Ariadne acorda. O resto do povo está dormindo no quarto, menos o elfo e Porthos. Ela levanta e vai para fora ver se tem mais alguém acordado. O corredor está vazio, e está frio lá fora.
Banach acorda e vê Ariadne pondo a cabeça para fora. Ele pergunta se ela está vendo alguma coisa, e ela diz que queria fazer uma recomendação a Porthos. Ela pergunta por que o prisioneiro e o bisbilhoteiro não estão ali. Aegion acorda, diz "olá" e pergunta do seu prisioneiro. O eco da voz dele acorda o resto do quarto, menos Nudus.
Straton acorda e pergunta o que houve. Ariadne pergunta por que tem gente faltando. Straton diz que chegou um sujeito novo meio paiudo, que ficou de cuidar de Porthos, que viu o que não devia, e de Vicryl, que tomou uma muqueta na boca. O cara, inclusive, queria falar com ela sobre alguma coisa.
Nudus dá um tapão em Ariadne, e acorda.
Straton vai até a porta e vê o corredor frio e vazio. Ele bate a porta com muita força. O barulho da porta ecoa pelo corredor.
No outro quarto, Friedmann acorda, e Vicryl dá um pulo de susto. Ele vê um dos guardinhas andando em direção ao corredor e perguntando se há algo de errado. Friesmann diz que ouviu um barulho, e o cara diz que não é com ele, e vai bater na outra porta.
Sessenta Scooby-Doos depois, Straton abre a porta para o guarda, que pergunta se houve algum problema. Straton pergunta do café da manhã. O guarda diz que vai ser servido em breve. Straton pergunta como ele faz para falar com alguém, e o cara só responde que eles foram avisados de dar as refeições para eles no refeitório. Straton bate a porta na cara do guarda, que vai para trás. Friedmann entende de onde veio o barulho.
Vicryl acorda e vê que Porthos está capotado, muito branco. Ele não faz idéia se Porthos está bem ou não. Friedmann volta e vê o elfo tomando a temperatura de Porthos, concluindo que ele está mais quente que o metal.
Nudus vê que o barulho foi o Straton batendo a porta. Straton diz a ele que logo mais eles vão chamar pelo café da manhã, depois leva Ariadne para onde os outros estão. A porta está entreaberta. Straton bate, e Friedann olha. Ele imagina que a mulher é a clériga com quem ele queria falar. Eles se apresentam. Ariadne repara que a pele dele é extremamente pálida. Ela pergunta a ele o que aconteceu com Porthos, e diz que sentiu que ele a estava perturbando, mas que quem saiu em desvantagem foi ele.
Ariadne vai dar uma olhada em Porthos. Friedmann diz que o problema dele não é físico. Ariadne tem a impressão de que a alma de Porthos está quase saindo do corpo dele, e diz a Friedmann que a condição dele é muito pior do que ela imaginava, e isso fez uma confusão espiritual nele que pode matá-lo. Friedmann diz que não imaginava que bisbilhotar essas coisas fosse tão perigoso, e Ariadne diz que foi porque ele é um incrédulo.
Straton vai colocar uma moeda em cada olho de Porthos. Ariadne diz que ainda não sabe se ele vai morrer ou não, mas ele acha melhor eles se prepararem. Vicryl acha isso uma situação extremamente estranha, e um desperdício colocar dinheiro nos olhos de um moribundo. Ele vai perguntar para Straton o que ele está fazendo. Ariadne diz que se ele mexer na moeda, ele vai ser linchado. Straton diz que se ele mexer na moeda ele mesmo vai se entender com o barqueiro.
Algum tempo depois, um guarda vai bater na porta do outro quarto. Aegion vai até a porta. O guarda avisa que o café está servido. Nudus sai correndo e leva o guardinha junto. Ele vai até a porta no fim do corredor gritando "onde? onde? onde?" enquanto
ajuda o guardinha a se levantar. Aegion admoesta Nudus, que o manda pegar alfafa. Depois sugere que eles chamem os outros. Nudus volta e chama a cambada. O guarda diz que o café será servido no salão, e os leva até lá.
O guarda abre uma porta que Friedmann nunca viu ser aberta antes. Nudus fica perguntando se eles já chegaram. O guarda fica meio puto. Ariadne fala para Nudus esperar um pouco. Eles andam mais um pouco até chegar a um salão com uma mesa enorme. Nudus sai correndo até a mesa. O guardinha aponta a lança para ele e diz "não dessa vez". Nudus fica coçando a cabeça. Eles entram juntos no salão. No meio há uma mesa de ébano muito lustrosa, com muita comida, e frutas em vasilhas decoradas com motivos frugais.
Nudus sai correndo desesperado, pega uma vasilha enorme e começa a comer. Muito. Devagar.
Há inclusive um lugar preparado para o centauro. Vicryl vai sentar perto de Aegion.
São cerca de nove da manhã.
Enquanto isso
Sibila é acordada por um guardinha, que traz a ela o café. Ela come enquanto se arruma. Ela junta suas coisas e vai até a porta. O corredor circular está gelado. Ela ouve alguns barulhos de longe, bem do lugar para onde Dorian disse para ela não ir. Ela vai andando vagarosamente, passando por uma parede muito grossa. Ao se aproximar da terceira cela, ela ouve um estalo forte de madeira. Do corredor que passaria pelo centro do círculo vem uma luz bruxuleante.
