Sétimo Istamenou Metageitnion
Sibila e Banach acordam com o sol batendo nos seus rostos. Sibila observa sob o vulcão, no Sul tem o farol onde Páris fica, a vila fica a leste (com uma tênue fumacinha saindo de apenas uma das casas), no Norte não tem quase movimento e ao Norte tem um movimento de Kuo-toas indo para o farol. Alguns Kuo-toas vigiam o templo, que não há sinal de vida dentro. Na casa da guarda parece ter movimento, com um Kuo-toa na frente.
A ladra conta Banach que não há nada de novo e els decidem apenas esperar Liath. Eles esperam na rocha da boca do vulcão, começam a morrer de calor e sentem muita sede. Eles comem e bebem (água quente) Banach ouve pedrinhas mexendo muito de leve. Eles não vêem nada fora do comum, mas ficam preparados para o pior. Banach ouve uma respiração bem leve, muito próxima dele, quando ele olha para a direção, não vê nada. Ele tenta forçar a visão e vê uma sombra de relance.
Sibila sente uma mão em seu ombro, ela se vira e vê uma sombra de relance e tenta rodar o chicote pra acertar a sombra. Sibila fala para a Liath parar de brincar com eles, ela aparece das sombras e zomba deles.
Liath conta que eles têm uma janela de 15min antes da troca do turno da guarda. Ela continua contando que o movimento lá em baixo está tranquilo e que além desse tempo tem mais 5min da troca dos outros Kuo-toas. Ela aponta as locações e explica o plano, ela fala que daqui a 5 horas eles se encontram. Eles mal terminam de falar e ela some.
Os outros...
Ariadne acorda nas ruínas do farol, ela vê que todos estão dormindo em volta. Nudus está mais próximo, roncando muito enquanto vê que Friedmann está mais afastado. O sol parece estar a uma hora de se pôr, ela acorda o Nudus que resmunga. Friedmann acorda com o barulho de Nudus reclamando. Ela acorda Straton e Tyresias. Straton fala que eles ainda tem que esperar um pouco a noite cair. Tyresias conta que a tem uma construção de um estádio na vila, que está desativado. Ele conta que tem alguns itens mágicos misturados nas armas dos galdiadores que lutaram pos lá, existem alguns Kuo-toas por lá. Friedmann não se interessa e Straton fica revoltado. O clérigo fala que Páris tinha um laboratório por lá, que usou com um mago que estava junto com o grupo de Páris (aquele que saiu da ilha desesperado).
Tyresias conta que vai para a praia se banhar, para rezar. Ariadne começa suas preces antes da batalha iminente. Nudus ainda dorme, Friedmann tenta acordar e ele agarra o Sudo mais forte, como um bichinho de pelúcia, ele bocecha com um mal hábito na cara dele. Ariadne chuta Nudus, que reclama, mas acorda.
Alguns meses antes...
Helena é natural de Argostolium, trabalhava para um pirata que foi capturado, situação que ela aproveitou e fugiu. Voltou para sua cidade natal, procurando um barco onde ela pudesse trabalhar e ir para Delfos. Ela ouviu falar de um cara chamado Telássius, que era conhecido por feitos fantásticos estava recrutando pessoas para fazer a tripulação de um barco para ir para Delfos.
Ela conseguiu um lugar seguro no barco, mas eles insistiram em partir a noite. Ela conseguiu ficar num lugar exclusivo durante a noite onde tinha privacidade e seu turno ficou para o dia. Esse lugar, debaixo de uma escada do navio, era um compartimento secreto que provavelmente ele guardava alguma coisa de valor.
A viagem trascorria normal, estranhamente as coisas iam bem, o barco navegava tranquilo e o vento só soprava a favor deles. Ela ouviu histórias que esse Telássius, que ele tinha se envolvido com uma filha do sacerdote e tinha sido amadiçoado por Posseidon!! Foi por isso que tinha sido tão fácil entrar naquele navio! Antes de chegarem a Ilha de Delfos, desviaram a rota do caminho para escaparem de uma tempestade.
