terça-feira, 28 de agosto de 2007

28/8/07

O cara misterioso

Friedmann dá uma olhada com mais cuidado na parede de onde vem o cheiro. Ao olhar para cima, ele vê junto ao teto alguns dutos por onde passa ar. Ele conclui que o cheiro ruim vem da sala atrás dessa parede. Todas as outras salas têm esses dutos, que são muito discretos. Agora ele entende por que o ar de seu quarto sempre era fresco.

Ele repara que esse corredor costumava ter um eventual Kuo Toa armado de guarda, mas agora não há ninguém. Ele faz uma ronda nos corredores para ver quanto tempo passa sem que ele veja ninguém. Ele vira à direita e passa pela porta do templo, sem que os guardas dêem atenção a ele. Ele não sente mais nenhum cheiro anormal. Esse corredor só tem portas à esquerda. Ele sobe a escada, e chega a uma sala vazia, com uma porta dupla em uma das paredes. Ele não ouve nada.

A mina e a outra mina

Sibila joga um blá na mina, e diz que fica feliz que tenha sido uma mulher que a achou. A mina pergunta se ela terminou a ladainha. Sibila pergunta se ela é do templo. A mina diz que não interessa, e aponta para a casa mandando Sibila ir com ela. Ela conduz Sibila com o rapier na mão.

Sibila diz para ela ter mais calma, e pergunta o seu nome. A mina diz que o nomenão interessa. Sibila diz que chegou atrasada, e a mina não acredita. Sibila diz que seus amigos conversaram com o cara grande, e a mina diz para Sibila parar de falar.

Elas passam por uma estrada toda de mármore, demasiadamente ostensiva. Começa a anoitecer. Elas chegam a uma casa de onde sai uma luz bruxuleante. Há dois Kuo Toas de guarda na porta da casa.

Sibila resmunga "bicho feio" em Celestial, para testar se a mina entende. Ela tem uma atitude apressada, chega aos Kuo Toas e manda-os trancá-la ali até ela resolver o que fazer com ela. Sibila protesta, e é ignorada. A mina manda os Kuo Toas ficarem de olhos abertos, e vai embora enquanto Sibila fica gritando e praguejando. Os Kuo Toas pegam Sibila, mas ela se solta deles e entra sozinha. Um Kuo Toa abre a porta.

Lá dentro, ela ouve vozes humanas. No fundo, há uma sombra de um Kuo Toa armado, que dá um sinal para o outro empurrá-la para dentro. Sibila dá um blá no Kuo Toa do fundo. Eles começam a falar qualquer coisa incompreensível entre eles. O cara vira para Sibila e diz que pode ter havido um engano, mas por enquanto ela vai ter que ficar ali. Sibila pergunta o que é "ali". Ele diz que é uma casa. Ela pergunt o que eles fazem ali. O cara diz que eles moram ali.

Enquanto eles conversam, o cara guia Sibila através de um corredor, até abrir uma porta que dá em um quarto escuro. Sibila fica de mimimi porque o lugar está escuro. Depois que ela entra, o cara acende uma tocha, que ilumina uma boblioteca. No meio da sala há uma mesa com algumas cadeiras. Ela e o cara se sentam e continuam conversando.

Nem todos os Kuo Toas moram ali. Eles se mudaram para lá depois que o chefe os mandou ficar ali. Sibila pergunta se eles são os guardas dali, e o cara fica pensando.

De volta ao quarto fedorento

Aegion se levanta e vai para um cantinho que esperava um centauro. Ele ajeita o feno confortavelmente para se sentar. Ariadne diz que eles estão num lugar muito estranho. Vicryl diz que o cara lá atrás disse que estaria tudo bem. Straton fica examinando a comida. Ariadne e Vcryl dão uma examinada no lugar. São paredes de mármore.

Herdionte se senta em uma das camas. Porthos comenta que o quarto deles está arrumado de uma maneira perturbadoramente exata. Banach vai falar com Straton, que diz que está tudo bem. Banach diz que já ouviu falar de Paris, e que até onde ele sabe, ele deveria estar morto.