Andando silenciosamente pelo corredor, ela ouve passos se aproximando. Ela fica próxima à parede, dá uns passos para trás e percebe que a pessoa está se aproximando dela. Ao se esconder na cela, ela vê um guarda mais bem arrumado, que dá a entender que não a viu.
Sibila sai e continua andando no corredor. O guarda a vê e diz "muito bonito, hein?". Ela agradece. Sibila anda no corredor sem tentar se esconder, para ver melhor o que há nele. Ela tem um vislumbre do que tem no final do corredor. Ela conversa e tenta jogar um blá no guardinha. O guarda diz que se ela ficou assustada com o que Dorian disse, então ela não deveria ter ido para lá. Sibila diz que só tinha ficado curiosa. Eles trocam uma idéia. Depois, Sibila dá meia-volta e vai embora.
O refeitório
Uma hora depois, todos terminam de comer, menos Nudus. Straton vai roubar comida dele. Nudus vê que ele vai pegar uma fruta, põe a mão em cima e diz que tem comida do outro lado da mesa. Straton diz que essa comida vai aprodrecer antes de ele terminar.
Straton pergunta a Friedmann quais eram as revelações bombásticas dele. Herdionte pergunta se ele viu algum arqueólogo por ali, mas Friedmann não viu. Banach pergunta o que ele sabe sobre Paris. Friedmann responde que ele está causando. Friedmann está lá para descobrir o que ele está causando. Banach diz ter a impressão de que ele não foi enviado pelos druidas. Friedmann diz que pelo jeito eles também estão preocupados com o que aquela criatura está fazendo. Straton fica espantado com o uso de "criatura" por Friedmann.
Friedmann diz que há a possibilidade de Paris não ser humano, mas ele não tem indícios para confirmar isso. Ele descreve Paris aos outros. É um cara debilitado. Ariadne diz que esse templo não deveria existir, nem pessoas que cultuam a titânide. Herdionte fica espantado que ela esteja dizendo isso. Straton pergunta a Herdionte o que ele sabe sobre isso. Herdionte explica que o mestre dele veio a essa ilha para estudar, e começa a contar a história dele todo empolgado. Straton pergunta qual o interese deles nesse culto. Herdionte conta que pode ter havido uma insurreição dos titãs para voltar ao poder, e eles estão tentando descobrir isso indo aos templos antigos.
Eles conversam um pouco sobre as histórias dos deuses e dos titãs. Straton conversa com Herdionte sobre como eles podem andar por aí para explorar, e chama um guarda batendo a porta com tudo.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
11/9/07
Sibila percebe a aproximação, chega perto da porta e diz: "Finalmente alguém vem me tirar daqui... Eu só vim visitar o Templo...". Os passos param e o Kuo Toa conversa algo com a mulher. A maçaneta se mexe e a porta não se abre. Sibila destranca a porta e se afasta psara o escuro. O Kuo Toa pragueja. Um vulto com capa preta entra e diz "Menina, não se esconda, pois estou te vendo". O Kuo Toa acende a tocha, mas o manto ainda obscurece a face da mulher, mas Sibila sente uma aura negra emanando dela. Sibila diz que gosta de coversar com alguém vendo seu rosto. A mulher retruca que é assim mesmo. Sibila reclama da hospitabilidade dos Kuo Toas e começa a seguir a mulher.
Elas saem do quarto e o Kuo Toa de guarda dá de ombros e a mulher pede a chave de volta. Sibila a havia deixado na fechadura e diz que teme o que aconteceria com ela se ela não trancasse. Ao sairem da casa, a noite já se mostra alta, além da hora em que Sibila está acostumada a dormir. Seguem por uma estradinha de mármore branco ladeada por esparsas tochas. Apesar da dificuldade de locomoção de Sibila, a mulher não apresenta problemas em caminhar. Sibila puxa conversa e fala sobre seus amigos dentro do templo. Pergunta tasmbém se ela é ligada ao Templo e a mulher responde que "Lorde Paris é um homem muito justo" e desconversa quando Sibila pergunta por que Paris está tratando com Kuo Toas.
Depois de 50 metros, Sibila vê o templo como uma grande coisa branca no meio da escuridão e pergunta à mulher o que eles fazem por ali. A resposta vem: "Servimos a Paris". Ao ser inquirida sobre o que fazia ali, Sibila solta um lero, dizendo que tem problemas com os deuses, principalmente com Arthemis, que teria punido a ela e a seu marido, que fora petrificado. A mulher diz que não questiona a vontade dos deuses e não vê como uma titanide poderia ajudar a Sibila, apesar de não conhecer muito sobre elas, pois está há pouco tempo no templo.
O Templo brilha na escuridão, dada a brancura de seu mármore e apesar das poucas tochas. Dentro do templo parece dia e Sibila nota que sua acompanhante parece feita de sombras. Sibila vê uma grande porta de madeira guardada por duplas. A mulher diz que eles não entrarão lá. As duas ladeiam a construção e chegam a uma saída que leva a uma trilha. Apesar da escuridão, a mulher mantém o passo e Sibila questiona a intimidade dela com a escuridão, dizendo que ela parece feita de escuridão. A mulher responde que está acostumada.
