na cidade o que está acontecendo no Oráculo. Straton sugere que eles vão até o templo do mestre, procurar informações. Depois, eles se apresentam. Nudus tenta pronunciar os nomes deles, mas não consegue. Eles vão perguntar ao guarda onde fica o templo do mestre. O guarda dá as direções, mandando-os ir até uma praça.
Ainda lá, eles vêem um sujeito barbado, acompanhado por três caras com roupas batidas indo falar com o guarda. Straton vê que eles parecem confiáveis, e fica ouvindo o que o barbado conversa com o guarda. Depois conta a Ariadne que o cara parece saber o que está acontecendo na ilha. Straton repara que Ariadne é uma sacerotisa de Ares, e ela o identifica como um soldado espartano.
Enquanto Sibila fica conversando com Banach, Straton e Ariadne vão conversar com o cara barbudo, que se chama Herdionte, perguntando sobre a situação das ilhas. Herdionte conta a história do que aconteceu com os barcos nas ilhas de Issix. Ele diz que dali até as ilhas demora umas 2 horas, e de Issix até o Oráculo leva mais 6 horas de viagem.
E o grupo se junta!
Enquanto isso, chegam Porthos, Vicryl e Aegion à praça do porto. Sibila e Banach os vêem chegando. Porthos vai falar com Herdionte, perguntando quando sai o próximo barco para Issix. O cara fica com cara de WTF, e pergunta a Porthos o que ele quer em Issix. Porthos aponta para Aegion. Straton fica olhando para ele com cara de bobo. Aegion conta a Herdionte sobre os misteriosos naufrágios, e diz suas intenções de resolver o problema. Acrescenta que eles vieram do bosque de Loth, e obtiveram suas informações dos elfos aquáticos da região.
Straton repara nas orelhas grandes de Vicryl. Depois, ele chama Porthos de canto e pergunta se suas orelhas são muito grandes. Porthos responde que não tem palavra ofensiva o suficiente para usar nesse momento para um elfo que tem trauma com suas orelhas. Aegion pede aos pescadores uma pista sobre os naufrágios. Hermionte responde que o barco dele foi atacado por criaturas aquáticas misteriosas, e Aegion reconhece a descrição dos Kuo-Toa. Hermionte diz que o próximo barco pode sair no dia seguinte.
Todos se apresentam, e Straton tem dificuldades em entender o que levou Aegion e Vicryl a ir para a Issix. Depois de combinar alguns detalhes da partida, eles vão se hospedar na taverna Porta do Oráculo.
Ariadne, Sibila e Nudus chegam à praça do porto e vêem uma guarita com o guarda e um povo protestando. Do outro lado, há uma aglomeração em volta do flautista. Sibila sugere perguntar ao guarda como está a situação. Elas põem Nudus na frente para abrir caminho entre a multidão. O guarda olha para Nudus com cara de WTF. Sibila cumprimenta o guarda e pergunta sobre a situação dos navios para o Oráculo. O guarda responde que o Oráculo está fechado, e Ariadne pergunta o motivo. O guarda é escroto, e diz que nem sabe sobre previsões, mas está falando a verdade. Sibila pergunta por que não é sábio ir até a ilha, e o guarda responde que ela é uma ignorante. De trás deles, um cara ensandecido fica brigando com o guarda, fomentando a galera ao protesto. Um guarda perto do cais acena para outros guardas, e eles chegam ameaçando o povo. Ariadne e Sibila saem de perto.
Metade da audiência de Banach sai dali para ver o que está acontecendo. Ele fica puto.
Straton faz manobras escusas.
Banach pára de tocar e agradece a audiência, que o aplaude. Um dos caras recomenda que ele só toque flauta, porque ele não leva jeito para contar histórias. Banach vê a multidão exaltada e duas minas com um cara gigantão observando de longe. Ele se aproxima deles.
Straton tem comportamento suspeito.
Banach pergunta a Ariadne o que está acontecendo. Ela responde que é escândalo por causa do Oráculo. Sibi;la pergunta se ele sabe de alguma coisa, e ele diz que o lugar está fechado desde os jogos píticos. De repente, chega uma criatura grotesca abrindo caminho entre o povo, e chega no cais. Straton chega no cara mais exaltdo e começa a peitá-lo. Ele dá duas alternativas: o cara constrói um barco, ou Straton o joga no mar. O cara murcha, começa a tremer e o povo fica assustado. Os guardas permanecem impassíveis. Straton recomenda paciência ao povo e pergunta por informações ao guarda. Ele diz que é melhor esperar.
O trator que passou por Sibila, Ariadne, Nudus e Banach antes volta até perto deles, perguntando se eles queriam ir ao Oráculo. Straton pergunta a Sibila o que ela é. Depois, eles conversam sobre tentar descobrir na cidade o que está acontecendo no Oráculo. Straton sugere que eles vão até o templo do mestre, procurar informações. Depois, eles se apresentam. Nudus tenta pronunciar os nomes deles, mas não consegue. Eles vão perguntar ao guarda onde fica o templo do mestre. O guarda dá as direções, mandando-os ir até uma praça.
Ainda lá, eles vêem um sujeito barbado, acompanhado por três caras com roupas batidas indo falar com o guarda. Straton vê que eles parecem confiáveis, e fica ouvindo o que o barbado conversa com o guarda. Depois conta a Ariadne que o cara parece saber o que está acontecendo na ilha. Straton repara que Ariadne é uma sacerotisa de Ares, e ela o identifica como um soldado espartano.
Enquanto Sibila fica conversando com Banach, Straton e Ariadne vão conversar com o cara barbudo, que se chama Herdionte, perguntando sobre a situação das ilhas. Herdionte conta a história do que aconteceu com os barcos nas ilhas de Issix. Ele diz que dali até as ilhas demora umas 2 horas, e de Issix até o Oráculo leva mais 6 horas de viagem.
E o grupo se junta!
Enquanto isso, chegam Porthos, Vicryl e Aegion à praça do porto. Sibila e Banach os vêem chegando. Porthos vai falar com Herdionte, perguntando quando sai o próximo barco para Issix. O cara fica com cara de WTF, e pergunta a Porthos o que ele quer em Issix. Porthos aponta para Aegion. Straton fica olhando para ele com cara de bobo. Aegion conta a Herdionte sobre os misteriosos naufrágios, e diz suas intenções de resolver o problema. Acrescenta que eles vieram do bosque de Loth, e obtiveram suas informações dos elfos aquáticos da região.
Straton repara nas orelhas grandes de Vicryl. Depois, ele chama Porthos de canto e pergunta se suas orelhas são muito grandes. Porthos responde que não tem palavra ofensiva o suficiente para usar nesse momento para um elfo que tem trauma com suas orelhas. Aegion pede aos pescadores uma pista sobre os naufrágios. Hermionte responde que o barco dele foi atacado por criaturas aquáticas misteriosas, e Aegion reconhece a descrição dos Kuo-Toa. Hermionte diz que o próximo barco pode sair no dia seguinte.
Todos se apresentam, e Straton tem dificuldades em entender o que levou Aegion e Vicryl a ir para a Issix. Depois de combinar alguns detalhes da partida, eles vão se hospedar na taverna Porta do Oráculo.
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