Porthos pergunta a Ariadne se ela reconheceu as estátuas. Ela diz que são de Thetys, uma titânide. Banach diz suspeitar que Paris seja o responsável por tudo isso. Aegion se levanta e comenta que a sua missão tenha a ver com um desequilíbrio. O que Vicryl deve fazer por ele, para todos levarem a fama, é restaurar o equilíbrio na
região. Aegion conta tudo sobre os naufrágios e sobre a punição de Vicryl.

Vicryl comenta que é estranho os Kuo Toas os terem recebido dessa maneira diferente depois de o cara grandão aparecer. Vicryl, Banach e Ariadne ouvem o ruído de uma passagem de ar ser interrompida.

Ariadne se vira para os outros e diz que alguma coisa tapou alguma coisa. Curiosamente não está mais fedendo dentro do lugar. Porthos procura dutos de ventilação, e não acha nada. Vicryl não vê a porta, bate a cabeça nela e fica vendo estrelinhas. Depois, fica socando e chutando a porta.

Porthos vai comer. Ariadne diz para Vicry parar de dar chilique. Ele diz achar que está ficando senil.

Porthos vê a comida: pão, cereais, manteiga, leite, geléia. É uma comida boa. Straton e Nudus comem com ele. Todos vão lá e comem. Porthos prepara um lanchinho ao terminar de comer e o leva para estudar.

Aegion solta as algemas de Vicryl para ele comer.

Lá fora, Friedmann ouve um barulho de madeira sendo socada. Ele vai andando rápido ver o que é. Depois de fazer o caminho de volta, ele desce a escada, diminui o passo na frente dos guardas, e continua. O barulho cessa. Ele desconfia que venha do quarto dos caras. Ele pára na frente da sala que estava fedendo.

Ele ouve barulho de pessoas comendo e conversas aleatórias. Ele fica ali parado ouvindo as conversas. Alguém comenta o nome de Paris.

E o Kuo Toa pensa

Na biblioteca onde Sibila está há alguns livros em grego antigo. Depois de pensar um pouco, o cara responde que eles até podem ser considerados guardas. Sibila pergunta quem é a mulher, e o cara diz que é uma dos chefes, e que eles não a chamam pelo nome.

Sibila desconversa e grita "O que é isso?!" enquanto aponta para o chão. Ele olha meio compenetrado, e Sibila diz que tem um bicho nele. Ele diz que não tem nada nele. Sibila diz ter visto um bichinho. Ele fica encucado. Sibila aponta para o outro lado, e passa a mão na chave do cara, sem ele notar. Depois diz que deve estar cansada e não sabe o que viu. Ela descreve a ele uma aranha, e o Kuo Toa diz que no lugar de onde ele vem não tinha nada disso. Sibila também descreve a ele uma barata. Ele pergunta se é gostoso de comer, e pede que Sibila mostre para ele quando ver uma.

Sibila pergunta se ela pode ir ao banheiro. Ele diz que ela não vai gostar do lugar onde os Kuo Toas vão, e oferece a ela um penico. Sibila topa ir ver como é o banheiro dos Kuo Toas, e pede encarecidamente para o cara deixá-la ir lá.

Lá no quarto, Ariadne reza. Lá de fora, Friedmann sente um distúrbio no Eon. Aegion fica deitado em seu feno. Vicryl vai pegar um feninho para fazer trabalhos manuais, e Aegion se lembra de amarrá-lo. Ele o amarra mal.

Porthos termina de estudar, se levanta e faz uma cara de indignado ao passar por Ariadne. Ele diz a Straton que vai dar uma olhada lá fora e caminha até a porta.

Friedmann tem certeza de que quem está lá dentro perturbando o Eon não é um cavaleiro eônico. A porta à frente dele se abre.

Porthos vê um cara de raiz de três metros de altura.

Um comentário:

Sir Whiteout disse...

Não bate em mim, Rebeca, por favor!