Aegion está no bosque, onde conseguiu abrigo com os rangers e druidas locais. Ele comenta que o meliante há muito tem atrapalhado a vida deles no Norte, e que fugiu há mais ou menos um ano. Eles comentam que o sujeito que eles perseguem bate com a sua descrição. Aegion e os locais concordam que os crimes do cara são imperdoáveis, e que ele deve ser encontrado e punido ainda nesta semana. Os caras sugerem que ele seja abordado por alguém disfarçado de consumidor. Aegion combina de partir para a cidade no dia seguinte, e põe-se a pensar num disfarce (não que isso seja fácil para um centauro).
São dez da manhã, no final do verão em Delfos. Vicryl não consegue entrar no bosque há algumas semanas e teme que os protetores do lugar estejam na cola dele. Devido à sua dificuldade em achar matéria prima, ele tem perdido muitos consumidores, e vai precisar puxar da sua poupança. Com o que ele dispõe agora, ele só poderá fazer mais um ou dois serviços. Ele sai em busca de lugares alternativos. Na cidade, há vários lugares em que ele pode comprar matéria prima, principalmente perto do portão principal e dos portos. Ele segue para o portão principal.
Porthos acaba de sair da casa de seu mestre, com seu bastão e componentes de magia suficientes para um mês. Ele sabe da existência de um mago vermelho ao norte de Delfos, próximo ao bosque de Loth. Para continuar seu aprendizado, Porthos vai procurar esse tal mago.
Banach consegue chegar a Delfos, depois de muito custo. É meio dia, está quente e cheio de gente entrando e saindo. Ele está cansado pacas. Ele resolve dar uma parada na cidade e vai para a estalagem do lugar. Descendo a estrada de Delfos portão adentro, ele vê um vilarejo à frente. Háum grande quartel da guarda de Delfos, uma taverna, a Taverna Grande Portal, e mais umas outras casas. O lugar está lotado. Ele consegue abrir caminho até o balcão. Os atendentes correm para todos os lados atendendo os almoços do horário. Depois de uns cinco minutos, passa um cara que o atende. Ele pede uma cerveja e um coelho, e o cara sai correndo. Logo depois, chega o canecão de cerveja, o coelho, umas batatas e molho.
Ariadne e Nudus viajam na estrada. Nudus está chateado porque está comendo coisas estranhas (a comida enlatada de Ariadne não precisa ser morta). Ao contrário dele, Ariadne está cansada da viagem. Eles chegam ao portão de Delfos. Nudus começa a pegar carinhas aleatórios perguntando se eles são Daqui. Quando o primeiro responde, Nudus pergunta se é esse o cara que Ariadne procura. Ela manda-o soltar o pobre homem, que sai correndo. Ariadne manda-o não procurar mais ninguém agora. Todo mundo sai de perto deles, que agora chamam bem a atenção. Dois guardas chegam neles e os mandam parar de causar na multidão. Nudus tenta erguer o guardinha, mas não consegue. Ariadne manda-o soltar. O guarda aponta a lança para Nudus. Ariadne fala que ele é inofensivo, e o outro guarda, agitado e puto, diz que ela não tem noção do que está falando. Ela tenta dar um blá no cara, dizendo que ele só é curioso e burro. Os guardas mandam-na tomar melhor conta dele, e dizem que da próxima vez não haverá uma próxima vez.
Aegion galopa pela estrada para o centro de Delfos, através das estradas Vermelho 1, Verde 2 e Preto 1.
Porthos pega a Azul 2, e depois a Verde 2. No meio do caminho, ele vê uma criatura peculiar, que seu mestre havia descrito, galopando na direção oposta. É um centauro vistoso, com pêlo brilhante e negro, não muito musculoso, mas bastante ágil, com cabelos negros trançados para trás. Nas costas carrega uma bolsa com seus objetos e suas espadas, e também um arco. O centauro diminui o galope e pára perto de Porthos. Ele pergunta se Porthos conhece algum artesão para fazer-lhe uma armadura, e menciona um elfo particularmente habilidoso. Porthos responde que ele não conhece ninguém que mexa com armas em particular, mas que o centro da cidade está cheio de artesãos, e que seu mestre mencionou um artesão muito habilidoso com quem ele nunca havia trabalhado antes. O centauro se apresenta como Aegion, e recusa os pedidos de Porthos para examiná-lo. Eles se cumprimentam e seguem seu caminho.
Banach sai da taverna, no encontro da Marrom 1 com a Verde 1 e a Preta 1, e pergunta a um passante se ele sabe onde fica o oráculo. Ele responde que Banach deve seguir a estrada de onde veio e tomar o caminho do pôr-do-sol até o porto velho, de onde sai o barco para o Oráculo. Banach segue o caminho sem grandes surpresas.
Ariadne e Nudus acabaram de se livrar dos guardas. Ela diz a Nudus que não se meta com os guardinhas, e o chama para segui-la. Eles seguem pela Preto 1 e entram numa taverna, chamada Grande Portal. Lá dentro, ninguém se assusta com o tamanho de Nudus. Eles se sentam numa mesa e Ariadne chama um atendente. Ela pede javali ao vinho e dois odres de vinho. Vinte minutos depois, chega o bichão. Nudus pergunta se a Ariadne não vai comer nada. Ela pede um frango assado para ela, sem cobrar. Nudus devora o javali.
Vicryl segue pela estrada velha até ela encontrar a estrada do norte, rumo ao portal. A estrada está bem vazia. Só há poucas carroças e pessoas, transportando principalmente grãos e animais abatidos.
Aegion vê um elfo saindo da cidade, usando uma cota de malha e uma túnica de veludo roxo. O elfo está armado com um sabre e uma besta de mão. Elfos não são comuns nessa região.
Do outro lado, Vicryl vê um centauro galopando insanamente em sua direção. Aegion investe sobre ele e dá-lhe uma patada. Quando Vicryl recua, Aegion o chama de elfo sem custume e que vai puni-lo por seus crimes. Vicryl diz que é apenas um cidadão que estava passando e pergunta se ele está maluco. Aegion tenta agarrá-lo, mas Vicryl
escapa. Todo pomposo, ele saca seu sabre, que sai voando longe. Aegion diz que foi ele que cometeu os crimes, e parte muito puto pra cima do elfo incompetente. Ele empina, dá duas patadas em Vicryl, acertando a segunda, e depois erra a espada curta e acerta a espada longa em cheio, deixando Vicryl agonizando no chão.
Aegion parte para cima dele de novo, e Vicryl rola para o lado puxando seu arco. Quando tenta atirar, ele erra. Ao que Vicryl continua rolando, Aegion acerta o chão onde ele tinha estado uma fração de segundo antes, e rasga uma parte do manto de Vicryl.
Vicryl se levanta e pergunta o que diabos Aegion quer. Ele diz que o elfo deve pagar por seus crimes e que deve vir com ele. Vicryl diz que ele pegou o cara errado, e Aegion fica meio na dúvida, perguntando o nome dele. Vicryl se enrola para mentir sobre seu nome, e Aegion saca que ele está tentando mentir, depois apontando o seu arco para ele e mandando-o seguir na frente, rumo ao templo dos druidas.
quarta-feira, 21 de março de 2007
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