Sibila vai causar à noite
No caminho para o templo, Sibila ouve um sussurro chamar pelo seu nome. Ela se aproxima das árvores de onde sai o som. Quem sussurra se apresenta como Lyath. Sibila vê uma sombra pedindo para ela se aproximar, e vai ate ela. Lyath está envolta em uma aura de sombras, e diz que Sibila precisa tomar cuidado com Paris e precisa cuidar de seus amigos. Sibila agradece, e vê que Lyath não está mais lá.
Sibila continua se aproximando em silêncio do templo. Ela passa por um vulcão inativo, e vê que o templo está iluminado. Criaturas vigiam o templo: dois guardas na porta com lanças, e pares de guardas andando em volta. Ela se aproxima pela floresta.
Lá perto, ela espera um par de Kuo Toas passar perto. Ela os chama, e pede uma informação em nome de Paris. Ela pergunta se um grupo de aventureiros que mchegou à ilha ainda está no templo. Eles dizem que nunca ouviram falar dos cavaleiros de Paris, e apontam a lança para ela. Ela diz que é uma guarda de Paris, enviada para saber como eles estão. Os guardas falam entre si numa língua estranha, e ficam olhando para ela com cara de desconfiados. Sibila diz que Dorian pediu que ela falasse isso. Depois de conversar mais um pouco, eles dizem que todos saíram do templo, exceto um que ficou para trás.
Ela vai em direção aos outros guardinhas na porta do templo.
O feitiço novo
Porthos percebe que ele cochilou enquanto se cuidava, e acorda com uma fome descomunal. Ele come uma das provisões, e percebe que sua garganta está arranhando.
Ele desenvolve uma magia para abrir portas trancadas. Depois de estudar, ele chega a uma fórmula estranha, mas que parece estar certa. Ele vai ate uma porta trancada e usa o ritual que desenvolveu. Ele ouve um ``tec'' da fechadura, e põe a mão na fechadura. Ele toma um baita choque.
Depois disso, Porthos resolve voltar para o quarto e descansar antes de tentar de novo.
Enquanto isso, na caverna
No dia seguinte, Banach repara que está ferido por uma adaga, e a ferida não cicatriza rapidamente. Ele bate na porta, mas ninguém vem. Depois, examina a pedra, e vê que é uma rocha vulcânica. O buraco foi escavado há algum tempo.
Sibila e Porthos na pilhagem
Sibila fala com os guardas, e diz que gostaria de encontrar o aventureiro que ainda está dentro do templo. Os Kuo Toas a deixam entrar. ELa pergunta onde ele está, mas os Kuo Toas não sabem.
Sibila entra no templo, vendo ocasionais guardas fazendo ronda. Ela pede para encontrar o membro do grupo que ficou para trás. Eles não sabem onde ele está. Sibila continua andando. Ela chega ao salão, e sob as pernas da estátua de Tethis há uma porta vigiada por dois guardas. Eles perguntam quem ela é. Ela se identifica como Sibila, e diz que conversou há pouco com Paris, que a mandou ir para junto do grupo de aventureiros. Eles abrem a porta. Sibila pergunta onde a pessoa está, e eles dizem que não sabem exatamente onde.
Sibila desce ao subsolo, e vê um buraco na parede no caminho. Lá embaixo, ela chega a um corredor. A porta no fim está trancada. Sibila bate na porta, mas ninguém vem. Ela abre a porta, e chega a um corredor vazio. Ela passa pelo corredor, ouvindo por trás de cada porta. Ela vê os Kuo Toas no fim do corredor, na porta do templo interno. Ela anda em direção a eles com pose de quem sabe o que está fazendo. Eles olham para ela e não fazem nada. Ela diz que foi enviada por Paris para encontrar a pessoa que resta do grupo de aventureiros. Eles a deixam passar, e a mandam ir para um dos quartos. Sibila entra no quarto e vê Porthos estudando. Eles conversam um pouco e combinam de limpar o lugar para depois sair procurando os outros.
Os marombeiros
Straton acorda e vê os demais ainda dormindo. Lá fora, ele vê que ainda está noite, mas vai amanhecer logo. Nudus está dormino todo feliz, ensanguentado e segurando uns pedaços de bicho. Ele come o resto de comida, e espera os outros acordarem.
Friedmann acorda e cumprimenta Straton. Ele pergunta sobre Ariadne, e pergunta se ela usou algum ritual para curá-los. Straton responde que o cara era bafinho. Friedmann sai para dar uma olhada ao redor. Ele vê a praia, a escadaria que leva ao vilarejo, a que leva ao templo, e algumas casas. Ele volta, e diz a Straton que eles vão depender da água de Ariadne por algum tempo.
Nudus acorda, depois de sonhar que estava matando mais Kuo Toa. Ele dá bom dia. Friedmann vê que o mar está tranqilo. Ele vê que Ariadne acordou, e fala pra ela que agora ela pode fazer as suas coisas sem um bisbilhoteiro irresponsável. Straton resolve ir até o vilarejo atrás de comida. Todos vão com ele.
Eles chegam à vilazinha. A essa hora, a cidade está vazia. Eles vêem algumas casas, uma venda, uma taverninha, um estádio e uma casa em ruínas. Friedmann pergunta se eles provocaram a ruína. Straton diz que ela já estava assim. Depois, ele vai até a taverna e tenta abrir a porta, mas não consegue. Nudus bate na porta. Depois de uns instantes, eles ouvem uma voz meio velha dizendo que já vai. Eles ouvem alguns passos no andar de cima.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
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