quarta-feira, 2 de maio de 2007

25/4

Banach chega ao porto e espera chegar mais gente no protesto antes de começar a trabalhar. Depois, monta um lugar para os caras colocarem moedas e começa a tocar um música sobre um bando de filhos da puta que traíram o bardo do grupo. Uns 20 minutos depois, juntam em volta umas 15 pessoas, que dão a ele algum dinheiro. Ele pára de tocar e começa a contar a história para o povo: um bardo de Esparta foi traído pelo seu grupo e vagou por toda a Grécia contando sua história. As pessoas ficam olhando, esperando por um final glorioso que não ocorreu. Um dos caras pede que ele continue a tocar flauta, que estava mais legal. Banach desiste de contar a história e volta a tocar flauta, pelo dinheiro mesmo.

Ariadne, Sibila e Nudus chegam à praça do porto e vêem uma guarita com o guarda e um povo protestando. Do outro lado, há uma aglomeração em volta do flautista. Sibila sugere perguntar ao guarda como está a situação. Elas põem Nudus na frente para abrir caminho entre a multidão. O guarda olha para Nudus com cara de WTF. Sibila cumprimenta o guarda e pergunta sobre a situação dos navios para o Oráculo. O guarda responde que o Oráculo está fechado, e Ariadne pergunta o motivo. O guarda é escroto, e diz que nem sabe sobre previsões, mas está falando a verdade. Sibila pergunta por que não é sábio ir até a ilha, e o guarda responde que ela é uma ignorante. De trás deles, um cara ensandecido fica brigando com o guarda, fomentando a galera ao protesto. Um guarda perto do cais acena para outros guardas, e eles chegam ameaçando o povo. Ariadne e Sibila saem de perto.

Metade da audiência de Banach sai dali para ver o que está acontecendo. Ele fica puto.

Straton faz manobras escusas.

Banach pára de tocar e agradece a audiência, que o aplaude. Um dos caras recomenda que ele só toque flauta, porque ele não leva jeito para contar histórias. Banach vê a multidão exaltada e duas minas com um cara gigantão observando de longe. Ele se aproxima deles.

Straton tem comportamento suspeito.

Banach pergunta a Ariadne o que está acontecendo. Ela responde que é escândalo por causa do Oráculo. Sibi;la pergunta se ele sabe de alguma coisa, e ele diz que o lugar está fechado desde os jogos píticos. De repente, chega uma criatura grotesca abrindo caminho entre o povo, e chega no cais. Straton chega no cara mais exaltdo e começa a peitá-lo. Ele dá duas alternativas: o cara constrói um barco, ou Straton o joga no mar. O cara murcha, começa a tremer e o povo fica assustado. Os guardas permanecem impassíveis. Straton recomenda paciência ao povo e pergunta por informações ao guarda. Ele diz que é melhor esperar.

O trator que passou por Sibila, Ariadne, Nudus e Banach antes volta até perto deles, perguntando se eles queriam ir ao Oráculo. Straton pergunta a Sibila o que ela é. Depois, eles conversam sobre tentar descobrir na cidade o que está acontecendo no Oráculo. Straton sugere que eles vão até o templo do mestre, procurar informações. Depois, eles se apresentam. Nudus tenta pronunciar os nomes deles, mas não consegue. Eles vão perguntar ao guarda onde fica o templo do mestre. O guarda dá as direções, mandando-os ir até uma praça.

Ainda lá, eles vêem um sujeito barbado, acompanhado por três caras com roupas batidas indo falar com o guarda. Straton vê que eles parecem confiáveis, e fica ouvindo o que o barbado conversa com o guarda. Depois conta a Ariadne que o cara parece saber o que está acontecendo na ilha. Straton repara que Ariadne é uma sacerotisa de Ares, e ela o identifica como um soldado espartano.

Enquanto Sibila fica conversando com Banach, Straton e Ariadne vão conversar com o cara barbudo, que se chama Herdionte, perguntando sobre a situação das ilhas. Herdionte conta a história do que aconteceu com os barcos nas ilhas de Issix. Ele diz que dali até as ilhas demora umas 2 horas, e de Issix até o Oráculo leva mais 6 horas de viagem.

E o grupo se junta!

Enquanto isso, chegam Porthos, Vicryl e Aegion à praça do porto. Sibila e Banach os vêem chegando. Porthos vai falar com Herdionte, perguntando quando sai o próximo barco para Issix. O cara fica com cara de WTF, e pergunta a Porthos o que ele quer em Issix. Porthos aponta para Aegion. Straton fica olhando para ele com cara de bobo. Aegion conta a Herdionte sobre os misteriosos naufrágios, e diz suas intenções de resolver o problema. Acrescenta que eles vieram do bosque de Loth, e obtiveram suas informações dos elfos aquáticos da região.

Straton repara nas orelhas grandes de Vicryl. Depois, ele chama Porthos de canto e pergunta se suas orelhas são muito grandes. Porthos responde que não tem palavra ofensiva o suficiente para usar nesse momento para um elfo que tem trauma com suas orelhas. Aegion pede aos pescadores uma pista sobre os naufrágios. Hermionte responde que o barco dele foi atacado por criaturas aquáticas misteriosas, e Aegion reconhece a descrição dos Kuo-Toa. Hermionte diz que o próximo barco pode sair no dia seguinte.

Todos se apresentam, e Straton tem dificuldades em entender o que levou Aegion e Vicryl a ir para a Issix. Depois de combinar alguns detalhes da partida, eles vão se hospedar na taverna Porta do Oráculo.

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