Era por volta da hora do almoço, Helena fazia o seu turno no navio e o mar estava meio revolto. Telássius precisava de todos seus homens para controlar o barco no mar revolto, Helena ajudava os outros tripulantes, enquanto Telássius ficava imponente no leme gritando comandos para os marujos. Apesar do mar revolto não chovia onde eles estavam e um homem ao mastro pra observar o que vinha à frente. Telássius parecia mais inveterado ainda com a proximidade da tempestade, e as nuvens estão praticamente pretas. O homem que estava no mastro desce e vai falar com Telássius. Ele chama Helena.
Ela sobe as escadas e se desequilibra e se joga pra se segurar na gradinha. Ela fica perto de Telássius que segura firme o leme. Ele diz que quer que ela confirme o que o marujo tinha visto no mastro. Ela vai até o mastro, mesmo com o barco revolto ela anda tranquilamente, mas não consegue subir no mastro tão facilmente. Ela consegue ver que a tempestade está vindo do leste, ao oeste ela vê que uma nuvem negra se aproxima. Ela consegue ver um triângulo de uma espécie de redemoinho, um “maelstron”, vindo na direção do barco, e ela vê que se eles se afastarem muito da costa, não teriam muitas condições de continuar, já que o barco não é tão grande. Ela desce rapidamente do mastro e sai saltitante até a proa, contando que viu um maelstron, instruindo Telássius a ir para o sul.
O elfo pelado
Vicryl acorda e vê Herdionte todo queimado e meio acabado, olhando para ele. O elfo diz que ele espera que estejam vivos. Herdionte diz que ele está certo e que passou alguns dias desacordado. Eles conversam e chegam a conclusão de que os kuo-toas os deram por mortos. Herdionte diz que entrou um barco na ilha e que logo deve haver um cais nela. Eles decidem tentar chegar nesse cais indo pelo rochedo. Eles gastam umas 2 horas e chegam em uma reentrância. Eles vêem o cais envolto pelo bosque e continuam indo, prestando atenção para eventuais abrigos
Os outros dos outros...
Sibila, Banach e Liath descem a trilha do vulcão. No final da trilha ela faz sinal para eles pararem, ela se concentra e sombras envolvem todo o grupo. Eles vêm tudo ao redor meio distorcido. Ela se gruda na parede e segura seu rapier, todos andam encostados no rochedo do vulcão andando muito devagar. Do nada ela pára e manda todos fazerem silêncio, ela perece que nem respira. Dá um tempo e os Kuo-toas passam há uns 3 metros deles, mas aparentemente não os viram. Quando os bichos já parecem longe Liath se movimenta mais um pouco, mas logo pára novamente. Ela faz alguns sinais e eles se preparam para atravessar o pedaço que falta entre o vulcão e o bosque. Eles atravessam e entram um pouco no bosque, tomando cuidado para não movimentar nada. Eles andam na velocidade máxima para andar nesse bosque, chegando na fronteira da vila com uma ribanceira. Liath cochicha que eles vão correr uns 200m o mais rápido que puder pois não tem nenhuma proteção.
Eles correm desesperadamente e pulam dentro do bosque, já escureceu e Liath diz que não quer entrar na trilha do bosque norte e pergunta o que Sibila e Banach acham.
Ariadne, Tyresias, Straton, Nudus e Friedmann terminam de se aprontar e vão para o estádio.
Sibila, Banach e Liath vêem um grupo de 5 pessoas indo para a trilha do bosque que estão flanqueando. Eles vêem Ariadne, Straton, Nudus um sujeito azulado e um outro que é todo espalhafatoso. Sibila e Liath trocam gestos, ela sai de trás deles. Sibila sai para a trilha, enquanto Liath e Banach ficam para trás.
Ariadne já pergunta o que Sibila está fazendo ali, Nudus a abraça a joga para o ar, todo feliz. Friedmann vê uma sombra lá atrás e fala que tem gente escondida. Ariadne grita para todos saírem do mato. Banach sai de braços para cima, dizendo que podia explicar o que aconteceu...
Postado por Ariadne/ Kitiara
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