Vicryl Forgedawn era um feliz armeiro sofisticado, que trabalhava em Lamia. Vindo de uma cidade na floresta élfica ao oeste, decidiu viver na cidade e usar seus talentos para ganhar a vida. Devido ao seu método de extração, alguns druidas e centauros ficaram contrariados e começaram a fechar o cerco nas suas áreas de atuação. O cerco se fechou ao ponto de forçar a sua migração para o sul, até chegar a Delfos (Elton solta uma baforada de Cachoeira sobre o grupo.) Lá, ele estabeleceu uma boa clientela, vivendo estavelmente por mais ou menos um ano. Obviamente, os rangers e druidas das vizinhanças também ficaram contrariados com seus métodos extrativistas.
Aegion, filho de Leodippos, é um ranger da floresta perto de Lamia. Até uns dois anos atrás, a comunidade local tinha problemas com um cara que extraía os recursos da floresta de maneira inadequada. Eles começaram a fechar o cerco no cara até que finalmente ele parou com a devastação. Logo depois, ficaram sabendo que o cara havia saído da cidade. Terminando o seu treinamento básico, o mestre de Aegion, Menelacos, sugere a ele começar seu trabalho indo caçar o extrativista irresponsável e fazê-lo pagar por seus crimes. Aegion então passou a rastrear o cara pelos seus métodos, até sua trilha o levar a Delfos, e ao bosque no centro da cidade.
Ao entrar em Delfos, Aegion encontra um grupo de rangers, que o perguntam sobre a sua missão. Eles o informam que o meliante ainda está fazendo merda, e o acolhem na cidade. No bosque, ele vê as marcas do trabalho do cara, e os rangers locais ficam perplexos com o fato de um elfo fazer tanta merda, e querem que ele pague.
Vitryl tem tido problemas para entrar no bosque ultimamente, e sua falta de matéria prima está de tornando um problema.
Dois anos antes, Banach acorda no meio de uma estradam quase pelado, só com sua flauta e alguns ítens. Ninguém de seu grupo original estava ao redor. O curioso é que, alguns meses antes, ele havia conseguido tudo que o líder do grupo queria. Infelizmente, com o corpo todo moído, ele não se lembrava exatamente do quê, exceto pelo fato de que estava em Delfos. Banach resolve ir para lá, parando de cidade em cidade e ganhando a vida.
Ariadne estava bem estabelecida em Esparta, e já era bem quista pelos sacerdotes, até com um certo prestígio. Depois de tanta luta, no entanto, algo não saía de sua cabeça. Aquela folha. E onde estavam os seus pedaços. Desde quando chegou, nenhuma noite passou sem que ela procurasse um meio de encontrar os outros fragmentos. Certo dia, depois de muita pesquisa, ela descobriu que algum deles pudesse estar em um templo marítimo na orla de Delfos. Ariadne parte para lá.
Nudus acaba de ser expulso de sua vila, na estrada que liga Farsala a Megara, e não sabe o que fazer. Sem ninguém para contratá-lo por sua força bruta, sua vida não passava de um desproposital acordar de manhã, matar uns bichos, comer uns bichos, e ir dormir. Vagando pelas pradarias, ele segue na sua rotina. Certo dia...
Ariadne está caminhando nas pradarias que unem Farsala a Megara, e encontra um rastro de sangue com alguns coelhos esmagados no caminho. Ali perto, Nudus bate algumas vezes no chão, mata bichos suficientes e começa a comer. Ariadne o vê, comendo coelhos esmagados. É uma cena peculiar. O cara, uma criaturinha meiga, hiper-musculosa de quatro metros de altura, usando um gibão de peles, típico grego moreno de cabelo preto (tipo o Dócrates, só que mais feio), com a pele curtida, praticamente um couro, vê a mina de 1,70 de altura, não muito forte, mas gostosinha, usando ma armadura que deixa as pernas de fora, usando uma saia grega, com uma mala nas costas e um escudo enorme com a marca de Ares, com cabelo ondulado, bem grande e preto, e pele razoavelmente clara. Ela é bonita, mas não é amigável. Nudus olha para Ariadne, e depois para o coelho. Ele olha para a ração de viagem dela, de carne seca e vinho.
Ariadne estende comida para Nudus. Ele aceita a comida, guarda no bolso do seu cinturão cheio de bolas de boliche, e dá um arroto. Ale pergunta se ele é daqui, ao que ouve um "Não. Mim ser Nudus. Não conhecer daqui". Ela se apresenta, e tudo o que ele entende é "Ari". Ele apresenta a sua clava, Sudo. Ela o convida para acompanhá-la na viagem, explicando que vai precisar de alguém para bater. Ele gosta da palavra e topa ir junto. Os novos companheiros seguem viagem para Delfos.
Porthos morava em um vilarejo perto de Atenas, e o abandonou ainda jovem. Apesar do mais óbvio para um aspirante a mago ser ir para Atenas, ele resolveu ir para outro lugar onde não fosse assolado por suas memórias de infância. Ele resolve ir para Delfos, outra cidade conhecida no ramo da magia. Lá, ele encontra alguém com interesse por enveredá-lo nos caminhos da ciência mágica. Um cara chamado Aramis. Ele o ensina tudo o que sabe, e Porthos se torna seu discípulo. Um certo dia, Aramis, tendo acordado num excelente humor, chega ao cubículo fedorento ao lado de onde despejava seu lixo, que havia concedido ao muito grato Porthos, e acordou-o, despejando-o de sua casa. Porthos vai embora, e quando está longe ouve alguns resmungos de seu ex-mestre: "Ele ainda vai me agradecer por isso!".
Sibila, depois de ver a desgraça acontecer na sua frente, sendo aconselhada por Atena em pessoa a seguir para Delfos, vai procurar o Oráculo em busca de ajuda.
quarta-feira, 14 de março de 2007
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