Sibila acaba de chegar ao grande portal de Delfos. Por baixo dele passa uma grande estrada (tipo a Marginal na altura do Jóquei). É fim de tarde. Está quente e ela está cansada da viagem. A movimentação no portal é grande, mas diminui com o ocaso. Mal ela passa do portal, vê à sua direita um povoado com a casa da guarda e a Taverna Grande Portal. Lá dentro a movimentação é relativamente tranqüila. Ela chama um atendente e pede um quarto. O atendente a encaminha ao balcão. Chegando lá, ela assusta o balconista perguntando pelo quarto. Ela paga o preço do quarto arremessando de qualquer maneira as moedas, tentando tocá-las o mínimo de tempo possível. Depois disso, suas mãos ficam ligeiramente vermelhas, mas ela as esconde rápido. O balconista, achando a cena um tanto estranha, a encaminha ao seu quarto.
O quarto tem uma janela que dá na estrada de Delfos, um baú, um porta-tochas, uma pederneira e um isqueiro. Ela tenta verificar se o baú é bom, mas não faz a menor idéia. Ela desfaz suas malas, tranca o quarto e sai para passear no povoado.
Porthos anda pela estrada verde 2, e vê através do pasto, na fronteira com o bosque, uma grande torre. Ele atravessa o pasto, com uma vegetação alta, até chegar à torre. Estranhamente, a torre parece abandonada. A torre parece ser de mármore negro. Tem uns dez metros de raio e uns 15 de altura, com umas gárgulas esculpidas, e parece realmente abandonada. Nada separa o matagal da porta da torre. Ao bater na porta, Porthos ouve o barulho ecoando por dentro da torre, e mais nada. A porta é grande, sem nenhum reforço metálico, sem nenhuma tranca aparente. Uma aura mágica emana desta torre. Uma aura extremamente forte, mas mascarada e desconhecida. Porthos tenta abrir a porta magicamente, mas ela repeliu a sua magia. E não abriu. Ele fica parado na frente da porta, pensando no que fazer.
Aegion fica escoltando Vicryl de volta ao lugar em que os rangers e druidas se encontram. Eles olham espantados para Aegion, indignados com a sorte que ele teve. Aegion conta como foi seutrabalho, e os demais o parabenizam. Ele pede permissão para que Vicryl permaneça mais uma noite, antes de eles partirem de volta à sua terra. Os druidas dizem que Vicryl precisa ser julgado ali também, pelos crimes que cometeu em Delfos. O julgamento será no dia seguinte. Eles convidam Aegion a se sentir em casa, prendem Vicryl e tiram-lhe todas as suas posses. Aegion entrega aos guardas a espada de Vicryl. Os rangers levam as coisas a um outro lugar. Eles levam Vicryl embora e o hierofante oferece a hospitalidade do lugar a Aegion, que vai passear no bosque nas redondezas.
Vicryl está amarrado e completamente imobilizado, mas ainda assim confortável. Os guardas o colocam dentro de uma abertura no tronco de uma árvore e prendem uma corrente atrás de suas costas. Ele pode se sentar e se levantar, mas nada além disso. No buraco em que ele está não há nada de extraordinário. Ele espera.
Quando Sibila desce, ela vê um cara de uns 3,5 m de altura e uma garotinha comendo um javali ao vinho. Ela pensa: "que belo casal" e sai da taverna.
Nudus termina de comer e parece bem satisfeito. Ariadne vê uma moça bonitinha descendo as escadas da taverna. Sua pele é branca, seus cabelos são loiros e ela carrega uma armadura de couro e um chicote. Ariadne a vê saindo da taverna, pede para Nudus esperar na mesa sem arrumar confusão e sai atrás da moça loira.
Sibila olha ao redor e vê as casas por ali. Ela vê que Ariadne a segue e pergunta o que ela quer. Ambas estranham seus respectivos trajes estranhos. Ariadne a pergunta sobre um oráculo, e Sibila diz não ter nenhuma informação, mas que também quer vê-lo. Ariadne sabe que o oráculo fica numa ilha a uns 15km da costa de Delfos. Dá para chegar lá com um barco. Ariadne diz que ela e seu guarda-costas vão para lá na manhã seguinte, e Sibila a convida para elas passearem pela cidade.
Porthos se identifica para a porta da torre, dizendo suas intenções, ao que é completamente ignorado. Ele sabe que essa é a torre de um dos arquimagos da ordem dos magos vermelhos, e que ela está na fronteira do bosque por um motivo. Ele vai para o bosque ver o que tem ao redor. É um lugar muito antigo. Lá tem coisas fora do tempo. Não é um bosque qualquer. Porthos se lembra que seu mestre o havia recomendado nunca entrar no bosque, e falava dele com muito respeito. É uma sensação estranha, mas não é ruim. Porthos fica curioso e entra mais fundo no bosque. É um bosque tipicamente europeu, mas mais fechado do que deveria, principalmente no alto das árvores, de onde só passa uma luz bruxuleante. Uns dez minutos depois, ele tem certeza de que alguém o observa de todos os lados.
Porthos se concentra e sente, com muito esforço que o lugar tem uma aura mágica, mas ela foge dele, ao contrário do que ele viu na torre.
Aegion se vê num bosque bonito, mas meio fora do tempo. Há alguma coisa mística e não natural nele, mas que não o incomoda. Ele acha estranho que um hierofante viva em um bosque tão pequeno. Ele continua passeando e admirando o lugar. Não há animais silvestres ali. Na frente dele, o mato está se mexendo. Parece ter um cara com uma roupa meio camuflada, parado com cara de bobo. Ele anda observando e analisando o lugar, sem nenhum objetivo aparente, como se estivesse perdido lá dentro. Ele vai em direção a ele e pergunta que entra no bosque de Loth e quais os seus objetivos.
Porthos reconhece a voz de Aegion, que também o reconhece. Ele aponta na direção do Templo de Artemis, perguntando se essa é a torre de magia. Aegion diz que é um lugar muito bem guardado, e Porthos reconhece que está totalmente perdido. Ele pergunta a Aegion se ele o pode levar até alguém que tenha informações a respeito, e eles voltam para os guardiões para pedir informações para Porthos.
Vicryl está sentado na árvore.
Banach chega ao porto para ir ao oráculo, depois de uma extenuante viagem. Lá há um acúmulo de pessoas, começando a organizar um protesto na praça central. Alguns deles estão discutindo. Banach se aproxima para saber por que eles estão reclamando. Acontece que os serviços de transporte para o oráculo estão suspensos, mas os nobres ainda podem ir para lá. Banach pergunta o que está acontecendo, e o guarda responde que o oráculo está fechado, para logo depois virar-se para um cara exaltado. Banach tenta tranqüilizar o cara, que baixa a bola, e pergunta novamente ao guarda por que o oráculo está fechado. O guarda não fala nada relevante (ou educado). Ele percebe que o guarda sabe que alguma coisa muito séria fechou o oráculo, e que ele recebeu ordens de não deixar ninguém passar. Das pessoas ao redor, ele pega que um cara com um brasão foi para a ilha, burlando o cerco do oráculo. Ele pára para pensar.
Sibila e Ariadne observam a cidade. Tem um comércio muito grande por ali, algumas casas e um grande templo de Hermes. Elas combinam de ir para o oráculo na manhã seguinte. Começa a anoitecer e elas voltam para a taverna. Ariadne se pergunta se está tudo bem com Nudus. Como não ouve ninguém gritando, ela assume que tudo está bem.
quarta-feira, 28 de março de 2007
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