As duas se aproximam de uma colina, percorrendo um bosque. Sibila questiona para onde ela a leva. A mulher diz que é para um farol e que é vontade de Paris. Sibila sente cheiro de enxofre ao passar por um plateau. Depois de uns cem metros, o cheiro de enxofre diminui e o som do mar revolto aumenta. Sibila vê o farol, mas ele parece estar menos luminoso do que um farol deveria. Enquanto se aproxima dele, a mulher pergunta se Sibila tem fé em alguma divindade. Sibila responde que teve uma certa ajuda de Athena, mas no momento confia mais em si mesma. A mulher responde que cultua Ades, embora a maioria das pessoas têm preconceitos sobre ele. Questiona também sobre os amigos de Sibila. A ladra explica o problema do sumiço dos pescadores e coloca isso como razão para os colegas estarem ali e que ela pretendia aproveitar a carona do grupo no barco para o oráculo. A mulher diz que não acredita que o problema da ilha nada tem a ver com o fechamento o Oráculo. Diz também que duvida que o grupo consiga acesso ao Oráculo sem o cosnentimento das autoridades. Sibila dis que foi um arqueólogo propôs a viagem. A mulher duvida que um arqueólogo pudesse ter uma inflência sobre o acesso ao oráculo, enquanto diminui o passo e mostra interesse pela história do arqueólogo.
A mulher pergunta a Sibila de onde ela é e ela responde que é do norte, mais precisamente da região de Messenia. A mulher disse que já andou bastante e nuna foi além de esparta e Sibila usa isso para mostrar sua decepção em encontrar o Oráculo fechado. A mulher diz que realmente é uma decepção e Sibila percebe a tristeza em sua voz. A ladra mostra curiosidade sobre as viagens da mulher, que diz que há pessoas em que se confia e que a deixam na mão... A conversa pequena continua até que a mulher pergutna quem os guiou até ali, pois duvida que arqueólogos saibam navegar. Sibila fala de um marinheiro que morava na região que os ajudou. A mulher indaga se Sibila vê relaçao entre o que ocorre no mar e a ilha. Sibila fala dos Kuo Toas que atacaram o grupo, com cuidado para não acusar os Kuo Toas do problemas. A mulher diz que certamente os Kuo Toas que os atacaram devem ser outro grupo, pois os que estão envolvidos com Paris são organizados, apesar de ela achar que eles não são confiáveis. Sibila menciona colegas arqueólogos do Herdionte que sumiram e o inspiraram a viagem à ilha.
Ao se aproximarem do farol, Sibila vê guardas humanos, que reconhecem sua acompanhante e abrem a porta. As pessoas lá dentro fazem grande reverência à acompanhante. Sbila acha isso exagerado mas se mantém quieta e nota que o mármore lá não é tão bom quanto o do Templo. Após passar por um portão enorme, percorrem um corredor com quadros de coisas como naturezas-mortas, que parecem não pertencer àli. Chegam a um salão um tanto sóbrio, com decoração tipicamente espartana. Sibila comenta sobre as reverências e a acompanhante diz que a conversa foi agradável. Sibila pergunta seu nome e seu cargo e a mulher se apresenta como Liath, dizendo que seu cargo é algo difícil de explicar. Liath abre uma porta que leva a um salão com uma das paredes curva, uns sofazinhos e outros aconchegos. À direita há uma escada de subida e uma porta, à esquerda uma porta e à frente umas janelas altas. Liath pede a .Sibila que aguarde, dizendo que sua missão era apenas escoltá-la até lá. Liath sobe as escadarias, uns 10 metros até sumir teto acima. A sala é grande o suficiente para ser fria. Sibila não encontra nada de interessante na sala.
Depois de cerca de meia hora, Sibila está quase dormindo quando desce o gigante de antes, todo imponente. Ele se apresenta como Dorian e se desculpa pela falta de aposentos. Sibila diz que dormiria em quanlquer lugar agora que não está na casa dos Kuo Toas. Dorian abre a porta à direita, que parece mais um depósito que tem uma escada que desce e convida Sibila a descer. Depois de cerca de 5 metros, o ambiente esfria e a iluminação piora. O aposento parece um depósito, com três portas. As outras duas são reforçadas com grades, que preocupam Sibila. Dorian diz que as grades estão destrancadas, abre uma das grades e a porta detrás, que leva a um corredor ladeado por celas de portas reforçadas com grades cobertas de pano. DOrian diz que aquele é o melhor aposento que eles encontraram pra ela. A cela tem uns grilhões e duas camas, uma fossa no meio e uma cômoda com espelo, bem chique. Dorian dá um molhe de chaves a Sibila e sugere que ela não vá muito além da cela, pois ela pode enxergar coisas que uma donzela não gostaria. Explica que uma chave é da cela e a outra da porta pela qual passaram. Fala que caso ela encontre algum problema, basta subir as escadas e tocar o sino. Examinando com cuidado, Sibila vê duas camas de pedra e palha, os grilhões, a fossa acabou de ser limpa, a cômoda é de madeira de lei e suporta um pão e uma jarra de água e um copo. Sibila toma um copo e se deita, exausta.
Elas saem do quarto e o Kuo Toa de guarda dá de ombros e a mulher pede a chave de volta. Sibila a havia deixado na fechadura e diz que teme o que aconteceria com ela se ela não trancasse. Ao sairem da casa, a noite já se mostra alta, além da hora em que Sibila está acostumada a dormir. Seguem por uma estradinha de mármore branco ladeada por esparsas tochas. Apesar da dificuldade de locomoção de Sibila, a mulher não apresenta problemas em caminhar. Sibila puxa conversa e fala sobre seus amigos dentro do templo. Pergunta tasmbém se ela é ligada ao Templo e a mulher responde que "Lorde Paris é um homem muito justo" e desconversa quando Sibila pergunta por que Paris está tratando com Kuo Toas.
Depois de 50 metros, Sibila vê o templo como uma grande coisa branca no meio da escuridão e pergunta à mulher o que eles fazem por ali. A resposta vem: "Servimos a Paris". Ao ser inquirida sobre o que fazia ali, Sibila solta um lero, dizendo que tem problemas com os deuses, principalmente com Arthemis, que teria punido a ela e a seu marido, que fora petrificado. A mulher diz que não questiona a vontade dos deuses e não vê como uma titanide poderia ajudar a Sibila, apesar de não conhecer muito sobre elas, pois está há pouco tempo no templo.
O Templo brilha na escuridão, dada a brancura de seu mármore e apesar das poucas tochas. Dentro do templo parece dia e Sibila nota que sua acompanhante parece feita de sombras. Sibila vê uma grande porta de madeira guardada por duplas. A mulher diz que eles não entrarão lá. As duas ladeiam a construção e chegam a uma saída que leva a uma trilha. Apesar da escuridão, a mulher mantém o passo e Sibila questiona a intimidade dela com a escuridão, dizendo que ela parece feita de escuridão. A mulher responde que está acostumada.
As duas se aproximam de uma colina, percorrendo um bosque. Sibila questiona para onde ela a leva. A mulher diz que é para um farol e que é vontade de Paris. Sibila sente cheiro de enxofre ao passar por um plateau. Depois de uns cem metros, o cheiro de enxofre diminui e o som do mar revolto aumenta. Sibila vê o farol, mas ele parece estar menos luminoso do que um farol deveria. Enquanto se aproxima dele, a mulher pergunta se Sibila tem fé em alguma divindade. Sibila responde que teve uma certa ajuda de Athena, mas no momento confia mais em si mesma. A mulher responde que cultua Ades, embora a maioria das pessoas têm preconceitos sobre ele. Questiona também sobre os amigos de Sibila. A ladra explica o problema do sumiço dos pescadores e coloca isso como razão para os colegas estarem ali e que ela pretendia aproveitar a carona do grupo no barco para o oráculo. A mulher diz que não acredita que o problema da ilha nada tem a ver com o fechamento o Oráculo. Diz também que duvida que o grupo consiga acesso ao Oráculo sem o cosnentimento das autoridades. Sibila dis que foi um arqueólogo propôs a viagem. A mulher duvida que um arqueólogo pudesse ter uma inflência sobre o acesso ao oráculo, enquanto diminui o passo e mostra interesse pela história do arqueólogo.
A mulher pergunta a Sibila de onde ela é e ela responde que é do norte, mais precisamente da região de Messenia. A mulher disse que já andou bastante e nuna foi além de esparta e Sibila usa isso para mostrar sua decepção em encontrar o Oráculo fechado. A mulher diz que realmente é uma decepção e Sibila percebe a tristeza em sua voz. A ladra mostra curiosidade sobre as viagens da mulher, que diz que há pessoas em que se confia e que a deixam na mão... A conversa pequena continua até que a mulher pergutna quem os guiou até ali, pois duvida que arqueólogos saibam navegar. Sibila fala de um marinheiro que morava na região que os ajudou. A mulher indaga se Sibila vê relaçao entre o que ocorre no mar e a ilha. Sibila fala dos Kuo Toas que atacaram o grupo, com cuidado para não acusar os Kuo Toas do problemas. A mulher diz que certamente os Kuo Toas que os atacaram devem ser outro grupo, pois os que estão envolvidos com Paris são organizados, apesar de ela achar que eles não são confiáveis. Sibila menciona colegas arqueólogos do Herdionte que sumiram e o inspiraram a viagem à ilha.
Ao se aproximarem do farol, Sibila vê guardas humanos, que reconhecem sua acompanhante e abrem a porta. As pessoas lá dentro fazem grande reverência à acompanhante. Sbila acha isso exagerado mas se mantém quieta e nota que o mármore lá não é tão bom quanto o do Templo. Após passar por um portão enorme, percorrem um corredor com quadros de coisas como naturezas-mortas, que parecem não pertencer àli. Chegam a um salão um tanto sóbrio, com decoração tipicamente espartana. Sibila comenta sobre as reverências e a acompanhante diz que a conversa foi agradável. Sibila pergunta seu nome e seu cargo e a mulher se apresenta como Liath, dizendo que seu cargo é algo difícil de explicar. Liath abre uma porta que leva a um salão com uma das paredes curva, uns sofazinhos e outros aconchegos. À direita há uma escada de subida e uma porta, à esquerda uma porta e à frente umas janelas altas. Liath pede a .Sibila que aguarde, dizendo que sua missão era apenas escoltá-la até lá. Liath sobe as escadarias, uns 10 metros até sumir teto acima. A sala é grande o suficiente para ser fria. Sibila não encontra nada de interessante na sala.
Depois de cerca de meia hora, Sibila está quase dormindo quando desce o gigante de antes, todo imponente. Ele se apresenta como Dorian e se desculpa pela falta de aposentos. Sibila diz que dormiria em quanlquer lugar agora que não está na casa dos Kuo Toas. Dorian abre a porta à direita, que parece mais um depósito que tem uma escada que desce e convida Sibila a descer. Depois de cerca de 5 metros, o ambiente esfria e a iluminação piora. O aposento parece um depósito, com três portas. As outras duas são reforçadas com grades, que preocupam Sibila. Dorian diz que as grades estão destrancadas, abre uma das grades e a porta detrás, que leva a um corredor ladeado por celas de portas reforçadas com grades cobertas de pano. DOrian diz que aquele é o melhor aposento que eles encontraram pra ela. A cela tem uns grilhões e duas camas, uma fossa no meio e uma cômoda com espelo, bem chique. Dorian dá um molhe de chaves a Sibila e sugere que ela não vá muito além da cela, pois ela pode enxergar coisas que uma donzela não gostaria. Explica que uma chave é da cela e a outra da porta pela qual passaram. Fala que caso ela encontre algum problema, basta subir as escadas e tocar o sino. Examinando com cuidado, Sibila vê duas camas de pedra e palha, os grilhões, a fossa acabou de ser limpa, a cômoda é de madeira de lei e suporta um pão e uma jarra de água e um copo. Sibila toma um copo e se deita, exausta.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
3/9/07
Porthos vê um cara vestido com uma armadura de couro furreca. Friedmann diz que sentiu um distúrbio no Eon, e Porthos pergunta como ele consegue perceber isso. Friedmann diz que tem alguém em mais contato com os deuses que qualquer pessoa no templo. Porthos aponta para Ariadne.
Friedmann olha para dentro e vê os outros. Eles perguntam de onde ele é, e Friedmann diz que vem de mais longe do que eles já viajaram. Straton pergunta o que ele sabe a seu respeito, e se levanta muito posudo. Friedmann se sente coagido pela pressão moral que emana dele.
Porthos pega suas tralhas, pede licença a Friedmann e começa a estudar sua aura mágica. Enquanto isso, Straton pergunta o que ele acha que sabe sobre ele. Friedmann detecta que Porthos está mexendo com o Eon pelo caminho daqueles que acham que sabem demais.
Straton pergunta o que Friedmann faz no templo. Ele diz que dificilmente passaria pelo caminho deles, mas sentiu uma comunicação muito forte com os deuses, e aponta para Ariadne, que está em transe espiritual. Nudus diz que ela é amiga dele. Straton pergunta o que ele quer com ela, e Friedmann responde que está curioso para saber o que um grupo tão heterogêneo está fazendo ali.
Chega Aegion, que diz que eles ainda não foram apresentados. Ele se apresenta como filho de Leodipos. Friedmann se apresenta como filho de Robertson, filho de Walker. Aegion fica impressionado com o método que um humano ainda honra seus pais.
Banach pergunta sobre os seus anfitriões. Friedmann diz que está ali há vinte dias. Straton pergunta como ele chegou ali. Friedmann veio de barco, sozinho. Straton pergunta o que o trouxe até ali, e Friedmann diz que não pode revelar, mas que não tem nada a ver com o caminho deles. Straton pergunta de novo o que ele sabe sobre o caminho deles.
Porthos sente uma conexão muito tênue entre Friedmann e o Eon. Ele guarda suas tralhas e vai para Ariadne fazer a mesma coisa. À medida que se aproxima, surge uma força repulsiva entre eles, e Porthos não consegue se aproximar mais. De onde pára, ele faz a mesma varredura em Ariadne.
Straton diz que Ariadne está indisponível no momento, e que se ele a interromper, ele vai incomodá-la mais do que o cara de verde ali. Friedmann concorda. Straton pergunta se ele queria mais alguma coisa. Friedmann diz que não. Straton bate a porta.
Friedmann volta para o seu quarto e fica pensando.
Porthos termina de fazer as medições, e vê coisas insanas que ele não consegue identificar nem compreender. Ele começa a se contorcer insanamente, e cai duro. Vicryl pergunta por que ele insiste. Banach diz que ele devia fazer isso de novo. Aegion se aproxima e puxa Porthos para longe de Ariadne, e o leva à cama que Porthos ajeitou para si.
Straton pega Porthos desfalecido e o leva para o quarto de Friedmann. Friedmann vê a porta do quarto dos outros se abrindo e Straton com Porthos nos ombros. Ele pergunta o que aconteceu com o sujeito. Straton pergunta o que ele sabe sobre Ariadne. Friedmann diz que ela sabe conversar com os deuses, e ele também. Straton pergunta se ele sabe o que aconteceu com Porthos. Friedmann diz que não sabe o que aconteceu lá dentro. Straton diz que ele sabe o que Porthos fez com ele e com Ariadne, e que sabe o que é, e a menos que Friedmann não queira ter acabeça batida, é bom ele parar de se fazer de imbecil.
Friedmann percebe que Straton está tentando intimidá-lo, mas não se assusta. Ele os convida a entrar no quarto para dar uma olhada em Porthos. Straton deixa Porthos na cama e pára ao lado, com a espada apoiada. Friedmann vai dar uma olhada em Porthos, tentando testar suas reações. Ele pressupõe que Porthos tomou um choque por ter acesso a conhecimentos indizíveis e inomináveis.
Sibila sai do seu quarto gritando histericamente. Ela vai na direção de um Kuo Toa, que fica espantado e abaixa a lança na direção dela, ficando parado em guarda. Sibila diz que viu um bicho nojento. O Kuo Toa a manda comer o bicho. Sibila tenta enrolar o cara, mas ele a manda voltar para o quarto. Sibila tenta derrubar o Kuo Toa depois de ir parar ao lado dele, mas não consegue. O Kuo Toa solta a lança e puxa uma espada curta.
Sibila pega seu chicote e tenta derrubar o Kuo Toa de novo, mas não consegue. O cara acerta-lhe uma espadada. Ela puxa o chicote de volta, rolando de volta para dentro da sala. O Kuo Toa acerta a espada no ponto onde ela estava antes de rolar. Sibila olha para o outro lado do corredor e vê que ele está mais iluminado que antes. Ela rola para dentro do seu quarto e já bate a porta, vendo a pontinha do metal fincar na madeira.
Vicryl diz que Straton achava que Friedmann estava mentindo, e pergunta a Banach quem diabos é Paris. Banach diz saber alguma coisa sobre Paris, e que ele espalhou um boato de que estaria morto. Banach conta que Paris veio de Esparta e que é um clérigo como Ariadne. Ele deveria ter morrido pelos costumes espartanos, porque possuía alguma imperfeição. Ele escapou quando era pequeno. No fim das contas, ele não é confiável. Banach acha que Friedmann não parece envolvido com Paris, mas pode estar sendo manipulado por ele. Herdionte pergunta se Paris teria algum interesse em manter seu mestre cativo, e menciona Gaieus. Banach reconhece que era um cara especializado em Titãs. Herdionte começa a viajar, pensando que seu mestre conseguiria escapar dos ladrões. Eles concluem que Friedmann possa saber algo sobre isso, e decidem esperar Straton voltar.
Rola um stress entre Herdionte e Vicryl. Banach diz que eles ainda estão bem porque ninguém tirou as suas armas.
Friedmann diz que Porthos é muito curioso, mas nunca viu ninguém entrar em choque por presenciar um estado de transe. Ele impõe a mão sobre a testa de Porthos, que abre os olhos, dando uma tremeliçadas. Ele pede papel para anotar o que viu. Friedmann diz que a garota confiou nele para se expôr, e ele olhou o que não devia. Straton pergunta o que aconteceu a Porthos, e Friedmann responde que ele tetou interferir na comunicação entre ela e seu deus. Straton pergunta se agora ele acredita na existência dos deuses, e Porthos responde que precisa anotar o que viu. Straton pergunta se Porthos pode passar a noite ali, e Friedmann diz que tudo bem. Straton sai para dizer aos outros que Porthos está bem.
Sibila tranca a porta. Ela pega o candelabro e fica esperando. Uns 15 minutos depois, ela ouve o murmurinho de pessoas andando e conversando. Alguém tenta abrir a porta e não consegue. A voz diz que trouxe o penico dela. Sibila começa a reclamar que alguém emperrou a porta. O cara desencana, fica praguejando um pouco e depois vai embora.
Sibila cola na porta e tenta olhar através da fenda na porta. O lugar lá fora é escuro, com uma luz bem fraca, e em silêncio. Ela ouve um barulho de madeira. Ela põe fogo na borda de um pedaço de papel e o passa por baixo da porta. O papel queima até o fim e ninguém liga. Sibila apaga as tochas e fica escondida em algum canto, esperando.
Passa quase uma hora, e ela ouve passos lá fora. Um Kuo Toa fala algo em grego com uma mulher, diferente da que a viu antes. Eles caminham em direção à porta de onde está Sibila.
Straton chega à sala, e Aegion pergunta como está Porthos. Straton diz que ele está com Friedmann, e Herdionte faz uma cara feia. Vicryl diz que Straton mencionou que Friedmann estivesse mentindo, e Banach diz que é muito estranho ele ter chegado ali sem problemas. Vicryl diz não confiar em Friedmann para cuidar de Porthos. Straton sugere que Vicryl vá até lá e resolva isso ele mesmo. Vicryl chama-o de criança, e manda-o ir com ele. Straton dá um murro na cara de Vicryl, que apaga. Ele o leva pelo cangote até o quarto de Friedmann. Banach vai junto, e convida Herdionte para ir junto, mas ele escolhe ficar ali.
Banach tem a sensação de estar sendo observado, mas não sabe de onde. Ele comenta isso com Straton, que não repara em nada.
Enquanto isso, Porthos tenta organizar o que sentiu enquanto estava fora da realidade. Ele consegue se lembrar das leituras estranhas em seus aparelhos, da aura dourada-vermelha em torno de Ariadne, da força que o repelia e o puxava ao mesmo tempo, e de ter se soltado da realidade logo depois. Ele se atém a essas memórias.
Straton abre a porta e joga Vicryl em uma cama, dizendo que ele veio ali para ver se Friedmann era confiável. Friedmann diz que Vicryl deve rever alguns conceitos, e Straton concorda. Friedmann abre um kit médico e dá um trato em Vicryl. O elfo acorda e sente a mão cadavericamente gelada de Friedmann sobre ele. Vicryl diz que Friedmann é legal, mas a criança não.
Straton parte para pôr o pé na boca de Vicryl. Friedmann o interrompe, e diz que é para eles resolverem isso depois. Banach diz que ele nem está de pé, e se oferece para levantá-lo para Straton bater. Friedmann diz que é para eles usarem violência desnecessária lá fora. Straton diz que ele deve a vida a eles, mas precisa aprender um pouco de respeito. Porthos conta que ele destruiu um monte de florestas, e foi condenado a fazer tarabalhos forçados sob a supervisão do centauro. Friedmann fica com nojo de ouvir que um elfo tenha feito tais atrocidades. Vicryl diz não concordar com eles em primeiro lugar. Portos lamenta a estupidez do elfo e se vira para dormir. Ele apaga.
Banach pergunta a Friedmann o que ele sabe sobre Paris. Ele diz que amanhã eles conversam, na presença de Ariadne. Eles voltam para seus quartos e vão dormir.
Friedmann olha para dentro e vê os outros. Eles perguntam de onde ele é, e Friedmann diz que vem de mais longe do que eles já viajaram. Straton pergunta o que ele sabe a seu respeito, e se levanta muito posudo. Friedmann se sente coagido pela pressão moral que emana dele.
Porthos pega suas tralhas, pede licença a Friedmann e começa a estudar sua aura mágica. Enquanto isso, Straton pergunta o que ele acha que sabe sobre ele. Friedmann detecta que Porthos está mexendo com o Eon pelo caminho daqueles que acham que sabem demais.
Straton pergunta o que Friedmann faz no templo. Ele diz que dificilmente passaria pelo caminho deles, mas sentiu uma comunicação muito forte com os deuses, e aponta para Ariadne, que está em transe espiritual. Nudus diz que ela é amiga dele. Straton pergunta o que ele quer com ela, e Friedmann responde que está curioso para saber o que um grupo tão heterogêneo está fazendo ali.
Chega Aegion, que diz que eles ainda não foram apresentados. Ele se apresenta como filho de Leodipos. Friedmann se apresenta como filho de Robertson, filho de Walker. Aegion fica impressionado com o método que um humano ainda honra seus pais.
Banach pergunta sobre os seus anfitriões. Friedmann diz que está ali há vinte dias. Straton pergunta como ele chegou ali. Friedmann veio de barco, sozinho. Straton pergunta o que o trouxe até ali, e Friedmann diz que não pode revelar, mas que não tem nada a ver com o caminho deles. Straton pergunta de novo o que ele sabe sobre o caminho deles.
Porthos sente uma conexão muito tênue entre Friedmann e o Eon. Ele guarda suas tralhas e vai para Ariadne fazer a mesma coisa. À medida que se aproxima, surge uma força repulsiva entre eles, e Porthos não consegue se aproximar mais. De onde pára, ele faz a mesma varredura em Ariadne.
Straton diz que Ariadne está indisponível no momento, e que se ele a interromper, ele vai incomodá-la mais do que o cara de verde ali. Friedmann concorda. Straton pergunta se ele queria mais alguma coisa. Friedmann diz que não. Straton bate a porta.
Friedmann volta para o seu quarto e fica pensando.
Porthos termina de fazer as medições, e vê coisas insanas que ele não consegue identificar nem compreender. Ele começa a se contorcer insanamente, e cai duro. Vicryl pergunta por que ele insiste. Banach diz que ele devia fazer isso de novo. Aegion se aproxima e puxa Porthos para longe de Ariadne, e o leva à cama que Porthos ajeitou para si.
Straton pega Porthos desfalecido e o leva para o quarto de Friedmann. Friedmann vê a porta do quarto dos outros se abrindo e Straton com Porthos nos ombros. Ele pergunta o que aconteceu com o sujeito. Straton pergunta o que ele sabe sobre Ariadne. Friedmann diz que ela sabe conversar com os deuses, e ele também. Straton pergunta se ele sabe o que aconteceu com Porthos. Friedmann diz que não sabe o que aconteceu lá dentro. Straton diz que ele sabe o que Porthos fez com ele e com Ariadne, e que sabe o que é, e a menos que Friedmann não queira ter acabeça batida, é bom ele parar de se fazer de imbecil.
Friedmann percebe que Straton está tentando intimidá-lo, mas não se assusta. Ele os convida a entrar no quarto para dar uma olhada em Porthos. Straton deixa Porthos na cama e pára ao lado, com a espada apoiada. Friedmann vai dar uma olhada em Porthos, tentando testar suas reações. Ele pressupõe que Porthos tomou um choque por ter acesso a conhecimentos indizíveis e inomináveis.
Sibila sai do seu quarto gritando histericamente. Ela vai na direção de um Kuo Toa, que fica espantado e abaixa a lança na direção dela, ficando parado em guarda. Sibila diz que viu um bicho nojento. O Kuo Toa a manda comer o bicho. Sibila tenta enrolar o cara, mas ele a manda voltar para o quarto. Sibila tenta derrubar o Kuo Toa depois de ir parar ao lado dele, mas não consegue. O Kuo Toa solta a lança e puxa uma espada curta.
Sibila pega seu chicote e tenta derrubar o Kuo Toa de novo, mas não consegue. O cara acerta-lhe uma espadada. Ela puxa o chicote de volta, rolando de volta para dentro da sala. O Kuo Toa acerta a espada no ponto onde ela estava antes de rolar. Sibila olha para o outro lado do corredor e vê que ele está mais iluminado que antes. Ela rola para dentro do seu quarto e já bate a porta, vendo a pontinha do metal fincar na madeira.
Vicryl diz que Straton achava que Friedmann estava mentindo, e pergunta a Banach quem diabos é Paris. Banach diz saber alguma coisa sobre Paris, e que ele espalhou um boato de que estaria morto. Banach conta que Paris veio de Esparta e que é um clérigo como Ariadne. Ele deveria ter morrido pelos costumes espartanos, porque possuía alguma imperfeição. Ele escapou quando era pequeno. No fim das contas, ele não é confiável. Banach acha que Friedmann não parece envolvido com Paris, mas pode estar sendo manipulado por ele. Herdionte pergunta se Paris teria algum interesse em manter seu mestre cativo, e menciona Gaieus. Banach reconhece que era um cara especializado em Titãs. Herdionte começa a viajar, pensando que seu mestre conseguiria escapar dos ladrões. Eles concluem que Friedmann possa saber algo sobre isso, e decidem esperar Straton voltar.
Rola um stress entre Herdionte e Vicryl. Banach diz que eles ainda estão bem porque ninguém tirou as suas armas.
Friedmann diz que Porthos é muito curioso, mas nunca viu ninguém entrar em choque por presenciar um estado de transe. Ele impõe a mão sobre a testa de Porthos, que abre os olhos, dando uma tremeliçadas. Ele pede papel para anotar o que viu. Friedmann diz que a garota confiou nele para se expôr, e ele olhou o que não devia. Straton pergunta o que aconteceu a Porthos, e Friedmann responde que ele tetou interferir na comunicação entre ela e seu deus. Straton pergunta se agora ele acredita na existência dos deuses, e Porthos responde que precisa anotar o que viu. Straton pergunta se Porthos pode passar a noite ali, e Friedmann diz que tudo bem. Straton sai para dizer aos outros que Porthos está bem.
Sibila tranca a porta. Ela pega o candelabro e fica esperando. Uns 15 minutos depois, ela ouve o murmurinho de pessoas andando e conversando. Alguém tenta abrir a porta e não consegue. A voz diz que trouxe o penico dela. Sibila começa a reclamar que alguém emperrou a porta. O cara desencana, fica praguejando um pouco e depois vai embora.
Sibila cola na porta e tenta olhar através da fenda na porta. O lugar lá fora é escuro, com uma luz bem fraca, e em silêncio. Ela ouve um barulho de madeira. Ela põe fogo na borda de um pedaço de papel e o passa por baixo da porta. O papel queima até o fim e ninguém liga. Sibila apaga as tochas e fica escondida em algum canto, esperando.
Passa quase uma hora, e ela ouve passos lá fora. Um Kuo Toa fala algo em grego com uma mulher, diferente da que a viu antes. Eles caminham em direção à porta de onde está Sibila.
Straton chega à sala, e Aegion pergunta como está Porthos. Straton diz que ele está com Friedmann, e Herdionte faz uma cara feia. Vicryl diz que Straton mencionou que Friedmann estivesse mentindo, e Banach diz que é muito estranho ele ter chegado ali sem problemas. Vicryl diz não confiar em Friedmann para cuidar de Porthos. Straton sugere que Vicryl vá até lá e resolva isso ele mesmo. Vicryl chama-o de criança, e manda-o ir com ele. Straton dá um murro na cara de Vicryl, que apaga. Ele o leva pelo cangote até o quarto de Friedmann. Banach vai junto, e convida Herdionte para ir junto, mas ele escolhe ficar ali.
Banach tem a sensação de estar sendo observado, mas não sabe de onde. Ele comenta isso com Straton, que não repara em nada.
Enquanto isso, Porthos tenta organizar o que sentiu enquanto estava fora da realidade. Ele consegue se lembrar das leituras estranhas em seus aparelhos, da aura dourada-vermelha em torno de Ariadne, da força que o repelia e o puxava ao mesmo tempo, e de ter se soltado da realidade logo depois. Ele se atém a essas memórias.
Straton abre a porta e joga Vicryl em uma cama, dizendo que ele veio ali para ver se Friedmann era confiável. Friedmann diz que Vicryl deve rever alguns conceitos, e Straton concorda. Friedmann abre um kit médico e dá um trato em Vicryl. O elfo acorda e sente a mão cadavericamente gelada de Friedmann sobre ele. Vicryl diz que Friedmann é legal, mas a criança não.
Straton parte para pôr o pé na boca de Vicryl. Friedmann o interrompe, e diz que é para eles resolverem isso depois. Banach diz que ele nem está de pé, e se oferece para levantá-lo para Straton bater. Friedmann diz que é para eles usarem violência desnecessária lá fora. Straton diz que ele deve a vida a eles, mas precisa aprender um pouco de respeito. Porthos conta que ele destruiu um monte de florestas, e foi condenado a fazer tarabalhos forçados sob a supervisão do centauro. Friedmann fica com nojo de ouvir que um elfo tenha feito tais atrocidades. Vicryl diz não concordar com eles em primeiro lugar. Portos lamenta a estupidez do elfo e se vira para dormir. Ele apaga.
Banach pergunta a Friedmann o que ele sabe sobre Paris. Ele diz que amanhã eles conversam, na presença de Ariadne. Eles voltam para seus quartos e vão dormir.
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